“Memes” ironizam críticas às ciclovias

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As críticas às ciclovias por uma parcela da população têm sido recorrentes, principalmente em São Paulo. Muitas vezes são feitas com argumentação bastante rasa, ou focando em problemas pontuais que ocorrem em ciclovias no mundo todo, mas que nem por isso invalidam a política cicloviária das cidades que as implantaram.

Cansados de explicar a importância de uma política de proteção ao ciclista em discussões de internet que não levam a nada, ciclistas começaram a criar uma série de memes com fotos de ciclovias de outros países, junto a críticas que costumamos ouvir por aqui e um contraponto de elogio à estrutura estrangeira. Ao mesmo tempo em que satirizam a argumentação anticiclovia, essas brincadeiras mostram que a política cicloviária comumente elogiada em outros países é vista aqui como retrocesso, falta de planejamento e desperdício de dinheiro com “obras inúteis”.

O que você acha dessa brincadeira? Tem algum meme a acrescentar à lista? Comente!

Veja na nossa galeria as principais imagens que estão circulando nas redes sociais. Criamos também um álbum no Facebook, para facilitar o compartilhamento. 😉

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101 comentários para “Memes” ironizam críticas às ciclovias

  • João

    O problema do pensamento revolucionário petista é tentar justificar o injustificável usando do mais baixo relativismo. Não há fato no ato de elogiar algo errado no exterior, muito menos este validaria a reprodução do feito no Brasil. Lenin sentiria orgulho de tamanha falta de honestidade. E não, me chamar de tucano não lhe dá razão, ainda que isso fosse uma verdade. Mas desde quando a doutrinação subversiva se propõe a ensinar valores morais, como é o caso da verdade como princípio? Se você aceita as condições imorais da dialética revolucionária, o imoral é você.

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  • Tatiane

    O problema é o seguinte, o numero de carros nas ruas cresce desproporcionalmente ao numero de construção de novas vias. Isso é um fato! Não há como aumentar o numero de faixas de rolamento em grandes centros urbanos porque o custo de desapropriaçao é alto e litigioso, portanto, inviavel. A unica alternativa é investir pesadamente numa boa politica de mobilidade urbana e a Lei da Monilidade Urbana, de 2012, está ai para isso. Basta nossos governantes a colocarem em prática e nós, como cidadãos, precisamos cobrar para que algo seja feito. O que todos devem entender é que precisamos tornar nossas cidades numa cidade para as pesoas. Certamente isso tras algum transtorno para os usuarios assiduos de veiculos particulares mas, no fim das contas, todos somos pedestres em algum momento do dia. No Brasil, a partir dos anos 70, ouve um boom no setor industrial e desde entao medidas vem sendo tomadas para incentivar o consumo dos veiculos individuais, atrelado a isso, a insegurança e falta de investimentos no transporte publico contribuiram para a construção desse modelo. Precisamos reverter essa situação o mais rápido possivel cobrando dos nossos gestores um sistema de transporte publico intermodal e eficiente alem de segurança em nossas cidades. Infelizmente não podemos esperar ter um projeto perfeito com um planejamento perfeito para executa-lo. Nossas cidades ja estao saturadas. Em SP, milhares de pessoas morrem vitimas de acidente de transito todos os anos. Matamos mais no nosso transito do que nas guerras que vemos nos noticiarios na Tv. Isso nao é normal! Ou não deveria ser. Temos condições de mudar nosso futuro, só precisamos pressionar mais.

    Pra quem não conhece a historia das ciclovias da Holanda, segue um breve relato dessa historia de luta e conscientizaçao.

    http://youtu.be/RATz0q2uYlc

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  • Moacir

    Essas fotos apresentadas mostram gafes em outros países. E é por isso que passaremos a aprovar/aceitar as cometidas aqui?! Então, por isso, como estamos no Brasil, PASSAMOS A TER DIREITO de imitar TODOS esses exemplos ao mesmo tempo, e redobrar as façanhas, para, quem sabe, servir de exemplo a algum outro… (kkkkk)
    Não me refiro a partido, pois entra partido, sai partido, e comumente vemos semelhantes ATROCIDADE$$$.

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  • Fernando

    Críticas absurdas. Focalizar apenas em trechos problemáticos, para tentar invalidar projetos que na totalidade são ótimos. Isso mostra que não aceitam nada que o outro faça, mesmo que seja bom. Mas as críticas não funcionam, são mal elaboradas, pois acabam mostrando soluções para cruzamentos onde a obra é mais difícil, mostram ciclovias bem legais e aspectos altamente positivos, como as barreiras para proteger o ciclista de um possível carro desgovernado (até flores plantaram nelas). Parabéns pelo trabalho.

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  • cleber

    Gostaria de saber se o problema destas ciclovias, no exterior, são pontuais? Na média qual o valor de satisfação com as ciclovias no exterior? Qual o percentual de erros nos projetos de cicloviários no exterior comparados aos nacionais?

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  • Tiago

    Nada contra as ciclovias, o que acontece é que mais da metade delas se encontram em ruas “mortas”, tipo ruas sem movimento de carros ou ciclistas ciclovias que não atendem à quem vai trabalhar ou estudar. São vias que não tem sentido mas que servem para dizer que foi feito 300 e lá vai km de ciclovias nas campanhas. Se essas ciclovias tivessem utilidade como as da Paulista e dos principais corredores certamente todos iriam apoiar incondicionalmente o prefeito.

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  • Juliana

    Demais as imagens, bem isso mesmo!
    Acho as ciclovias ótimas, mil vezes melhor um ciclista em uma ciclovia segura e sinalizada do que na avenida no meio dos carros, porque além de atrapalhar o trânsito é muito arriscado para o próprio ciclista.

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  • marcelo

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  • marcos

    pra gente ver que ideia idiota e gente incompetente tem no mundo todo kkkkkkkk

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  • Leda

    ETA Povinho cego,mudo, e orelha seca. Essa é a nova consepção para desafogar o transito e dar mais , de vida, não deixa de ser uma forma exercitar seu corpo!

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  • Georgios

    O maior problema é que o brasileiro é bipolar. Às vezes acha que a ciclovia é a prova de que rumamos para o primeiro mundo. Outras vezes acha que é pura perda de tempo e desperdício de dinheiro público. Mas a verdade está em algum lugar entre esses dois extremos. Muitas ciclovias são realmente um estorvo. São Paulo não é uma cidade amigável ao cidadão pedalante. É cheia de subidas e descidas. Tente pedalar subindo em direção à Avenida Paulista. Certamente vai deixar os bofes pelo meio do caminho. Por outro lado, existem locais planos que acomodam perfeitamente uma ciclovia. Até hoje não vi ninguém criticar a ciclovia da Marginal Pinheiros. Temos que deixar de lado o fanatismo partidário e começar a dar nomes aos bois: ESTA ciclovia não serve. AQUELA ciclovia é boa. ALI pode ser feita uma boa ciclovia.

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    • CiceroS

      “Mas a verdade está em algum lugar entre esses dois extremos.” Então vamos lá, vamos tentar encontrar esse “entre extremos”, Georgios, começando pelo seu próprio comentário.

      “Muitas ciclovias são realmente um estorvo.”

      Estorvo pra quem? Não para os ciclistas, certamente. Então sobram? Os não ciclistas, certamente para uma boa parte destes sim, muitas, senão todas, são realmente um estorvo. Bom, aqui então a verdade do tal lugar não foi encontrada.

      “São Paulo não é uma cidade amigável ao cidadão pedalante. É cheia de subidas e descidas. Tente pedalar subindo em direção à Avenida Paulista.”

      Desmontar e subir à pé levando a bicicleta talvez lhe pareça uma atitude muito radical, assim como a promoção do uso de e-bikes (pedal assistido). E outro aspecto muito do radical talvez seja o Metrô ser apenas amigável com o ciclista em horários de, digamos, lazer, ou seja, sendo pouco ou nada amigável com a bicicleta como transporte (leia-se, intermodalidade). E aqui também nada daquele lugar entre os dois extremos. (Ah, você entendeu, né? Paulista, Metrô…)

      “Até hoje não vi ninguém criticar a ciclovia da Marginal Pinheiros.”

      Bom, agora eu que terei que lançar palavras que você considerará algo extremas, pois… Pois vê-se que você não conhece muito bem o babado, né, Georgios? Me parece que você não é um usuário dessa ciclovia, e muito provável nem acompanhe os posts aqui a respeito e os comentários daqueles que a utilizam ou gostariam de utilizá-la mais e mais como parte do deslocamento diário deles. Por exemplo: os acessos a ela ainda são insuficientes, ela funciona apenas no horário “diurno”, há notórios problemas de segurança, ela não é “pública”, portanto o Código Brasileiro de Trânsito não vale nada lá, e…

      E é melhor eu parar por aqui. Que eu não quero passar a impressão de ser um partidário fanático, né?

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    • Renato

      Falácia.

      Os 200 km de ciclovias de São Francisco na California, conhecida por suas enormes ladeiras mandam lembranças

      “…Uma, das muitas criticas que as novas ciclovias de São Paulo recebem é a respeito do acidentado relevo presente na capital paulista. O argumento até tem sua legitimidade, uma vez que não é fácil vencer por exemplo, a recém inaugurada ciclovia no eixo das Ruas Coronel Lisboa e 1º de Janeiro, nas proximidades do Shopping Santa Cruz, ou na Rua Alves Ribeiro no bairro do Cambuci.

      Cabe lembrar que o plano da prefeitura de São Paulo é priorizar os trajetos mais planos. No entanto, nem em todos locais é possível a instalação nestes relevos visto a complexidade da metrópole.

      Porém, é um equivoco dizer que a maior cidade brasileira não tem potencial de aumentar o número de deslocamentos por meio da bicicleta por conta das muitas ladeiras, visto outros exemplos lá fora, como o caso da cidade de São Francisco, que também é repleta de subidas.

      A partir de 2008, a cidade norte americana construiu 200 quilômetros de ciclovias, e segundo relatório da Agência Municipal de Transportes da cidade, até 2020, 20% dos deslocamentos serão feitos pelas bikes. Segundo o mesmo relatório, no período entre 2006 e 2012, aumentou em 71% o número de ciclistas.

      A prova de que a medida foi bem aceita é que São Francisco foi eleita pela revista americana Bicycling a 6º melhor cidade para a prática do mundo…”

      http://www.portoalegredebike.com.br/post/111464278746/sao-francisco-uma-cidade-de-ladeiras-e-ciclovias

      São Paulo não foi feita para pedalar?

      http://www.portoalegredebike.com.br/post/111464278746/sao-francisco-uma-cidade-de-ladeiras-e-ciclovias

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    • Flávia

      Voltei a pedalar há pouco tempo e definitivamente meu corpo ainda não está treinado. Mas olha, subi a Rebouças e a Consolação numa boa. É só encarar que vai.

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    • Fernando Canto

      Muitas calçadas são realmente um estorvo. São Paulo não é uma cidade amigável ao cidadão caminhante. É cheia de subidas e descidas. Tente caminhar subindo em direção à Avenida Paulista. Certamente vai deixar os bofes pelo meio do caminho.

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  • Ciclistas usam memes para criticar as ciclovias de São Paulo |

    […] vira elogio quando se descobre que a ciclovia em questão fica nos EUA ou na Europa. Segundo o Vá de Bike, a iniciativa ajuda a mostrar que “problemas pontuais acontecem em ciclovias no mundo todo, mas […]

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  • Ciclistas usam memes para ironizar as críticas às ciclovias de Sao Paulo – veja isso - Blue Bus

    […] vira elogio quando se descobre que a ciclovia em questao fica nos EUA ou na Europa. 😉 Segundo o Vá de Bike, a iniciativa ajuda a mostrar que “problemas pontuais acontecem em ciclovias no mundo todo, mas […]

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  • Vanessa

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    • Renato

      Uma pequena parcela que representa centenas de milhares de pessoas (mais ou menos 400.000 por dia)…

      Qual seria um investimento para beneficiar a maioria pela prefeitura tirando o metrô (que é de responsabilidade do estado e que o mesmo já vem tocando várias linhas em obras ao mesmo tempo) e o ônibus que a prefeitura também vem priorizando?

      Já parou para pensar se fosse proibido andar de bicicleta e todos os 400 mil tivessem que ir para os carros ou para o saturado metrô?

      Mesmo cidades com malhas metroviárias enormes como NY, Paris, Londres e outras, construiram suas malhas cicloviarias, o que mostra que os investimentos somados trazem resultados do que só investir em um ou só em outro, como foi feito nas ultimas 3 decadas, onde o carro foi a prioridade máxima e deu no que deu.

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      • Vanessa

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        • Vanessa

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          • Renato

            Bogotá (que nem tem metrô), seguiu esses passos e investiu em BRT´s e implantou 400 km de ciclovias.

            Recomendo assistir esse vídeo e ler o artigo logo abaixo:

            https://www.youtube.com/watch?v=XbwzuuBdCmc

            http://sustentabilidade.estadao.com.br/blogs/vias-alterlatinas/uma-conversa-sobre-mobilidade-com-enrique-penalosa-ex-prefeito-de-bogota/

            1 ciclista = um carro a menos.

            Segundo pesquisa de mobilidade do metrô, 30% das viagens hoje são de até 10 km.

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          • Carlos Bueno

            Vanessa seus cálculos estão errados, isso é normal quando parte de alguém que esta com a visão limitada e se diz anti a algo que se quer tratar.
            Se os dados forem da população total do município que é de quase 12 milhões ai sim fica em 3,3% mais ou menos, mas temos alguns milhões de idosos e crianças que não sao responsáveis pela mobilidade então é um pouco estranho utilizar essa métrica e partindo desse principio temos 16,5% da população andando de carro para ir ao trabalho, então vamos lá:
            Dos 2 milhões de pessoas que utilizam o carro 400 mil representa 20% disso mas ocupa 20 x menos espaço e não polui, vocês mesmos carrolatra dizem que não vem movimento de bikes BRAVO!!! chegaram a conclusão que 20% de pessoas em relação ao carro não geram transito, não são nem perceptíveis 🙂 .
            Indo alem se observar o Domingo quando as ciclofaixas são ativadas o numero de ciclistas chega a quase o 50% mais do que os Carros, se parar a qualquer instante entre a Bandeirantes e a Funchal no domingo pode contar quantos carros estão parados no semáforo, geralmente entre 8 a 16 carros e geram em torno de 1 quarteirão de transito, se contas as bikes verá que terá em torno de 10 a 20 e ocupara o espaço de 2 carros. UAL!!!
            Se observar todos os parques da cidade após as ciclovias e ciclofaixas verá que:
            1 – VILA LOBOS (tomado de bikes e cheio)
            2 – Parque do povo (era tomado as traças, agora lotado de bikes e muiiiitas com cadeirinhas de criança e os pais brincando nos brinquedos)
            3 – Parque Ibirapuera (lotado de bikes e super lotado)
            vou parar por aqui, veja que há 2 ou 3 anos atras esses parques não tinham nem 50% do movimento que possuem hoje, isso se dá pq uma pessoa que mora lá no grajaú e não tinha 7 reais para ir e voltar, alem de aguardar por horas um transporte publico, agora pode ir de graça e sem esperar, alem de praticar um exercício, fazer bem a saúde e ao meio ambiente e principalmente possibilitar a integração entre as culturas da periferia e regioes mais nobres quando se encontrar e interagem em um parque.

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        • Renato

          E dai? São 400.000 vidas que se arriscam diariamente nas ruas por não aguentarem mais a superlotação do transporte publico (e tarifa cara) ou o transito infernal. Só porque representam a minoria, são vidas que merecem ser preservadas.

          Essas vidas não tem menos valor do que a maioria que sofre no transito ou no transporte publico, mas estão em segurança.

          Vamos colocar esses 400.000 no saturado metrô ou em 400.000 novos carros nas ruas para ver qualquer um dos cenários ficarem ainda piores, vide qdo há greve do metrô ou do sistema de ônibus.

          Esses 400.000 que se deslocam diariamente são verdadeiros heróis justamente porque não estão poluindo o ar e só por isso, merecem ter suas vidas preservadas com as ciclovias.

          A cidade deve a esses cidadãos a malha cicloviária a mais de 3 decadas. Os investimentos em ciclovia não inviabilizam e nem impedeos investimentos em novos corredores de ônibus em simultâneo, o que vem sendo feito pela prefeitura.

          Qto ao metrô, esse é de responsabilidade do ESTADO.

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      • Carlos

        Como dizem por aí “Combinado não sai caro.” Como nós somos entendidos no assunto não combinamos os nossos recursos e achamos a solução definitiva dos nossos problemas. Vamos implementar as ciclofaixas e viramos heróis. Como dizia Nelson Rodrigues: “Toda unanimidade é uma burrice.” Estamos pagando pela nossa burrice, em apostar somente transportes públicos e ciclofaixas. Há um mundo de meio de transportes, e uma a que temos naturalmente os nossos pés.
        É “Pelo menos fez algo” ( http://escoladebicicleta.blogspot.com.br/2009/07/pelo-menos-fez-algo.html ), é a briga central aqui. Os ciclistas estão reagindo, uns apontando problemas, outros defendendo. Acabaram-se os dias de cão, senhores.

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    • Fabio

      Pode utilizar em partes do trajeto…
      Pode utilizar em apenas alguns dias…
      A alternativa está aí para ser usada, agora cabe a cada um avaliar se é interessante usar parcialmente, usar sempre, ou não usar. Depende das condições de cada um, da vontade de cada um e etc.
      O importante é que uma opção de mobilidade que não existia, agora existe.

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    • ALEKSANDRO

      7km não dá nem 25min, o fato do pais ser tropical não impede de vc sentir frio das 6:00hs até as 8:00hs, ou das 17:00hs até as 19:00hs no outono, primavera, inverno e com isso nem suar. Confesso que até eu tenho medo de levar meu HP com tela de 17″ no ônibus, carro, bike, moto, etc. Quanto as ruas íngremes, com o tempo você consegue transpor usando as marchas leves. Na alemanha tem as mulheres andam as 22:00hs de bike nos parques sozinhas, o brasil precisa perder o estigma de pais violento e proporcionar essa segurança para todos, sem que nós botemos a culpa nos governos ou nas pessoas, mas sim, por nossa própria determinação, pois foi o que as mulheres de lá fizeram depois da 2°guerra, assumindo as famílias sozinhas e trabalhando……

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      • Renato

        Tem muita gente com mentalidade terceiro mundista e enquanto mantivermos essa mentalidade, jamais seremos um país desenvolvido.

        Ou a maioria acha que os paises hoje desenvolvidos chegaram ao patamar que estão hoje de graça?

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    • Y.Fernandes

      Vanessa, achei muito engraçado seu comentário, mas você esta errada. Não posso responder por Sp, mas posso dizer pelo RJ que quase não tem ciclovias, tirando na zona sul, mas o resto do rio é esquecido. Nós que resolvemos fazer nosso trajeto diário de bike, temos que brigar por um espaço no transito todos os dias, brigar por nosso direito de trafegar na pista com motoristas mal educados, sem conhecimento do CTB ou qualquer compaixão pelo próximo, afinal, já perdi a conta de quantas vezes fui cortado por motoristas nas ruas e quantas vezes tive que esfregar o artigo 38 do CTB na cara deles. Eu penso o seguinte, andar nas ruas é extremamente perigoso, os motoristas esquecem o quanto uma bicicleta é frágil e por isso outras pessoas tem medo de tirar suas magrelas e irem para seus trabalhos e em consequência temos ônibus lotados, metrôs lotados, trens lotados, tudo lotado. Se o governo carioca fizesse igual o de SP e investissem nas ciclovias, uma boa parcela da população teria uma opção melhor e saudável no seu roteiro diário, por isso, esse investimento nunca foi e nunca será um dinheiro desperdiçado, acho que você deveria rever os conceitos e dar um pouco mais de valor para um governo que ainda pensa em uma “pequena” parcela da população.

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  • Rick

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    • Fabio

      A ideia é mostrar que os erros tanto lá quanto aqui são pontuais e normais.
      Não está tão difícil assim de entender.

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    • ALEKSANDRO

      As pessoas que criaram os memes querem mostrar frases que remetem os pensamentos de pessoas que falam mal da ciclovia só porque é em são paulo, e que quando descobrem que não é, desconversam ou elogiam… Era difícil perceber Rick???

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  • Newton

    Claro que ciclovias são importantes, mas obras mal feitas que custam uma fortuna são ofensas ao bolso de todos nós. A questão não é a ciclovia em si, a questão é a baixa qualidade da obra, da mesma maneira as calçadas, o pavimento asfáltico também são ridículos.
    Agora, se o pessoal se conforma com porcaria feita nas coxas, tudo bem…por esse e outros motivos o Brasil é o país ideal para malandros, desonestos e picaretas em geral, esses tipos de pessoas encontram aqui terreno fértil para suas trambicagens.

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  • Junior

    Está claro que não é apenas cultural a posição (contrária) da maioria da população (ou motoristas, rss). Em uma sociedade com nosso modelo econômico que “incentiva” o egoísmo e o “ser melhor” em todas as áreas ao invés do pensamento coletivo de compartilhar, se inter-relacionar em um local que nada mais é que um organismo vivo que depende da ação ou não de todos, e uma extensão de cada um. Falta respeito ao próximo, ao outro cidadão. O bom e velho “o meu começa onde termina o seu…”. Infelizmente se um grande meio de comunicação não disser que determinada atitude é “linda”, sensacional, não há muito efeito. É um trabalho de formiguinha de todos aqueles que entendem, enxergam os direitos do ciclista (cidadão). Reclamar apenas dos órgãos oficiais me parece bastante contraditório sendo que os que nos governam são nossa responsabilidade. Reeducação!!!

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  • Alan

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  • Guilherme

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  • Antonio

    Cursos de motorista mais eficientes e leis severas de trânsito, nós ciclistas não precisaríamos de ciclovias.

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  • Meme inverso também funciona – quando a ciclovia é no Brasil, o elogio vira crítica - Blue Bus

    […] outros países para ironizar as críticas às ciclovias brasileiras, essa imagem compartilhada no Vá de Bike mostra que o pensamento inverso também funciona – se a ciclovia é elogiada porque […]

    Thumb up 2 Thumb down 1

  • Anônimo

    […] […]

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  • Carlos

    O que demonstra o post e tudo isso é apenas uma coisa: As pessoas tem reclamado dando opinião como se fossem experts em engenharia de trafego, utilizando-se apenas do senso comum. Acontece, que a ciencia estuda o melhor resultado para algo e nem sempre o que parece ser certo é certo, quando se utiliza apenas dos sentidos para isso, como por exemplo por a mão em um balde de agua quente e depois em um gelado, veja a sensação que vc vai sentir e depois posta aqui! rs
    Quase 100% das criticas as ciclovias são absurdas, pois muitos estudos já foram feitos e comprovaram que aquele modelo que um IDIOTA esta questionando é o melhor e o que ele julga ser melhor é falho, mas o bla bla bla sempre continua aqui em São Paulo, que pra mim é a cidade que todo mundo adora palpitar sem antes ter o dominio do que esta falando.
    Ainda o pior é dizer que a ciclovia tem buracos, mas é obvio que tem, pois ela esta na rua e sofre milhos de influencia como: SABESP, ELETROPAULO, NET, Caminhoes, Construções, etc,etc, etc… em nenhum lugar no mundo que andei ,incluindo as ciclovias TAPETE, firaram ilesas dos buracos, mas lá eles tem bom senso que o problema do burado é pontual e se resolve tapando e nao parando de construir ciclovias.

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    • Carlos

      Bom vamos encarar pelo lado do Arturo Alcorta: “Pelo menos fez algo ?” (http://escoladebicicleta.blogspot.com.br/2009/07/pelo-menos-fez-algo.html), com diferença que agora as pessoas estão reagindo às obras e planejamentos mal-feitos.

      Principalmente quando se fala em críticas. Crítica é bom, até os mais infundados e absurdos, traz informações interessantes sobre a aceitação e até mesmo sobre falhas do modelo discutido, que o pessoal acha que uma unanimidade de perfeição.
      Além do mais estamos falando de modelos, e, modelos falham. “Ausência de evidências não é evidência de ausência.” O que faz um modelo falhar é justamente a de não atender a problemas pontuais. Não olhar para os problemas pontuais, sendo assim uma miopia, é o maior erro que se faz ao tentar resolver estes problemas globais, como mobilidade. Além disto estamos forçando uma solução para o problema global muito de forma rápida, atendendo a poucas pessoas, e, geralmente não os principais alvos da melhoria: a população. Temos pressa, sim, mas não forçando a situação. Porque estamos tapando problemas importantes que devem ser resolvidos para termos uma solução sustentável que é o principal interesse em se implementar mobilidade por bicicleta.

      Aí devemos nos perguntar porque na cidade de São Paulo, as soluções nunca são satisfatórias ou duradouras ?

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  • Alan Cortes

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  • Newton

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    • Renato

      Esse post só foi criado justamente por conta das criticas sem fundamento da maioria das pessoas que nem são usuárias das ciclovias, nem vão usar e geralmente são apenas carrocratas com dor de cotovelo, porque perdeu vaga de estacionamento ou tem a mentalidade de que bike é só para lazer.

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  • Vivi

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    • Renato

      E ai, deixa eu ver se entendi bem. Então, partindo de sua premissa, primeiro tem que terminar todas as obras viárias (para carros, obviamente) para só então construir ciclovias?

      O que as ciclovias tem a ver com as obras viarias que estão paradas? (e que são outros projetos)?

      As obras de pelo menos 2 linhas de metrô (que são do Estado) também se encontram paradas ou em ritmo de tartaruga.

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      • Vivi

        Renato. O meu comentário foi totalmente referente às ciclovias. Algumas obras da CICLOVIA estão abandonadas. Isso acontece numa das principais vias de SP, não confunda alhos com bugalhos!

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        • Renato

          Em quais locais as obras das ciclovias estão paradas? Se for do Eixo Faria Lima, extensão, pergunte para o TCM que mandou paralisar as obras….

          Se expresse melhor, pois não foi clara em sua questão e é por isso que seu comentário foi bem negativado, ficando oculto inclusive. Sinal de que aqueles que negativaram seu post é pq entenderam da mesma forma que eu.

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  • Andre

    Nao vejo nenhum problema em usar a palavra bike, que vem do inglês. Os idiomas são ativos e dinâmicos. Na língua inglesa há diversas palavras de origem francesa, por isso eles também têm complexo de vira-lata?

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  • José Abrantes

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  • Luís Henrique

    A questão não é ciclovia, nem bicicleta.

    A questão é a civilização.

    A zelite brasileira acha a civilização o máximo – quando é na Europa.

    Quando é aqui, atrapalha. Cadê minha empregada doméstica? Por que tem tanta gente no aeroporto? Cadê meus privilégios? Maldita civilização.

    Começou com aquela cagada da Lei Áurea, libertaram todos os escravos, sem preparar nada, sem educação, à moda miguelão. Na Europa sim, a escravidão foi abolida direito, mas aqui não deveria ter sido abolida enquanto a gente não fosse igual à Europa.

    Mas tudo bem. O pessoal acha que monóxido de carbono é o que há, fazer o quê? Talvez começar a produzir, engarrafar (sem trocadilho, tá) e vender; pelo visto tem mercado pra isso.

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  • Guillermo

    A diferença é que nesses paises há pessoas educadas a respeitar o próximo, seja ele quem for ou em qualquer veiculo que esteja transitando.

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  • Maurício

    Discurso do século passado!

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  • Paulo

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  • Danilo

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    • Maurício

      Discurso do século passado!

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    • ALEKSANDRO

      Gente chata também existe em qualquer lugar, pista lisa todos querem, pegar na britadeira e depois recapear ninguém se disponibiliza ou se envolve….agora pra dizer que é ruim, tem bastante gente. …

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      • Carlos

        Enquanto houver pessoas haverá críticas e gente chata, em ambos os lados. Assim como o a comprometer e se envolver.

        Nesta situação de ciclofaixas ( o que na realidade é, as ciclovias de fato estão muito bem, obrigado ), acho que há muita gente envolvida mas em lugar errado: No fundo deveria haver mais pessoas envolvidas com a organização do espaço público e da sua moderação. Há muitas partes do espaço público que não tem a devida atenção: praças que não estão cadastradas no sistema da prefeitura, estabelecimentos comerciais que deveriam estar em locais apropriados com com organização do seu estacionamento, barrancos que não tem atenção várias décadas, calçadas sem o cuidado apropriado, vias sem iluminação … Essas outras partes influenciam onde as ciclovias e ciclofaixas deveriam e poderiam ser implementadas … Eis o principal problema com as ciclofaixas, que o pessoal confunde com as ciclovias, que tem mais impactos positivos que negativos. Há vários posts aqui no Va De Bike que demonstra isto que uma implantação de uma ciclovia tem muitos mais efeitos positivos que a ciclofaixa, que são as mais implementadas na calada da noite ( pelo menos no meu bairro fois assim: à noite e na madrugada ) e que as pessoas confundem com ciclovia, prejudicando pedidos por mais ciclovias, mas não por ciclofaixas.

        É bom entender que ciclovias exigem planejamento e mais dinheiro e que chama atenção na câmara e no tribunal de contas pelo vulto do dinheiro, enquanto que ciclofaixas podem ser feitas na surdina, sem planejamento e aval por que envolve um custo menor que pode passar incólume pelo escrutínio dos controles. Dada a pouca transparência das subprefeituras e prefeitura acho que isto é o que pode ter ocorrido. Dou como exemplo de um projeto de iluminação de uma praça que nem estava cadastrada nos bancos de dados da prefeitura, então daonde vem o dinheiro para o projeto de iluminação ? Tem um orçamento comparável a uma ciclofaixa, menor mas comparável. Há várias situações em que esse remanejamento de recursos prejudica as implementações em vários pontos da cidade.

        Compreender estas coisas as pessoas não querem não ? Problemas pontuais ? Muitas vezes problemas pontuais indicam problemas globais. Fazer essa dicotomia de problemas pontuais de globais é um erro, e até uma hipocrisia, pois enquanto se festeja sucessos pontuais, ignora-se problemas pontuais. Os problemas globais são feitos de problemas pontuais, soluções globais são feitos de soluções pontuais. Solucionais problemas globais sem solucionar problemas tornam as soluções globais insustentáveis. Implantar ciclofaixas ao invés de ciclovias soluciona globalmente o problema de mobilidade, no primeiro instante, uma solução de cima para baixo, uma imposição, uma opressão. Contudo, com o tempo mostra-se problemático, pois os “pequenos problemas pontuais”, tornam-se o principal problema. E é examtamente isto que estamos passando: quando uma solução global oprimem os problemas pontuais.

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      • Carlos

        O Arturo Alcorta já mostrou essa situação: “Pelo menos fez algo ?” (http://escoladebicicleta.blogspot.com.br/2009/07/pelo-menos-fez-algo.html), com diferença que agora as pessoas estão reagindo às obras e planejamentos mal-feitos.

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  • Sandro André de Oliveira

    Pois é , mas lá se um motorista atropela um ciclista , tá ferrado, aqui o que torna essas ciclovias quando mal projetadas ou não um perigo é também a impunidade de quem vai te atropelar ,já vivários motoboys utilizando ciclovia e metendo o pé, moro em Porto Alegre e aqui é raro algum carro andar dentro do limite das ruas e avenidas. Mesmo os ônibus nos corredores que tem a velocidade máxima permitida de 40km/h já vi motorista ir a 90km/h. Mal planejamento de trânsito , falta de investimento , a cidade cresce mas as vias continuam as mesmas em décadas, a prefeitura nao libera pras empresas autorização pra por mais veiculos nas ruas , resultado é entinerários apertados que obrigam o motorista a enfiar o pé no acelerador e cagar pra velocidade limite , veiculos lotados e pesados alem da capacidade diminuindo a contenção de avanço no caso de uma freada necessária. E impunidade , mata alguém atropelado = pontos na carteira e serviço social obrigatório por 6 meses. Atropela um ciclista nos EUA dependedo do estado pode pegar 20 anos de cadeia e se houver óbito pode tomar até uma perpétua.

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  • claudio

    Agora só falta baixar o imposto das bikes

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  • Jussara Lourenco

    Tenho fotos de Marseille na França e Vancouver no Canadá.
    Como faço para enviar?

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  • shingo yabuki

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  • Peters

    Falta alguma coisa para “ciclovias estão sempre vazias” ou “ninguém usa mesmo”.

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  • Monica

    Querid@s,
    O constante aumento do uso das ciclovias, das discussões, da visibilidade do tema etc. me ajudaram a decidir por comprar uma bicicleta. Vou buscá-la amanhã e torço muito para que o acesso seja cada vez mais desejado e possível pelos cidadãos.
    Valeu, Vá de Bike e colegas! Estou em engajando ainda mais a esta luta!

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  • Eduardo

    A cagada de lá não justifica uma cagada daqui.
    Sou a favor de mais ciclovias bem feitas no mundo todo! <3

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    • Fabio

      Se as daqui são cagadas, e as de lá são cagadas, devo concluir que toda ciclovia é uma imensa cagada?

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      • Rogério

        Não força Fábio, Toda Cagada é Cagada, ciclovia é outra coisa, se for bem feita e bem planejada, com custo compatível, merece aplauso!
        Ciclovia esburacada, mal pintada, mal sinalizada, com obstáculos, etc. São Cagadas, não importa onde foram feitas!

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        • Fabio

          Então, por favor me mostre onde existem as tais “ciclovias bem planejadas”? O que vejo aqui em São Paulo é a mesma coisa que vi lá fora, vias feitas dentro do possível e que atendem ao seu propósito.
          Mas agora pra manter o senso comum e a implicância com as nossas terão que chamar as do resto do mundo de cagadas, ou se calar.

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    • Fabricio Souza

      As fotos são para mostrar para muitos que acham que as cagadas das ciclovias feitas aqui é só aqui e lá fora é tudo lindo, perfeito e maravilhoso…puro complexo de vira-lata!

      Porém, como uma imagem vale mais do que mil palavras . . .

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    • Renato

      As fotos são para mostrar para muitos que acham que as cagadas das ciclovias feitas aqui é só aqui e lá fora é tudo lindo, perfeito e maravilhoso…puro complexo de vira-lata!

      Porém, não é o que as fotos mostram, embora acredite que seja também poucos trechos ruins, com a maioria muito boa.

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    • ALEKSANDRO

      MA CHE BELLO esse Eduardo…

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    • Eduardo

      Guardem as pedras!! 🙂
      Sou biker e muito a favor de ciclovias!!
      Só acho que mostrar que tem ciclovias merdas no mundo todo não justifique que a gente possa ter ciclovias merdas aqui tbm. Vamos lutar por ciclovias de qualidade.
      Até gostei do “Floreira separando pra separar ciclovias”. Essa sim tem uma critica construtiva, que as pessoas batem palma lá fora e aqui metem o pau.
      Mas essas com ciclofaixas mal pintadas ou esburacadas, duvido que sejam elogiadas até lá fora.
      Enfim.. meme interessante, mas com alguns bem mal executados.

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  • Rodrigo Pontes

    É justamente o que o amigo ali disse o vira latismo latente de uma maioria da população e um anti-petismo inflado pela mídia! da de resultado ações como a do MP-sp e o ódio contra os ciclistas! fazer o que pedalar e lutar pelos direitos que já estão previstos na lei!

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  • isis

    Quem está fazendo esses memes incríveis? Tenho fotos pra ajudar, principalmente de Bogotá!

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  • Ahmed

    Morei em Paris e la tbm, quando implantaram (muito tempo atras) as ciclofaixas ou ciclovias, tiveram tbm protestos contra.
    Hoje tem como andar em toda cidade bike! Hoje faixa de onibus é compartilhada com as bikes (se não tiver uma faixa dedicado aos ciclista claro)

    Provas em imagens:
    https://cecilegladel.files.wordpress.com/2008/01/salondesartistesrc3a9cupc3a9rateursdc3a9c2007728.jpg
    https://cecilegladel.files.wordpress.com/2008/01/salondesartistesrc3a9cupc3a9rateursdc3a9c2007560.jpg

    Meu trabalho ficava numa cidade proxima de Paris, chama Velizy. Cerca de 22km do meu bairro, e tinha colegas visinhos que iam todos os dias para o trabalho de bike!

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  • Rodrigues

    Sou ciclista e obviamente totalmente a favor de ciclovias, mas nivelar por baixo não é o melhor caminho.
    Deveríamos nos espalhar no que é bom e não no que é ruim.

    A maior parte das ciclovias foram muito bem feitas, bem sinalizadas e localizadas, mas temos que aceitar a existência trechos que são péssimos e deveriam ser feitos de outro modo ou em outra via. Nossa postura deveria ser a de defender o bom e buscar a melhoria, e não a de aceitar, justificar ou defender o ruim.
    E também não podemos fechar o olho a seu custo exorbitante.

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    • Renato

      Não vejo isso como “nivelar para baixo”, mas sim dar uma resposta mais dura e direta contra aqueles que adoram metralhar as ciclovias como se os quase 300km de ciclovias (segundo o mapa atual da CET) fosse toda assim, qdo isso não é verdade.

      Como você mesmo disse, os trechos ruins são bem poucos e não representam a maioria dos trajetos. Já tendo circulado em mais de 240 do total, também posso dizer: A maior parte é boa e bem sinalizada.

      Já que não dá para discutir com gente que leva para o lado politico, melhor mesmo é mostrar as fotos, pois a maioria tem complexo de inferioridade e precisa ter um banho de realidade.

      Uma imagem vale mais do que mil palavras.

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    • ALEKSANDRO

      Também não vejo como “nivelar para baixo” e sim como um “olho por olho, dente por dente”, pq tem pessoas que buzinam tanto no pé do ouvido com desagrados e a nós chega uma hora que não se consegue mais ficar calado ouvindo sandices…

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    • SavianoMarcio

      Com relação ao “custo exorbitante” das ciclovias, leia esse artigo aqui do próprio site: http://vadebike.org/2015/02/custo-ciclovias-650-mil-veja-sao-paulo/ e o que é realmente exorbitante.

      Abraços.

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  • Renato

    Rapaz, vou me deliciar espalhando essas imagens por ai…contra o complexo de vira-lata de carrocratas chorões…

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  • Leandro

    Muito bom, parabéns aos criadores.
    Esse anti petismo não pode frear as pautas progressistas que tanto faltam para a cidade, e ainda tem a síndrome de vira latas do povo.

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  • Netto

    A frase “Uma imagem vale mais do que mil palavras” perdeu o sentido depois que surgiu o povo do mimimi kkkkkkkkkkkkkk! Muito boa a iniciativa. Quando é aqui, não funciona; quanto é lá fora, é inovador!

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