Como foi seu Dia Mundial Sem Carro?

Willian Cruz, em um de seus muitos dias sem carro. Foto: Aline Cavalcante

Resolveu experimentar a bicicleta e aderiu a um BikeBus, em São Paulo?

Já é ciclista habitual ou eventual e saiu com a magrela nas ruas mais uma vez?

Fez de novo o caminho pela ciclovia da orla, como faz todos os dias?

Resolveu embarcar num ônibus, já que a Prefeitura de São Paulo colocou mais deles nas ruas e a Fetranspor, do Rio, deu viagens de graça pra quem deixasse o carro em casa?

Usou metrô, trem, teleférico, bondinho, balsa? Pegou carona com um amigo?

Achou que ir de táxi faria alguma diferença e fez circular o carro de outra pessoa, por um percurso ainda maior do que você faria com o seu? 🙂

Acreditando que haveria menos congestionamentos nesse dia, resolveu ir de carro mesmo?

Tentou se convencer que de moto não haveria problema, já que ela não congestiona, e apesar dela poluir mais que um carro acabou usando assim mesmo?

Ou não teve como deixar o carro em casa, porque precisava muito dele? (Será que precisava mesmo?)

E, por fim: foi a algum evento do Dia Mundial Sem Carro?

Conte aqui sua experiência nesse dia!


67 comentários para Como foi seu Dia Mundial Sem Carro?

  • Érika Cristina

    Ola, estou começando a ir trabalhar de bike, vou uma ou duas vezes por semana, mas a ideia é abandonar o carro, tadinho não posso deixar ele ouvir isso rsrs, não fui tomar cafe na paulista por causa do trabalho, mas à noite eu estava lá. Foi uma pedalada ótima , adorei. abraços a todos.

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  • Fabiane

    Comecei o DMSC pegando uma carona, depois no final da tarde, horário de pico, peguei minha bicicleta e fui cumprir um compromisso rápido. Andei por um trecho de ciclovia compartilhada (por ciclistas, pedestres, sacos de lixo do Banco do Brasil, postes, placas…) e me senti um pouco hostilizada por parte de alguns pedrestres, mesmo eu pedalando da forma mais cuidadosa e pacífica possível. Um pai acompanhado de sua filha não hesitou em me jogar pro “mato”, dando um mal exemplo pra sua garota adolescente. Fácil perceber o porquê de muitos colegas de bike ignorarem essa ciclovia. Já dos motoristas tive uma boa impressão, fora um guri que “esqueceu” de ligar a seta antes de virar a esquina, mas pediu desculpas depois de uma bronca. Muitos motoristas me olhavam com um olhar amistoso, reduziram a velocidade ao se aproximarem da magrela e a pessoa com quem fui encontrar ficou impressionada com a rapidez da minha chegada, afinal, o cara está acostumado com o congestionamento do caminho. Eu vi o congestionamento, mas de bike não faço parte dele mesmo, e creio que é isso que os motoristas não assimilam; eles não tem noção de que você não precisa passar por tudo aquilo todos os dias.

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  • Lucas Landim

    Tudo começou, na verdade, no dia 21, o único dia da semana que usei um carro para me locomover. Motivo: tive que pegar a minha noiva que chegava de viagem. Como durmo na casa dela de quinta a domingo e estava só com o carro, a peguei e já fui informando que iríamos na minha casa pegar a minha magrela. Ela, relutante devido ao trânsito disse: “Pra que tu vai pegar a tua bicicleta? Tu já anda a semana inteira!”. Ela não entende que, para mim, é uma questão de honra participar de um dia como esse! É dos dias mais esperados por mim a cada ano! Incentivei vários amigos da minha cidade a utilizar um meio de transporte alternativo mas sem muito sucesso… No dia mesmo, 22 de setembro, acordei cedo e super empolgado! Queria muito sair com a minha magrela pela rua, observar os demais ciclistas e conversar com eles e alguns motoristas. Minha noiva sempre diz que eu faço amizade até em fila de supermercado e esse era o dia ideal para conhecer mais ciclistas e interagir melhor com os motoristas.

    No caminho quase atropelei um cachorro que estava atrás de uma árvore que tem no meio da ciclovia. Pois é, aqui em Fortaleza existem algumas ciclovias em estado precário e cheias de obstáculos como árvores, buracos, animais e lixo. Voltando a história, desviei do animal mas por ser um trecho encurtado devido as árvores, fui parar no chão! Fiquei p* da vida! Eu não caio fácil! Até esse dia eu só tinha caído umas 3 vezes desde que me lembro. Uma das vantagens da bicicleta é que na maioria das vezes os acidentes não passam de meros arranhões e, para minha sorte, nem isso eu sofri!

    Continuei o meu percurso até o trabalho. Conversei com alguns poucos ciclistas que encontrei perguntando se eles estavam indo de bicicleta por conta da data mas nenhum deles tinha conhecimento sobre esse dia, encontrei alguns ciclistas que sempre encontro no caminho, os cumprimentei e conversei um pouco. O fluxo de carros parecia como o de qualquer outro dia.

    Infelizmente, aqui em Fortaleza, pouca gente tomou conhecimento sobre o dia sem carro, ninguém que informei e desafiei a abandonar o carro o fez. Ainda precisamos trabalhar muito a mentalidade do Cearense!

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  • Fabricio Semmler

    Optei pelo ônibus, pois um amigo iria voltar da faculdade comigo para casa e ele não tem bicicleta. Foi bem ruim! Além de pegar todo o trânsito que pegaria de carro ainda tive a falta de ar e fraqueza típicos de um ônibus lotado.
    Ano que vem eu vou de bici e quem quiser ir comigo que arrume uma pra ir junto!!!

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  • Anderson Araujo

    Estava há duas semanas sem pedalar por conta de uma diarréia, fruto de uma maionese estragada num churrasco. Na segunda fiz uma horinha de bike e senti que não estava 100%. Fiquei relutante se conseguiria chegar ao serviço na quinta (1h pra ir e 1h15min pra voltar). Mas como era Dia Mundial Sem Carro, não podia perder essa data. Tirei minha bike da garagem e fui com fé. Graças a Deus deu tudo certo, não passei por nenhum susto e ainda consegui manter meu tempo de costume. Colei até um cartaz na camisa escrito “22/09 Dia Mundial Sem Carro”, foi bacana, até as pessoas da rua comentaram. Pedal neles!

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  • Tiago Barufi

    Foi muito agradável encontrar amigos no café da manhã e depois descer com a bicicletadinha da SMA.

    Eu notei alguns colegas de trabalho que não usam carros comentarem sobre o significado do dia. Foi melhor do que nada. Mas não conheço ninguém que use carro e tenha deixado de fazê-lo no dia.

    Às vezes parece que essas iniciativas só atingem mesmo as pessoas que já estavam interessadas em resolver os problemas e já faziam alguma coisa. Entretanto é bom ver os jornais falando sobre isso e, melhor ainda, ver os políticos tentando embarcar na ideia.

    Hoje gostei de ver teu texto na Folha. E o contraponto que colocaram lá (o tal do Bob Sharp, que pra mim já é o Bob Dull!) serviu pra mostrar o deserto moral do tal outro lado. A falta de lógica.

    Mas a reportagem do jornal é rasa como deve ser a atitude sobre esse tema, vinda de quem é sustentado pela indústria de carros. A página seguinte no jornal era metade dedicada a um anúncio de carros.

    Hoje de manhã havia muitos carros no meu caminho. Parados, para serem ultrapassados.

    abraço

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  • Robson

    Transporte público ida e volta para o trabalho e a noite pedal de 40km pela cidade de São Paulo.

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  • Rosana

    Eu estava viajando a trabalho essa semana. Macapá. Um sol forte, calor de 35 graus. Lá, todos os dias, centenas de bicicletas dividem o trânsito com carros e motos, com cestinhas, gente na garupa, crianças indo pro colégio… As faixas de pedestres são respeitadas, inclusive pelas bicicletas (a grande maioria Caloi Poty, sem marchas). Um exemplo que vem do Norte.

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  • Lion Schwarzenegger

    Faça chuva ou faça sol… Eu vou de Bike!

    Tá com pressa?

    Vá de bike!

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  • Adriano Rotting

    Wow!

    A bicicletada estava linda!

    Parabéns a todos, em especial aos motoristas que, apesar de estarem dentro dos seus carros, apoiaram e respeitaram o movimento das bikes.

    Sempre tem um ou outro mais estressadinho, que acha que a rua é dele, mas num geral, foi 10!

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    • Eriston Danilo

      Cara, está foi a melhor Bicicletada que fui, o trajeto foi animal!!! A voltinha no páteo da Uni9 foi mto engraçado, depois 23 de Maio e Marginal, mto loko! 🙂

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  • Nick Vila Maior

    Hoje também troquei o carro pela bike.. e me faz pensar que devo fazer isso mais e mais!
    Uma história curiosa.. foi ali na Av Angélica com a Paulista.. um cara num carro.. imagino que tenha xingado um ciclista.. e eu ouvi o ciclista falando.. “você tem que andar de bicicleta.. você está gordo.. gordo e porco.. tinha que andar mais de bicicleta” .. rs
    Peguei um trecho de metrô de bike e foi tudo bem tbem!!!
    Adorei ver tanto ciclista hoje na rua! Abraços

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  • Felipe Niski Zveibil

    Mais um DMSC… Muito trânsito na rua, muitos bikers, muita gente a pé e muita discussão sobre o assunto…Vamos continuar com perseverança e calma, que nossos filhos poderão viver ainda melhor do que nós, pedalando a magrela da mãe ou do pai por aí sussegados.

    Um forte abraço a todos

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  • Cínthia

    Fui de ônibus, lotado!!!Mas, sempre vale a pena contribuir para a saúde do planeta.

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  • Esther Sá

    Acordei morrendo de sono, mas sabia que era só subir na bike que passaria.
    Dito e feito, fiz o trajeto Centro – Casa Verde desperta, feliz, sorrindo sempre. No meio da ponte de Casa Verde, um babaca me grita um “Vai pra calçada!”, apesar do trânsito livre que fluia perfeitamente, ao que respondo sorrindo e acenando, como de costume.
    Na ida para a faculdade, trajeto Casa Verde – Barra Funda, fui fechada bruscamente por um rapaz que sequer ia entrar em alguma rua: só queria passar logo na minha frente. Me desequilibrei, quase caí e não consegui conter uns palavrões. O motorizado acelerou e sumiu da minha vista.

    Na volta para casa, minhocão fechado e múltiplas luzes intermitentes iluminaram a noite. Acenei para todos, buzinei levemente para alguns e não consegui segurar o sorriso.

    Meu DMSC foi como os outros dias tem sido: maravilhosos. A bike me faz gostar de me deslocar, e isso é inédito para quem se torturava em conduções lotadas todos os dias. Apesar disso, ouvi muitas histórias de acidentes, tombos e ralados ocasionados pela pressa raivosa de alguns motoristas. Eu, meu namorado, um amigo e mais alguns casos que ouvi me levaram a questionar se havia algum motivo para estress além do comum nas ruas…eles não deveriam estar felizes por ter – supostamente – menos trânsito?
    Uma pena não poder participar de nenhuma ação, devido aos compromissos do dia. Mas fico feliz de vê-las acontecendo. Fico feliz quando vejo cada umx de vocês nas ruas. (:
    Enfim, continuo pedalando, sorrindo e sonhando.

    Feliz Vida Sem Carro para todxs!

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  • Ana Paula

    Acordei um pouco mais tarde hoje, entrava as 10h na escola…
    Então peguei a bike e passei pelo posto para encher o pneu… e logo no primeiro ele começou a esvaziar, saia todo o ar pelo bico… então pensei que era algo simples só apertar a paradinha do bico e tudo bem… tem uma bicicletaria do lado do posto… cheguei lá e nada… o bicicleteiro disse que poderia ser algo na base do bico… ai tive que desistir da bike logo cedo, pois já eram 9h50, tinha apenas 10 minutos pra estar na escola…
    Tive que voltar com a bike pra casa e pegar um taxi… o meu carro tava com minha mãe que foi levar o cão no veterinário… O dia começou bem!
    Mas não desisti… trabalhei pela manhã, voltei pra casa, e levei a bike na minha bicicletaria de confiança… e ai tive que fazer a troca da câmara…
    Voltei pra casa com a bike reguladinha… rsrsrs…
    De noite, tive reunião pedagógia… e finalmente, FUI DE BIKE!
    Tenho ido cada vez mais de bike pra escola, os meus alunos adoram!!!

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  • Wolf

    Hoje acordei cedo, saí de casa e montei na magrela às 5:50… fui para o trabalho no Embu das Artes, cheguei lá às 06:40, tomei um bom banho e trabalhei com ânimo redobrado. Depois saí do Embu e fui para a Mooca resolver uma parada. Nessa brincadeira rodei 55 km deliciosos.

    Pena que a Régis não tem nenhuma infraestrutura para ciclistas (nem acostamento no início)… é encarar os busões e caminhões insanos e vamo-que-vamo… Nada que eu já não tenha passado em 15 anos pedalando pela cidade.

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  • Gustavo Angimahtz

    Opa! Fui ao evento do Marcio Nigro do Caronetas, um fórum de consumo colaborativo, e fui de bike. Do Ibirapuera ao Centro Empresarial. Lá, assisti palestra de um pesquisador do Laboratório de Poluição da USP, do Guilherme Brammer, do site DescolaAí, de compras coletivas, da Lauren Anderson, uma australiana que é consultora em consumo colaborativo, de um designer responsável pela criação do designer do Fiat Mio, um processo colaborativo e em CC. Também falaram a galera do Catarse, do Beats!, do Ponto de Contato, foi muito bacana! Enfim, estou enumerando porque podem ser úteis para você. Abraços e feliz dia!

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  • Bruno Frizo

    Como já uso a Bike diariamente resolvi fazer algo diferente hoje. Levei meu filho para escola de Bike, ele foi no cano pois na escola não teria onde guardar a Bike dele e eu não poderia traze-lá de volta para casa senão perderia o bonde Bikebus. Após isso fui para um dos pontos de encontro do Bikebus e após 25 minutos sem formação de nenhum bonde segui caminho ao meu trabalho. Notei que haviam muitos bikers no caminho, bem mais que o habitual, até casal com a garota no cano. Como era bem cedo pedalei com calma, passei em dois dois lugares para tomar outro café da manhã, mas estavam fechados. Então cheguei no trabalho, guardei a Bike e fui para uma padaria próxima. Mais tarde irei com meu filho para Bicicletada. Nos vemos lá!

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  • Claudio Br

    Não vou dizer que hoje foi igual pelo fato de eu costumeiramente não usar um carro para me deslocar. Vou dizer que hoje estou bem pra baixo.

    Além de só ver mobilização de quem já pedala pelas ruas, de ver o mesmo trânsito, por ser DMSC tive que ouvir mais piadinhas e engolir que para as pessoas “normais”, a ideia de deixar o carro de lado parece coisa de louco.

    Aqui no escritório sou o único “louco” e isso é uma pena. Eu queria mais “gente de escritório” usando a bicicleta, é muito solitário.

    Eu entendo o pessoal. Quando eu acreditava que dependia de carro entrava em pânico com a perspectiva de ter que passar um dia que fosse sem o meu, nem que fosse para deixar na oficina, agora vejo como deixei de aproveitar Florianópolis e a sua ciclovia que ia quase da minha casa até a universidade.

    De positivo deixo uma matemática muito simples: São Paulo + bicicleta > Floripa + carro.

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  • Ellen

    Ando todos os dias sem carro… sou só eu e minha bike…. #AMOOOOOO

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  • Pedro

    Hoje vim de bicicleta como de costume e ajudei a puxar um dos bondes que o Rodas da Paz (www.rodasdapaz.org.br) ajudou a organizar! Cruzamos a Asa Norte pela W1 (coisas de Brasília) até o Museu da República: http://g.co/maps/6j87d

    Claro, deu pra bater um papo, andar (quase) tranquilo na rua, e descansar um pouco antes de entrar no trabalho.

    E hoje tem mais pedal na volta!

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  • Rubens

    Estava planejando vir de bicicleta, mas acordei atrasado e resolvi ir de ônibus. Chegando na rua, vi a Radial totalmente parada já na altura do metrô Belém (acho que por conta do acidente no viaduto Diário Popular, não sei) e voltei atrás: peguei a magrela e vim pela Liberdade até a Paulista. Dei uma passada rápida ali na praça do Ciclista pra tomar uma água e bora pro escritório.

    Resumo: um percurso que faço regularmente em 45 minutos tomando dois ônibus, hoje levou 1 hora. Completamente aceitável!

    Vou fazer mais vezes, com certeza.

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  • mateus bagatini

    Como sempre vim de bike e muitos amigos fizeram multirões de carona pra reduzir o número de carros. Com certeza a número de carros que ficaram em casa hoje são mínimos, mas toda a mensagem que conseguimos passar com esse movimento vale muito.

    Café genial hoje com amigos na praça e distribuímos muitos kits com mapa e posters na Av. Paulista!

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  • Felipe

    Hoje vim pela primeira vez ao trabalho de bike, encontrei com o Wesley na estação Jurubatuba esperando o amigo dele.

    Gostei de fazer o trajeto, vou fazê-lo com mais frequencia

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  • Fábio Moreirão

    Na empresa em que eu trabalho várias pessoas costumam vir de bike como eu. Para o dia de hoje, nos organizamos como bike anjos para acompanhar golegas de trabalho que tinham vontade, mas pelos motivos conhecidos (inexperiência, medo do trânsito, etc) não utilizam a bicicleta como transporte. Uma parte desses colegas alugou bicicletas nos bicicletários da Parada Vital nas estações de metrô mais próximas (Barra Funda e Vila Madalena). Marcamos um ponto de encontro em uma padaria para um café da manhã coletivo e seguimos para o trabalho em mini-bicicletada. Fomos ao Sesc Pompéia almoçar, para aproveitar mais o dia. No final do expediente os bikes anjos vão acompanhar o pessoal de volta aos bicicletários ou suas residências, e seguir com os que quiserem para a bicicletada na Av. Paulista.
    Está sendo um dia muito bacana por aqui. Foi muito legal ver os sorrisos estampados nos rostos do pessoal chegando ao trabalho de bicicleta pela primeira vez, quem sabe pela primeira vez de muitas. A idéia agora é fazer disso um evento mensal na empresa.

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  • Silvia

    Tenho ido trabalhar de bike, 4,5 km do ipiranga até a vila mariana. normalmente encontro motoristas bem educados, que dão passagem e me respeitam. Hoje, por incrivel que pareça, havia muito mais carros no caminho e levei várias finas.

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    • Eloisa Casadei

      Silvia, também sai do Ipiranga, mas fui até a Paulista. Que caminho você faz até a Vila Mariana? Quero conhecer uns caminhos novos porque sofro um pouco com as subidas.
      Saio do Metrô Sacomã e vou cortando umas ruas por dentro e subo a Saioá, passando pelo metrô Imigrantes. Na volta é pior ainda, pra tentar não pegar a Ricardo Jafet pego umas subidas sofridas entre o metrô Imigrantes e a Nazareth.

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  • James Prado Gondim

    Bom dia

    Hoje percebi que é preciso mais ações, para que as pessoas se sensibilizem, no que se refere ao uso do automovel. Mais uma vez vejo que quase ninguem aderiu ao movimento.
    É uma pena! Eu fiz o que faço quase todos os dias, ou seja, me desloco de bicicleta, aqui em São Bernardo do Campo. Ontem, atraves de um amigo, enviei um projeto que comtempla a bicicleta, como meio de transporte viavel. Espero que a Camara dos Vereadores consigam aprovar o projeto.Assim que tiver uma posição , postarei neste espaço,para o conhecimento de todos.

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  • Eriston Danilo

    Geralmente não uso carro mesmo, mas hoje foi diferente pois sai de Itaquera (zona leste) até à Av. Paulista no pedal e foram 28km no total. Primeiro passei na Praça do Ciclista para tomar um café com o pessoal e depois fui ao trabalho próximo ao Trianon. A noite tbm vou participar da Bicicletada especial do D.M.S.C. 😉

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  • Diego Aguiar

    Comemorei como comemoro todos os dias.
    De bike, a pé, e eventualmente transporte público. #carbonfree

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  • Renato Moura

    Como faço todos os dias, casa > trabalho > casa (ida e volta cerca de 12km), de bicicleta.

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  • Marco Labão

    Ontem em uma reunião do PLANMOB – Plano para Mobilidade Bauru – Fomos à EMDURB em vários cicloativistas dar início a um grande projeto que deve contemplar campanhas de conscientização, definição de Ciclovias, Ciclofaixas e Ciclorotas para Bauru e comemoraríamos hoje com a inauguração da ciclofaixa no Dia Mundial sem Carro. Todos os assessores, dirigentes e autoridades foram avisados do desejo do Prefeito para que fossem de bike.

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  • Phil

    Como comentado acima não fiz nada de diferente…

    Todo dia é dia sem carro pra mim ;D

    e ainda de quebra ganhei café da manhã com ótimas companhias 😀

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  • Caio Carlucci

    Fui de bike, como usualmente faço, mas adotei um percurso diferente, normalmente “corto” por dentro do parque do Ibirapuera, hoje optei pela República do Líbano… véio que trânsito… hoje não era o Dia Mundial sem Carro?

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  • Fernando Salvio

    Fiz um percurso até o metro vila prudente em 13 minutos de bike, ontem levei 45 minutos na lotação por causa do transito.

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  • Alexandre Liodoro

    Hoje vim de casa para o trabalho de bike pela primeira vez. Já venho andando de bike aos fins de semana na ciclofaixa a alguns meses. Depois a um tempo atrás, vim de bike ate a frente do prédio onde trabalho(Vila Mariana) num sábado. Essa semana resolvi aproveitar o #DMSC e criar coragem pra vir. Viemos eu e um amigo aqui do trabalho que começou a andar de bike junto comigo. Foi bem tranquilo, já aviamos estudado o caminho e pego dicas com ciclistas mais experientes. Até um vídeo do Willian Cruz nos ajudou pois ele passa por um ponto de risco que nós também passamos. Enfim valeu a pena demais. Pretendo vir mais vezes até pegar o ritmo e trocar de uma vez o carro pela bike.
    abraços!!

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  • Edmea Dantas

    Eu vim com o ônibus fretado pela empresa, aliás como todo dia.

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  • Bianca

    De bike mesmo, como em muitos outros dias. E como em Bauru não teve nada (pelo menos não que eu tenha ficado sabendo), publiquei um texto no blog em consideração ao dia.
    Beijos e ótimas pedaladas a todos!

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    • Marco Labão

      Bianca.
      Tivemos sim.,Conforme já postei: Inaugurando a Ciclofaixa em Bauru! Já utilizo a bike costumeiramente para trabalhar, para transportar para lazer e para o esporte! https://www.facebook.com/media/set/?set=a.2346433310592.128950.1542822387&type=1&notif_t=like

      Após a inauguração o Prefeito seguiu até a UNESP juntamente com o Nico Mondelli – Prtesidente da EMDURB – e outros assessores além de um vereador DE BIKE!

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      • Bianca

        Marco! Ouvi a notícia só mais tarde nesse dia… Passo quase todos os dias pela Comendador e notei a ciclofaixa mesmo, mas não me atentei para um detalhe: ela também só é exclusiva para bikes aos domingos de manhã?
        Por que a Getúlio também faz parte do meu trajeto diário antes de rumar finalmente para casa e, lá, a ciclofaixa é estacionamento em todos os outros momentos da semana que não o domingo e horários restritivos de madrugada (por conta do barulho que ficava na época que as pessoas abriam porta-malas e bebiam paradas na avenida).
        É claro que o fato de haver uma ciclofaixa já sinalizada torna alguns motoristas mais amigáveis, porém acho que seria válido liberar a via em outros momentos também e, além disso, mesmo nos lugares onde não há tantos carros e é possível usar a ciclofaixa (como na Av. Araújo Leite, ao lado da pista do aeroclube), a via está tão danificada, com buracos e desníveis, que fica bastante desconfortável pedalar por ali…
        Mas, de qualquer forma, é louvável a iniciativa de nosso prefeito ambientalista. =o)

        Beijos!

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  • DOUGLAS MEDICI

    HJ GOSTARIA MUITO DE TER IDO AO CAFÉ DA MANHÃ MAS TIVE UMA ENTREVISTA DE TRABALHO NA CASA VERDE,MORO AQUI NA VILA MARIA E É CLARO QUE FUI DE BIKE E TRAJADO DE CICLISTA KKK ASSIM QUE CHEGUEI TODOS ME OLHAVAM E ACHARAM LEGAL E LOGO LIGARAM O TRAJE AO DIA MUNDIAL SEM CARRO,COMO DE COSTUME SEMPRE VOU PEDALANDO AOS LUGARES,ME SENTI HJ FAZENDO ALGO DE BOM TALVEZ PQ TODOS FICAM OLHANDO SÓ POR CAUSA DE UMA DATA ,E A NOITE BICICLETADA NA PRAÇA DO CICLISTA AS 18:00 ,UM ABRAÇO A TODOS.

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  • Bedaurca

    Assim como todos os dias vim de bike.
    A diferença foi que consegui convencer um a ir pro trabalho de bike também.

    mas fora isso o caminho foi esse http://www.youtube.com/watch?v=9Suig-8yF14 .

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  • zé álvaro

    Uso a bike todos os dias como transporte, mas hoje foi um dia atípico pra mim: peguei um ônibus até o centro, e de lá caminhei 8km até a UFMG participando de um Desafio Intermodal. Depois peguei outro ônibus (dispensei a van que a universidade colocou à minha disposição) pro trabalho. A bike dormiu na empresa, assim hoje eu ainda consigo participar das comemorações.

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  • André Mezabarba

    Em viagem a Sampa, como não trouxe a bike, foram vários quilometros de caminhada, metro e ônibus, quando voltar a Belo Horizonte voltarei a enfrentar o dia a dia de Bike.

    PS. Como pedestre, achei os motoristas de Sampa mais educados que os de Belo Horizonte.

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  • Victor De Martino

    Eu vim de de bike. Quando não uso a magrela, venho de busão para o trabalho. O carro é coisa do passado. Eu evoluí!

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  • Wesley Viana

    Fui para o trabalho pedalando com o #BikeBus do Grajaú até a Vila Olímpia.
    Encontrei um amigo no meio do caminho e a noite vou para a Bicicletada de SP com a minha namorada.

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  • Elton

    Hoje estou de bike pq me desloco para o trabalho e a faculdade de bike.
    Não sabia desse dia e não vi nenhuma diferença no transito aqui em Fortaleza.
    Fiquei sabendo pela o site da revista exame.

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  • Thiago Busse

    Não mudei e nem vou mudar nada na minha rotina por causa do Dia Mundial Sem Carro!

    Fui de bicicleta como faço todos os dias, pena que não deu para passar na Pça do Ciclista e tomar um café com vcs!!!

    Abçs e Pedal neles (motoristas)!!!

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  • Ander

    Bom fui de bike,como costumo ir todos os dias, porém não percebi nenhum redução no volume de carros pela manhã no meu caminho(Ermelino Matarazzo – Tatuapé)e somente dois ciclista diferente dos que costumo encontra no caminho uma coisa legal foi receber umas buzinadas e uns gritos de incentivos do tipo é isso ai, go bikes!! Até assustei na hora achando que era motorista insano, tô tão acostumado a ser visto como intruso que ocupa a faixa que demorei para entender o incentivo.

    Ontem também um caso incomum, parei no sinal e um cara do meu lado disse:

    Muito obrigado!
    Eu olhei sorri e disse por quê ?
    Ele respondeu; por deixar um mundo melhor para os meus filhos.
    Agradeci ainda meio sem reação, o sinal abriu e sai na minha direção.

    São estás pequenas coisas que acontecem, que fazem o dia valer a pena.
    Bom vamos ver na parte da noite como vai ser a volta..

    Abs

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  • Gilson Santos

    A bicicleta

    Sou morador do Rio e todos os dias me desloco de bike para o trabalho. Faço um trajeto de 29 km de ida e 31 de volta. Estou muito satisfeito de contribuir hoje com mais UM DIA SEM CARRO.

    Abraço,

    Experimente esta inovação.

    Gilson Santos
    Pres. Liga Carioca de Ciclismo

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  • OSWALDO CAMPOS

    “Prá variar”, fui de bike mesmo, como faço todos os dias!

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  • Raphael

    Opa! E eu fui de bike tomar café da manhã no meio de tantos amigos, inclusive você!

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  • Sergio Mota

    Hoje fui ao trabalho a pé. Nada de veículos movidos a CO²!

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