E a bicicleta vence o carro de novo

O Desafio Intermodal é uma disputa em que os participantes devem se deslocar entre dois pontos pré-estabelecidos, com percurso livre, utilizando cada qual um meio de transporte. No caso de Santo André, os modais utilizados foram moto, carro, trem, ônibus, metrô e bicicleta.

No Desafio Intermodal de Santo André, realizado ontem (18) pelo DTC (Departamento de Trânsito e Circulação) da cidade, a bicicleta chegou novamente antes do carro, como já havia ocorrido em São Paulo e no Rio de Janeiro. Completando o trajeto 12 minutos antes do automóvel, chegou apenas 6 minutos depois da motocicleta, veículo que apesar da rapidez apresenta diversos problemas, como por o fato de poluir mais que um ônibus.

Saiba mais:
Resultados e detalhes do Desafio Intermodal de Santo André
Vantagens da bicicleta como meio de transporte


3 comentários para E a bicicleta vence o carro de novo

  • Bicicleta mais rápida que o carro (e já não é mais novidade) | + Vá de bike! +

    […] André 2006: Vá de Bike!, Transporte Ativo Enviado por:  Willian Cruz – Categoria: . Bicicleta é transporte . […]

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  • +crux+

    Alex, se houve alguma covardia foi em veículos com motor competirem com um veículo sem motor, em um percurso intermunicipal de cerca de 17km.

    Quanto a passar sinal vermelho e respeitar faixa de pedestre, reproduzo aqui a resposta a um comentário feito aqui no site sobre o Desafio Intermodal de São Paulo, para alguém que tinha a mesma preocupação:

    —–
    “Jupercio, eu acompanhei pessoalmente uma das ciclistas e garanto que as leis de trânsito foram respeitadas. Ela pedalou rápido, sim, mas sem apelar: chegamos até a desmontar da bicicleta para atravessar a Av. Santo Amaro na faixa de pedestres.

    Todos os participantes do Desafio Intermodal eram pessoas que conhecem bem as leis de trânsito e as respeitaram na realização do evento. Nessa corrida não havia Dicks Vigaristas.

    Como eu disse no texto, nossas vidas valem mais que vencer uma corrida despretensiosa como essa. Não valeria a pena furar um sinal vermelho ou pegar uma rua em contramão, como eu acredito que não valha também no nosso dia-a-dia.
    —–

    Furar sinal vermelho poderia ser usado também contra a moto, que chegou primeiro. E não respeitar faixa de pedestre também pode ser usado contra o carro, afinal a maioria deles não respeita mesmo (eu de bicicleta respeito muito mais faixa de pedestre e sinal vermelho do que a média dos motoristas). Mas usar ou não esses argumentos depende de: 1) quanto preconceito você carrega, para pré-julgar quem você não conhece com base nos exemplos ruins que você conhece (é como dizer que nenhum negro presta só porque você já viu negros realizando assaltos); e 2) quanto você se dispõe a aceitar uma informação que contraria o que você considera certo e incontestável.

    Essa experiência foi repetida com o mesmo resultado em três cidades diferentes aqui no Brasil. O Desafio Intermodal do Rio de Janeiro foi realizado por uma ONG; o de São Paulo foi acompanhado de perto pela Prefeitura, através da Secretaria do Verde e Meio Ambiente; o de Santo André, foi organizado e apurado pelo Departamento de Trânsito e Circulação da cidade.

    Se mesmo assim você não quer acreditar e acha que todas essas pessoas e entidades estão mentindo para você, não posso fazer nada a não ser lhe desejar sinceramente que um dia possa ter a mente mais aberta a idéias que contrariam as suas.

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  • Alex

    Este desafio é uma covardia, um absurdo sem tamanho. É raro um ciclista esperar um semáforo vermelho, respeitar uma faixa de pedestre… bicicleta não tem placa para levar multa, então poucos respeitam o transito.

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