Novos trechos ligam região do Parque do Ibirapuera com V. Mariana, Saúde e Jabaquara. Conheça em fotos os trajetos e veja como ficaram as “pontas”.
Jovem circula em triciclo na Av. Jabaquara, Zona Sul de São Paulo. Foto: Willian Cruz
O Vá de Bike passou pelas novas ciclovias dos bairros de V. Mariana, Saúde e Jabaquara. Com as novas vias para ciclistas, já é possível ir do São Judas, na Zona Sul, até o Terminal Barra Funda, na Zona Oeste, com poucas (e curtas) interrupções no trajeto. Registramos em fotos todo o trajeto, passando pela R. França Pinto, Av. Vergueiro, R. Madre Cabrini, R. Cel. Lisboa, R. 1º de Janeiro, Al. dos Boninas, Av. Jabaquara e Al. dos Guatás. Veja aqui o mapa completo das ciclovias paulistanas.
Na fotorreportagem abaixo você verá pontos onde o pavimento já foi reformado para eliminar irregularidades e buracos; como ficaram as paradas de ônibus sobre a ciclovia; o trajeto adotado para evitar o cruzamento da Vergueiro com a Sena Madureira e a obra no Metrô Santa Cruz; um carro parado na ciclovia; e três interrupções no trajeto, que ainda precisam ser sinalizadas para interligar os trechos.
As fotos mostram a saída dos alunos no colégio da R. Madre Cabrini, local que vem causando controvérsia pela falta de aceitação dos pais e mães dos alunos que buscam os filhos de carro, apesar da escola ficar na mesma quadra de uma estação do metrô. Muitos deles pedem a retirada da ciclovia, alegando de risco de atropelamento a falta de espaço para estacionar. Saiba mais.
Nessa pedalada exploratória, percebemos que o ramal que desce pela Al. dos Guatás termina adentrando a Aratãs. É bastante provável que, num futuro próximo, a ciclovia seja continuada por ali até cruzar para o bairro de Moema, ligando finalmente as ciclofaixas permanentes que ali existem com a nova malha cicloviária da cidade.
Acompanhe as fotos abaixo, com descrições nas legendas.
Início da ciclovia na R. França Pinto, nas imediações do Parque do Ibirapuera. Para chegar nela a partir do parque, cruze a passarela próxima ao Portão 3 (onde ficava o Detran), e siga pela calçada até a R. França Pinto, de preferência desmontado. Foto: Willian Cruz
Início da ciclovia na R. França Pinto. Para chegar nela a partir do parque, cruze a passarela próxima ao Portão 3 (onde ficava o Detran), e siga pela calçada até a R. França Pinto, de preferência desmontado. Foto: Willian Cruz
R. França Pinto. Foto: Willian Cruz
Reforma de pavimento na R. França Pinto. Foto: Willian Cruz
R. França Pinto, cruzamento com a R. Tangará. Foto: Willian Cruz
R. França Pinto, cruzamento com a R. Tangará. Foto: Willian Cruz
Sinalização de pedestres e balizador na R. França Pinto, esquina com a R. Tangará. Foto: Willian Cruz
R. França Pinto. Foto: Willian Cruz
R. França Pinto. Foto: Willian Cruz
R. França Pinto. Foto: Willian Cruz
Balizador na R. França Pinto, esquina com a R. Áurea (olhando de volta). Foto: Willian Cruz
R. França Pinto, esq. com a R. Áurea (olhando de volta). Foto: Willian Cruz
R. França Pinto. Foto: Willian Cruz
R. França Pinto. Foto: Willian Cruz
R. França Pinto. Foto: Willian Cruz
R. França Pinto. Foto: Willian Cruz
R. França Pinto. Foto: Willian Cruz
R. França Pinto. Foto: Willian Cruz
R. França Pinto. Foto: Willian Cruz
R. França Pinto. Foto: Willian Cruz
R. França Pinto, ligação com a ciclovia da R. Vergueiro. Foto: Willian Cruz
Na ciclovia da R. Vergueiro, olhando de volta para a França Pinto. Foto: Willian Cruz
Neste ponto, a ciclovia da R. Vergueiro ainda está interrompida. O ciclista deve passar para a direita e seguir até o próximo semáforo; ali chegando, deve desmontar e subir na calçada; contornando a lanchonete que existe ali, é possível ver a continuação da ciclovia, levando à R. Madre Cabrini. Foto: Willian Cruz
Travessia para a R. Madre Cabrini. Foto: Willian Cruz
R. Madre Cabrini. Foto: Willian Cruz (18/nov)
R. Madre Cabrini. Foto: Willian Cruz (18/nov)
R. Madre Cabrini. Foto: Willian Cruz (18/nov)
R. Madre Cabrini. Foto: Willian Cruz (18/nov)
R. Madre Cabrini. Foto: Willian Cruz (18/nov)
Balizadores em frente a escola na R. Madre Cabrini (22/nov). Foto: Willian Cruz
Balizadores em frente a escola na R. Madre Cabrini (22/nov). Foto: Willian Cruz
Balizadores em frente a escola na R. Madre Cabrini (22/nov). Foto: Willian Cruz
R. Madre Cabrini. Foto: Willian Cruz
R. Madre Cabrini. Foto: Willian Cruz
R. Madre Cabrini. Foto: Willian Cruz
R. Madre Cabrini. Foto: Willian Cruz
R. Madre Cabrini, esquina com a Cel. Lisboa. Foto: Willian Cruz
R. Cel. Lisboa. Foto: Willian Cruz
R. Cel. Lisboa. Foto: Willian Cruz
R. Cel. Lisboa, travessia da Sena Madureira. Foto: Willian Cruz
R. Cel. Lisboa. Foto: Willian Cruz
R. Cel. Lisboa, esquina com a Estado de Israel. Osw motoristas têm dificuldade de entrar aqui com o carro sem parar sobre a faixa + ciclovia, já que a Cel. Lisboa está sempre congestionada. Seja compreensivo. Foto: Willian Cruz
R. Cel. Lisboa em 18/nov. Essa calçada já está sendo readequada. Foto: Willian Cruz
R. Cel. Lisboa. Foto: Willian Cruz
R. Cel. Lisboa. Foto: Willian Cruz
R. Cel. Lisboa. Foto: Willian Cruz
R. Cel. Lisboa, esquina com Pedro de Toledo. Foto: Willian Cruz
R. Cel. Lisboa. Foto: Willian Cruz
R. Cel. Lisboa. Foto: Willian Cruz
R. Cel. Lisboa, esquina com a Loefgren. Foto: Willian Cruz
Aqui a Cel. Lisboa passa a se chamar 1º de janeiro. Foto: Willian Cruz
Olhando de volta: semáforos foram instalados para orientar os ciclistas que trafegam no contrafluxo. Foto: Willian Cruz
R. 1º de janeiro: placa alerta ciclistas quanto aos ônibus, que precisam parar sobre a área da ciclovia para embarque e desembarque nesse ponto. Foto: Willian Cruz
Parada de ônibus sobre a área da ciclovia na R. 1º de janeiro: compartilhamento do espaço já existia antes, porém agora há sinalização ostensiva sobre a presença de bicicletas e orientações a ciclistas e motoristas. Foto: Willian Cruz
Parada de ônibus sobre a área da ciclovia na R. 1º de janeiro: compartilhamento do espaço já existia antes, porém agora há sinalização ostensiva sobre a presença de bicicletas e orientações a ciclistas e motoristas. Foto: Willian Cruz
R. 1º de janeiro. Foto: Willian Cruz
R. 1º de janeiro, esquina com 11 de Junho. Foto: Willian Cruz
R. 1º de janeiro. Foto: Willian Cruz
Faixa avisa motoristas sobre a ciclovia na R. 1º de janeiro, esquina com a Altino Arantes. Foto: Willian Cruz
Olhando de volta: semáforo para ciclistas na R. 1º de janeiro, esquina com a Altino Arantes. Foto: Willian Cruz
R. 1º de janeiro, esquina com a Luis Góis. Foto: Willian Cruz
Placa avisa sobre a prioridade de pedestres e ciclistas, na R. 1º de janeiro, esquina com a Luis Góis. Foto: Willian Cruz
Após a Luis Góis, a R. 1º de janeiro passa a se chamar Alameda dos Boninas. Foto: Willian Cruz
Al. dos Boninas, esquina com R. dos Jacintos. Foto: Willian Cruz
Al. dos Boninas, esquina com R. dos Íris. Abaixe a cabeça para passar debaixo da planta! 🙂 Foto: Willian Cruz
Al. dos Boninas, esquina com Av. Sen. Casemiro da Rocha. Foto: Willian Cruz
Ciclovia já está atraindo um novo perfil de clientes ao comércio local. Al. dos Boninas, esquina com Av. Sen. Casemiro da Rocha. Foto: Willian Cruz
Al. dos Boninas, esquina com R. dos Crisântemos. Foto: Willian Cruz
Al. dos Boninas. Foto: Willian Cruz
Al. dos Boninas, chegando na Av. Jabaquara. Foto: Willian Cruz
Av. Jabaquara. Foto: Willian Cruz
Na ciclovia da Av. Jabaquara, olhando de volta para a Al. dos Boninas. Foto: Willian Cruz
Av. Jabaquara, esquina com R. Oriçanga e R. das Rosas. Foto: Willian Cruz
Av. Jabaquara, esquina com Al. dos Guatás. Daqui desce um ramal da ciclovia, à direita. Foto: Willian Cruz
Na ciclovia da Av. Jabaquara, olhando para Al. dos Guatás, onde desce um ramal da ciclovia. Foto: Willian Cruz
Al. dos Guatás. Foto: Willian Cruz
Al. dos Guatás. Foto: Willian Cruz
Al. dos Guatás, próximo à esquina com a R. Dona Cesária Fagundes. Foto: Willian Cruz
Al. dos Guatás. Foto: Willian Cruz
Al. dos Guatás. Foto: Willian Cruz
Ponto mais baixo da ciclovia da Al. dos Guatás, na esquina com a Av. José Maria Whitaker. Foto: Willian Cruz
Al. dos Guatás, esquina com a R. Cornélio Proxópio. Foto: Willian Cruz
Al. dos Guatás, esquina com a R. Eng. Toledo Malta. Foto: Willian Cruz
Subida na Al. dos Guatás. Foto: Willian Cruz
Al. dos Guatás, olhando de volta para a José Maria Whitaker (semáforo ao fundo). Foto: Willian Cruz
Al. dos Guatás, esquina com a Av. Nhandú. Foto: Willian Cruz
Placa pede que os motoristas de ônibus respeitem os ciclistas na Al. dos Guatás, esquina com a Av. Piassanguaba. Foto: Willian Cruz
Parada de ônibus na Al. dos Guatás, logo após a esquina com a Av. Piassanguaba. Compartilhamento do espaço já ocorria antes, porém agora há sinalização ostensiva sobre a presença de bicicletas e orientações a ciclistas e motoristas. Foto: Willian Cruz
Parada de ônibus na Al. dos Guatás, logo após a esquina com a Av. Piassanguaba. Compartilhamento do espaço já ocorria antes, porém agora há sinalização ostensiva sobre a presença de bicicletas e orientações a ciclistas e motoristas. Foto: Willian Cruz
Al. dos Guatás, esquina com a Av. Itacira. Foto: Willian Cruz
Al. dos Guatás, cruzamento com a Av. Indianópolis. Foto: Willian Cruz
Al. dos Guatás, cruzamento com a Av. Indianópolis. Foto: Willian Cruz
Al. dos Guatás. Foto: Willian Cruz
Al. dos Guatás. Foto: Willian Cruz
Carro parado sobre a ciclovia da Al. dos Guatás: “só um minutinho”. Foto: Willian Cruz
Quando passamos por aqui no dia 18/nov, a ciclovia estava interrompida na rotatória. Se você passa por esse trecho, conte para nós nos comentários se houve evolução na sinalização neste ponto (as marcas brancas no asfalto dão a entender que haveria). Al. dos Guatás, esquina com a Av. Ceci. Foto: Willian Cruz
Reinício da ciclovia na Al. dos Guatás, pós a interrupção na rotatória da Av. Ceci. Foto: Willian Cruz
Sinalização indica que a ciclovia da Al. dos Guatás continuará futuramente na Av. Aratãs. É possível que cruze por cima da Av. Moreira Guimarães (corredor Norte-Sul) por uma passarela de pedestres, já utilizada hoje por ciclistas, e do outro lado, faça ligação com as ciclofaixa permanente da Av. Iraí e da própria Aratãs, ligando finalmente a estrutura cicloviária de Moema com a nova malha da cidade. Foto: Willian Cruz
Ciclovia adentra por alguns metros na Av. Aratãs. Foto de 18/nov. Foto: Willian Cruz
De volta à Av. Jabaquara (olhando da Al. dos Guatás). Vamos continuar nossa viagem rumo à ponta sul dessa ciclovia. Foto: Willian Cruz
Av. Jabaquara, logo após a esquina com a Al. Guatás. Foto: Willian Cruz
Av. Jabaquara. Foto: Willian Cruz
Av. Jabaquara. Foto: Willian Cruz
Av. Jabaquara. Foto: Willian Cruz
Av. Jabaquara. Foto: Willian Cruz
Av. Jabaquara. Foto: Willian Cruz
Av. Jabaquara. Foto: Willian Cruz
Av. Jabaquara. Foto: Willian Cruz
Av. Jabaquara, em frente ao Metrô Saúde. Foto: Willian Cruz
Av. Jabaquara, esquina com a R. Decio. Foto: Willian Cruz
Av. Jabaquara, esquina com a R. Decio. Foto: Willian Cruz
Av. Jabaquara. Foto: Willian Cruz
Av. Jabaquara. Foto: Willian Cruz
Av. Jabaquara. Foto: Willian Cruz
Av. Jabaquara, próximo à R. Prof. Aprígio Gonzaga. Foto: Willian Cruz
Interrupção na Av. Jabaquara, próximo ao Metrô São Judas. A ciclovia continua em direção à igreja de São Judas, mas a ligação ainda não havia sido sinalizada em 18/nov. Foto: Willian Cruz
Interrupção na Av. Jabaquara, próximo ao Metrô São Judas. A ciclovia continua em direção à igreja de São Judas, mas a ligação ainda não havia sido sinalizada em 18/nov. Foto: Willian Cruz
Essa sinalização no cruzamento da Av. Jabaquara é da Ciclofaixa de Lazer, mas tudo indica que será aproveitada para ligar a ciclovia em direção à igreja de São Judas. Foto: Willian Cruz
Av. Jabaquara, próximo à igreja de São Judas. Foto: Willian Cruz
Av. Jabaquara, próximo à igreja de São Judas. A sinalização adiante é da Ciclofaixa de Lazer. Foto: Willian Cruz
Av. Jabaquara (retornando). Foto: Willian Cruz
Av. Jabaquara (retornando). A sinalização no cruzamento é da Ciclofaixa de Lazer, mas tudo indica que será aproveitada para fazer a ligação da ciclovia. Foto: Willian Cruz
Av. Jabaquara (retornando). Ainda faltava fazer a ligação nesse trecho (18/nov). Foto: Willian Cruz
Av. Jabaquara (retornando). Ainda faltava fazer a ligação nesse trecho (18/nov). Mas daqui até a Boninas é só alegria. Foto: Willian Cruz
Bicicleta estacionada no canteiro central da Av. Jabaquara. Foto: Willian Cruz
Encontramos um rapaz de triciclo na ciclovia da Av. Jabaquara. Foto: Willian Cruz
13 comentários em “Conheça em fotos as novas ciclovias da V. Mariana, Saúde e Jabaquara, em São Paulo”
A ciclofaixa estão sendo apagadas… simplesmente estão cobrindo e virando pista… av. Jabaquara tem grande movimento de bicicletas… nem um aviso foi colocado… alguém sabe dizer o que está acontecendo???
Oi, Pamela. A prefeitura garante que a ciclovia será reposta. Isso está sendo feito em muitas avenidas na cidade. De qualquer forma, deveria ter sido feita sinalização com cones para garantir a segurança dos ciclistas durante esse período, ou no mínimo faixas dizendo aos motoristas para proteger quem circula de bicicleta. Agora é torcer para que a estrutura realmente volte e que não tenha sua largura reduzida, como aconteceu na Líbero Badaró.
Hoje reparei que o final da ciclovia na jabaquara, aonde ela termina/comeca do nada na pista de rolamento , esta sendo finalizado. Me parece que a ciclovia continuara pelo canteiro central, conectando-se ao trecho que vai para a sao judas…vai melhorar bastante, mas ainda acho que seria interessante continuar pelo viaduto ate a eng armando arruda.
Moro na região, e tenho usado bastante, principalmente o trecho da Guatás entre a Whitaker e a Jabaquara. Já a usava para descer, mas retornava por outras vias para não subir na contramão. Melhorou bastante.
Fazendo um pequeno reparo no serviço feito: na chegada da ciclofaixa na Al. dos Boninas, na esquina da Jabaquara, a ciclofaixa foi marcada bem sobre algumas das terríveis valetas mata-ciclistas. É necessário cuidado ali. No demais, achei bem feitas. Só não sei se usaria a variante entre Boninas e Madre Cabrini: o relevo irregular torna muito tentador continuar a usar a Domingos de Morais no meio do trânsito.
E uma nota geral sobre trânsito: foram pintadas belas faixas de pedestres, isto é ótimo. Mas o programa de respeito ao pedestre da gestão passada foi virtualmente abandonado, e atravessá-las é um desafio em uma cidade que estava aprendendo a respeitar os pedestres, mas está desaprendendo muito rapidamente – ciclistas nas novas vias inclusive. Eu abriria mão dos 200 km de vias exclusivas em favor de um trânsito que efetivamente respeitasse os mais frágeis.
Tem razão nos três comentários, Gerd. E um ponto positivo das ciclovias bidirecionais que poucas pessoas percebem é que elas permitem novos caminhos, com o uso de ruas que antes não poderíamos passar devido à mão de direção. A Guatás e a França Pinto são ótimos exemplos.
Subindo a França Pinto, na esquina com a Tangará, é preciso atenção. Quando o farol abre para os veículos da Rua França Pinto subirem, muitos viram à esquerda na Tangará, cruzando a ciclovia no mesmo intervalo de tempo que o ciclista tem para atravessar a Tangará e seguir pela ciclovia na França Pinto. A situação se repete em pelo menos mais uma esquina ao longo da ciclovia. O mesmo cuidado vale para o pedestre. Não sei se isso já foi adequado ou se ainda será, mas até 2 semanas atrás a situação era essa.
Desde que criaram esta ciclofaixa, subo a França Pinto todo dia. Fica um pouco mais longe para mim, mas é ótimo pedalar em espaço segregado, além de ajudar a justificar o investimento utilizando o benefício. Inclusive descobri um restaurante muito bom e uma rotisserie por causa da ciclovia. Já fui em ambos. Conversando com o dono da rotisserie, ele começou o papo lamentando que os clientes não podiam estacionar mais na frente da loja dele. Depois eu expliquei que só conheci a loja dele por causa da ciclovia, e que ele poderiam parar do outro lado da rua. Ele considerou e disse que realmente a loja dele ganhou muito mais visibilidade, sem os carros parados na frente. Aos poucos as mentes vão abrindo.
Passo todo dia ida e volta do trabalho na Ciclovia do Jabaquara, da Vergueiro até a Conceição e realmente estava torcendo para que esse trecho fosse concluído e mesmo com pequenos detalhes faltando tipo trechos interrompidos sem pintura e sinalização das bicicletinhas no chão, está muito boa, muito mais rápido e seguro para mim o trajeto pela faixa central sem ter que se preocupar com as conversões a direita.
Alguns detalhes, o avanço na calçada na Dr. Diogo de Faria já foi retirado mas cuidado com um tachão solitário que existe logo em frente. http://goo.gl/maps/61Onr
Nas interligações da Madre Cabrini (http://goo.gl/maps/L5MHd) e na Boninas (http://goo.gl/maps/WVRtB) existem marcações no chão onde elas serão construídas, parece que não demorará muito para elas serem terminadas.
Existem duas caixas que parecem ser contadores eletrônicos no quarteirão da Boninas coma R. das Rosas, apontadas uma para cada sentido, bem interessante.
Um aviso, a Cel. Lisboa entre a Pedro de Toledo e Borges Lagoa (?) esta interditada devido uma cratera que se abrir bem na ciclovia, deve ter sido rompimento de alguma tubulação, dá para passar na rua mas tenham cuidado.
A ciclofaixa estão sendo apagadas… simplesmente estão cobrindo e virando pista… av. Jabaquara tem grande movimento de bicicletas… nem um aviso foi colocado… alguém sabe dizer o que está acontecendo???
Oi, Pamela. A prefeitura garante que a ciclovia será reposta. Isso está sendo feito em muitas avenidas na cidade. De qualquer forma, deveria ter sido feita sinalização com cones para garantir a segurança dos ciclistas durante esse período, ou no mínimo faixas dizendo aos motoristas para proteger quem circula de bicicleta. Agora é torcer para que a estrutura realmente volte e que não tenha sua largura reduzida, como aconteceu na Líbero Badaró.
Hoje reparei que o final da ciclovia na jabaquara, aonde ela termina/comeca do nada na pista de rolamento , esta sendo finalizado. Me parece que a ciclovia continuara pelo canteiro central, conectando-se ao trecho que vai para a sao judas…vai melhorar bastante, mas ainda acho que seria interessante continuar pelo viaduto ate a eng armando arruda.
abs
Sim, o viaduto ali é tenso.
Moro na região, e tenho usado bastante, principalmente o trecho da Guatás entre a Whitaker e a Jabaquara. Já a usava para descer, mas retornava por outras vias para não subir na contramão. Melhorou bastante.
Fazendo um pequeno reparo no serviço feito: na chegada da ciclofaixa na Al. dos Boninas, na esquina da Jabaquara, a ciclofaixa foi marcada bem sobre algumas das terríveis valetas mata-ciclistas. É necessário cuidado ali. No demais, achei bem feitas. Só não sei se usaria a variante entre Boninas e Madre Cabrini: o relevo irregular torna muito tentador continuar a usar a Domingos de Morais no meio do trânsito.
E uma nota geral sobre trânsito: foram pintadas belas faixas de pedestres, isto é ótimo. Mas o programa de respeito ao pedestre da gestão passada foi virtualmente abandonado, e atravessá-las é um desafio em uma cidade que estava aprendendo a respeitar os pedestres, mas está desaprendendo muito rapidamente – ciclistas nas novas vias inclusive. Eu abriria mão dos 200 km de vias exclusivas em favor de um trânsito que efetivamente respeitasse os mais frágeis.
Comentário bem votado!
5
0
Tem razão nos três comentários, Gerd. E um ponto positivo das ciclovias bidirecionais que poucas pessoas percebem é que elas permitem novos caminhos, com o uso de ruas que antes não poderíamos passar devido à mão de direção. A Guatás e a França Pinto são ótimos exemplos.
Subindo a França Pinto, na esquina com a Tangará, é preciso atenção. Quando o farol abre para os veículos da Rua França Pinto subirem, muitos viram à esquerda na Tangará, cruzando a ciclovia no mesmo intervalo de tempo que o ciclista tem para atravessar a Tangará e seguir pela ciclovia na França Pinto. A situação se repete em pelo menos mais uma esquina ao longo da ciclovia. O mesmo cuidado vale para o pedestre. Não sei se isso já foi adequado ou se ainda será, mas até 2 semanas atrás a situação era essa.
Desde que criaram esta ciclofaixa, subo a França Pinto todo dia. Fica um pouco mais longe para mim, mas é ótimo pedalar em espaço segregado, além de ajudar a justificar o investimento utilizando o benefício. Inclusive descobri um restaurante muito bom e uma rotisserie por causa da ciclovia. Já fui em ambos. Conversando com o dono da rotisserie, ele começou o papo lamentando que os clientes não podiam estacionar mais na frente da loja dele. Depois eu expliquei que só conheci a loja dele por causa da ciclovia, e que ele poderiam parar do outro lado da rua. Ele considerou e disse que realmente a loja dele ganhou muito mais visibilidade, sem os carros parados na frente. Aos poucos as mentes vão abrindo.
Comentário bem votado!
14
0
Passo todo dia ida e volta do trabalho na Ciclovia do Jabaquara, da Vergueiro até a Conceição e realmente estava torcendo para que esse trecho fosse concluído e mesmo com pequenos detalhes faltando tipo trechos interrompidos sem pintura e sinalização das bicicletinhas no chão, está muito boa, muito mais rápido e seguro para mim o trajeto pela faixa central sem ter que se preocupar com as conversões a direita.
Alguns detalhes, o avanço na calçada na Dr. Diogo de Faria já foi retirado mas cuidado com um tachão solitário que existe logo em frente. http://goo.gl/maps/61Onr
Nas interligações da Madre Cabrini (http://goo.gl/maps/L5MHd) e na Boninas (http://goo.gl/maps/WVRtB) existem marcações no chão onde elas serão construídas, parece que não demorará muito para elas serem terminadas.
Existem duas caixas que parecem ser contadores eletrônicos no quarteirão da Boninas coma R. das Rosas, apontadas uma para cada sentido, bem interessante.
Um aviso, a Cel. Lisboa entre a Pedro de Toledo e Borges Lagoa (?) esta interditada devido uma cratera que se abrir bem na ciclovia, deve ter sido rompimento de alguma tubulação, dá para passar na rua mas tenham cuidado.
Abraços!
Comentário bem votado!
6
0
Qdo puder, tire fotos do local para nós….
Fica difícil para mim…
Mas a cratera já foi tapada!
E acontinuação da ciclovia da Faria Lima até a Hélio Pelegrino para chegar ao Parque Ibirapuera como fica ?
Vera, sobre essa ligação com o Ibirapuera veja o prazo aqui: http://vadebike.org/2014/04/obras-expansao-ciclovia-faria-lima/