Prefeito de São Paulo receberá ciclistas – envie sua sugestão

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Na manhã dessa sexta-feira, 22 de março, o prefeito Fernando Haddad receberá ciclistas para uma conversa sobre o que pode (e deve) ser feito na cidade para proteger quem se locomove de bicicleta na cidade.

O encontro surgiu após a manifestação do domingo 17 e mostra a disposição do prefeito em dialogar com a sociedade civil. Haddad se mostra disposto a entender melhor as necessidades dos ciclistas e atuar para reduzir as mortes de cidadãos no trânsito da cidade de São Paulo.

Cabe lembrar que o atual prefeito assinou carta de compromisso com a Ciclocidade durante a campanha, em 2012. Saiba mais aqui e assista abaixo o vídeo produzido pela Ciclocidade, onde Fernando Haddad fala de suas propostas de campanha para o uso da bicicleta na cidade.

Fernando Haddad pedalou durante a campanha, em 2012, em encontro com a Ciclocidade. Na ocasião, assinou carta de compromisso com uma cidade mais ciclável. Foto: Jeanne Gibson/Divulgação

Fernando Haddad pedalou durante a campanha, em 2012, em encontro com a Ciclocidade. Na ocasião, assinou carta de compromisso com uma cidade mais ciclável. Foto: Jeanne Gibson/Divulgação

Comissão

Todo ciclista tem alguma sugestão para melhorar a cidade e, ainda que algumas delas sejam conflitantes, temos todos o mesmo objetivo: uma cidade mais segura, agradável e ciclável, para nós e nossos filhos.

Entretanto, é impossível termos todos os ciclistas nessa reunião, por razões mais que óbvia. Já se foi o tempo em que os cicloativistas eram um punhado de desbravadores, vistos pelos demais como malucos e visionários. Hoje somos muitos. Por isso, uma comissão para representar os ciclistas está sendo formada, ao longo de uma acalorada discussão sobre o que apresentar no encontro, que vem ocorrendo via Facebook e e-mails desde o início da semana.

Vá de Bike participará ativamente da reunião. Estarei por lá, junto a representantes de outros grupos e entidades como Bike AnjoCiclocidadeCicloBR, além de alguns dos ciclistas que participaram da manifestação do último domingo e conseguiram obter essa abertura rápida de diálogo com o poder executivo.

Participe

Ciclistas passam pela Av. Paulista, como outros centenas de milhares fazem diariamente em toda a cidade: vidas que precisam ser preservadas.

Ciclistas passam pela Av. Paulista, como outros centenas de milhares fazem diariamente em toda a cidade: vidas que precisam ser preservadas, tanto no centro quanto na periferia.

Todo ciclista que coloca sua bicicleta na rua, apesar de ser criticado, apesar de ouvir frases desmotivadoras como “é perigoso”, “vá pedalar no parque” ou “nessa cidade não cabem bicicletas”, é na prática um cicloativista, pois está fazendo parte, ainda que não se dê conta, da conquista desse direito para as gerações que virão.

Todos vocês merecem nosso carinho e nossos sinceros agradecimentos. Continuem pedalando, nossos filhos dependem de vocês. Gostaríamos que todos pudessem participar da reunião, contar suas histórias, suas necessidades, seus sonhos de uma cidade melhor, onde possamos pedalar com nossos filhos pequenos e nossos pais idosos, sorrindo despreocupados. E essa cidade virá.

Por isso peço que enviem, aqui no espaço de comentários dessa página, as suas sugestões do que poderia ser feito para melhorar essa cidade para nós, que pedalamos diariamente, e para nossos amigos que gostariam muito de usar a bicicleta mas ainda não conseguem se sentir seguros para isso.

Claro que já tenho uma ideia do que merece ser falado, claro que não posso levar todas as propostas colocadas aqui diretamente ao prefeito, mas garanto que lerei tudo que for escrito neste espaço e as informações passadas aqui ajudarão a construir minha opinião – como sempre ajudam, ainda que vocês não saibam. Outros participantes da comissão também lerão o que for postado aqui.

Por favor, sejam sucintos e enviem propostas para resolver o problema da cidade, não dessa ou daquela avenida ou ciclovia. Agradecemos de antemão a participação de vocês.

Compareça

Ainda que poucas pessoas possam entrar na reunião, a presença de ciclistas em frente a prefeitura enquanto o encontro acontece é importante e mostra que há mais do que uma dúzia de pessoas preocupadas com a bicimobilidade e com a preservação de suas vidas e de nossos amigos, familiares e amores que pedalam. Chame os amigos e mostre, com sua presença, que a vida de quem pedala na cidade não pode esperar.

Prefeitura de São Paulo
Viaduto do Chá, 15 – Centro
Sexta, 22 de março, às 6h


89 comentários para Prefeito de São Paulo receberá ciclistas – envie sua sugestão

  • Mauro-SP

    1a. sugestão) melhorar o transporte público;
    2a. sugestão) melhorar o transporte público;
    3a. sugestão) melhorar o transporte público;
    4a. sugestão) limitar o uso do transporte particular;
    5a. sugestão) limitar o uso do transporte particular;
    6a. sugestão) limitar o uso do transporte particular;
    7a. sugestão) cumprir a lei, ou seja, obedecer a implementação do plano cicloviário.
    O Haddad tem boa vontade, mas será que ele tem coragem para revolucionar esta cidade????
    Qualquer outra medida é querer fechar a ferida de uma cirurgia cardíaca com um band-aid…

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  • Gerd Jakobovitsch

    Sendo um pouco interdisciplinar, focando no trânsito em si:

    – Precisamos apoiar a iniciativa de segurança ao pedestre: se o elo mais fraco do sistema for fortalecido e estiver seguro, os ciclistas ganharão por tabela.
    A iniciativa padece de falhas de execução: não se focou suficientemente nas faixas sem semáforo, e, quando os agentes foram deslocados para ela, agiram pessimamente, priorizando os carros. A travessia segura na conversão foi mal explicada. E os pedestres continuam descrentes. O respeito ao pedestre é muito menor na periferia, onde o programa mal chegou.
    – Temos que questionar o favorecimento aos carros na questão de inspeção veicular: a nova lei aprovada onera os cofres públicos, dando dinheiro a donos de carro que poderia ser usado para a melhoria do trânsito em geral; e cria diversas brechas pelas quais há um risco sério de piora da emissão, da qual os ciclistas serão vítima.
    – Educação para o trânsito em escolas, usando bicicletas: mais uma boa iniciativa de má execução da gestão anterior: as bicicletas de bambu, ainda que bonitas e ecológicas, não deram conta. O que se está pensando a este respeito? A proposta era muito interessante para ser abandonada; as deficiências têm de ser sanadas, talvez a tecnologia tenha de ser mudada (além do bambu, bicicletas de PET reciclado ou bicicletas recuperadas têm um bom apelo ecológico), mas o programa em si deveria ser mantido e ampliado.

    Para o sistema cicloviário em si, considero prioritárias as travessias seguras de pontes, particularmente das marginais (na Pinheiros, incluindo conexão à ciclovia), e uma rede suficientemente ampla de bicicletários.

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  • Fernando

    A minha sugestão é que cada composição dos trens do sistema transporte público ferroviário, do estado (ou Brasil) deve contemplar um vagão adaptado para bicicletas e o horário de circulação permitido com bicicletas neste tipo de transporte deve se estender a todo o horário de funcionamento do mesmo ( de preferência 24 horas de funcionamento )

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  • LuizHYM

    Seguem minha contribuição.

    1 – Deixar de projetar a organização do trânsito focando e priorizando os automóveis. Em algumas avenidas grandes, por exemplo, o tempo para o pedestre atravessar é suficiente apenas para atravessar um lado. Os transportes coletivos, pedestres e bicicletas devem ser o foco e prioridade no projeto e organização do trânsito.

    2 – Organizar o trânsito de forma a manter longe as bicicletas de veículos pesados (caminhões e ônibus).

    3 – Preferencialmente implementas ciclovias e ciclofaixas no lado da via em que os veículos motorizados tenham que fazer menos conversões cruzando o caminho de bicicletas, pois nesta situação que ocorrem muitos acidentes.

    4 – Sinalizar melhor ciclovias tanto para os ciclistas quanto para os motoristas (pensar também do ponto de vista do ciclista), refazes pontos perigosos e acessos que estão em “lugar nenhum”, ou sejam acessos que são difíceis/perigosos de entrar ou sair.

    5 – Aproveitar canteiros centrais de grandes avenidas para fazer ciclovias.

    6 – Aproveitar as vias de pedestres pouco utilizadas em pontos para implementar ciclovias. Por exemplo, na ponto Jaguaré, há quatro vais para pedestres, sendo que apenas duas são utilizadas, as duas que das extremidades. A duas centrais não são utilizadas por pedestres e poderiam ser transformadas em ciclovias, emendando até com uma ciclovia no canteiro centra da avenida.

    7 – Aproveitar as pontes para fazer acessos à ciclovia do rio Pinheiros.

    8 – Ter espaço para bicicletas nas paradas para semáforos entre a faixa de pedestres e os carros e sinal verde antecipado para as bicicletas saírem antes, o que é mais seguro.

    9 – O ciclista precisa ser visto: melhorar a iluminação pública.

    10 – O ciclista precisa ser visto: Educar ciclistas da importância do usos de luzes pisca-pisca ou refletivos. Distribuir kit de refletivos ou pisca-piscas.

    11 – Fazer mais pontos de travessia (pontes e viadutos) de ciclistas e pedestres em rios e avenidas expressas.

    12 – Redução de velocidade em pontos mais críticos como pontes. Redução de velocidade na faixa da direita. Em pontes, por exemplo, para fiscalizar poderia-se utilizar radares de velocidade média, que detectariam a passagem do carro na entrada e na saída da ponte, com base no tempo o radar calcula a velocidade média. Isto evitaria que o motorista reduzisse apenas onde tem o radar.

    13 – Campanhas educativas (faixas, propagandas no rádio e televisão) para os motorista com relação aos ciclistas e pedestres.

    14 – Campanhas educativas para os ciclistas, principalmente da importância de ser visto (refletivos e luzes), de respeitar o espaço dos pedestres e de ocupar uma faixa. Faixas orientando o ciclista a ocupar uma faixa inclusive conscientizariam os motoristas que o ciclista não está errado quando faz isto.

    15 – Inclusão obrigatória de conteúdo educativo com relação a ciclistas e pedestres nos treinamentos de motoristas profissionais, no curso para tirar a habilitação e na escola fundamental e nível médio.

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  • Cyra Malta

    Redução imediata da velocidade na cidade e educação para o transito de todos. Compartilhamento da via… ciclovias na direita e NÃO no canteiro central. Fim da ciclofaixa de lazer e substituição por ciclovias definitivas ou ciclofaixas definitivas na DIREITA. Corredores de veiculos de tranporte coletivo na esquerda bicicletas na direita e pedestre na calçada.
    É inconcebivel que pensemos o transito mantendo a lógica da premissa do veiculo sobre os demais modais de transporte.
    Inspeção veicular obrigatória, paga pelo proprietario e usuario do veiculo, e ampliada para qualquer veiculo que transite em sâo Paulo e em especial a frota de serviço público, afinal não dá pra circular de bicicleta com a fumaça.
    Acho que é isso. Sucesso na reunião e aguardamos anciosos o resultado.

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  • Sergio

    Eu gostaria que se quebrasse o paradigma de que apenas um modelo de via para a bicicleta é possível. Em Berlin há ciclovias pelas calçadas, em espaço isolado na pópria via, espaços compartilhados, espaços isolados. O que se percebe lá é que os alemães pensam em como cada via pode se adaptar a bicicleta da melhor forma. Vou dar uma exemplo, eu morava próximo ao córrego onde o monstro jogou o braço do ciclista. Ali, as calçadas são muito, muito largas. Portanto se fizessem uma via pelas calçadas não se “tiraria” o sagrado espaço dos carros e sse resolveria o nosso problema. Ah, e por favor, diga ao prefeito que as obras podem ser simples e inteligentes, com baixo custo e eficiência. Boa sorte!

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  • ana catarina

    Apenas para reforçar medidas que podem ser adotadas imediatamente, com baixo investimento:
    – campanha com motoristas profissionais (onibus, taxi, veículos oficiais e de concessionárias públicas) sobre legilação e educação com a bike, sempre enfatizando que o veículo motorizado é RESPONSÁVEL pela segurança do ciclista e pedestre.
    – campanha extensiva a toda a população sobre o CNT e o ciclista (feita em parceria com a cicloativistas para não virar o lamentável homem zebra da campanha de respeito aos pedestres)
    – treinamento e orientação dos órgão de transito para zelarem pela mobilidade e segurança de pessoas na cidade e não com o fluxo de veículos motorizados.
    – adorei a ideia do eugênio gregório de um “road safe”: milhares de vezes vemos absurdos, filmamos, fotografamos e não há rigorosamente nada a ser feito. talvez constrangimento ajude um pouco a mudar isso.
    BOA REUNIÃO!!!

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  • Carlos Shigueru Akamatsu

    É isso aí, muito bem ! Vamos cobrando as promessas de políticos, e havendo maior cobertura e exposição destes encontros.

    Minha sugestão são as seguintes:
    – é que haja mais agentes da CET que possam fazer monitoração e atuação ao longo de trajetos de ciclistas. ( O que me faz lembrar daquelas 500 vagas dispensadas para compor o quadro do CET, volte a contratar ! );
    – Implantação de serviços de SMS para CET, o que agilizaria a denúncia como existe na CPTM e Metrô para denúncias, como avisar sobre carro sobre calçada, condução perigosa, etc.

    Belo trabalho da Ciclocidade, conheci pessoalmente algumas pessoas deste grupo, é um grupo sério e profissional. Um exemplo para todos.
    Não é necessário que faça a mesma coisa que este grupo. Podemos ajudar neste movimento, denunciando mais, participando mais, usando mais os serviçcos públicos como SAC ( da internet ), 156 da prefeitura, o CET com o 1188, sugerir implantações de outros serviços. Com pequenas ações como estas feitas por mais pessoas, o movimento ganha mais força não só para ciclistas, mas também para outros movimentos, como para os idosos, pedestres, deficientes, etc …

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    • Carlos Shigueru Akamatsu

      Outras melhorias que pensei:

      – Estabelecimentos poderiam ser estimuladas a implementar paraciclos, , em local adequado, e mantido pelo estabelecimento. E, como é para melhoria da segurança e qualidade de vida, ser concedida desconto no IPTU, ISS, etc … poderia até ser monitorado via NFe ( sugestão apenas, nem sei se isto é possível ), e quem usar também possa se beneficar pelo programa Nota Fiscal Paulistana (Estabelecimento + Estacionamento de Carro … bem acho que vale pensar mais, mas vale como sugestão ).

      – Acidentes com bicicleta e pedestres, ser acrescentado mais gravidade em pontos na carteira, ser mais oneroso, multa maior, penalidade maior. Acho que vale um refinamento aqui, de acordo com a preferência, como carro deve dar mais preferência a moto, bicileta e pedestre, se se envolver em acidente com pedestre terá pena e pontos acrescidos maiores que ao envolver com bicicleta, e este menor se for com motocicleta, aí também podemos pensar se a bicicleta se envolver em acidente com pedestre, também pode haver uma pena prevista em lei. Bom esse é apenas uma sugestão para longo prazo, porque acho que não tem previsão deste tipo na lei penal, civil e/ou de trânsito.

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  • sasha

    Estimular o uso da bicicleta e (re)educar motoristas, pedestres e ciclistas sobre como interagir com respeito.

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  • Valdson

    De forma sucinta:

    1-Educação dos motoristas sobre os artigos do código de trânsito que dizem respeito aos ciclistas.
    2-Fiscalização de verdade do desrespeito aos ciclistas.
    3-Em toda avenida onde a velocidade máxima permitida for maior do que 40 km/h, pelo menos na faixa da direita a velocidade permitida deve ser de no máximo 40 km/h.

    Essas são “propostas para resolver o problema da cidade, não dessa ou daquela avenida ou ciclovia.”

    De forma um pouco mais detalhada:

    Estou com Kiko Morente nisso: “Por isso, proponho que sejam pedidas coisas simples e que possam ser resolvidas de imediato, tipo, com uma canetada.”

    E com Gus Ferroni: “Educação, educação e educação.
    Mais campanhas de conscientização, informação aos motoristas de carro de que bicicleta pode compartilhar a rua, etc.
    Uma cidade só é segura quando as próprias pessoas oferecerem essa segunrança.”

    Acho que o importante nessa reunião é estar muito focado no que é mais importante para a segurança, no que é urgente, essencial:

    1-Educação dos motoristas sobre os artigos do código de trânsito que dizem respeito aos ciclistas. Uma campanha educativa que faça uma lavagem cerebral nos motoristas, que todos os motoristas ouçam, vejam e leiam que a rua deve ser compartilhada com as bicicletas e que as bicicletas tem preferência de circulação. Que os veículos maiores são responsáveis pela segurança dos menores. Que a distância mínima de 1,5 m deve ser respeitada e a velocidade deve ser reduzida ao ultrapassar um ciclista. A campanha deve ser intensa, em todos os meios possíveis: TV, jornais, revistas, internet, faixas nas ruas, adesivos nos ônibus, etc.

    2-Fiscalização de verdade. Os atuais números de multas aplicadas por desrespeito a ciclistas são rídiculos, insignificantes, não condizem com a realidade das ruas. Fiscalização inclusive do 1,5m. Se a CET diz que não tem condições de cumprir a função dela, que inclui a fiscalização desse artigo, então que prove essa impossibilidade, mostre que isso não saiu da cabeça dos dirigentes. Que faça um estudo que mostre que mesmo agentes treinados para identificar essa infração poderiam muito frequentemente multar injustamente. E que isso não seria resolvido mesmo se os agentes fossem treinados para identificar uma distância menor do que 1m em vez de 1,5m, para dar uma margem de segurança.

    3-Em toda avenida onde a velocidade máxima permitida for maior do que 40 km/h, pelo menos na faixa da direita a velocidade permitida deve ser de no máximo 40 km/h. Se no horário da ciclofaixa a velocidade máxima é de 40km/h, por que quando não existe a proteção da ciclofaixa a velocidade é de 60 km/h? Claramente está sendo dito que não é pra bicicleta andar nessas ruas quando a ciclofaixa não está montada! É o total desprezo ao direito garantido no código de trânsito!

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    • Carlos Shigueru Akamatsu

      Uma parte desta educação, nós temos que fazer: denunciando má conduta, como estacionar em calçada, estacionar em pontos de ônibus, trafegar em cima de faixas exclusivas, denunciando estabecimentos que não fornecem vagas para deficientes e idosos, e em quantidade suficiente para seus clientes, e muitas outras coisas que estão ao nosso alcance fazer, que muitas vezes nós nos omitimos em fazer.

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      • Carlos Shigueru Akamatsu

        Me ocorreu que também temos que nos educar a usar estas ferramentas de denúncia, usar os sites de solicitação, nos educar sobre as leis ( muita gente não conhece a legislação, quando muito o que é exigido na habilitação, e, mesmo assim, esquecemos ou não usamos efetivamente estas leis para benefício de todos ). Temos que educar nas legislações, para que possamos exigir leis mais eficazes para regular o comportamento e atitude nas vias públicas.

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      • Carlos Shigueru Akamatsu

        Pensando melhor, essa educação está relacionado com PREVENÇÃO.
        Explico:
        No caso de carro na calçada, o fato de insistir a remoção e multa do carro é para previnir acidentes futuros com pedestres e ciclistas. Porque se o fato for recorrente, os pedestres e ciclistas envolverão em acidente. Não soa familiar ?
        Agora para a prevenção funcione é preciso que serviços relacionados da prefeitura e de controle de trânsito também funcionem. Então uma das sugestões é que os serviços públicos usuais da prefeitura funcionem e a nível aceitável.
        Por exemplo, o 1188, sempre que precisamos em horário de pico no trânsito não funciona, porque há poucos operadores de telefone, dá a impressão de que há somente uma pessoa atendendo. Por isto, sugeri a implantação do SMS no site da CET, e estou solicitando para que todos também solicigtem, de modo que a sugestão faça efeito.
        Não é somente através de associaçÕes como Ciclocidade ou em oportunidade como esta que a sugestão será aceita e implementada.
        Concluindo, a nossa atitude como cidadão conta muito ! Independente deste momento, façam as solicitações a órgãos competentes ! Sempre !

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        • Carlos Shigueru Akamatsu

          Concluindo essa minha tese, em última análise quem faz a segurança e cria infraestrutura para tudo é o CIDADÃO.

          – Por isto que a cidade de São Paulo tem tantos problemas por falta de CIDADÃOS. Sim, NÖS.
          – Por isto que em algumas cidades onde bicicleta anda lado a lado com moto, carro, caminhões, ônibus, bonde, … não tem problema, porque há esse respeito, porque no fundo todos cuidam um dos outros, respeitam uns aos outros, e usam a lei e os serviços públicos todos os dias.

          Por isto que aquele artigo do Arturo Alcorta http://escoladebicicleta.blogspot.com.br/2009/07/pelo-menos-fez-algo.html tem algo a dizer a respeito desta movimentação toda.

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  • Paulo Alves

    Mais uma sugestão:

    5) Tornar a ciclovia da Marginal Pinheiros mais acessível, através de pontos onde há maior interesse de acesso, e não limitar o horário de funcionamento, para que a mesma seja utilizada como meio de transporte em qualquer hora do dia ou da noite.

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  • Wilson Lira

    1. Alteração da lei para permitir o tráfego de bicicletas nas calçadas (pedalando), e inclusive considerar as calçadas como parte de ciclo-rotas e ciclovias (assim como já é feito em cidades de outros países, vide Sydney na Austrália)
    2. Criação de saídas da ciclovia do rio Pinheiros em todas as pontes que cruzam o rio.
    3. Criação de ciclovia no rio Tietê com saídas em todas as pontes que cruzam o rio.
    4. Criação de bike box nos cruzamentos de vias muito movimentadas.
    5. Alteração da lei para permitir regras específicas que regulamentem as bicicletas cruzarem o sinal vermelho (algo similar ao o sinal para pedestres em Sydney na Austrália, ou criação de semáforo exclusivo para bicicleta em pontos que houver viabilidade de tráfego para isto.
    6. Bicicletários
    7. Campanhas publicitárias para educação/mudança de cultura em relação ao uso da bicicleta como veículo urbano incluindo comunicação visual espalhada por diversos pontos da cidade e vídeos nos diversos canais de televisão aberta e a cabo.

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  • Martinho

    Para mim o problema do ciclista na cidade reflete varios outros problemas que temos em São Paulo. Isso inclui:
    1. Segurança publica; que deixa ciclistas com medo de deixar biciletas estacionadas em qualquer lugar. Me faz pensar duas vezes antes de sair de bike de casa e deixa-la em qualquer lugar e de ser assaltado andando na bike tambem.
    2. Transito publico; falta de um sistema eficiente de metros e onibus que lotam a cidade de carros e motoristas impacientes. O transito publico também deve incluir a integração das bikes também.
    3. Educação; isso vai para motoristas, ciclistas e pedestres. E importante educar ambos para que nos sejamos respeitados como ciclistas. Posts acima tem planos muito bons de educação nas ruas. Também vale o que falaram sobre educação nas escolas.
    4. Infraestrutura;
    a.Ruas com buracos que fazem ciclistas e automoveis desviarem ou serem jogados do lado para o outro perdendo momentaneamente o controle do veiculo
    b. Transito publico como mencionado acima
    c. iluminação e sinalização para segurança e instruçao do motorista e ciclista. A ciclofaixa da Faria Lima quando chega na Pedroso e muito perigoso pois falta iluminação e tem canos expostos no meio do caminho, sem contar que ela esbarra num ponto de onibus cheio de pedestres.
    d. Falta de ciclovias que estimulam o uso da bicicleta em vez do carro. E essas tem que ser de facil acesso. Estive pela primeira vez na ciclovia da Marginal Pinheiros e embora a faixa e a tranquilidade que se encontra la e exemplar, a falta de varios acessos, e de um acesso facil, complica a vida das pessoas que desejam usa-la. Alias, isso vale para qualquer ciclovia. Todos os acessos tem que ser bem contemplados. Outra coisa, que estes acessos tenham tamanho suficiente para o volume de pessoas que tragegam por ele.
    5. Fiscalização – de motoristas, ciclistas e pedestres.

    Sem a melhoria de alguns destes fatores, o plano para disponibilização de bicicletas sem custo não adianta muito.

    Abs e boa sorte!

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  • Fernanda fernandes

    Olá,

    Gostaria de sugerir:
    1- mais lugares para pararmos nossas bikes (existem poucos bicicletários e locais públicos seguros para parar nossas bikes);
    2- maior mobilidade na ZN que tb não possue ciclorotas;
    3- ações, inclusive para conscientização do ciclistas assim como ocorreu com a campanha do pedestre pois muitas vezes somos detestados pois alguns agem de maneira incorreta e rude, atropelando pedestres na calçada.

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    • Carlos Shigueru Akamatsu

      Por falar em regiões, pode se fazer uma diferenciação segundo dificuldade ou nível de infraestrutura. Se uma região não tiver ciclovia, o estímulo pode ser maior, talvez atrelado ao valor por metro quadrado, uma calçada adequada para pedestre ( ou para ciclista, como sugerem …).
      Pelo índice de denúncia de manutenção da calçada da região ( já que a prefeitura aumentou a multa por calçada mal culdada …).
      É pessoal temos que amarrar de alguma maneira as nossas sugestões, prevendo daonde irá vir o dinheiro para manter o programa/serviço/benefício …

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  • Wagner Mitsumaru Menescal Hirata

    William,

    Acho que algo muito importante é atingir pessoas que não são da bike. Uma via para isso é a prefeitura exigir da SPTrans faça um curso com TODOS os motoristas de São Paulo, inclusive os intermunicipais da EMTU.

    Outra forma são campanhas educativas onde os motoristas sempre passam, um exemplo é na vistoria na Controlar. Lá poderíamos ter educadores que conversassem e distribuíssem informativos aos motoristas que por ali serão obrigados a passar.

    Essas duas idéias são fáceis de fazer e sem grandes custos.

    Fora todas as outras propostas que vamos apresentar ao prefeito, é importante que tenhamos prazos para a concretização e um canal para cobrarmos o andamento e o cumprimento dos que for prometido.

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    • Carlos Shigueru Akamatsu

      Legal a sugestão !
      Em todos os ônibus tem um jornal que é afixado um panfleto, onde se divulga direitos, canais de comunicação, como por exemplo, fatos sobre agressão a mulheres, que esteve em veiculação nos ônibus recentemente ou até mesmo ainda pode estar. Pode haver uma destas sobre o uso de bicicletas.

      Por fazer em ônibus, acho que é forçar a barra solicitar que se possa entrar com a bicicleta ( talvez só para as dobráveis e pequenas … ), a exemplo que temos na CPTM e Metrô.

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      • Reinaldo

        Carlos, eu uso minha dobrável normalmente no ônibus sem grandes problemas, nunca fui barrado e não conheço ninguém que foi. Só dobrar a bike e colocar no espaço destinado a deficientes que não atrapalha ninguém, mas sempre dando preferência aos deficientes.

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    • Wagner Mitsumaru Menescal Hirata

      Além dos motoristas de ônibus que devem fazer curso de como se comportar compartilhando a via com a bicicleta nas ruas, também seria muito válido esse curso para motoristas de táxi.

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  • Paulo Alves

    Conforme for lembrando, vou voltar e postar mais algumas sugestões:

    4) Implantar sinalização à respeito da presença de bicicleta e compartilhamento das vias EM TODA A CIDADE. Sim, parece inviável mas acho que não é. A prefeitura e a CET investe tanto em sinalização para carros, ônibus, caminhões e etc., mas acredito que é bem viável que se faça sinalização e faixas preferenciais para bicicletas nas próprias ruas da cidade. Isso já é realizado nas ruas de grandes cidades como Nova York, Londres e Paris, onde se pintam “bicicletinhas” no asfalto em grandes avenidas, bike box (local reservado à parada de bicicleta nos faróis, localizada à frente dos demais veículos), etc. Aqui infelizmente o máximo que é feito são ciclo rotas (ex.: Brooklin), que muitas vezes, passam por ruas esburacadas, possuem sinalização precária, pouca fiscalização e pouca demanda pois não são interligadas, são alternativas que tem diversos aclives e não levam o ciclista a um destino de interesse.

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  • Douglas Aragão

    -Por tudo que vejo,leio,presencio e faço uma análise mefaz a chegar em apenas uma úúúúúnica proposta …o que nosso país e nossa administração e todos os órgãos competentes de Estado a Nação precisam É DE ORGANIZAÇÃO !!!!

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  • Paulo Alves

    Olá William!

    Aqui vai algumas sugestões. Acredito que muitos reivindicam essas questões e que já deviam ser implantadas pra “ontem”:

    1) Fazer valer a Leis Municipais nº 13.995/2005 e 15.649/2012 que obrigam a TODOS os locais e estabelecimentos públicos a dispor um estacionamento próprio para bicicletas.

    2) Fiscalização mais dura em cima de motoristas que desrespeitam os ciclistas e criação de um plano de educação, referente às bicicletas nas ruas, que seria lecionado à alunos das auto-escolas, motoristas experientes e ciclistas.

    3) Implantar um plano cicloviário na cidade de São Paulo, priorizando ciclistas e pedestres. Também é necessário padronizar e sinalizar as ciclovias já existentes na cidade, para que motoristas saibam onde não devem trafegar. Aqui na Zona Sul, por exemplo, temos a ciclovia da Av. Atlântica (antiga Robert Kennedy) que, apesar de nova, é muito mal sinalizada, cheia de buracos, e como todas as ciclovias de São Paulo, não é interligada, possui apenas “trechos” onde ora começa ciclovia, ora termina, obrigando ciclistas a trafegar na calçada.

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  • Gus Ferroni

    Olá Willian,
    Educação, educação e educação.
    Mais campanhas de conscientização, informação aos motoristas de carro de que bicicleta pode compartilhar a rua, etc.
    Uma cidade só é segura quando as próprias pessoas oferecerem essa segunrança.
    abs

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  • Vinícius Rodrigues

    1 – regulamentação da lei 15649, que fala da obrigatoriedade de vagas pra bikes nos estacionamentos e prédios em geral, aprovada em dezembro de 2012, além das outras que tratam do mesmo assunto.
    http://www.radarmunicipal.com.br/legislacao/lei-15649 (Copiei do Otavio)

    2 – Começar as ações da periferia em direção ao centro. As condições para pedalar no extremo sul e norte (norte conheço de relatos do colega Odir) são terríveis.
    Percebo que nessas regiões temos menos “cicloativistas ativos” pelo simples fato que eles tem menos informação ou não são tão ligados nisso. Só pegam a bicicletinha diariamente e vão.

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  • Fernando Latiak

    Willian, além de todas as (ótimas) idéias aqui lembradas, vale acrescentar:
    Integração de bicicletas em outros modais da cidade – os bicicletários do Metrô continuam desativados… Além da reativação dos já existentes, expansão deste serviço para terminais de ônibus, outras estações e áreas de interesse público, como parques, shopping centers, regiões de alto movimento, como o Anhangabaú, a Paulista, entre outros.
    – Expansão do serviço Bike Sampa para outras regiões de São Paulo – hoje, se concentra da Paulista à Zona Sudoeste. Poderia haver pontos em todas as estações de Metrô nas áreas que mencionei no item anterior.

    E, claro, lembrá-lo de que respostas-padrão como os já desgastados “em licitação”, “em negociação”, “em projeto”, devem forçar uma cobrança enfática pela celeridade dos órgãos públicos, para que projetos como os das ciclovias já existentes não morram nas gavetas de algum parlamentar.

    Boa sorte para nós, que esta seja a abertura para um bom relacionamento com resultados positivos para todos.

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  • Tom

    É urgente a qualificação das ruas e avenidas da cidade, baseado no mapa cicloviário já existente e elaborado por entidades de ciclo-ativistas, para que se identifique quais dessas vias terão ciclovias, ciclorrotas ou ciclofaixas. De nada adianta fazer ciclovias que ligam o nada a lugar nenhum, sem planejamento estratégico .

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  • Kiko Morente

    Eu acho que essa é uma oportunidade unica. Dessa vez “pessoas comuns” pleitearam o direito de falar com ele e foram atendidas. Porem, em todas as conversas, entrevistas, etc etc, as respostas são as mesmas e acho que dessa vez, se depender dele também serão (dinheiro, licitações, aprovação de projetos de lei e tudo mais que sirva como argumento pra dizer “estamos correndo atras, mas isso é demorado mesmo”)
    Por isso, proponho que sejam pedidas coisas simples e que possam ser resolvidas de imediato, tipo, com uma canetada. Assim da pra cobrar que elas sejam feitas em 1 ou 2 semanas.
    Claro que temos que insistir nas pautas de sempre (ciclovias, pontes e td mais), mas acho melhor, dessa vez pressionar pra coisas que ele pode fazer “agora”. Imagino que algumas sejam:
    – Linhas de onibus 24h (vamos tirar alguns “Alex” do transito nos FDS)
    – Ciclofaixa de lazer de Sab as 20h até Dom as 20h. (“Segurança” e incentivo pra quem quer ir pra balada de bike)
    – Ciclofaixa operacional (de cones) na Paulista pelo menos 1 vez por mês durante a semana (nem que fosse em apenas 1 sentido (nos moldes da que passa pela Alvarenga que tem um sentido na “contra-mão” dos carros) nem que fosse 1/2 faixa pra cada lado). Pelo menos pra testar e provar que tem demanda tanto atual quanto reprimida.
    – Ciclofaixas nos moldes das de Moema em mais pontos da Cidade (pode ser feita rapidamente. Não precisa de lei nem nada pra isso. É só tirar um lado de estacionamento de algumas vias e pintar que ta feito). Seria ultra simples em ruas como Teodoro Sampaio ou Rua dos Pinheiros, mas, teoricamente, qualquer rua que possa estacionar dos 2 lados é uma boa candidata.
    Enfim. Focar no que ele pode resolver de imediato. As respostas pras nossas demandas de sempre serão as mesmas, mas vamos aproveitar o espaço pra conquistar pelo menos um pouco sem ter que esperar milênios. Pelo menos como prova de boa fé.

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  • André

    Campanhas de educação para motoristas e ciclistas. Apesar dos ciclistas serem o elo mais fraco dessa equação, muitos não estão respeitando as leis de trânsito também.
    Se queremos cobrar a sociedade, precisamos dar o exemplo!

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  • LUNA

    UM PAÍS SE FAZ COM EDUCAÇÃO: COPIEI PAULO SERGIO
    “Exigências junto às Empresas de Ônibus de propagandas educativas nos vidros traseiros sobre normas de respeito ao ciclista/pedestres, etc.”

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  • Vera Penteado

    Se o que já está no papel fosse cumprido e principalmente fiscalizado, já teria resultados para evitar os acidentes.

    Mas posso acrescentar:

    – Área 30 em pelo menos duas pistas das avenidas arteriais da cidade, como por exemplo os corredores Lapa-Jabaquara, Santana-Santo Amaro. As avenidas estão ganhando cada vez mais pistas para veículos automotores, que tal algumas pistas de baixa velocidade? Área 30 também em algumas vias costumeiramente utilizadas pelos ciclistas para chegar a estas vias arteriais. É preciso privilegiar os aclives importantes, onde os motoristas ficam sempre muito irritados ao encontrar um ciclista em baixa velocidade. Um exemplo é a rua onde moro, a Alameda Campinas, uma das melhores para ciclistas subirem do Itaim Bibi para a Paulista. Quando estou pedalando por ela escuto grandes, enormes palavras “elogiosas”.

    – Educação não só de crianças e adolescentes, mas dos adultos motorizados, através de campanhas efetivamente fortes. A instalação de paraciclos pela cidade, em recuos ou na beirada de calçadas, poderiam ter placas informativas sobre os cuidados que os motoristas devem ter com ciclistas e pedestres. Que estes paraciclos fossem muito lúdicos, coloridos e visíveis aos motoristas, para chamar realmente a atenção de todos. Seria uma campanha simpática, aderente. Precisamos de atitudes colaborativas, isto é que deve ser promovido em Campanha Educativa Oficial. Mesmo que a Prefeitura tenha que sujar a cidade com faixas e cartazes, usar traseiras de ônibus. São VIDAS EM JOGO. PAZ e BOM HUMOR no trânsito são fundamentais!

    Os ânimos andam muito acirrados, não é possível um clima colaborativo desse jeito. Motoristas e ciclistas não devem promover uma guerra! Também precisamos de motores para atendimentos de idosos, crianças, deficientes, doentes, transporte público, de mercadorias… Tem espaço pra todos, vale também uma campanha para educação de muitos ciclistas que não conhecem as leis que devem cumprir.

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  • Otavio

    Não esquecer de cobrar a regulamentação da lei 15649, que fala da obrigatoriedade de vagas pra bikes nos estacionamentos e prédios em geral, aprovada em dezembro de 2012, além das outras que tratam do mesmo assunto.
    http://www.radarmunicipal.com.br/legislacao/lei-15649

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  • Paulo Henrique Romeiro Simonelli

    Olá, primeira mente gostaria, que todos os lugares tenha local adequado para as bicicletas, e nos locais de trabalho ou próximo do trabalho ter um lugar reservado para aguarda as bikes, onde podemos deixar o período que trabalhamos, onde podemos confiarmos na segurança do local e com isso o transporte publico vai ganhar em relação a comodidade com o povo de um modo geral,onde pessoas de uma certa idade,gestantes,criança de colo e deficientes, possam usar o transporte publico que não é publico onde nós contribuímos, diariamente e podendo ir de Bike isso seria possível diminuir o transito onde essa cidade não tem mais condições de tanto veículo e exigir que no dia do rodizio não pode usar o carro durante o dia inteiro e passar a usar o transporte publico ou a Bike, desde já o meu muito obrigado!

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  • Paulo Sergio Sakumoto

    Creio que alguns já tenham levantado essas questões, porém, caso sejam úteis, vão aí alguns itens pra pauta da reunião:

    1) É fundamental ampliar pontos de acesso na ciclovia da marginal, para possibilitar que ela seja usada por trabalhadores comuns no percurso de casa/trabalho e vice-versa, bem como a extensão do seu horário de funcionamento com iluminação e segurança;

    2) Se já não houver projeto, que a mesma ciclovia possa ser estendida em direção à zona norte, acompanhando a marginal Tietê;

    3) Há um projeto do Governo do Estado de uma passarela ligando o Pq.Villa Lobos pra à USP. A pergunta é se essa passarela terá ligação com a Ciclovia da Marginal. Caso não, poderia a Prefeitura intervir para inserir isso no projeto do Governo?;

    4) As campanhas de informação aos motoristas estão muito tímidas: umas poucas faixas da CET e foi só. É preciso que a Administração vá para os meios de comunicação e baixe normas para que as auto-escolas insiram um capítulo especial sobre cidadania no trânsito;

    5) Exigências junto às Empresas de Ônibus de propagandas educativas nos vidros traseiros sobre normas de respeito ao ciclista/pedestres, etc.;

    6) A mesma coisa em relação aos Táxis, afinal todos eles têm concessão pública para trabalharem e precisam dar sua contrapartida à cidade;

    7) Agilidade na regulamentação da Lei que obriga estacionamento de bicicletas nos edifícios, principalmente em locais públicos, como fóruns;

    8)O custo com a montagem e desmontagem da ciclofaixa é grande. Portanto, não seria mais útil a construção definitiva de ciclovias nas principais avenidas?

    9) Não custa nada abordar, mas a maior cidade do País que vai sediar uma Olimpíada não tem um velódromo…

    Bom, de tudo o que eu enumerei creio que o mais importante e urgente é mostrar para o Prefeito que os ciclistas têm urgência por RESPEITO. Como escrevem no chão, “omissão mata” e o Poder Público tem o dever de informar, educar e punir o cidadão que não entender que o ciclista é um sujeito de direitos e deveres como qualquer outro.

    Espero ter contribuído com algo.

    Obrigado e boa sorte na reunião.

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  • marcelo penhafiel

    Gostaria de saber como será a interligação da Zona Norte que está isolada e não interligada das outras ciclovias da cidade por conta da ponte do rio Tietê.

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  • Joaquim

    Uma inspiração boa para essa conversa poderia ser os planos da prefeitura de Londres: http://www.tfl.gov.uk/roadusers/cycling/15459.aspx

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  • Paulo Jannig

    Willian,

    1) Expansão dos horários permitidos para o transporte de bicicletas em Metrôs e Trens.
    2) Incentivo para empresas que estimulam os funcionários a utilizarem a bicicleta como meio de transporte para o trabalho.
    3) Incentivo para estabelecimentos comerciais para a implantação de bicicletários.

    Boa sorte e grande abraço!

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  • Daniel Donda

    Temos uma super ciclovia nas margens do rio Pinheiros, mas falta entradas. E entradas mais seguras…. Poderia haver 1 a cada estação. Seria ótimo.

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  • Boney

    Eu me sinto totalmente representado pelos que vão.

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  • Victoria de Sá

    Considerando que a prefeitura é o poder executivo e São Paulo já possui diversas leis aprovadas com relação ao uso da bicicleta, a sugestão é quase óbvia. Não é preciso nenhum tipo de milagre, tão somente a efetivação dos planos já feitos e aprovados pelo legislativo para a cidade, quais sejam: (i) implementação do planejamento de mobilidade; (ii) efetiva fiscalização da CET das normas do Código Brasileiro de Trânsito; (iii) respeito à lei que prevê ciclovias em qualquer reforma ou construção viária; e (iv) regulamentação da lei dos bicicletários. Todas essa sugestões são possíveis de ação imediata da prefeitura, não havendo desculpa de “isso não é competência minha”

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  • José Renato bwrgo

    Creio que a coisa mais abrangente a fazer é uma campanha de Educação ( não êh campanha publicitaria ok?) para a população geral mostrando os beneficios de se pedalar ( Daude e Mobilidade) Ao mesmo tempo um fórum de discussão com todos os agentes do transito ( sindicato de condutores, associações de taxistas, auto escolas, onibus , motoboys).
    Depois apoiar projetos de ciclomobilidade com incentivos municipais. Fazer um modelo de Incubadora para estes projetos.
    Abs

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    • Tatiana

      Concordo com a criação de uma campanha de educação e conscientização. É fundamental que as pessoas saibam como pedalar de maneira segura, como dirigir próximo à ciclistas, etc. Assim como existem campanhas contra bebida+direção, assim como fizeram a campanha de segurança do pedestre, é necessário uma campanha para promover a segurança do ciclista. É um absurdo que ainda existam pessoas que jogam o carro contra o ciclista, que ficam buzinando ou pressionando para que ele pedale mais rápido e mais todos os outros absurdos que nós infelizmente presenciamos dia após dia. Isso garante uma melhor segurança para nós enquanto todos os outros projetos (NECESSARIOS) não saem do papel.

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  • Roberson Miguel

    Pessoas,

    Sou Roberson Miguel, no twitter onde mantenho mais contato com o pessoal o @biosbug

    Acho que chegou um momento muito especial na GUERRA pela mobilidade em SP, o efeito mão divina que infelizmente levou o braço do David veio nos trazer alguma força para conseguirmos mais espaço em SP.

    Não é momento de desprezar qualquer ajuda!

    Tudo que está e existe até hoje em beneficio do ciclista em SP vem da lutas de muitos e a custa da vidas de muitas pessoas.

    É preciso reconhecer a bicicleta como fator de inclusão social. E que nas periferias, onde não se tem nenhum controle das autoridades o problema se intensifica com a falta de estrutura que existe em toda a cidade.

    Precisamos construir um discurso de união com algumas classes de motoristas profissionais na cidade para conseguirmos ir mais longe.

    Isso é montar uma TROPA de peso, isso inclui, não colocar o motoqueiro como inimigo e sim como possível aliado, assim como as empresas de ônibus devem e precisam compartilhar de mais espaço, conseguiremos conquistar a simpatia do povão que sofre a falta de transporte publico.

    Estou falando em estratégia de lutas, de linha de raciocínio lógico para conseguirmos apoio e mais espaço será uma consequência das cobranças das leis já existentes.

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  • Eugenio Gregorio (@Eugenio78)

    Sugiro a criação de um um órgão como o “road safe” da Inglaterra, que aceita reclamações baseadas em vídeos de infrações de trânsito. Mesmo se não gerarem multas, geram advertências que são enviadas oficialmente ao proprietário do veículo flagrado, o que gera um sentimento de vigilância entre os motoristas que pensarão duas vezes antes de cometerem infrações contra os ciclistas, pedestres, motociclistas e outros motoristas.
    Ele serviria não só para advertir mas para promover campanhas de educação no trânsito.

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  • Mupy

    também pode perguntar pq não foi exigido como contrapartida que o shopping tucuruvi financiasse (ao menos parte) desse projeto, uma vez que atende ao interesse do shopping (trabalhadores e consumidores indo de bicicleta) e é quase certo que essa ciclovia não vai sair enquanto não entrar capital privado no meio: http://www.slideshare.net/chicomacena/plano-de-ciclovias-da-cet-jardim-brasil-tucuruvi-vila-medeiros

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  • bruna buniotto

    Do prefeito,gostaria apenas de saber quais os planos concretos e viáveis que estao sendo desenvolvidos para o uso de bicicleta como transporte no dia a dia, sem a enrolação cômica com faixas de domingo e afins.
    É nítido o crescimento de ciclistas e mais nítido ainda o quanto a cidade está sufocada por carros que não cabem mais em lugar algum.Acima de tudo, a falta de respeito no transito onde motoristas se sentem ATRAPALHADOS por bicicletas.Estamos muito a fim de nao atrapalhar ninguém,e nao sermos atrapalhados,ameaçados e xingados ,entao,quando vamos finalmente definir ciclofaixas pela cidade toda e parar de ouvir tantos absurdos diante de uma realidade que está aí pra quem quer ver?

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  • Thiago Busse

    William, sem querer parecer uma idéia de protesto, sugerir que ele experimente de uma maneira séria, ir trabalhar durante uma semana usando a bicicleta, e não somente isso, ir de transporte público e a pé também durante outra semana. Depois disso, ele não precisa fazer reunião com nenhum ciclista, ele saberá exatamente o que precisa ser feito. Adoraria comparecer a esta reunião. Abcs.

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    • Carlos Shigueru Akamatsu

      Acho que posso dar uma melhorada nesta sugestão:
      Que todos funcionário público municipal possa fazer isto. A exemplo que a Soninha fez na subprefeitura da Lapa. Claro, praticamente somente ela fez, com olhares de desdém de muitos dos seus colegas.
      Aproveitando, acho que toda repartição pública deveria ter toda ou parte da infraestrutura para a bicicleta: paraciclos, locais para eventual higienização, etc … assim a cultura de usar bicicleta estaria mais arraigada no setor público. Apesar do que muitos servidores públicos ganharem bem, há muitos que não ganham, e tem dificuldade de transportes. Acho que prefeito só precisa se lembrar disto.

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      • Gerd Jakobovitsch

        O Police Neto fez algo similar na câmara dos vereadores. Conheci na bicicletaria um assessor parlamentar que estava comprando bicicleta, e, claro, porta-bicicletas para o carro, que iria estacionar a 1 quadra da câmara no “dia sem carro”…

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      • Marici Slavec

        Ótima sugestão. Sou bibliotecária concursada e trabalho para a prefeitura. Por dois anos trabalhei num projeto de informatização de oito bibliotecas em bairros diferentes. Como moro numa região central da cidade em todas fui de bicicleta e na época descrevi como foi a experiência no blog:http://diariosdeumabiketecaria.blogspot.com.br/
        Aproveitem para lembrar o prefeito que faltam bicicletários e pelo menos paraciclos nos órgãos públicos da prefeitura.Deveria ter nas escolas, hospitais, bibliotecas, centro culturais, teatros etc….
        Ainda não consegui convencer nenhum colega bibliotecário. Atualmente trabalho perto de casa no Centro Cultural São Paulo e vou a pé.
        Estou certa que seremos muito bem representados pelo William& Equipe do Vá de Bike!

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        • Carlos Shigueru Akamatsu

          Servidores públicos seriam valorizados a longo termo com isto, além de serem melhor visto pelo público.

          Servidor público fica sentado a maior parte do tempo, empurrando papelada e carimbando. É uma vida sedentária.

          Oferecer esta opção de transporte é dar mais qualidade de vida, para eles, e para nós, pois teremos serviços melhores.

          Bicicleta é bom para os servidores, e é bom para cidadania.

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  • Joaquim

    Além das sugestões acima, vale pressionar pelo descongelamento de verbas para emendas como a da ciclovia da Eliseu de Almeida e seu R$ 1.2 milhões congelados

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  • Reinaldo

    Olá, seguem sugestões:
    1)metrô 24 hs, que se for de âmbito nacional, devemos pelo menos colocar essa vontade em pauta.
    2)imposição de velocidade máxima em pontos “críticos” da cidade, monitorados por radar.
    3)retomada de projetos que foram aprovados (em 2008) mas não saíram do papel como por ex. ciclovia na Paulista. Ciclovias permanentes 24hs e não só aos domingos. https://docs.google.com/file/d/0B1nM7_noKz2MRldrcE9EVVQwRDQ/view?pli=1
    4) Implantação da “zona 30” em locais considerados críticos e com maior índice de acidentes.
    5)MAIS E MELHORES treinamentos aos agentes da CET e/ou PMs sobre aplicação de multas no que diz respeito aos arts. 38, 58 e 170 do Código de Trânsito Brasileiro para que possam efetivamente aplicá-las em “larga escala” assim como é feito nas outras modalidades.
    6) Mais rigor e frequência na fiscalização da lei seca

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    • Gerd Jakobovitsch

      Não gostaria que embarcássemos nesta populista e mal-assessorada campanha pelo metrô 24h. Pela comodidade de poucos, muitos seriam prejudicados: significa sucatear a manutenção e impedir o teste de inovações, que funcionam nestas poucas horas que o metrô não presta serviço – e que, pelo contrário, precisam ser aperfeiçoados.
      Muito melhor focar em transporte em si – ônibus madrugueiro substituindo o metrô já atenderia a demanda muito mais reduzida – e, no nosso interesse, na melhor integração. Precisamos da volta e da ampliação dos bicicletários do metrô (não é responsabilidade da prefeitura, mas uma rede de bicicletários seguros é a meu ver um dos aspectos mais em falta em SP, e seria, sim, responsabilidade municipal), e estudar formas de transporte de bicicletas por ônibus, ao menos em itinerários e horários de maior demanda.

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  • Mupy

    acho que proibir a venda de bebidas alcoolicas em postos de gasolina faz todo o sentido.

    também acho viável permitir o embarque de bicicletas em ônibus com espaço reservado a cadeirantes – dando prioridade a eles, obviamente. e se o ônibus não estiver cheio, obviamente. isso não nos deixaria na mão quando começa a chover, ou quando uma peça quebra, ou quando você está simplesmente cansado. voltei e meia consigo pq pareço uma menina indefesa, mas gostaria que todos os ciclistas pudessem contar com esse apoio.

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  • Felipe Reis

    Acho que a freguesia do Ó e zona noroeste é muito esquecida em matéria de mobilidade. Por isso, gostaria que fossem discutidas maneiras de integração não só do meu bairro (freg. do Ó) como o resto da cidade. Precisamos de ciclorrotas, ciclofaixas e ciclovias em uma crescente na cidade.

    Espero que a esfera pública me ouça como a voz de um bairro.

    Felipe Reis

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    • Carlos Shigueru Akamatsu

      Felipe, creio é para periferia como um todo, todas as regiões de São Paulo tem esse problema, até mesmo Centro de São Paulo, o que explica a sua situação. Contudo, como moro na Zona Oeste, as coisas são um pouco melhores, como temos faculdades e universidades na região, creio que a atuação é maior por causa disto. Ciclocidade é da Zona Oeste, por isto que há este movimento forte nesta região, embora, tenha atuação também na Zona Sul, Grajaú, pelo menos que sei da única vez que participei uma das reuniões, onde há projetos para a região. Acho que tudo isto não teria acontecido se não houvesse atuação de grupos como Ciclocidade. Creio que a longo termo, o caminho é fazer ou partir de um grupo comunitário como amigos do bairro, talvez possa se utilizar de entidades como Rotary, Lions, ONGs … Só não pense que as coisas andam sem recursos, pois movimento como estes precisa de pessoas, dinheiro, e muito trabalho. E este é o resultado dos esforços desta associação que além de alocar os recursos, registra todas as ações para avaliar os resultados de suas ações. É um grupo que usa a(s) inteligência(s) a partir das informações e recursos que tem à mão. Por mais que esta associação tenha força, não dá para atuar na cidade toda, e, portanto, vai ter que priorizar os seus esforços, segundo possibilidades e importância, e para crescer atuar em ações significativas para fortalecer os seus movimentos. É uma lição de cidadania. E é neste ponto que me fez responder o seu comentário. Cidadania é uma construção que demanda tempo, recursos, que levam a maior segurança, melhor qualidade de vida. Vai além de obedecer as leis e as obrigações, e da área de atuação que uma associação se propõe. Portanto, muita coisa começam com cada um de nós. E, depois é atuar junto a alguma associação.
      Bem, desculpe se fui longo na resposta, mas acho que este é um bom caminho para desenvolver uma região, mesmo que seja apenas na sua rua.

      Como dizem os italianos: Forza !

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      • Carlos Shigueru Akamatsu

        Devo fazer uma correção nos comentários, que pareço que falo somente de Ciclocidade, mas vale também para as outras como Bike Anjo, CicloBR, além de outros, que podem estar relacionados ou não. É também uma bela mostra de como a união leva a resultados benéficos para a sociedade.

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  • Thiago

    Como dito pelo Otavio acima, é um marco na história da administração da cidade. Parabéns ao Haddad por essa abertura.

    Willian, além do plano cicloviário da década passada, se possível conversar do porque do não cumprimento da lei 10907 do vereador Walter Feldman, decreto 28.485. Fiscalizar isso já seria de grande valia para termos uma estrutura cicloviária decente.

    Para aqueles que não sabem do que estou falando, vide http://vadebike.org/2013/01/construcao-reforma-avenidas-sao-paulo-ciclovia/

    Abs

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  • Gilberto Alves Martins Junior

    Willian, acredito que todos vocês que participam da comissão, vão levar muitas idéias bacanas e buscando uma cidade melhor para todos nós ciclistas, que pedalamos não só aos finais de semana, como também durante a semana como um belissimo meio de transporte.
    A minha idéia, não é em relação a locomoção, e sim a espaço para lazer… Eu acho que a prefeitura deveria ampliar o horário de funcionamento da ciclovia da marginal, assim como é o parque do ibirapuera.
    Uma operação não muito dispendiosa, (só necessita de iluminação para que fique aberta durante a noite) e um acordo com a CPTM. Acredito que dentre todas as nossas sugestões, essa seria uma das mais simples de se concretizar.
    Obrigado por nos representar, e um abraço.

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  • tiago barufi

    1) Prover travessia segura para pedestres e ciclistas em todas as pontes;
    2) Implementar o plano cicloviário (aquele da década passada!)
    3) Reforçar o combate à direção irresponsável;
    4) Criar linhas de ônibus 24 horas por dia.

    Precisamos que o Prefeito entenda que todas essas ações, embora tenham custo político, serão necessárias para que ele seja lembrado como líder da transformação da cidade.

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  • Otavio

    Gostaria que fosse discutido o que será feito em relação ao plano cicloviário já aprovado pelas gestões anteriores. http://t.co/zv1JqPNOvd.

    Vejo essa reunião é um marco na história da administração da cidade, parabéns a todos os ciclistas e ao Haddad por abrir essa porta para negociar, algo que não tivemos nas gestões anteriores (pelo menos não lembro de ter acontecido algo parecido). Só espero que não fique apenas na conversa, porque discurso é sempre bonito, tem que fazer acontecer na prática.

    Valeu!

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