Como foi a Bicicletada Nacional – veja fotos de várias cidades

Na terça-feira 6 de março, cidadãos foram às ruas em 39 cidades brasileiras – além de Caracas, na Venezuela – para pedir mais respeito aos ciclistas e ao direito de circular pelas ruas em uma bicicleta.

As manifestações também serviram de homenagem a ciclistas mortos por pedalar nas ruas e como alerta ao poder público para que protejam essa mobilidade que pode até ser frágil, mas também é livre, feliz e não poluente.

Veja fotos da edição de São Paulo, na galeria do Vá de Bike. E não posso deixar de recomendar esta galeria, também sobre São Paulo, que além de imagens lindas ainda mostra vários retratos de ciclistas, ilustrando a diversidade característica de uma Massa Crítica.

Outras cidades: Aracaju (SE) – Belo Horizonte (MG)Campinas (SP) – Campo Grande (MS)Cuiabá (MT) – Fortaleza (CE)Florianópolis (SC)Maceió (AL)Maringá (PR)Natal (RN) – Porto Alegre (RS)Salvador (BA)

Esteve na Bicicletada Nacional em sua cidade? Conte como foi!


33 comentários para Como foi a Bicicletada Nacional – veja fotos de várias cidades

  • edson

    DIA NACIONAL DE PROTEÇÃO AS TESTEMUNHAS AMEAÇADAS

    PARTICIPE DO ABAIXO-ASSINADO QUE SERÁ ENCAMINHADO A PRESIDENTA DILMA, AOS SENADORES E DEPUTADOS FEDERAIS PARA QUE SEJA INSTITUÍDO O DIA NACIONAL DE PROTEÇÃO AS TESTEMUNHAS AMEAÇADAS.
    CONVIDAMOS TODOS A PARTICIPAREM DESSE MOMENTO HISTÓRICO. ESSE SERÁ O GRITO DE NÃO A IMPUNIDADE EM NOSSO PAÍS.
    IREMOS FAZER MANIFESTAÇÃO NA RIO + 20 PARA CHAMAR ATENÇÃO DA IMPRENSA INTERNACIONAL.
    PEDIMOS O APOIO DA IMPRENSA E DE TODOS NESSA LUTA, POIS O DESAMPARO AS TESTEMUNHAS ACONTECE EM TODO O BRASIL E POR ISSO PREVALECE A IMPUNIDADE ÀQUELES QUE COMETEM CRIMES.
    MAIS INFORMAÇÕES NO TRANSITOMAISHUMANO.BLOGSPOT.COM

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  • Thiago Pereira

    “Cada vez mais pessoas vão percebendo que o carro é uma praga urbana e deve ser combatido, limitado, em nome de um mínimo de civilidade. E, assim, todos devem ser treinados a andar mais a pé, metrô, ônibus, bicicleta. Ou compartilhar o táxi ou veículo particular. ” Todos devem ser treinados! Não há exceção! Acredito que a maioria das pessoas, cometam seus erros como pedestre, dentro do metrô, ônibus, como ciclista e/ou como motorista. Isso que deve ser combatido na minha visão!

    Ricardo, não sou uma pessoa que ache o carro uma “praga urbana”. Sou contra o uso e a importância discriminada para com esse meio de transporte na vida das pessoas.

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  • Ricardo Dirani

    Thiago, em que sentido a visão do Dimenstein não é exatamente a visão de B? Não vejo onde a visão dele incorpora qualquer coisa alem do que os próprios cicloativistas propõem.

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  • Thiago Pereira

    Gilberto Dimenstein sempre com a visão do todo!Do problema todo!E não apenas a visão de A ou B.

    http://www1.folha.uol.com.br/colunas/gilbertodimenstein/1059405-pelados-por-sao-paulo.shtml

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  • […] Fotos pelo país, no Vá de Bike […]

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  • Thiago Pereira

    Contrariando o que alguns dizem que só falamos e comentamos sobre os acidentes que acontecem em áreas nobres das cidades, segue mais uma vitima de uns…sei lá!Não consigo encontrar um adjetivo para esse tipo de gente!

    http://g1.globo.com/brasil/noticia/2012/03/ciclista-morre-atropelado-durante-racha-em-sc-diz-policia.html

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    • Bruno

      Cheguei tarde, vim seco para postar o link.
      Reinaldo é uma criatura das mais ardilosas. É truculento e violento em seus textos e agora se mostrou um legitimo carrocrata.
      Estou cansado de ser acusado de coisas por pessoas que nem me conhecem.
      Agora somos taxados de fascistas.
      Ódio, é tudo que sabem disseminar.
      Mas esse tipo de coisa não pode nos enfraquecer. Lutamos pelas pessoas, pela vida, não podemos desistir e deixarmos a cultura do carro continuar nos matando.

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    • Mauro-SP

      Esse artigo é uma das coisas mais nojentas que já li em minha vida. Na verdade, “nojento” é um adjetivo muito brando. Não posso escrever aqui o que eu gostaria em respeito ao alto nível do site e de todos os colegas que aqui comentam. Mas é interessante ler os comentários e ter a exata noção da sociedade em que se vive…
      Na verdade o sentimento que mais se adequa a este pobre ser chamado Reinaldo Azevedo é pena… Dá pena ver uma pessoa assim tão triste, infeliz, amarga, cheia de ódio e de preconceito, neurótica, nefasta, virulenta… O que teria acontecido em sua vida pessoal para torná-lo assim tão mal resolvido? Tadinho, não?…

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    • Ricardo Laudari

      Em compensação, Ricardo Dirani, sua participação por aqui é precoce demais, por mais tardia que seja.

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    • tiago barufi

      Nossa, Ricardo Dirani e Reinaldo Azevedo! Combo! Sempre me perguntei que tipo de pessoa apreciaria os artigos do ilustre vigilante dos bons costumes…
      O Tio Rei está cada vez mais destemperado. Seus artigos raivosos têm um inevitável tom de comédia na qual ele faz papel de acólito de ditador de opereta. O Dirani tenta escrever pomposamente, mas disfarça mal seu caráter nebuloso de assediador de mulheres da internet.

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  • Mauro Tonelli

    Pessoal, fiquei sabendo que hoje no Senado, o Senador Suplicy discursou sobre as Bicicletadas em todo o país!! Uma pequena vitória, porém já é um início para continuarmos mobilizados, e quem sabe veremos a criação de uma política publica sobre o uso da Bike!!!!

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  • Paulo Sak

    Vinicius,

    Você se apega muito no tal “prejuízo aos motoristas”, mas desafio você a um exercício de reflexão: Será mesmo que houve tanto prejuízo ao trânsito a tal ponto de criar a tal animosidade à comunidade motorizada do País ou, ao invés disso, não é você mais um cidadão pensando sob a ótica de uma cultura motorizada que só privilegia o automóvel e que pensa que as ruas são feitas para os carros, para a fluidez e em benefício dos motoristas?

    Ontem, a manifestação foi digna de aplauso, pois foi pacífica, chamou a atenção da mídia, até mesmo os canais de imprensa que costumam desvirtuar as coisas em detrimento de nós ciclistas, noticiaram a manifestação sem insinuações ou indicações de baderna, etc. O trânsito nem entrou em pauta nessas notícias, apenas, a manifestação que visava RESPEITO por parte dos motorizados e políticas mais incisivas por parte do poder público.

    Sou a favor de RESPEITO sempre de parte a parte. Tento sempre pedalar nas ruas como manda a Lei, sempre páro nos semáforos esperando os pedestres passarem e tento dar meu exemplo para os demais motoristas que estão me observando. Mas ontem…ontem foi um dia de manifestação, com policia militar e CET nos apoiando. Não foi um dia de baderna, de bagunça, de falta de respeito. Não. Ontem foi um dia de manifestação e creio que ela tenha alcançado sua finalidade pois hoje todo mundo está comentando sobre isso. O Brasil todo está e isso é muito importante pra todos, pra mim e pra você.

    Abração

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  • Vinicius

    Guerra não é o caminho, nós queremos respeito, mas prejudicamos os outros. Temos que ir pela razão, a palavra é compartimento!
    “Nós mostramos que somos muitos “, todos os dias os carros nos mostram que são muito mais, e quanto mais pessoas, várias delas que dirigem direito e respeitam os outros, prejudicamos mais apoiadores perdemos, e as vezes ganhamos mais inimigos…

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  • Daniel

    Fiz este pequeno vídeo mostrando um pouco como foi aqui em Porto Alegre que contou com bastante apoio do orgão de trânsito na presença de diversos agentes de trânsito, em sua maioria de bicicleta.

    http://youtu.be/rh2Ltjl4JzE

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  • Anderson Araujo

    A questão é: se trata de uma manifestação. Se tudo estivesse OK, não seria uma manifestação. Se os motoristas estivessem respeitando os ciclistas, a bicicletada poderia ser uma comemoração da bicicleta, ai sim poderíamos dividir a pista e comemorar juntos. Mas não, estamos ali por que mais uma amiga morreu, por que mais uma família tem que enterrar uma pessoa jovem cheia de sonhos, por que mais uma chama que ardia vivamente se apagou de forma bruta e ignorante. Temos que protestar, temos que incomodar, alguém precisa nos ouvir desesperadamente, isso já passou dos limites! Não somos obrigados a ficar horas parados no trânsito ou apertados em latas de sardinha publicas só por que outras pessoas se acham acima das leis, temos que fazer valer nosso direito. Não estamos pedindo dinheiro a ninguém, apenas queremos trafegar pelas ruas em segurança segundo um direito que já é nosso! Enquanto isso não acontece, a bicicletada vai continuar tomando a paulista.

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  • Mauro-SP

    Vinicius, bom dia. Concordo com vc e concordo com o David. Ao meu ver, vc está certo ao dizer que o “movimento” deveria adotar certas medidas. No entanto, este “movimento” não é um “movimento” verdadeiro e sim uma manifestação semi-organizada e sem lideranças (não estou fazendo uma crítica, mas afirmando um fato). Em meio a tanta gente há um amplo espectro de posições, de atitudes e de considerações. Eu mesmo fiquei sem saber o que dizer quando fui aboradado por um motorista gentil na subida da Augusta que me questionou o porque de não obedecermos o Código Brasileiro de Trânsito… A manifestação foi muito importante, haja vista a repercussão na imprensa hoje, mas poderia ter sido ainda melhor caso a regra do compartilhamento houvesse sido obedecida.

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    • tiago barufi

      Mauro, eu te respondo, ou melhor, eu te municio com a resposta para essa gente que insiste em regrinhas estritas para todos: As regras foram feitas para ser cumpridas por todos, e isso não acontece! Quando é que o poder público vai finalmente começar a reprimir as atitudes perigosas de motoristas, que acontecem diante dos agentes? Quando alguém for multado por desrespeitar 1,5m, eu vou começar a considerar justa essa reivindicação dos motorizados. Enquanto os itens do código de trânsito que tratam da nossa proteção estão implementados pro forma, dependendo da boa vontade das pessoas que podem nos matar de propósito se estiverem tendo um dia ruim no emprego, temos de tratar de sobreviver conforme possível.
      Desobediência civil é um direito. Protestar é a única opção, porque a outra é continuar aceitando uma situação injusta. Enquanto continuar essa leniência obscena para com os criminosos do trânsito, cujas atitudes são rotuladas como ‘acidentais’, os isentando de responsabilidade na condução de veículos que podem matar… contem comigo e com a minha indignação.

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  • Vinicius

    Eu penso diferente, eu acho que o objetivo não é sermos ouvidos, acho que o objetivo é sermos respeitados. Juntamos mil cilcistas ontem a noite, ótimo, quantos carros passam na Av. Paulista diariamente. Não é pela força, repito, se fosse perderíamos.
    Legal, o Brasil inteiro viu que somos capazes de fechar a Paulista, um monte de gente com pedidos justos e injustos já conseguiu isso.
    Ontem a Folha mostrou uma matéria ridíucula que aumentava a animosidade entre ciclistas e motorista, nós fizemos diferente?
    Vocês acham que atrapalhando o trânsito, fazendo com que pessoas comuns demorem muito mais para voltar do trabalho vai realmente fazer com que essas mesmas pessoas achem que estamos certos?

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    • tiago barufi

      Eles não demoram tanto assim a mais. Eles foram avisados desta vez, e tenho a impressão que existe em algumas pessoas a teimosia de ir de carro à Paulista em situações como esta, só para destilar depois toda a sua reação às reivindicações daqueles que não concordam com o estado atual das coisas. É o tal do direito de ir e vir, que inclui a insistência em manter os duvidosos privilégios (duvidosos porque eu não acho nada agradável dirigir no congestionamento diário de São Paulo!), de ter seu carro particular e andar por ele com prioridade nas ruas, sobrepondo a vontade dessa minoria à qualidade de vida de todos.

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    • tiago barufi

      E, dentre essas pessoas paradas nos carros esperando a massa passar, ou mesmo nos ônibus… não são poucos os que nos aplaudem, que apoiam e que dizem que queriam estar ali conosco porque acham justa a reivindicação e andariam de bicicleta assim que isso se tornasse menos perigoso.

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  • David

    Apesar de nao concordar com o fechamento do transito, acho que para o protesto de ontem isto já era esperado, ainda que todos estivessem a pé. Infelizmente , se o objetivo é se fazer ouvir, é necessário incomodar e demonstrar que existe uma força naquele meio. Haviam no minimo uns 1.000 ciclistas ontem, e talvez isso faca o cidadao comum que só fica atrás do volante entender que os ciclistas nao são tão minoria quanto eles pensam.
    Também penso que haveriam formas mais polidas de protestar, inclusive compartilhando a pista, e acho que deveria mesmo ser assim. No entanto, após participar de algumas pedaladas, percebi que é praticamente impossível convergir a ideologia de todos nesta direção. São muitos pontos de vista diferentes (o que também não é ruim), e para que isto ocorresse, seria necessária uma organização e liderança do evento, o que vai contra o propósito da bicicletada, por um conjunto de motivos muito válidos.
    Da primeira vez que participei da bicicletada, achei que era um caos incontrolável. Hoje em dia, considerando seu formato, comecei até a achar que ela é bem sucedida: affinal, nestes eventos ninguém quebra nenhum patrimônio publico, e os atritos significativos com motoristas são escassos. Neste contexto, isto já é uma grande civilidade. (pense que no meio da massa, por se sentir “forte”, poderia muito bem aparecer um animal arremessando uma pedra no vidro da prefeitura por exemplo, e no entanto não acontece. (ao menos nunca presenciei)).

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  • Thiago Pereira

    Ontem, indo embora para o açai que tem próximo ao Metro Paraíso (voltando da Bicicletada), um ônibus anda em velocidade reduzida do meu lado (Isso logo na saída da Paulista). Olho para o lado e o mesmo está me encarando com cara de sério. Nisso, o cumprimento dizendo “Boa Noite”, um tanto quanto desconfiado. Ele responde de maneira séria jogando levemente o ônibus em minha direção. Eu perguntei se estava “Tudo bem com ele”. Ele não respondeu, e manteve o ônibus virando lentamente para meu lado, quando digo pra ele “Cuidado com esse ônibus e vá com Deus”, ele balbucia alguma coisa que não entendi e volta para a pista de ônibus para parar no ponto, já na frente da estação paraíso. Era uma pessoa jovem. Triste essa “guerra” que algumas pessoas plantam e acredito que entre os motoristas de ônibus devemos ser assuntos (negativos) constantes.

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    • Ravel

      Passei por uma situação semelhante em Porto Alegre.

      Depois que acabou a bicicletada eu estava voltando pra casa sozinho, um caminhão da coca-cola encostou do meu lado, nisso o passageiro gritou pra mim: “Agora tu está sozinho, né troxão”. E deu uma leve fechada em mim.

      No calor da emoção, só pensei em acelerar e sair daquela situação. Mas depois fiquei pensando. O que leva um ser humano, pai de família, fazer isso? Acho que eu sempre subestimo a má fé das pessoas. Na real acho que somos uma minoria quase insignificante de pessoas conscientes do convívio social.

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    • Thiago, sempre que paro ao lado de um motorista de ônibus no sinal fechado, aproveito para puxar assunto de forma simpática, falando sobre o calor, o frio, o sol, a chuva, o congestionamento, me compadeço da dificuldade que ele terá pra passar “por esse trânsito aí” e digo que ônibus devia ter prioridade, corredor pra todo canto, porque afinal levam mais gente dentro do que todos esses carros parados aí na frente. Costuma funcionar bem e na hora de ir embora o cara manda um “vá com Deus” e uma buzinadinha simpática. Temos que mostrar a eles que não somos inimigos, que estamos do mesmo lado. E estamos mesmo, difícil ver um ciclista que não seja favorável a melhorias no transporte público. Motoristas de ônibus são fundamentais para a cidade – e temos que mostrar a eles que reconhecemos isso.

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  • Felipe Prenholato

    Nao mencionei os onibus vinicios. Quanto aos caminhoeiros acho correto sim fazerem grave. A lei imposta eh falha, nao sao os caminhoes que atrapalham o transito e sim o mundo de carros levando 1 ou 2 pesssoas. Ontem sem caminhoes circulando, tivemos congestionamento acima da media, ou ate recorde.caminhoeiros prestam um servico e eles foram muito prejudicados.

    Ontem as bicicletas atrapalharam, mas digo novamente, as vezes eh preciso pra sermos vistos.

    Voce devia era se orgulhar dos que se propuseram a sair de casa e faze uma manifestacao pacifica em prol da nossa seguranca.

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  • Vinicius

    Chronos, greve de caminhoneiros para poderem não cumprir a lei (proibição de caminhões na marginal) ou de motoristas de õnibus para não pagarem as multas referentes à infrações que eles mesmos cometeram, são simplesmente ridículas.
    Acho que o caminho não é pela força, mesmo porque, se fosse estariamos perdidos, o caminho é pela razão.
    E acho que com atos como o de ontem, perdemos um pouco da razão.
    O post do anterior a esse se chama: “Bicicletas não atrapalham o trânsito”, ontem atrapalharam.

    Abs

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  • Vinicius

    Sou a favor da bicicleta e do COMPARTILHAMENTO das ruas. Mas acho que fechar uma avenida, como a Paulista, só gera animosidade.
    Ontem eu não consegui passar com a minha BIKE pela Paulista as 21:15hs pq estava todo mundo parado no meio da rua! Os motoristas parados no trânsito que nós, ciclistas, causamos!
    Achei que deveríamos ocupar uma, ou talvez duas faixas e pedalarmos, lugar de ficar parado não é no meio da avenida é na calçada.
    Sou ciclista, pedalo pela cidade (ontem foram 60km), sinto pelas vítimas, mas repito, a ideia é de COMPARTILHAR, se dissermos que, quando tem muitas bicicletas os carros não podem passar, os motoristas podem dizer o mesmo, que quando tem muito carro não pode bicicleta.
    Dizemos que não é uma guerra porque só temos vítimas de um lado, mas estamos tomando algumas atitudes de guerrilha…
    Abs

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    • Desse seu ponto de vista as manifestações fortes como essa realmente não são legais Vinicius, mas nessa nossa política de hoje em dia, os ‘grupos’ só são ouvidos, vistos, com atitudes como essa (os caminhoeiros parando de entregar combustiveis e o povo motorizado ficando desesperado não são mais um exemplo de atitude drástica?).

      Aprovo sim as manifestações por que por enquanto elas são mais que necessárias. Só causando, em PAZ, o governo vai nos ouvir e fazer alguma coisa.

      Outro bom exemplo de porque elas são importantes…

      O Jet Ski que matou a pequena loirinha a alguns dias gerou polêmica suficiente para que a prefeitura de são paulo ou o governo do estado trabalhem numa lei para melhor ‘regularizar’ o uso deles (vi no twitter). Você já viu a prefeitura fazer algo realmente forte para melhorar a vida dos ciclistas? Eu sinceramente não, vejo a CET, o Metrô, mas nào a prefeitura.

      Que continuem os protestos até que sejamos ouvidos, pois precisamos, todos, de ajuda dos governos.

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    • tiago barufi

      Não somos ‘bonzinhos’, e acho que o objetivo é incomodar, sim, mostrar que somos muitos e estamos indignados. Não tem cabimento dizer que protesto tem que ser feito no parque, longe das pessoas.
      A opção pelo carro individual prejudica a cidade, e me irritam especialmente os classe-médias que se saem com aquele famoso “ah, mas se tivesse transporte público de qualidade eu abriria mão do carro”…
      Uma ova. Não tem transporte público porque essas pessoas, ‘formadoras de opinião’ (detesto esse termo!), NÃO QUEREM. Elas querem mais ruas e mais avenidas, destruindo mais e mais o que poderia existir de urbanismo em São Paulo e em qualquer outra cidade. Um ônibus só atrapalha a vida dessas pessoas que querem mais espaço para seus carros.
      Nos tornar visíveis e incômodos é o objetivo – ao lado daquele de mostrar que somos uma manifestação pacífica. Além de incomodar essas pessoas que não tiram a bunda do assento do carro, mostramos que não estamos promovendo a violência. Até as polícias (PM e GCM) e a CET já entenderam isso, e ontem o que se viu, da parte desses órgãos, foi um tratamento respeitoso com a massa, cumprindo o que determina a Constituição.

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    • Vinicius, eu também sou favorável a deixarmos duas faixas livres (uma para os carros e uma para o transporte público), mas quando há uma quantidade muito grande de pessoas isso se torna impossível. No caso da Bicicletada Nacional, mesmo ocupando todas as quatro pistas a massa ocupava a Paulista quase de ponta a ponta. Teria gente chegando no Paraíso enquanto outros ainda estariam tentando sair da Praça.

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  • Em Maringá a manifestação contou com aproximadamente 100 pessoas.
    No meio do movimento, os ciclistas deitaram a bici e se deitaram no asfalto em respeito aos mortos em suas bicicletas.

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