Arte e contestação

Alguns grafiteiros usam sua arte para gerar reflexão sobre nossa sociedade. Veja alguns exemplos relacionados a bicicleta e mobilidade.

Imagem: Banksy/Divulgação
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Alguns grafiteiros usam sua arte para gerar reflexão sobre o nosso modo de vida e sobre a sociedade em que vivemos. O mais célebre talvez seja Banksy. Provavelmente você já viu alguma coisa dele através da imprensa, como a imagem ao lado, uma das mais conhecidas. Também não podemos nos esquecer da incrível Mona Caron.

Mas em São Paulo também temos nossos contestadores – e são muitos. Vamos ficar em apenas três exemplos.

Mundano

Todo mundo já deve ter visto por aí a arte do Mundano, mesmo sem saber quem é o cara. Veja abaixo algumas das obras dele pela cidade (muitas já apagadas pela Prefeitura) e veja um pouco da visão que ele tem sobre carros, congestionamento e sustentabilidade.

arte e contestacao - mundano




Minhas pinturas são como as flores, pois nascem bem fortes e coloridas e em pouco tempo secam e ficam cinza
Mundano, em desabafo sobre a Lei Cidade Limpa, que apaga também os graffitis da cidade

Cabelo

Outro que também produz arte com crítica social e temas ambientais é o Cabelo, do Bicicleta Girassol:

Siqueira

Temos também o Marcelo Siqueira, que também utiliza o pseudônimo “Vá de Bike” (embora sem relação com este site além de nossa amizade):


Viu um grafite sobre bike ou mobilidade por aí? Mande a foto, com data, local e se possível o autor, e acrescentaremos à página.

4 comentários em “Arte e contestação

  1. Av. Brigadeiro Faria Lima, altura do 3900, tem um grafite muito legal. O grafite é uma fila de índios, todos com volantes na mão e raivosos. Alguns deles imitando o som da buzina até.

    Quando vi esse grafite achei sensacional!

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