Bicicleta chega apenas dois minutos depois do helicóptero no Desafio Intermodal de São Paulo

Participantes após a chegada. Foto: Rachel Schein

Em 2009,
a bicicleta chegou
antes do helicóptero.
Leia aqui.

O primeiro a chegar na Prefeitura foi o participante que utilizou um helicóptero. Com menos de dois minutos de diferença, chegou o ciclista, com a moto em terceiro. Em seguida, o patinador. Todos muito à frente do carro.

Às 18 horas em ponto, os 15 participantes saíram da Praça General Gentil Falcão, na Av. Berrini, em direção à sede da Prefeitura, no Viaduto do Chá, percorrendo uma distância aproximada de 10km. Havia gente de carro, moto, helicóptero, patins, bicicleta, handbike, skate, andando, correndo, de ônibus, metrô e trem.

Como parte das atividades relacionadas ao Dia Mundial Sem Carro, o maior objetivo era mostrar que existem outras opções além do automóvel para se deslocar numa grande cidade, estimulando a discussão sobre a eficiência sustentável de cada deslocamento e o desempenho do transporte público.

Dirigindo um automóvel, o jornalista Flávio Gomes chegou em penúltimo lugar, à frente apenas da participante que seguiu caminhando. E, ainda assim, com apenas um minuto e meio de diferença. O carro levou 1h41 para chegar ao destino.

Resultados

Patinador chegou em quarto lugar, bem antes do automóvel. Foto: Rachel Schein

Helicóptero – 22’ 22”
Bicicleta por vias rápidas – 24’ 07”
Motocicleta – 26’ 20”
Patins – 31’ 54”
Trem + metrô – 31’ 55”
Bicicleta por vias calmas – 48’
Skate – 55’ 38”
Bicicleta dobrável + metrô – 57’ 20”
Handbike – 58’ 35”
Trem + ônibus – 1:06’
Pedestre correndo – 1: 07’
Ônibus – 1:30’
Automóvel – 1:41’
Pedestre caminhando – 1:42’

Vale a pena ler o texto e ver o vídeo da Renata Falzoni, clique aqui.


43 comentários para Bicicleta chega apenas dois minutos depois do helicóptero no Desafio Intermodal de São Paulo

  • […] trajeto puder ser feito de Metrô e for hora do rush, o carro perde feio. Dependendo do trajeto, é melhor até ir andando a pé pela rua do que de carro. Você olhou bem para a tabela acima? Se eu for a um shopping agora com minha família, de carro, […]

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  • […] verdade, segundo este teste realizado no ano passado, a bicicleta é o segundo meio mais rápido de locomoção em São Paulo, só perdendo para o […]

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  • Rafael

    Além de tudo já dito, a bike ainda tem outra grande vantagem: no caso de acidente, por ser muito leve e não muito rápida, as chances de lesões graves ou morte são bem menores.
    A única questão é chegar suado no trabalho… Fora isso, é campeã!

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  • Valdemir

    Concordo com algumas colocações discordo de outras, respeitando sempre a opinião de todos amigos cilcistas aqui do site. Não é todos os dias que venho de Bike ao trabalho, geralmente venho 1 ou 2 vezes por semana o restante venho de carro e as vezes lotação e outros dias bike, devido o horário comodo e flexivel e distancia que trabalho me permite vir ao trabalho de várias formas, o trajeto todo dá na ida e volta uns 9 a 10 km, pois nem sempre faço o mesmo trajeto de bike gosto sempre de mudar, pois hoje em dia com o numero crecente de bikes na rua, crescem os olhos dos marginais querendo roubar uma bike para trocar por drogas ou até mesmo vender, usar etc. Quando venho chego suado ao trabalho em dias quentes, mas nada que uma boa lavada de rosto + sabonete liquido + desodorante não o deixe novo em folha, claro meu trajeto é pequeno, são apenas 4,5 km na ida, tanto que levo de casa ao trabalho 26 minutos pedalando numa boa sem estress. Se fosse uma distancia de 20,30,40… km não sei se teria o mesmo pique, agora uma coisa eu sei se existissem muitas ciclovias como a da Radial Leste em SP, mais conhecida como Caminho Verde, onde é um retão sem farol , sem cruzamento que vc pode pedalar direto a toda velocidade sem paradas, com segurança e longe dos carros, eu iria de bike todo dia de boa, pois em uma condição assim não torna-se cansativo, pois o trajeto é direto sem paradas, sem subidas, sem buracos, sem carro, pedestre etc, que é o que desanima as vezes.
    Ai sim cilcovia para mim seria uma ótima solução! E dá para fazer na cidade toda é só ter boa vontade e planejamento! Pois o custo é muito, mas muito menor do que fazer um viaduto, aerotrem, abrir avenida nova etc. Vejam os paises que já conhecemos, como todo mundo se locomove de boa pelas ciclovias, até longos trajetos.Tendo estrutura e segurança todo mundo usa pode ter certeza!

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  • JOSE

    OK… MAS QUEM NAO CHEGOU SUADO NO TRABALHO?? A MINHA ALTERNATIVA É METRO!! 100% METRO. OPS, KD O METRO??

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  • Osvaldo

    Se houvesse uma real conscientização do Governo brasileiro, seriam criadas leis e normas adequadas, tanto para preservar a vida do ciclista (com punições “extremamente severas” para os réus em acidentes envolvendo ciclista), e com o incentivo de criação e ampliação das ciclovias, que deveriam ser “obrigatórias em todos as grandes cidades brasileiras” … mas isso é só para países modernos, o Brasil só copia porcaria e o que não presta, … uma pena, pois poderíamos estar poluindo menos e ter mais qualidade de vida e saúde, ao invés de congestionamentos, poluição e stress.

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  • Opa!
    Ontem fizemos o DI em BH. Algumas impressões sobre as escolhas dos aprticipantes estão em: http://mountainbikebh.com.br/site/index.php/desafio-intermodal-2012-resultados-iniciais

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  • Anonimo

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    • dmmg

      Cada coisa em seu lugar. Morando a 36Km do trabalho, provavelmente a bike não é a melhor opção para você (claro, dependeria da sua disponibilidade de tempo e condição física, mas vamos assumir que não), porém a maioria das pessoas trabalha a menos de 20Km do trabalho. Só porque uma solução não resolve o seu problema particular, não quer dizer que não sirva para os outros. Você está olhando apenas para o seu umbigo.

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  • Luiz Kessler

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  • anderson

    Olha, a meu ver bicicleta é muito bom, mas para pequenos trajetos, tenho moto e carro, mas a moto fica foda de sair em dias de chuva, com muito frio ou muito calor intenso, o mesmo acontece com a bicicleta, sem contar o risco de cair e se quebrar todo mesmo de bike…
    A meu ver, tem é de tirar os carros da rua, e fazer transporte público eficiente, sem lotação e sem os carros nas ruas eles seriam muito mais rápidos, e por fim colocar estacoes com bicicletas de aluguel, para pequenos trajetos, a fim de evitar que a pessoa pegue dois ônibus causando superlotação sem necessidade…
    Carro deveria ser proibido durante a semana, deveríamos ter transporte público de qualidade e pronto!

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    • Marcelo Mig

      Um país desenvolvido não é aquele em que os pobres têm que comprar carros novos, mas sim onde os ricos andam de transporte público.

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  • Valdemir

    Assim, eu acredito e tenho certeza que a bicicleta é mais rápido que qualquer veiculo,posso afirmar isto porque gasto quase a mesma coisa indo de bike e de carro para o trabalho, dependendo as condições é claro! Em um transito congestionado por exemplo a bike dá de lavada deixa tudo e todos para trás, agora em um transito livre em uma via rápida com poucos faróis e sem congestionamento é dificil, pois a aceleração do carro é bem maior. Até ai tudo bem agora a bike ficar apenas alguns minutos ou igual a velocidade de um helicóptero, ai já é meio dificil de acreditar, desculpa mas é dificil mesmo! Só falta daqui apouco falarem que a bike fica 5 minutos atrás de um F15!

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    • Marcelo Mig

      Valdemir,

      Seu comentário levanta a bola exatamente para o que pretendemos mostrar no Desafio Intermodal: o veículo com MAIOR VELOCIDADE MÁXIMA não tem nada a ver com o mais eficiente para determinado trajeto.

      O imaginário do cidadão médio já percebe claramente isso no dia-a-dia: no trânsito de São Paulo, em quem você apostaria para chegar na frente, um carro ou uma Honda Biz? Qualquer carro, até uma Ferrari, perde quase sempre das Hondinhas por aqui.

      OK, agora já se começa a perceber que a bicicleta, que tem velocidade máxima menor ainda que a da Honda Biz, também é, para alguns ainda espantosamente, mais eficiente.

      E chegamos, pela outra ponta, no seu exemplo do F15, que seria uma PÉSSIMA escolha para se ir da Berrini até o Anhangabaú. O passageiro teria que dar um jeito de ir até uma pista em que o F15 conseguisse decolar (Cumbica? Viracopos?), e depois sei lá, pular de para-quedas no Anhangabaú. Perderia horas, gastaria muito dinheiro, colocaria vidas em risco e poluiria muito o ar, sem eficiência nenhuma.

      Guardadas as devidas proporções, é mais ou menos isso o que fazem os motoristas de carros hoje em dia.

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      • Rafael

        Sem dúvida. Em qualquer “corrida”, quem manda é sempre a velocidade MÉDIA, e não a máxima. Não adianta poder chegar na velocidade do som mas só manter isso por pouco tempo, ou a um custo absurdo…

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    • Joao Roberto

      Embora a velocidade seja muito superior do que a bicicleta, o acesso ao veículo, a preparação, estacionamento, autorização da torre de comando, transito, abastecimento, calibragem dos pneus, etc… atrazam o tempo de viagem. A bicicleta tambem tem suas preparações…

      Acho que tambem depende da distancia a ser percorrida e do relevo do caminho. Por isso, acredito que o transporte deveria ser intermodal nestas condições. Para um atleta, é fácil, mas tente convencer uma pessoa sedentária… Temos que estimular o uso de bike dobravel, patins, etc… junto com metro, trem e onibus. Por que o Metro e o trem CPTM, tem horários diferenciados para o transporte de bikes? Por que não se coloca nos ônibus, “ganchos de transporte de bikes” como existe em cidades de outros paises? Só assim a coisa começaria a funcionar. Agora exigir que um trabalhador venha do Grajaú até o centro de SP para trabalhar pedalando, só se ele for um atleta mesmo…

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    • Cássio

      Caro Valdemir, gostei bastante da forma como vc pilota a bike na cidade, sobre respeitar as leis de trânsito e andar pelas calçadas a pé. Faço o mesmo que vc, mas ainda me pego cruzando o semáforo vermelho. Já até levei alguns xingamentos de pedestres, o que me deixou chateado por não estar sendo civilizado.

      Porém este seu último comentário foi totalmente sem noção.
      A questão não é a velocidade máxima dos meios de transporte, mas sim a EFICIÊNCIA dos mesmos.
      Acho que não é necessário explicar que o helicóptero é muito mais rápido pois corta por ar várias ruas, seguindo apenas uma rota específica que segue as grandes avenidas. A grande dificuldade que o helicóptero sempre vai ter será a de ter que subir até um prédio que tenha heliponto, o tempo de ligar os motores, decolar, descer até um prédio próximo que tenha um heliponto, descer do helicóptero, descer o elevador, caminhar até o ponto final.
      Pode ser helicóptero, F15, OVNI… a bicicleta sempre será mais eficiente (velocidade, poluição, praticidade, custo, etc)

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  • Thatiana Luiza

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  • Gustavo

    O Helicoptero também precisou estacionar, assim como a moto e o carro? E antes de começar ele já estava no ar?

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    • Gustavo, os competidores tinham de ir do meio da praça de origem até a frente da Prefeitura. Isso envolvia ir até o meio de transporte – no caso do helicóptero, um heliponto, porém ele já estava lá aguardando. Para decolar, foi preciso aguardar autorização, que chegou rápido por motivos explicados no texto da Renata Falzoni, linkado nesta página. O helicóptero pousou em outro heliponto e o participante desceu por um elevador e caminhou até seu destino.

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  • Valdemir

    Prezado Emerson Ribeiro

    Você tem toda razão um erro não justifica o outro, e eu tenho conciência de que andar de bike na calçada é errado e não cola desculpa alguma, Porém…… justifica-se muito, mas muito mais do que ultrapassar um sinal vermelho, quer ver?
    Um ciclista em alta velocidade cruzando um sinal vermelho pode acarretar 3 tipos de problema de uma só vez ! 1- Se matar 2- Ferir gravemente um pedestre 3 – Dar prejuizo e dor de cabeça a um motorista que estiver na sua mão correta e cruzando o sinal corretamente. Além disto nada justifica um cilcista atravessar um sinal vermelho, já que todo mundo aguarda, nenhum carro vai empurrá-lo no sinal, ou vai passar por cima dele se o sinal estiver vermelho, como todo transito um vai parando atrás do outro, ou então eu vivo em outro planeta, pois comigo é isto que acontece, nunca tive problema algum com motoristas. Agora claro eu estou me referindo aos Pseudo-Ciclistas como vc bem se referiu, que vão cortando os carros e faróis sem mais sem menos e se cuidado, agora se vc estiver parado em um cruzamento morto onde não vem nenhum carro e vc pode tomar a dianteira dos outros carros que estão parados, ai tudo bem não sou contra não, deste jeito o risco de fazer alguma das besteiras acima é zero! Agora e subir na calçada? Pois bem ai a justificativa cabe, por dois motivos 1 – Algumas avenidas e ruas são praticamente impossiveis de transitar de bicicleta pois soma-se os enormes buracos + a largura da rua estreita ou da avenida com poucas faixas e má sinalização + a velocidade absurda dos carros e falta de conciência de alguns motoristas, não sobra outra alternativa de SOBREVIVENCIA ao ciclista senão continuar o trajeto pela calçada, Porém eu quando ando pela calçada a primeira coisa que faço é se a mesma for bem larga e não tiver transito pesado de pedestre eu pedalo, se for estreita e tiver muitos pedestres, não penso nem duas vezes deço da bike e empurro sem o menor problema, 2 – Se pararamos para pensar quantas ruas e avenidas existem para os veiculos e quantos parques e pistas de caminhada e cooper com quadras poliesportivas, pistas de skate e patins existem para os pedestres é enorme, tem em todo bairro, agora e ciclovia para o pobre e sempre esquecido cilcista???? Tem uma em cada bairro? Dá para andar de boa na rua onde os motoristas chingam e mandam a gente para a calçada? Agora você acha justo termos Ciclovias onde podemos contar nos dedos, ai vc pega um dia para ir pedalar no unico local feito para nós ciclistas, livre dos carros e dos perigos, tá lá você pedalando em um belo dia de sol, ai vem na contra mão ou um casal ou vários amigos fazendo caminhada , batendo papo, escutando musica com fone de ouvido e vc que está no seu direito na cilcovia que foi vfeita para vc ter que desviar do sujeito, pois eles não saem da frente e se vc falar alguma coisa ainda acham ruim, ai mais para frente vc depara com um sujeito passeando com seu cachorro ocupando a pista também, é até meigo o homem e seu animalzinho, meigo até vc passar com o pneu da sua bike em cima do excremento do animal e lambuzar não só a bike como a pista, ai você pensa que acabou que nada lá vem a TCHURMA do Skate e do Patins, UEBAAAAA!!!! Tomando conta da nossa Ciclovia, ou a esta altura da MÃE JOANA???? Agora se todo este povo pode ou não pode, ou com certeza não poderia compartilhar nossa Ciclovia, me diga porque se não vou fazer nenhuma destas besteiras que eles fazem transitar e compartilhar TAMBÉM a calçada??? Será que dar umas pedaladinhas na calçada para não ser atropelado é infrigir a lei mais do que obstruir uma Ciclovia ou transitar por uma Ciclovia sem estar andando de bicicleta??? Você percebeu a lógica da coisa, e nossos direitos quer dizer que não conta? Só os motoristas, pedestres e demais praticantes de esporte podem e tem direito?
    Não me admira se qualquer dia em uma ciclovia tiver gente jogando bola!
    Por isto amigo compartilho a calçada mesmo sabendo que é errado e não deveria ser, pois um ciclista tem motivo de fazer isto questão de sobrevivencia, agora francamente com tanto parque e pista de skate que direito este povo tem de invadir as Ciclovias e Ciclofaixas???? Espero ter sido bem claro, não sou contra um Ciclista avançar o sina vermelho desde que ele não ponha nem a sua segurança e de terceiros em risco. Só para salientar os dois Cicistas de pseudo não tinham nada eles estavam devidamente equipados,pedalando duas Speeds bem caras por sinal e tiveram a maior sorte do mundo de nem ter me atropelado pois consegui voltar a tempo para a calçada e nem de algum carro ter pego um deles no cruzamento, já que isto aconteceu em uma avenida muito movimentada, assim como tem estes ignorantes na rua tem os cilcistas ignorantes que fazem besteira nas calçadas, pessoas que agem destas duas formas eu não considero Ciclistas de verdade, estão longe disto, são pessoas de Bicicleta apenas.

    Abraços a vc e a todos e bom pedal !

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  • Valdemir

    Valeu Marcelo! Agora entendi ! Então realmente neste sentido foi super válido, e é fato mesmo que a Bicicleta é muito mais rápida do que o transito de veiculos e motos na cidade! Sem brincadeira nenhuma gente quando vou de carro para o trabalho gasto cerca de 30 minutos, indo de Bike algumas vezes po semana fazendo um trajeto que eu mesmo defini, por vias calmas como vc bem frisou eu gasto 26 miutos, chego de 4 a 5 minutos antes do carro! Só não vou todos os dias porque tudo que é decida na ida vira subida na volta e são muitas ! KKKKK Ai é osso ! E também porque adoro dar minha pedalada de fim de seman que são alguns bons Kilometros pela idade, agora que a Bike é muito mais rápida e prática que os carros, isto nem precisa de Modal , agora quase ali com um Helicóptero é simplesmente fantástico! Para a bike ser mais que perfeita então só falta voar ! KKKKKKKKKK ! Bom pedal a todos!

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  • Valdemir

    Acho muito legal estes Desafios Intermodal e tal ! Mas como perguntou o colega, sobre a rota de cada envolvido no trajeto era igual? Acho assim deveria pegar uma rota igual todos os envolvidos, mesma distancia, trajeto etc, menos o metrô e õnibus evidente, assim ficaria uma coisa mais justa!
    Agora me desculpem discordar, mas este negócio de Bike passar farol vermelho para não ser empurrado por carro, ou qualquer outro tipo de desculpa esfarrapada, para mim NÃO COLA! Lei de Transito é lei de transito, todos devem respeitar, eu a pé quase já fui atropelado por dois Ciclistas IDIOTAS que cruzaram o sinal vermelho, enquanto carros, motos e onibus aguardavam os BONECOS se achando DEUSES do asfalto e no direito quase me atropelaram, em cima da faixa de segurança!!! Quando vejo coisas assim sinto VERGONHA, pois além de pedestre sou motorista e também Ciclista e seja a pe´, de carro ou de Bike sempre respeitei e respeito as leis e acima de tudo os outros! E ando com a Bike na calçada sim se precisar, se a rua for perigosa, com o mesmo direito que pedestres fazem caminhadas em dupla com FONE DE OUVIDO, ou passeando com cachorro ocupando todo o espaço das CILOFAIXAS E CICLOVIAS ! Bom pedal a todos!

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    • Marcelo Mig

      Valdemir,

      Cinco modais (helicóptero, trem + metrô, bicicleta dobrável + metrô, trem + ônibus, ônibus) fazem trajetos diferenciados por definição.

      Além disso, a opção da rota faz parte do desafio porque para cada modal existe uma alternativa diferente mais atraente. A rota da bicicleta por vias calmas, por exemplo, passou dentro do Parque do Ibirapuera, o que não é permitido a nenhum motorizado. Essa é uma das vantagens que se procura mostrar com o Desafio Intermodal.

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    • EMERSON RIBEIRO

      Valdemir,

      Compreendo sua indignação quanto a “pseudo cidadões-ciclistas” que transgridem as leis de trânsito de forma radical sem serem, pelo menos, cautelosos quanto aos possíveis perigos que possam causar, mesmo se somente assustarem pedestres.
      O que não entendo é que você também anda pela calçada sim, então, acho que também não cola, não é mesmo ?

      Mas, mais do que transgredir algumas regras, como vc mesmo disse e concordo, que quando perigoso anda sim sobre as calçadas ou faixas acho válido, desde, é claro, seja feito com muito cuidado sem mesmo colocar em risco de um simples susto, cidadãos pedestres.

      Como não há espaço para ciclistas nas principais vias e competir com motoristas “desumanos” é antecipar a morte, infelizmente teremos que dividir alguns espaços com pedestres. Mas isso ainda vai mudar, o mundo sente que não dá mais para conviver com tanto desperdícios de tempo e de vidas.

      Espero que próximas gerações, isso se iniciativas como deste site maravilhoso entre outros pelo mundo, possam crescer e influenciar ainda mais as pessoas …

      Abraços a todos ,

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    • dmmg

      Não vejo problema em furar o sinal vermelho estando de bicicleta, mas claro, com cautela:

      1 – Paro.
      2 – Espero os pedestres atravessarem.
      3 – Depois me posto à frente da faixa de pedestres, se houver espaço (geralmente há) e, não vindo carro na transversal, atravesso.

      Porque acredito que a bicicleta pode desrespeitar o farol? Bom, existem vários motivos:

      1 – Leve e lento – Oferece pouco ou nenhum risco aos outros.
      2 – Baixa velocidade – permite freiar facilmente.
      3 – Arranque lento – mesmo se “aparecer” alguém na frente quando você está saindo, você tem tempo de sobra para freiar.
      3 – Completa visibilidade ao redor, sem pontos cegos.
      4 – Compacto, pode se postar à frente da faixa de pedestres sem obstruir.

      Mas o motivo principal: Qual a função dos semáforos? Porque existem semáforos em alguns cruzamentos e em outros não? Seria desejável que em todo e qualquer cruzamento da cidade houvesse um semáforo?
      Porque os carros devem ficar parados num sinal vermelho, mesmo quando aparentemente não há veículos vindo na transversal?
      Ao tentar responder essas perguntas, você sempre vai ter que usar a palavra “carro”. Ou, para ser mais genérico, automotor. Os semáforos são colocados em cruzamentos com grande trânsito de automotores, que necessitem um controle de tempo, ou para proteger os pedestres dos mesmos automotores. Não são colocados semáforos em todos os cruzamentos pois, caso o trânsito seja pequeno, o simples uso de preferenciais é mais eficiente. Se houvesse semáforos em todos os cruzamentos, o deslocamento por automotores iria ficar desnecessariamente lento (ficar esperando ninguém passar) e o custo de manutenção do sistema seria altíssimo.
      E, finalmente, porque os automotores não podem furar os sinais? Bom, você vai perceber que é pelo risco que eles podem causar aos outros e a si mesmos, devido suas dimensões, peso, potência. Um carro arrancando pode facilmente atropelar e ferir gravemente um pedestre que de repente atravesse correndo. Se o carro avançar para visualizar a transversal e não puder atravessar, bloqueará totalmente a faixa de pedestres. Os pontos cegos não permitem uma completa visualização, e os erros de avaliação podem facilmente resultar em acidentes graves.
      Logo, você vai perceber que os semáforos foram projetados e são instalados exclusivamente devido aos automotores, não devido aos pedestres, não devido às bicicletas.
      Agora, se você e disser que eu, mesmo provando que não estarei atrapalhando ninguém, não posso cruzar a rua pois posso ser atropelado, eu gostaria de saber como faço para atravessar uma rua que não possui semáforo. Numa rua sem semáforo eu olho para os dois lados e, não vindo carro, atravesso. Porque numa rua com semáforo eu não teria discernimento para fazer isso?
      Agora, concordo com você quanto a esses ciclistas que cruzam semáforos vermelho correndo, colocando os pedestres em risco. Bom, eles realmente existem, eu mesmo já presenciei várias vezes na Av.Paulista esses caras invadindo alucinadamente a faixa de pedestres assustando e ameaçando. É um caso de se pensar em uma maneira de educar ou punir esses indivíduos. O sinal vermelho deve ser no mínimo um “dê a preferência aos pedestres e veículos na transversal” para os ciclistas.

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  • Duas perguntinhas – 1) Como pode a bike chegar antes da moto? A bike está furando farol, andando em calçada e pegando contra mão? (ou seja, essas coisas que nós ciclistas fazemos de vez em quando mesmo ams que tecnicamente nao pode?) e 2) alguem sabe qual foi o trajeto exato do trem-metro? Foi Berrini-Pinheiros-Republica-Sé e aí a pé?

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    • Vinícius

      1. Acho que a bike passa em alguns corredores entre os carros que a moto não passa. E acho que eles não fizeram exatamente o mesmo caminho. Sem contar que o que vale é o tempo total, ou seja, o ciclista chega lá e pronto. A moto tem que achar onde estacionar.

      2. Trem metrô eu fui de curioso junto com os caras. Foi Berrini > Pinheiros > República > Anhagabaú, a estação fica logo abaixo da prefeitura.

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    • Com certeza, cuidadosamente por alguns faróis vermelhos, antecipação do verde…

      Mas traçando-se um bom caminho não há necessidade de subir em calçadas ou andar na contra mão…

      Antes passar alguns faróis vermelhos, sempre com cuidado, que ser empurrado por carros.

      Hoje eu entendo muitas pessoas andarem na calçada por medo de carros, mas acho q deve ser uma atitude a ser evitada…

      Andar na calçada ou na contramão por pressa pode ser prejudicial a nós mesmos…

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    • Douglas

      Lembrando que o ciclista desmontado empurrando a bicicleta equipara-se ao pedestre em direitos e deveres. Não sei qual foi o caso do ciclista em questão, mas muitas vezes é simplesmente mais rápido o ciclista desmontar da bicicleta e atravessar a faixa de pedestre ou então temporariamente pela calçada.

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    • Maurício, já participei de algumas edições como ciclista e te garanto que ele não passa sinal vermelho. Não precisa. Chega antes da moto por dois motivos: o guidão é mais estreito e não precisa estacionar, é só desmontar e caminhar com ela até o ponto de chegada, porque desmontado vira pedestre e pode adentrar a calçada com ela, como comentou aqui o Douglas.

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      • Matheus Pereira

        William, sei que esse tema não é prioridade do blog, mas vi o ttempo do skate e fiquei interessado sobre como pode ser usado como meio de transporte.Seria interessante porque ele é mais compacto que uma bike dobrável e poderia ser preso a uma mochila, entrar conm ele nas costas em prédios etc.Você poderia postar uma matéria sobre isso.Obrigado.

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  • Alguns dias atrás, saindo do meu trabalho em Santana para casa na Liberdade, um amigo me acompanhou de carro, por alguns quarteirões…

    No dia seguinte ele me disse que ficou para trás, não conseguiu me acompanhar pela Av. Cruzeiro do Sul e Av. do Estado…

    Observação, eram 22hr, bem depois do horário de pico…

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  • anderson

    A bicicleta dá um coro no carro todo ano, se houvessem ciclovias nas principais avenidas o tempo seria menor ainda, mesmo assim nossos políticos investem mais e mais em automóveis.

    Por que não temos isenção de impostos nas bikes? Por que o governo não incentiva as empresas a produzirem bikes com qualidade internacional a um preço competitivo? Eu não pensaria duas vezes em usar um grupo Brasilis se ele tivesse a qualidade de um Shimano.

    O Brasil tem um potencial enorme nesta área que poderia gerar milhares de empregos, sem necessariamente fechar inúmeras montadoras (como acontece na Europa), porem nossos governantes dão show de incompetência, por isso nunca somos levados a sério lá fora.

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  • Vinícius

    Helicóptero deu sorte de pegar Congonhas livre. Provavelmente se tivesse uma negativa da torre na primeira tentativa pra atravessar o aeroporto, chegaria depois.
    E em defesa do pobre Flávio, ele errou o caminho pra entrar no viaduto e teve que dar mó volta.
    A Clara caminhando deixou um jornalista e um ciclista pra trás kkk
    Me surpreendeu demais o patins, eles ainda falaram que tiveram que segurar um pouco porque o piso tava molhado na descida e ficaram com receio.

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  • A tendência é que a locomoção por Helicópteros fique cada vez mais devagar, devido ao aumento de demanda. São Paulo é uma cidade muito rica para poucos, estes fogem cada vez mais da locomoção terrestre. Penso que o Helicóptero está para a classe média que se locomove de carro, assim como o carro está para o pobre que pega vários ônibus

    Na minha opinião a bicicleta ainda ganha de todos, por dois motivos. Em primeiro lugar, o tempo de espera do tráfego aéreo é grande dependendo do horário e região. Além disso, o helicóptero só te leva para pontos muito específicos (helipontos). A bicicleta te dá liberdade para fazer o caminho que quiser, pequenas ruas e bairros mais afastados.

    Fica aqui minha parabenização pela bela atitude de promover está conscientização …

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  • Douglas

    Irônico. Em uma cidade projetada para os automóveis o carro é um dos mais lentos modais. Já a bicicleta, mesmo desdenhada cultura e politicamente e sem infraestrutura viária, vence todos os demais veículos terrestres e, por pouco, não vence o helicóptero.

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  • Mais que vencer o automóvel, me surpreende o fato de a bike vencer a motocicleta! Parabéns a todos pela excelente organização!

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