Enquete: Qual sua opinião sobre as soluções para a Ciclovia Rio Pinheiros?

O Vá de Bike quer saber o que você achou das soluções que serão adotadas para que os ciclistas possam continuar trafegando em segurança durante os dois anos de interdição da Ciclovia Rio Pinheiros, em São Paulo.

Atualizado: enquete encerrada, veja os resultados aqui!

Fique por dentro da interdição da Ciclovia Rio Pinheiros
Conheça as soluções que serão adotadas para a interdição

Apresentação disponibilizada durante a reunião, com informações adicionais

Vistoria avaliou alternativas para o trecho que será interditado

Galeria com as fotos da vistoria

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Monotrilho não prossegue sobre ciclovia enquanto não houver alternativa para os ciclistas

Frente à reação popular, Governo de SP decide adiar fechamento da Ciclovia Rio Pinheiros

Ciclovia Rio Pinheiros ficará interditada por dois anos

Mapa com acessos e horários da Ciclovia


7 comentários para Enquete: Qual sua opinião sobre as soluções para a Ciclovia Rio Pinheiros?

  • Pedro

    Na minha opinião, vai ficar inseguro pra caramba. Não teremos uma linha de trem separando a ciclovia e do outro lados não teremos nenhuma proteção. Fora que tem um monte de comunidades do outro lado, e isto é sim, fonte de problemas. Como é a Ponte Jurubatuba, atualmente.

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  • Antonio Paiva

    Eduardo, realmente desde a inauguração da Ciclovia até hoje não consigo entender como não existem acessos à todas as estações e a dedicação de um vagão onde possam entrar as bikes.

    Será que é tão difícil assim dar acesso da ciclovia às estações?

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  • Eduardo

    Por mim, embarcaria os ciclistas no trem na estação Vila Olimpia e desembarcaria na estação Granja Julieta (e vice-versa). Não gastaria com pontes e ciclovias alternativas, e atenderia que utiliza a bicicleta na ciclovia como meio de transporte.
    Acho perigoso pedalar na Marginal Pinheiros, mas para quem não quisesse embarcar com a bike no trem ainda existe a opção da Berrini que é bastante “pedalável”…

    Já escrevi antes, treino na ciclovia as terças e quintas entre 17:30 e 19:15 e nesses dias e horários é possível contar nos dedos os ciclistas na via.

    Quem vai passear ou treinar existem outros lugares para se fazer isso (Parques, USP, Ciclofaixa e estradas).

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    • Ricardo

      Concordo com vc Eduardo.

      Treino pela manhã lá e percebo poucos ciclistas. Porém, isso ocorre pelos poucos acessos a via.

      Como as coisas são invertidas no Brasil, preferem justificar de forma pejorativa do que encarar os problemas e a realidade.

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  • Luiz Mellucci

    Fico feliz que a solução adotada, que em linhas gerais sugeri em comentário de outro post, consiga atender, ainda que não idealmente, tanto aos usuários, quanto à obra, que é de extrema relevância.

    No caso de treinamento ou passeio, não há compromisso com ir de um lugar para outro e com horários, como num deslocamento para trabalho. Acredito que para estas situações, seria aceitável até se a ciclovia fosse interrompida sem alternativa para transpor a parte interditada, pois, a meu ver, tanto faz você treinar percorrendo 40km na extensão toda ou percorrer os mesmos 40km indo e voltando num trecho menor.

    Agora, para deslocamentos a solução atende bem. Talvez haja transtornos para esperar as vans e em dias de muito movimento. Temos que ver na prática.

    Acredito que segurança (em termos de roubos) é uma preocupação adicional nesta solução, visto que a margem do projeto pomar é de fácil acesso, não tem cercas (e uma linha de trem) entre a pista a ser utilizada e a vias dos automóveis. Temos que requisitar soluções quanto a isto também.

    Quanto à EMAE não permitir a passagem pela usina, acho que é, no mínimo, uma tremenda falta de compreensão com a situação. Quem passa por lá pode verificar com os próprios olhos que há uma clara passagem entre as margens do por fora do prédio da usina na qual quase não há tráfego de veículos ou pessoas, muito menos pessoas executando serviços, máquinas operando etc. Acredito que permitir a passagem por lá teria um impacto mínimo no funcionamento da usina, bastaria ser bem feitos, como alguma espécie de delimitação do caminho permitido e pessoas contratadas para orientação e fiscalização.

    A EMAE poderia ceder, visto que o ganho seria alto para os usuários da ciclovia e a perda deles seria insignificante. É claro que pode haver motivos que não enxergo. Por isso, a EMAE poderia ao menos fazer como os responsáveis da obra, explicar o que dá pra fazer e o que não dá e os porquês.

    A princípio, a solução da ponte móvel é muito pior do que a passagem pela área da usina em termos de segurança e praticidade. Eu acho que a EMAE está se escondendo atrás de uma justificativa vaga para permanecer na região de conforto, deixando qualquer responsabilidade para as outras entidades.

    Comentário bem votado! Thumb up 4 Thumb down 0

  • Quero ver como vai ser isso em dezembro, no dia da Rota Marcia Prado. Vamos ter que tomar a marginal pinheiros…

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  • Anderson

    A solução é muito boa do ponto de vista da mobilidade, mas longe de ser a ideal. Para quem treina na ciclovia a solução não resolve o problema. Pesando de uma forma mais compreensiva, seria possível realizar treinos menores no trecho ainda ativo, mas bem que o metrô poderia liberar a ciclovia completa aos Domingos, como alternativa.

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