Qual a sua história com a bicicleta?

Tenho certeza que muita gente vai se identificar com a historinha ilustrada pela animação abaixo:

Intitulada “Bike & Jazz”, a animação foi produzida por Diego K. Amorim para disciplinas da Escola de Comunicações e Artes (ECA) e da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo (FAU), da USP, em 2010. E ficou ótima! :D

E você como descobriu (ou redescobriu) a bicicleta? Conte pra nós, aqui nos comentários!

Veja 12 motivos para ir de bicicleta


19 comentários para Qual a sua história com a bicicleta?

  • loudes moraes

    Quando decidi pela primeira vez pedalar uma bike imagine foi descer um morro bem suave .imagine o tombo.mas fui esperta de me enfiar numa cerca de bambu e amorteceu o tombo tornou se leve.mas nunca desistir de pedalar.amo bike

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  • José Ramalho Júnior

    Já se vão três felizes anos… Trabalhava na SPTrans, onde ministrava alguns treinamentos, me deslocava de moto.
    Com o número de acidentes envolvendo ciclistas e ônibus crescendo desenvolvemos um curso para instruir os condutores a uma convivência pacífica e o correto compartilhamento das vias públicas.
    Foi então que me deparei com o vídeo “Vida De Ciclista” onde Willian Cruz demonstrava como era possível ser um ciclista consciente em uma metrópole.
    A velha paixão pela bike aflorou com intensidade renovada!
    Obrigado, Willian!

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  • valdeque

    Eu comecei a andar de bicicleta aos 16 anos quando ia ao trabalho a 10km da minha casa, desde então andar de bicicleta virou um vício, hoje com 41 anos e ainda não consigo parar de andar de bicicleta

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  • A bicicleta é o único “brinquedo” da infância que você não precisa abandonar quando cresce!

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  • eu vou voltar, o ciclismo me deu melhores condições físicas, mais disposição, sou musico de sopro(saxofonista desde 1977)nado, e o meu gosto é por imersão em 25 m, o mais veloz de toda a família, faço Jiu Jitsu, MMA, sem medo, mas no ciclismo quebrei o ombro…. será que ele voltará ao normal?… só sei que sou infeliz sem a bike…. vejo ela e ela me vê, po meu que vontade de sair na pedalada agora!!!

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  • Vendo o desenho, foi quase assim!! Eu em São Bernardo do Campo-SP ,cidade considerada grande em 1970, tinha que fazer exercícios, estava na receita de meu médico! minha mãe, só conseguiu pensar em judô, pois bicicleta e natação estava fora de cogitação. Eu sou uma pessoa com epilepsia, tenho limites e este era um desses. Eu era, quer dizer, sou muito teimoso, fui conseguir a guiar uma bike em 1978,em uma cidade pequena, pacata, que hoje tem 23 mil habitantes, imagina naquele tempo? Aprendi a guiar bicicleta e, aprendi a a nadar, e mergulhar como ninguém… Mostrei com a+b que a piscina era tudo de bom, mostrei também que a bicicleta é o meu transporte, pois nem em todos os lugares eu gostava de esperar por uma carôna, ahh como isso é chato, depender dos outros. Depois mostrei que chego primeiro que um ônibus ao meu destino, sem correr, sem passar sinal vermelho e sempre respeitando o pedestre na calçada eu era mais veloz, quer dizer sou! Nunca poderia tirar uma CNH, devido a síndrome,então me especializei em 2 rodas com propulsão humana, a bike.Passei a conhecer todos os caminhos adequados e inadequados e, com os caminhos as rotas perfeitas! Em épocas que,onde a bike não era muito respeitada, pois hoje tem um pouco de respeito(bem pouco a mais)tive bons acidentes, mas digo, nenhum foi devido a uma crise! Acho que o primeiro foi que uma mulher em uma descida não conseguiu frear e nem desviar-se da bike, que já havia passado a encruzilhada, sinal bom para mim, mas isso não interessa, bicicleta é de menos, né? A segunda, um ônibus de empresas me jogou para fora da rua totalmente e nem prestou socorro.Ai comecei a ver que ninguém respeitava o ciclista, nem os poderes públicos, dos quais demos o voto.A terceira com uma moto e de frente, agora pasmem, o motoqueiro não tinha CNH devido ser menor de idade, 15 anos, a 4ª foi com um carro, e todos que estavam atravessando a rua viram eu, um ciclista, dar prioridade aos pedestres, parando a bike e como acho que meu problema deve ser encruzilhada, esperei, mas não vinha nenhum carro, dei a primeira pedalada e um carro aparece na velocidade e no celular, claro que eu voei, mas em todos os voos uma coisa eu sabia, “saber cair é mais importante do que pilotar uma bike”.Tive várias e várias quedas, mas sempre saia andando, quando… em 4 de março deste ano tive em minha vida a primeira quebra de osso… que bonitinho… no ombro!!! eu que já cai de 9m inconsciente, já tive voos mil sem capacete, nesta eu guiando pela ciclovia devido a uma imperfeição que mais parecia uma guia, a bicicleta simplesmente tombou e eu tentando trazer para a ciclovia a bike bati primeiro o cotovelo, que foi o suficiente para dar uma martelada no ombro… nem conto dos problemas materiais, mas meu ombrinho ficou mau, além de meus dentes, minha prótese entre outros que já se tornam materiais… logo volto… ahh se volto!!!! rsrs vejam meu blog http://saxmozartfaggi.wordpress.com/2013/03/20/acidente-do-dia-4-de-marco-na-firmino-em-sbc/ se o W. Cruz permitir!

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  • Leonardo

    Minha história com bicicleta começou láaaa nos idos de 1900-e-lá-vai-tampinha nas ruas de terra de um camping em Araçariguama (SP) com uma Monark Monareta Kross… pesada, toda desngonçada, mas naquele tempo era como ter uma Ferrari.

    Vieram outras incontáveis bicicletas… Caloicross Extra Color e Light, tive as duas ao mesmo tempo), Brandani “banco banana”, 2 Cruiser Light (uma azul e outra vermelha), uma Riva, uma Cruiser Terra… até que um dia, um daqueles proverbiais “belos dias”, o ímpeto de pedalar se esvaiu e mais um ciclista marchou em direção ao estado de animação suspensa.

    Um dia, já homem feito, lá pelos 37 anos… eis que do nada, simplesmente do nada, bate a vontade de ter uma nova bicicleta. No dia seguinte eu deixava R$ 220,00 numa bicicletaria de bairro por uma bike single-speed reformada, minha porta de reentrada no mundo das duas rodas. Parecia uma reencarnação espiritual da Monareta Kross: pesada, meio desengonçada, mas era uma bike! Mexi nela em tudo que pude, desde banco até freios.

    Foi-se nas mão de um ladrão, por descuido meu… e hoje pedalo uma relíquia dos anos 90, uma Peugeot Rock’It 21 marchas, encontrada numa caixa fechada largada num canto por mais de 10 anos, sem uso. Minha “Rosa Púrpura do Cairo”, responsável pelo novo recorde mundial de empurramento de bike (3 horas e 20 do Guarujá a Santos, cortesia de um pneu furado).
    Voltei a ser ciclista. Voltei s ser feliz!

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  • Eu e a bicicleta

    A idade que eu tinha não me lembro ao certo, só sei que eu já estava morando na vila Bancaria, então seria ali pelos meus 10 anos quando ganhei minha primeira bicicleta, e com ela aprendi a andar e me apaixonar por pedalar, foi um presente dado por minha tia Ursulina para mim e pro meu irmão, um detalhe, a bike era importada “Raleigh”(sei lá) aro 24, meu irmão por ser mais velho tomava conta, o tempo que ela durou ou qual fim ela teve, não recordo.
    Assim que meu irmão completou 14 anos meu pai o colocou pra trabalhar, uma das primeiras coisas que ele fez com seu dinheiro foi comprar uma nova bicicleta, aro 26 pneu balão, e a prestação!
    Neste ano eu estava fazendo admissão, como no grupo escolar da Itaberaba(Luis de Brito) não tinha 5º ano, tínhamos de fazer no ginásio do Piqueri, pra quem conhece a Frequesia do Ó (SP)sabe como ficava longe e nós íamos a pé todo dia Bancaria-Itaberaba-Freguesia-Piqueri, todo dia, ida e volta, eu o Job e o Marcos(branca).
    O Job tinha bicicleta e começou com a idéia de ir de bike pra escola, o Branca que era filho único e tinha uma situação financeira melhor que a nossa, pediu pra “mamãe” e ganhou um bike nova…i eu?…duro, pobre, ia ter de continuar indo a pé, minha mãe sensibilizada com minha situação convenceu meu irmão a emprestar a bicicleta dele pra eu poder ir a escola junto com meus amigos.
    Primeiro dia, a ida tudo bem, subida da Av. Itaberaba, descida a direita em frente o cemitério da Freguesia, beleza! Assistimos às aulas, mas meu pensamento estava só na volta, pedalar aquela bike nova que ficava só no cadeado pra eu não pegar, enquanto ele(meu irmão) estava no serviço, legal, agora eu tinha a autorização da mão pesada do meu pai e aprovação da minha mãe.
    Saída da escola, subida até a Av Itaberaba, depois só plano até a igreja, depois descida até a Bancaria… Mas não foi bem assim…
    Bem enfrente da 28ª delegacia de policia fui atropelado por um caminhão de um feirante português, falar como foi não sei! Só me recordo de estar debaixo do caminhão, uma mulher com sotaque português chorando e gritando desesperada, eu, olhava sem ter intendência de nada, até ver minha calça branca toda rasgada e ensangüentada.
    Esta cena e a do pneu traseiro do caminhão mordiscando minha perna e o cardam sobre minha cabeça nunca esquecerei
    Veio um PM e me puxou pelas pernas e me tirou ali debaixo, depois pelos braços queria que fica-se em pé, mas como!? eu não sentia nada da cintura pra baixo! veio outro PM me carregou pra dentro da delegacia e me colocou num banco, chamou um taxi e me levou pro Sandú, eu estava abobalhado(mais), via tudo, não entendia e nem sentia nada, lá fizeram pontos em um corte profundo em minha cintura( tenho até hoje a cicatriz), me lembro que o enfermeiro ou medico, sei lá, costurava, eu olhava, mas não sentia nada, sem noção, sem choro.
    Dali me levaram pra santa casa de ambulância, com direito a sirene e tudo, disto me lembro, e o PM ali do meu lado
    Fui colocado numa maca e levado pro Raio x, me vira para ca , me vira pra lá, baixa a máquina, sobe a máquina, por fim me colocaram em uma cadeira de rodas e me deixaram no corredor do hospital, por quanto tempo não sei…
    Me lembro que passou por mim 3 pessoas e eu reconheci, era meu pai, meu irmão e o PM que através de informação com meus amigos descobriu onde meu pai e meu irmão trabalhava e foi la buscá-los, ao velos, saiu um temeroso…
    - Pai…eles se voltaram, meu irmão só não me bateu por eu estar naquela situação, mas me xingou de tudo quanto era nome feio, ele não tava nem ai se eu estava na cadeira de rodas, tava mordido por conta da bike nova dele… Desculpa “Mancha” meu irmão!
    Saiu o resultado do raio x, fratura nos ossos da bacia, por isso eu não movimentava minhas pernas. Isso resultou em 42 dias na cama imóvel, banho de esponja, necessidades na comadre e mangueirinha no pingulim…hoje em dia tem cama especiais para este tipo de trauma, mas naquele tempo! alem do mais pra quem era pobre, se vira pião!
    Ah! O feirante português!? Contaram-me que ele fugiu assim que me atropelou e um PM foi atrás dele e o capturou, dizem que ele xingou o policial e tudo o mais, sabem quem era este policial? O mesmo que me socorreu! Meu herói!
    Nestes dias de cama eu o vi varias vezes em casa, só sei que por um bom tempo não faltou verdura la em casa, ele era feirante verdureiro!
    Meu irmão ganhou uma bike nova dele, pois a outra deu perda total.
    Mais tarde me convenceram a contar em uma audiência na delegacia (após minha recuperação)uma estória dando como eu ter sido o culpado de ser atropelado.
    Falando serio, até hoje só me recordo de ter pego a bike na saída da escola, ai vem um espaço em branco (esquecimento) depois a mulher do português gritando e chorando, e eu embaixo do caminhão…

    Gilberto A Chagas

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  • Minha primeira lembrança com a bici me leva de volta aos 5, 6 anos. Ainda lembro, e me emociono, do dia que meu pai tirou as rodinhas e falou: -vai, e se cair, vai de novo. Lógico, joelhos e mãos esfolados, mas dessa dor não lembro, recordo apenas da alegria que foi quando consegui dar minhas primeiras pedalas aos berros na frente de casa. Infelizmente, assim como muitos e cada um teve seus motivos, acabei me afastando deste hábito.

    Mas a reaproximação foi triunfal, e assim como o afastamento, foi motivada por diversos fatores.

    Me entreguei aos prazeres da bike no inicio de 2012, e aos 32 anos tenho outra relação com meu corpo, descobri a paixão por Porto Alegre e amo minha Bike.

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  • Meu primeiro contato com bicicleta foi na infância, no Ceará. De família humilde, sempre pedia a minha mãe uma, mas faltavam condições financeiras. Quando num belo dia minha mãe chega com uma caloizinha vermelha usada. Estava meio velha mas pra mim era um sonho realizado, fiquei muito contente. Tinha quer levar à oficina frequentemente para reparos e remendar o pneu mas eu adorava assim mesmo.

    Depois de adulto, já morando em São Paulo, na região central, achava inviável andar de bicicleta em meio ao caos dos veículos, mas em apaixonei pela nova caloi 10 e a comprei. Ia para faculdade e trabalho próximos ( coisa de 10k) até que a vendi um ano depois porque cansei de chacoalhar em meio ao asfalto de péssima qualidade, furar o pneu fino a cada 15 dias e empenar a roda devido aos buracos.
    Hoje estou com uma mountain bike caloi ks, full suspension. Ideal para nossa cidade “off road”.

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  • Geraldo m silva

    descobri bem pequeno na garupa da baik do meu avo guando ele falou pra mim fica com as perna aberta pra ñ enganchar nos rainho e ele tiro uma fininha num carro parado e eu tava com as perna aberta e bati no carro e cai e me ralei todo e o meu avo falo vc ñ vio o carro memino amei o meu avo adoro a minha baik e ando 46 kl por dia pra trabalar e tenho 53anose hoje ando de baik com os meus netos no parque ecologico do tiete essa e aminha estoria obrigado

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  • Marcela, minha magrela. Foi só depois de batizar a sundown amarela e cinza, de 300 reais, que a mágica começou. E começou no consultório médico, recomendações de parar de fumar e fazer exercícios. Comprei a bicicleta, paguei em dez prestações e nunca andava.

    Um dia a cabeça tava cheia, porque brasileiro tentando seriedade toma na cabeça o tempo todo. Pedalei uns 20k numa experiência quase mística, sem oxigênio, um triunfo da velha descoberta infantil da liberdade. A cabeça cheia agora muito organizava, dores musculares me fazem sentir mais vivo. Não parou mais, tem seis anos. Parei de fumar semana passada. Até onde isso vai me levar ?

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  • Rosana

    “Antigamente” (antes da tv a cabo, internet, angry birds) todas as crianças queriam uma. A minha eu lavava, botava óleo, caía, apostava corrida, amava! Cresci, doei a antiga bicicletinha. Depois de grande, a bici começou sorrateiramente a voltar para minha vida, espero que para sempre.

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  • Valdemir

    Ótima animação ! Bem criativa ! Bom eu curto bicicleta desde criança, minha primeira bike foi uma Berlineta branca! Nossa me aventurava com meus amigos pelo bairro, as vezes iamos bem longe pedalando e pedalando sem parar.Naquela época não existiam as Ciclofaixas e muito menos Ciclovias, porém as pessoas eram bem mais educadas, principalmente o transito.
    Hoje pedalo com a mesma alegria, claro que não é a mesma coisa daqulea época, mas é tão bom quanto, e me faz voltar aquela época de inocencia e aventura.
    Se fosse resumir diria que Pedalar é sinônimo de liberdade e saúde ! Bom pedal a todos !

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  • Nos tempos de criança, em Porto Alegre, no bairro Ipanema, à mil pelas calçadas e ruas pouco movimentadas.Lembranças queridas do meu amado pai que levava o nosso cachorro pastor alemão na coleira e eu sentada numa pontinha do banco. Depois, na adolescência, fazendo passeios pela cidade, indo mais longe. Aos 22 anos era o meu meio de locomoção no Vêneto,uma região do norte da Itália, onde vivi por quase dois anos. Mais adiante os filhos vieram e a prudência necessária para com os babies me distanciaram dos pedais. Agora estamos juntos, eu e meus filhos, nesta aventura que nos traz tantas alegrias. Meu filho já vai de bike pra escola desde o ano passado quando estava com 12 anos, e fica evidente que se sente muito independente. Minha filha, já está acompanhando bem. Qualquer passeio tem sabor de aventura e percebo que, assim como eu, eles jamais abrirão mão da emoção de pedalar.

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  • Nos tempos de criança, em Porto Alegre, no bairro Ipanema, à mil pelas calçadas e ruas pouco movimentadas.Lembranças queridas do meu amado pai que levava o nosso cachorro pastor alemão na coleira e eu sentada numa pontinha do banco. Depois na adolescência fazendo passeios pela cidade, indo mais longe. Aos 22 anos era o meu meio de locomoção no Vêneto,uma região do norte da Itália, onde vivi por quase dois anos. Mais adiante os filhos vieram e a prudência necessária para com os babies me distanciaram dos pedais. Agora estamos juntos, eu e meus filhos, nesta aventura que nos traz tantas alegrias. Meu filho já vai de bike pra escola desde o ano passado quando estava com 12 anos, e fica evidente que se sente muito independente. Minha filha, já está acompanhando bem. Qualquer passeio tem sabor de aventura e percebo que, assim como eu, eles jamais abrirão mão da emoção que é pedalar.

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  • Bruno Pinto

    Como é de costume descobri a bicicleta na infância, e redescobri ela a 5 meses quando comprei uma dobrável, ainda estou em me adaptando a ela, mas pretendo cada vez mais usar ela como meio de transporte, logo logo vou usar ela para ir ao trabalho 13km ida 13km volta, uma distância que tenho certeza que será fácil, por já fazer distâncias maiores nos meus treinos após o trabalho e finais de semana.

    Ainda não dedico o uso da bicicleta como eu prevejo em meus “sonhos”, mas ela já faz parte da minha vida, e já me deixa deverás feliz!

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  • Ricardo Laudari Neves

    Willian,

    Como muitos, ou quase todos, uma infância repleta de pedaladas. Durante dois meses do ano, pedal ininterrupto na praia, durante as férias. Sonhos de cicloviagem, que na época eram apenas denominadas como “viagens de bicicleta”.

    Em SP, nem em sonho. Ladeiras da Pompéia e o trânsito eram argumentos suficientes para minha mãe proibir.

    Há dois anos, estava cansado do transporte público. Horários incertos e ônibus chacoalhantes. Bombardeado pelos anúncios nas mais diversas mídias, classe média típica, queria um automóvel. O segundo em casa. Mão-de-vaca, ou economicamente sustentável como prefiro, achava os preços dessas máquinas exorbitantes.

    Bem, talvez uma moto. Mas morando próximo ao trabalho, pensei numa bicicleta. Why not?

    Sempre me fizeram tão feliz na infância, na praia, mesmo sendo obrigado a lava-las pelo meu tio.

    Ganhei de Dia dos Namorados da minha esposa. A alegria da liberdade, do vento no rosto, dos olhares curiosos na rua, da ausência de cinto, foram inebriantes. Não consegui largar: crack na veia. E meu ideal de um mundo melhor se consolidando. Espetacular!

    Costumo dizer, aos que questionam, que foi uma das três melhores escolhas na, e para a, vida.

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