Nota em resposta à ação do MPE contra as ciclovias em São Paulo

Obras da ciclovia da Av. Paulista, em 5 de março de 2015. Foto: Tatiana Lowenthal

Obras da ciclovia da Av. Paulista, em 5 de março de 2015. Foto: Tatiana Lowenthal

Nesta quarta-feira, 18 de março, o Ministério Público Estadual (MPE) entrou com uma ação civil pública com pedido de liminar, exigindo a paralisação imediata de todas as obras cicloviárias em andamento na cidade, com multa diária de R$ 100 mil em caso de descumprimento. A ação também pede que a prefeitura “recomponha a pavimentação” nas obras que ainda não estejam terminadas, como no caso da Av. Paulista, também com multa diária no mesmo valor e prazo de 30 dias para realização.

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O questionamento da ação não se limita apenas ao método de implantação das estruturas, mas abrange a política pública em si, colocando em xeque a promoção do uso de bicicletas em uma cidade como São Paulo, e contrariando diretrizes do Plano Diretor Estratégico (Lei nº 16.050/14) e da Política Nacional de Mobilidade Urbana (Lei nº 12.587/12).

A ação só terá efeito se avalizada pela justiça. Ela foi distribuída para o Juiz Luiz Fernando Rodrigues Guerra, da 5ª Vara da Fazenda Pública, que a avaliará e emitirá parecer sobre o caso. Para quem quiser acompanhar, o número do processo é 1009441-04.2015.8.26.0053 e ele pode ser consultado aqui.

Vale lembrar que liminar de teor semelhante já foi suspensa pelo presidente do Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP), desembargador José Renato Nalini, no caso da ciclovia da Madre Cabrini, por entender que se evidenciava “risco de dano à ordem, à segurança e economia públicas”. Saiba mais.

Nota

A Ciclocidade (Associação dos Ciclistas Urbanos de São Paulo), junto com Instituto CicloBR, ITDP (Institute for Transportation & Development Policy), União de Ciclistas do Brasil (UCB) e o próprio Vá de Bike, e diversas outras organizações e entidades relacionadas no final da nota, vêm a público manifestar sua indignação frente à ação proposta pelo MPE, que representa um retrocesso. Queremos melhorar a política cicloviária paulistana e transformá-la em uma política de Estado, entendemos que há erros pontuais na implantação, mas o programa é uma exigência legal amparada por legislações federais, estadual e municipais e não aceitaremos nenhum passo no sentido contrário ao de uma cidade mais ciclável, humana, segura, inclusiva e justa.

Veja abaixo a nota divulgada nesta quinta-feira 19, por associações e entidades de ciclistas, como resposta à ação do MPE contra as ciclovias. A ação do MPE pode ser consultada neste endereço.

Resposta ao pedido de liminar, feito pelo Ministério Público Estadual, para a paralisação das obras de ciclovias

A Ciclocidade – Associação dos Ciclistas Urbanos de São Paulo vem, juntamente com as organizações abaixo citadas, manifestar sua indignação frente ao pedido de paralisação das obras de implantação do sistema cicloviário da cidade de São Paulo, ação engendrada pelo Ministério Público Estadual (MPE) – 3º Promotoria de Justiça de Habitação e Urbanismo – por meio da promotora Camila Mansour Magalhães da Silveira.

A ação civil pública proposta, com pedido de liminar, questiona não apenas o método de implantação de tais estruturas, mas a importância da política pública em si, colocando em xeque a promoção o uso da bicicleta em uma cidade como São Paulo.

Sem querer esgotar o assunto, cabe recordar aqui os benefícios de se promover o uso da bicicleta:

  • para se preservar vidas, pois a bicicleta é frágil frente ao tamanho e velocidade dos demais veículos nas ruas e almeja-se uma cidade onde idosos e crianças possam ocupar as ruas sem medo;
  • para a saúde pública, promovendo qualidade de vida e reduzindo internações, gastos com medicação de uso continuo, prevenindo doenças cardiovasculares, pressão alta e ajudando a controlar o diabetes, além de reduzir o sedentarismo e a obesidade, melhorar a saúde do idoso e aumentar a expectativa de vida;
  • para a mobilidade urbana, promovendo a migração dos modos motorizados para a bicicleta e melhorando a fluidez e o impacto do tráfego;
  • para a segurança pública, promovendo uma nova relação com a cidade, ocupando e humanizando os espaços públicos;
  • para a redução da poluição atmosférica e sonora advindas do uso excessivo de carros, lembrando que de acordo com pesquisa do Instituto Saúde e Sustentabilidade, nos próximos 16 anos a poluição atmosférica matará 256 mil pessoas no Estado (quase 44 pessoas por dia) e a concentração de partículas poluentes no ar levará a internação de 1 milhão de pessoas e a um gasto público estimado em mais de R$ 1,5 bilhão, com pelo menos 25% das mortes (59 mil) ocorrendo na capital;
  • para o comércio, pois ciclistas são clientes potenciais que passam em baixa velocidade e não exigem grandes áreas de estacionamento, podendo facilmente parar em frente a uma vitrine, entrar numa loja, conhecer um serviço;
  • para atender à demanda existente pelo uso da bicicleta, uma vez que a Pesquisa de Mobilidade da Região Metropolitana, realizada pelo Metrô em 2012, registrou 333 mil viagens diárias em bicicleta durante os dias úteis, mesmo com a infraestrutura ainda reduzida, deficiente e desconectada;
  • para a redução do stress causado aos cidadãos pelos congestionamentos, trazendo ganhos para a qualidade de vida e saúde individuais, melhorando os relacionamentos interpessoais e humanizando o trânsito e a cidade;
  • para a retomada do uso das ruas pelas crianças, sendo uma opção de lazer que resgata uma faceta da infância há muito esquecida nas regiões mais urbanizadas da cidade, e considerando que já temos crianças utilizando as ciclovias junto a seus pais, com o potencial de em dado momento passarem a pedalar sozinhas até suas escolas;
  • para a economia de tempo dos cidadãos, sobretudo nos horários de pico, quando a velocidade média dos automóveis chega a meros 6,9 km/h em alguns casos;
  • para uma democratização do acesso à cidade, permitindo que todos os cidadãos tenham acesso a todos os pontos da cidade, já que as falhas do transporte público e priorização histórica do deslocamento em automóvel acabam dificultando o acesso a determinadas áreas e bairros a quem não se utiliza de um carro;
  • para o estímulo à troca de modal, reduzindo os congestionamentos pelo uso excessivo do automóvel e a lotação dos transportes públicos.

Para quem anda de bicicleta em São Paulo, 2014 pode ser considerado um ano histórico. A cidade saltou de 63 km para mais de 200 km de infraestrutura cicloviária, em cerca de 7 meses. O plano para 2015 é chegar a 463 km de vias exclusivas e segregadas. O Plano Diretor Estratégico, cuja revisão se iniciou em 2013 e foi sancionado em Julho de 2014, teve a participação direta e ampla de ciclistas e da população como um todo na construção dos capítulos relativos à bicicleta e na priorização dos modos ativos de transporte, em detrimento dos motorizados individuais, seguindo diretrizes do Plano Nacional de Mobilidade Urbana (ver Artigo 6º). Este atual cenário de avanços já rende resultados importantes e não pode ser colocado em xeque mediante uma liminar unilateral e profundamente questionável.

Os resultados de tais políticas podem ser observados no aumento do uso da bicicleta na cidade, especialmente no centro expandido, a área mais privilegiada pela implantação de ciclovias e ciclofaixas até o momento, onde a infraestrutura cicloviária atende também a demanda das bicicletas de carga, melhorando o compartilhamento entre bicicletas cargueiras e pedestres. Outro aspecto interessante observado no centro com a implantação das estruturas cicloviárias é a demanda por calçadas, que continuam exíguas e insuficientes. Como exemplo prático desse aumento no uso de bicicletas, podemos citar as contagens de ciclistas feitas pela Ciclocidade na Avenida Eliseu de Almeida. Ali, houve um aumento de mais de 50% no uso da bicicleta, poucos meses após a implantação de uma ciclovia.

A ação no Ministério Público cita a todo instante a segurança de quem anda de bicicleta como premissa para sua ação, esquecendo-se que é justamente a infraestrutura cicloviária que garante a ciclistas segurança, conforto e praticidade em seus deslocamentos. A medida também questiona a necessidade de aferir a frequência de ciclistas como justificativa para a implantação de uma ciclovia ou ciclofaixa. Tal ponto não leva em consideração a função que essa infraestrutura cumpre, que é essencialmente a de induzir a demanda. Isso em uma cidade que necessita, há muito tempo, aumentar significativamente o uso de modais alternativos menos poluentes que o carro em suas ruas. A cidade de Bogotá (Colombia), antes da implantação da sua rede cicloviária de 350km, amargava um percentual de viagens feitas de bicicleta que não superava 1%. Hoje em dia a cidade já conta com 7% das viagens realizadas em bicicletas; comprovando, outrossim, que infraestrutura cicloviária induz demanda e promove a migração de outros modais para a bicicleta. Como exemplo local, podemos citar a Av. Faria Lima, onde quase inexistiam bicicletas circulando devido à agressividade do viário e hoje as contagens realizadas pela Ciclocidade nesta via apontam para mais de 1700 ciclistas no horário contabilizado, chegando a um fluxo de 193 bicicletas por hora no pico.

O relatório fotográfico e detalhado na ação do MPE apresenta problemas e casos pontuais na implantação das ciclovias e ciclofaixas e que certamente deveriam ser solucionados e que também são alvos de contínua cobrança por parte dos ciclistas. São buracos, poças d’água, falhas na pintura, bocas de lobo, grelhas, entre outros casos. No entanto, tais falhas não deveriam comprometer a política pública em si, como sugere a ação do MPE, uma vez que as soluções são de baixa complexidade e custo. Seguindo a lógica argumentativa da promotoria, certamente teríamos de proibir a circulação de veículos motorizados em praticamente toda a cidade, em decorrência da qualidade do asfalto, da proliferação de buracos nas vias e dos problemas recorrentes com semáforos.

O MPE afirma: “Ainda hoje, o veículo [automóvel] é o modal de transporte que transporta o maior número de pessoas neste Município”, o que é um equívoco grave. A maior parcela da população de São Paulo desloca-se a pé ou por meio do transporte público, segundo a pesquisa de Origem e Destino do Metrô, de 2007. Uma pesquisa mais recente, da Rede Nossa São Paulo/IBOPE, aponta que, para quem faz uso diário dos meios de transporte, o carro é a opção de apenas 20% das pessoas, enquanto transportes públicos, somados, equivalem a 34% – mesma porcentagem de quem anda a pé. Apesar de não ser o veículo mais utilizado, é fato que o automóvel é aquele que mais ocupa espaço nas vias, sendo o maior responsável pelo congestionamento na cidade, assim como pela poluição, ruído e estresse da população, constituindo imensos prejuízos diários ao munícipio. É bom lembrar inclusive, que as obras de implementação viária da cidade nunca foram debatidas publicamente, mas impostas pelos diversos governos.

Ao questionar o interesse público em se investir nas estruturas cicloviárias, a promotora mostra desconhecimento da realidade da cidade. A mesma pesquisa já citada da Rede Nossa São Paulo/IBOPE mostra que 88% das pessoas são favoráveis à construção e ampliação das ciclovias. Ela diz ainda que 71%  dos entrevistados trocariam o carro por uma alternativa eficiente e segura; destes, 40% citaram a bicicleta, desde que houvesse infraestrutura adequada. As ciclovias e ciclofaixas estão sendo implementadas onde antes havia automóveis estacionados, ou seja, imóveis, devolvendo para a circulação pública e garantindo fluidez ao tráfego de veiculos a um espaço viário que estava ocioso e “privatizado”, sem qualquer beneficio coletivo. A que interesse público coletivo a promotora se refere, portanto?

O MPE fala em participação pública. Os moradores da cidade de São Paulo foram ouvidos nas discussões do Plano Diretor Estratégico e nas discussões do Conselho Municipal de Trânsito e Transportes a respeito do planejamento cicloviário da cidade. Uma Câmara Temática de Bicicleta está em funcionamento na cidade de São Paulo justamente para acompanhar a implantação do sistema cicloviário. O Ministério Público nesta ação, ao contrário do Poder Executivo, em nenhum momento procurou ouvir quaisquer das organizações aqui assinadas. Nem tampouco as obras viárias tiveram participação pública, e foram no entanto realizadas sem questionamento do MPE.

Ao sugerir desfazer a ciclovia da Avenida Paulista, uma obra discutida desde seu projeto e já em adiantado estágio de implantação, o MPE ensaia danos àquilo que ele próprio defende: o bom uso do dinheiro público e o interesse e bem-estar coletivos. A ciclovia da Paulista foi apresentada e debatida em audiências públicas, em reuniões com a sociedade civil e com organizações interessadas. Além disso, sempre foi bem recebida por quem usa bicicleta. Isso porque a via não é apenas uma das mais utilizadas por ciclistas na cidade; ela é uma infraestrutura cicloviária simbólica, em uma avenida historicamente marcada por tragédias. Sem a ciclovia, a Paulista é a via mais perigosa da cidade para quem anda de bicicleta, o que ressalta, mais uma vez, a importância da estrutura em salvar vidas.

A promotora pede ainda que se “restabeleça a funcionalidade do local”, na Avenida Paulista, para a “segurança dos munícipes”. Ou seja: o ciclista, do ponto de vista da ação, não é munícipe (ou não deve ser tratado como tal). Quando o Ministério Público questiona “para onde irão os ciclistas em dias de chuva” (sic) afirmando que “o transporte público não dará conta”, lança um enigma penoso e vazio em si mesmo: o que sugere o MPE? Que ciclistas que não quiserem pedalar na chuva deixem de existir em tais dias? Ou que utilizem carros, congestionando ainda mais o já caótico trânsito individual motorizado?

Possivelmente a promotora e sua equipe não tenham se dado conta do fato que entre as cidades com maior utilização de bicicleta no mundo estejam diversas cidades de clima instável e temperado, que oferecem condições climáticas muito mais exasperantes do que São Paulo. Podemos citar as cidades de Portland, Nova Iorque, Copenhagen, Amsterdam e Oslo. Portanto, é absolutamente equivocado dizer que as chuvas trariam uma redução do uso deste modal, que viesse a justificar a não implantação de estrutura cicloviária; além do fato da nossa cidade possuir uma chuva previsível, concentrada em alguns meses e longos períodos de estiagem. Além, claro, de existir capa de chuva, o que ocorre também com os motociclistas.

A Ciclocidade e as organizações abaixo assinadas solicitam que o Poder Judiciário rejeite o pedido de liminar, assim como o Tribunal de Justiça o fez no absurdo caso recente da ciclovia da Rua Madre Cabrini, na Vila Mariana, onde houve o entendimento de “risco de dano á ordem, à segurança e economia públicas”.

Urge transformarmos a política cicloviária paulistana em uma política de Estado, para muito além de uma gestão ou um mandato, e não aceitaremos nenhum passo no sentido contrário ao de uma cidade mais ciclável, mais humana, mais segura, inclusiva e mais justa. O Ministério Público Estadual representou hoje, surpreendentemente, um retrocesso. Retrocesso este que deve ser aparado pelo próximo a examinar a questão – o Poder Judiciário.

 

Assinam:

Ciclocidade – Associação dos Ciclistas Urbanos de São Paulo

Instituto CicloBR de Fomento a Mobilidade Sustentável

ITDP Brasil

UCB – União de Ciclistas do Brasil

Rede Bicicleta para Todos

Instituto Aromeiazero

CicloZN

CicloButantã

Bike Zona Sul

Movimento Ciclovia Eliseu de Almeida

Preserva Vila Pompéia

bike.tv.br

Coletivo Ideia Nossa

Vá de Bike

Coletivo Pedal Verde

Bike é Legal

Eu Vou de Bike

oGangorra

Instituto Passuaré

Sistema Negro de Som

Rodas de Leitura

Bike Anjo


218 comentários para Nota em resposta à ação do MPE contra as ciclovias em São Paulo

  • Jorge

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  • Maria Rosmaninho

    São Paulo tem um Plano Municipal de Circulação Viária e Transportes (que inclui o Sistema Cicloviário do Município) desde 2004, que foi enviado à Câmara em conjunto com o Projeto de Lei que aprovou o primeiro Plano Diretor Estratégico (Lei 13.430/02).

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  • Paulo Silva

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    • CiceroS

      Nossa, Paulo, que descoberta. O Japão bem que finalmente poderia esclarecer-se com esse seu vídeo esclarecedor, né?

      http://www.google.com/images?q=japan+bike+sidewalk

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      • Luiz Santos

        CiceroS

        Com relação a ciclovia, não sei se te avisaram, mas há estudos sobre fluxo de pedestres quando a ciclovia é implementada na calçada.

        Uma pergunta básica, o senhor já foi atropelado e ferido por um ciclista? Teve ferimentos graves, foi para o hospital e teve que ficar internado? Conhece alguma pessoa que morreu ao ser atropelado por um ciclista? Conhece algum ciclista cego?

        São perguntas um tanto quanto óbvias, e até provocativas…
        É que o ciclista ao contrário do motorista, geralmente não é cego, não se faz de cego e quando há um fluxo de pessoas muito grande numa ciclovia que é compartilhada com a calçada… adivinha o que ele faz? Nah… não acelera e atropela como o motorista, simplesmente desce da bicicleta e vai caminhando à pé até que o caminho fique livre novamente. Tem até o chamado freio, é impressionante, você aciona, a bicicleta para e ninguém se machuca. O senhor deveria dar umas pedaladas de vez enquando 🙂

        Com relação ao km da ciclovia que sai na casa dos R$180mil, realmente soa “caro”. Barato mesmo é o km do RouboAnel, que está saindo por R$50milhões… Aí sim é progresso, não há nada de errado, tipo, super normal pagar R$50mi por km!

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  • Antonio Oliveira

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    • CiceroS

      Sério, Antonio? Sério que você levou a sério um “engenheiro” (ênfase nas aspas) de transportes que afirma que, no caso da ciclovia da Av. Paulista, a bicicleta será um modo de transporte que irá competir com o transporte coletivo? Ah, isso ele disse também no “laudo” da inicial do MPE, que ele é o avalista “técnico” (ênfase nas aspas) da promotora, tá?, logo…

      Então é assim: vamos fechar a avenida para aos veículos automotores particulares, porque estes também estão competindo com o transporte público. Que tal, hein?

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      • Antonio Oliveira

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        • CiceroS

          Opa, combinado, Antonio. Mas não esquece de chamar o “engenheiro” (ênfase nas…) Luis Fernando, a “promotora” (ênfase nas….) Camila Mansour e o “juiz” (ênfase nas…) xará do dito engenheiro, a presença deles são fundamentais, tá?

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          • Antonio Oliveira

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            • CiceroS

              Ué, tirou o corpo (sem ênfase) fora, Antonio?

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              • Antonio Oliveira

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    • Vitor

      2 minutos e 40 segundos do JN dedicados, de forma totalmente enviesada, ao assunto em 7 atos:
      1- Âncora, em tom severo, anuncia parte da ordem judicial em resposta à ação do MPE;
      2- Com imagens demonstrativas em primeiro plano, repórter narra sua simplista evolução da disputa por espaços no trânsito da cidade como algo linear, gradativo, estranhamente alinhado ao status quo e esquecendo propositalmente dos pedestres, ferroviários, aéreos e hidroviários (que já houveram nessa cidade), que não disputam diretamente o leito carroçável:

      carro (guiado por “cidadão de bem” que “chegou lá”);
      ônibus (incomoda, mas carrega os “trabalhadores honestos” e “diminui o trânsito”);
      caminhão (mal necessário);
      moto (praga mal educada mas que, em geral, também estão trabalhando e são um mal necessário na nossa realidade terceiro-mundista);
      bicicleta (gente que não tem o que fazer e/ou não tem noção do perigo e sai para se exibir nas ruas, ou alguns trabalhadores precários, que não fosse nesse fim de mundo trabalhariam de carro ou caminhão).

      3- Repórter filmando sobre canteiro de obras destaca os planos da prefeitura e faz a inserção dos dois pedidos da ação do MPE (“que não está gostando naaada disso”) como grave empecilho a esses planos;
      4- Procuradora em entrevista coletiva não permite “ativista” concluir o raciocínio e em seguida tem toda a atenção e tempo para expor o seu próprio;
      5- Decisão do juiz que defere parcialmente o pedido é mostrada, porém, omitindo seletivamente uma parte que se refere à Av. Paulista (grifo meu):

      “Ainda, a argumentação de que as atividades desenvolvidas pelos réus estariam causando peculiar risco aos condutores de veículos automotores e transeuntes não se sustenta, já que as fotografias que instruem a petição inicial demonstram a presença de incômodo natural decorrente de obra em via de grande circulação, não se justificando a paralisação dos trabalhos. Sem se olvidar que, como se trata de implantação em estágio avançado de desenvolvimento, a paralisação dos trabalhos ou a recomposição ao estado anterior importará em maiores transtornos aos munícipes, especialmente em caso de improcedência dos pedidos

      6- Eng. de Transportes que como todos os “críticos”, não é contra as ciclovias pois não é louco de se opor à maioria da população, mas é contra a forma como se faz, complementando com a opinião sobre como deve ser a “estratégia”: Apenas para dar acesso ao transporte coletivo pois seu uso desassociado incorre em concorrência com o transporte coletivo, coisa que jamais deve acontecer (?!?!).
      7- Secretário de transportes confirmando que estudos não foram feitos (admitindo a “culpa”), tenta esclarecer que a razão é a pré-análise (que não ficou esclarecida), diz que juiz solicitou, portanto, logo serão feitos os estudos do “antes e depois”.

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  • fdfdf

    o problema das ciclovias é a falta de planejamento. Claro que as cidades, todas, deveriam ter ciclovias, não só, como parques, praças, espaços de contemplação e uso. O problema dessa gestão é que estão fazendo de qualquer jeito. Existem “ciclovias” que são meras faixas vermelhas pintadas em cima de calçadas todas esburacadas, e, que retiram o lugar do pedestre. As ciclovias estão sendo feitas pela CET, temos que lembrar disto, e não algo puramente da prefeitura. E a CET está com pleno poder de pintar faixas (isso significa compra de material e contratação de trabalhadores) sem fazer licitação, sem publicar no diário oficial e etc… Do jeito que estão sendo feitas eu não confio. Além do mais, temos que admitir que a classe média das regiões como pinheiros, está enxergando apenas um lado, como se São Paulo se resumisse a eles, não. Andem pelos bairros mais pobres para ver se as ciclovias são realmente bem feitas. Anarquista como sou, tenho que lembrar que a prefeitura para conseguir mais alguns minutos na propaganda eleitoral fez aliança com Paulo Maluff e seu partido e que, ganharam cargos na secretaria do transporte, umas das secretarias com mais dinheiro na prefeitura.

    Polêmico. O que acha? Thumb up 2 Thumb down 6

  • walter tabax

    como é que eu entro em contato com a Camara Temática? abs…

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    • Gabriel Di Pierro

      Oi Walter, peço que entre em contato com e-mail da Ciclocidade – contato@ciclocidade.org.br, manifestando seu desejo de acompanhar os trabalhos (temos um GT específico da Ciclocidade com esse foco). A Camara Temática acaba de ser oficializada, ainda não teve seu primeiro encontro, mas a ideia é que seja um espaço de diálogo com poder público e que lá a gente tenha condições de qualificar o que vem sendo realizado, não apenas ciclovias mas outras dimensões de uma política cicloviária, como educação e campanhas, por exemplo

      Abs, Gabriel diretor da Ciclocidade

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  • Vinicius

    O texto está formidavelmente bem escrito. Parabéns aos autores do texto! A promotoria deveria se sentir envergonhada depois de tomar conhecimento dos presentes argumentos.
    Retroceder, jamais!!
    Um abraço

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  • Evandro Topzinski

    CALÇADA É DE RESPONSABILIDADE DO MUNICÍPIO OU DO PROPRIETÁRIO?

    http://www.deficientefisico.com/calcada-e-de-responsabilidade-do-municipio-ou-do-proprietario/

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    • Alexandre

      Eu acho mesmo que a responsabilidade tem que ser do município.
      Mas isso não invalida a questão central:
      Fazer ciclovia não é o que estraga calçada.
      Não faz sentido ser contra ciclovia porque a calçada é ruim. Temos que lutar pelas duas coisas: Calçadas melhores para segurança dos pedestres e cadeirantes E ciclovias para a segurança dos ciclistas (sendo que ciclovias também são de uso dos cadeirantes).
      Então em vez da gente ficar se enfrentando, basta nos juntarmos em movimentos como o grupo “SAMPAPÉ”, que luta por tudo isso e eu apoio.
      Juntos é que vamos melhorar a cidade, não um contra o outro.

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  • Humberto

    Vi algumas manifestações de cadeirantes aqui e gostaria de dividir uma experiência. Como estou vindo de bike para o trabalho, precisei ir à um banco distante uns 4 km e resolvi ir a pé exatamente nesta semana. Não fui de bike para não transpirar. Caros, a vida e locomoção de um cadeirante deve ser muito difícil nesta cidade. Trabalho em uma região “nobre” (Torres pouco antes da ponte estaiada na marginal pinheiros) mas projetada exclusivamente para quem tem motor. Quase caí varias vezes nas calçadas péssimas, obras impedindo a calçada e jogando o pedestre na lama ou na rua. E o desafio que é atravessar ANDANDO de um lado para outro do rio. Deveria ser algo natural. Mas as pontes foram feitas exclusivamente para carros. Mas o mais notório foi a agressividade dos motoristas apressados para seus compromissos inadiáveis. E confesso aqui, eu também dirigia assim, agressivo. Nada como experimentar uma situação de uma perspectiva diferente. Sinceramente, pensei o caminho todo em como uma pessoa com dificuldades de locomoção deve se sentir humilhada e impedida no seu direito de ir e vir. Fora os riscos. Deixo aqui o meu respeito e admiração aos cadeirantes que vencem esses desafios todos os dias. E parabéns para todas as iniciativas que transforme São Paulo numa cidade prioritária para pessoas.

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    • Evandro Topzinski

      Obrigado pelas palavras Humberto.

      Parece, lendo os comentários, que ciclistas, motociclistas, motoristas e pedestres são inimigos mortais. Todos se esquecem que quem conduz a bicicleta, dirige a moto ou o carro, ou caminha pelas calçadas são PESSOAS.

      Não preciso escrever aqui que já fui vítima e também já presenciei a falta de respeito para com o cadeirante, o cego e o idoso, de pedestres, motoristas, ciclistas e, pasmem, até de outros cadeirantes. Infelizmente este tipo de comportamento faz parte do caráter de muita gente, independentemente de sua condição.

      Que cada um respeite o outro, a necessidade do outro, a dificuldade do outro e viveremos em um mundo melhor.

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      • Alexandre

        Mas é isso que queremos, Evandro.
        Ninguém aqui é contra melhorar calçadas, que você precisa e nós também.
        Mas é você que está sendo contra as ciclovias, então quem não está respeitando a necessidade do outro?
        Juntos seremos melhores do que um contra o outro.

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  • Eduardo

    Esse papo de que não houve planejamento é só mais um pretexto de quem é, completamente, contra ciclofaixa na rua. Para esse povo só deveriam existir as ciclovias em lugares isolados, como são as da Marginal, a da Faria Lima e a da Eliseu de Almeida, pois essas não “prejudicam” o trânsito. Então ciclofaixa na rua, nunca terá o aval desse povo, mesmo que seja planejada por 30 anos e seja com asfalto impecável. Afinal, pra eles que não as usam, ciclovias e ciclofaixas precisam ser impecáveis, mesmo que ruas e calçadas não o são.

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  • Andrea Viana Santiago

    Mobilidade Pública, Segurança e respeito a sociedade. Ciclovia já.

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  • Anderson

    Segundo dados estatísticos, 28% dos passageiros usam carro, porem eles ocupam 78% do espaço das vias, enquanto 68% dos passageiros da cidade usam transporte publico, e ocupam 8% do espaço (fonte revista superinteressante), isso numa pesquisa que considera apenas veículos motores. 400km de ciclovias não repesenta 1% deste espaço ocupado por carros, o que reduziria a capacidade de transporte da cidade em 0,3% ou menos, ao passo que o Va de Bike já demostrou que a implantação de ciclovias aumentou em 50% a quantidade de ciclistas numa via. Logo mesmo que as ciclovias sejam pouquíssimo utilizadas, o transito absurdo de SP e velocidade média patética dos carros (segundo a mesma revista, comparável a de uma galinha), faz com que 400km de ciclovias transportem mais pessoas em bicicletas do que o mesmo espaço ocupado por automóveis.

    Isso considerando o atual cenário, que ainda é de baixo uso, mas com a expectativa de aumento de demanda (nas poucos vezes que ando de transporte publico durante a semana, vejo cada vez mais ciclistas passando), essa razão deve aumentar gradativamente, tendo em vista que a tendencia da velocidade média dos automóveis é cair para níveis ainda mais alarmantes e numero de ciclistas crescer com o isentivo publico. Isso torna ainda mais lastimável iniciativas como essas do MP, mas vendo a resistência que boa parte dos paulistas tem, acredito que já foi um milagre o prefeito ter construído tantas vias para nós.

    Só fico com pena que não deu tempo de sair a ciclovia da Helio Pelegrino, se ela fosse construída 90% do meu caminho pro trabalho seria em ciclovias, um verdadeiro sonho europeu, estava até pensando em comprar uma fixa com coroinha pra vir girando na boa nos dias que tivesse mais cansado e aposentar o transporte motorizado de vez. Vamos continuar rezando pra dar tempo até o fim do mandato.

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    • Anderson

      *incentivo

      Corrigindo

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    • SavianoMarcio

      A da Hélio Pelegrino não seria dinheiro da Operação Urbana Águas Espraiadas?

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      • Anderson

        Não, a obra é executada pela prefeitura e já começou, no trecho que liga a Faria Lima ao Ceagesp. Só não encontrei as informações de qual o andamento das obras, mas como está prevista para outubro deste ano, acredito que não vai ficar pronta a tempo, pois as obras requerem grande intervenção para ligar a Faria Lima ao Ibirapuera. Sera que consigo com a prefeitura o andamento desta obra, já que ela está em execução?

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  • Jade R. da Silva

    Ótima ideia a da Bike Zona Sul. Já mandamos e-mail apoiando a instauração de inquérito, pelas razões anteriormente citadas.

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  • Jade R. da Silva

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    • tiagobarufi

      Minha segurança, integridade física dos meus amigos, conhecidos e demais usuários da via em bicicleta ou a pé >>>>>> seu amontoado de baboseiras.

      Se tem alguma denúncia de crime a fazer (superfaturamento? fraude?), FAÇA, ou estará sendo conivente!

      O resto é fanfarronice.

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  • Humberto

    Sou executivo de uma empresa nacional. Tenho dois carros em casa. Mas quando uma ciclovia foi implantada nas proximidades de onde moro, (Av. Escola Politécnica ) resolvi experimentar, justamente em setembro de 2014, no dia mundial sem carro. Resultado: meu dia mundial sem carro está durando até hoje!!! Claro que as ciclovias tem muitos problemas, mas ainda assim elas tornaram mais seguro o uso da bicicleta como meio de transporte. A cidade precisa atender prioritariamente quem anda a pé, em veículos não motorizados e de transporte público, nesta ordem. O ministério publico propõem uma ação que desrespeita a vida! Porque?

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  • Associação dos Especialistas em Políticas Públicas do Estado de São Paulo

    A rede de 400km de ciclovias foi PLANEJADA no Plano de Metas (Meta 97) que, por sua vez, contou com dezenas de audiências públicas durante sua elaboração. A AEPPSP inclusive participou deste processo e conferiu a seriedade das devolutivas. O Plano de Metas orienta o Plano Plurianual que, por sua vez, orienta o orçamento anual. Não procede, portanto, a acusação de que as ciclovias não foram planejadas ou de que não houve participação da população em sua concepção.
    Meta 97: http://planejasampa.prefeitura.sp.gov.br/metas/meta/97/

    Atenciosamente,
    Associação dos Especialistas em Políticas Públicas do Estado de São Paulo
    http://facebook.com/aeppsp

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  • André Ribeiro

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    • Felipe Prenholato

      Ainda bem que não depende de gente como você que não sabe nem pra onde vai nem pra que serve os impostos que paga e que pensa só no próprio **.

      Aproveita e se informa um pouco mais, vai uma ajudinha:

      http://vadebike.org/2009/02/o-ipva-e-um-imposto-injusto/

      Ah, eu pago IPTU tbm, e não é pouco não.

      Quanto a calçada, a manutenção dela cabe ao dono da casa. Você cuida da sua? Espero que sim.

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    • SavianoMarcio

      A mesma pergunta feita pela 3° vez e ainda não respondida:

      – QUAL foram as ciclovias e QUANTAS HORAS você passou observando para concluir que são “ciclovazias” ou “ninguém usa”?
      – Como uma foto de uma fração de segundo pode servir para “contar” quantos ciclistas passam por uma ciclovia o dia todo?
      – Se eu fotografar uma calçada, uma rua, os trilhos do metrô, o oceano, o céu vazios isso significa então passa NENHUM pedestre, carro, trem, navio ou aviões neles o dia todo?
      – Onde está escrito NA LEI que você tem você mais direitos por pagar IPVA e IPTU?

      E finalmente, porque quem é contra várias vezes costuma usar essa lógica troncha?

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    • Anderson

      Ainda bem que não dependemos de gente como vc, se não estaríamos no mesmo nível da China.

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    • ALEKSANDRO

      Folgados vírgula….
      Olha o respeito, e se tiver ombridade responda as perguntas do SavianoMarcio com coerência nas respostas…

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    • tiagobarufi

      Justamente por suas colocações bizarras é que nada deve mesmo depender de você: ainda resta um pouco de senso comum no mundo. Gente como você não tem capacidade de determinar o destino de ninguém.

      Se você paga seus impostos, não faz nada além da sua obrigação e não tem ‘direito’ de andar com seu carro, tem uma permissão para isso que pode ser revogada em caso de mau comportamento.

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  • Euzébio Jorge

    Sou presidente de uma organização de trinta anos chamada Centro de Estudos e Memória da Juventude (CEMJ) e temos uma rádio chamada Rádio Juventude (radiojuventude.com.br), e gostaríamos de assinar a nota também.

    Obrigado

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  • pilistrika

    De uma coisa eu tenho certeza; essa juíza do MPE só conhece bicicleta por imagem e vídeo! e, além do mais não conhece a cidade de São Paulo! qualquer um com um minimo de inteligência sabe que a decisão dessa promotora é de cunho político e não para defender interesse da população de São Paulo! assisti uma reportagem em que na audiência uma pessoa questionava ela do porque da decisão e ela não soube explicar! mas mesmo assim, por birra resolveu barrar a construção dos restantes das ciclovias, fez isso de maneira autoritária e ainda fez o absurdo de mandar desmanchar parte das obras que estão em andamento, ignorando tudo o que já foi gasto e o que vai gastar para se cumprir uma determinação criminosa dessa! criminosa sim! porque ela está fazendo isso por birra e interesse político e rasgando dinheiro da população que paga seus impostos para que estes mesmos impostos lhes retornem em formas de benefícios. tenho comigo que o concurso ou nomeações para juízes, promotores, desembargadores e ministros do supremo deveriam ser mais criteriosos e rigorosos para parar de colocar no cargo uma incompetente como esta que determinou a paralisação das obras das ciclovias!

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    • Gustavo

      Para eles, bicicleta é só para lazer…

      Para paises desenvolvidos, bicicleta é um meio de transporte.

      Dai vemos porque o Brasil é subdesenvolvido.

      Depois não sabe porque o transito não para de aumentar. Talvez deva achar que tem que construir mais pontes, mais avenidas, enfim, continuar entupindo a rua de mais vias para mais carros!

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  • Leco Peres

    Pessoal saiu a liminar, o juiz impediu a construção de novas ciclovias e clicofaixas, mas manteve a construção das ciclovias em andamento, a da Paulista inclusa. Ou seja, parcial vitória dos ciclistas.
    De qualquer forma, dessa liminar pode ainda haver recurso e o tribunal mudar a decisão.

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  • Cláudio

    Galera vamos subir a hashtag no twitter #LiberaBikeMP !

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  • Evandro Topzinski

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  • Reinaldo

    Lá embaixo no final do texto vcs podiam colocar que quem assina também são os milhares de ciclistas “anônimos” que transitam diariamente na cidade de SP ! nem só de entidades é feita a “classe” dos ciclistas. Grato.

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  • Andre

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    • SavianoMarcio

      Qual foi(ram) a(s) ciclovia(s) e quantas horas você passou observando para concluir que estão vazias?

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      • Jade R. da Silva

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        • Renato

          Ciclovia da Braz Leme e Sumaré manda lembranças ….

          A da Bras leme Não foi implantada pela gestão atual, e sim pela do Kassab…passe lá e aproveite as curvas fechadonas…..

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    • Renato

      Saviano, provavelmente ele viu alguma das ciclovias que ainda não estão conectadas com a malha do eixo central ou com grandes corredores já prontos, como a da Av.Atlantica/Capela do Socorro/Ciclovia Marginal Pinheiros

      – Eliseu de Almeida
      – Faria Lima
      – Escola Politécnica
      – Av.Jabaquara/Vergueiro/Liberdade

      Tem gente que acha que demanda brota do nada, num passe de mágica.

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    • Adriano

      Informação – virtude única
      Ignorância e desinformação = único vício!

      http://www.metro.sp.gov.br/metro/numeros-pesquisa/pesquisa-origem-destino-2007.aspx

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  • Antonio Oliveira

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  • valci barreto

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    • Evandro Topzinski

      Este é o BlackBlock das bicicletas.

      Meios “inteligentes” de ATRAPALHAR os carros! Muito inteligente você amigo!

      Polêmico. O que acha? Thumb up 5 Thumb down 5

      • Antonio Oliveira

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        • Alexandre

          Ih, o Antonio tá falando sozinho. Hahahah. Cada uma…

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          • Antonio Oliveira

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        • Alexandre

          Vocês pegam um único comentário confuso no meio de dezenas de comentários bem argumentados e racionais pra dizer que somos terroristas e nos comparar a uma organização assassina. Ok, tá certo, cara.

          Frente a essa sua argumentação lógica e impecável, me curvo à sua inteligência. Você é dez! Parabéns!

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          • Antonio Oliveira

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            • Alexandre

              Legal que você se ateve a esse ponto importante da discussão, cara. Que bacana.
              Pena que ainda não entendemos por que, dentre dezenas de comentários bem argumentados e bem defendidos, você pegou um comentário de doido que não recebeu nem mesmo um único voto positivo de ninguém aqui, pra generalizar e dizer que “esse pessoal aqui” é “quase um Estado Islâmico”.
              Estou impressionado com sua capacidade lógica e argumentativa. Você realmente tem uma inteligência superior. Parabéns novamente.

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              • Antonio Oliveira

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            • Alexandre

              Não estava falando do seu comentário não ter recebido voto positivo.
              Estava falando do comentário do doido que você usou como exemplo pra dizer que todos aqui somos doidos como ele.
              Se ninguém gostou do comentário dele, não dá pra fazer essa generalização. Em vez de responder com argumentos às dezenas de comentários bem argumentados, você pegou um de doido pra generalizar, e até você vai ter que admitir que isso é bastante desonesto.

              Abraço, cara.

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  • Rock

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    • Renato

      400.000 pessoas são pouca gente? que se danem, que continuem correndo riscos ou voltem para os carros ou superlotem mais o metrô?

      Qto ao transito, SP tem mais de 17.000 km de vias pavimentadas.

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    • SavianoMarcio

      A mesma pergunta feita para o André:

      Qual foi(ram) a(s) ciclovia(s) e quantas horas você passou observando para concluir que atende poucas pessoas? Quais, quantos e aonde foram os conflitos com o transito?

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    • Adriano

      Nada disso! O que prejudica o transito são o excesso de carros, não as ciclovias.

      Recomendo a leitura:

      http://www.metro.sp.gov.br/metro/numeros-pesquisa/pesquisa-mobilidade-urbana-2012.aspx

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    • tiagobarufi

      Não entendi onde é que a ciclovia prejudica o trânsito. É sério, eu transitei por algumas delas hoje e não consegui perceber nenhum prejuízo ao trânsito. Transitei tranquilamente, mesmo tendo que parar uma vez para deixar uma moça atravessar a pista para tirar o carro da garagem… não prejudicou em nada a ninguém. Ah, também diminuí a velocidade para ultrapassar um homem que empurrava a bicicleta com três garrafas de água, dessas de 20 litros… ele também parecia transitar muito bem, embora mais lentamente. Deu tempo para nos cumprimentarmos de forma amigável, sem atrapalhar em nada o trânsito.

      Em alguns momentos, o trânsito dos carros me pareceu um tanto parado, mas isso não teve nenhuma relação com a ciclovia, que nessa ocasião e nessa rua rua (Vergueiro) ocupa uma área próxima ao canteiro central. Talvez a ciclovia tenha prejudicado o estado de espírito daqueles seres sentados ao sol em seus carros, que não podiam movê-los enquanto nos viam passar pedalando tranquilamente, mas é um pouco precipitado dizer que atrapalhou o trânsito deles. Eles já se atrapalharam sozinhos.

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  • Renato

    Acabou de passar no SPTV agora pouco:

    Liminar foi concedida a favor do MP e as obras das ciclovias deverão ser paralisadas. O Juiz só liberou a continuação na Av.Paulista….

    http://g1.globo.com/sao-paulo/noticia/2015/03/justica-determina-paralisacao-de-obras-em-ciclovias-em-sp.html

    Pelo menos o Juiz não mandou retirar todos os trechos já entregues….

    Toma MP !!!

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  • Marcelo Almeida da Costa

    Eu quero ciclovia sim em São Paulo.
    “O MPE NÃO ANDA DE BIKE”

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  • eu

    meu querido, não tem como esfregar aquela lei (vi aqui, salvo engano, mas faz tempo e não lembro qual é o número/ano dela) que diz que a cada nova via tem q ser construída uma ciclovia? eles querem botar no nosso rabo, nós temos é que botar 2 rolas bem grossas no rabo deles, isso sim!!! E outra, não tem uma outra lei que fala sobre paraciclos em locais de grande movimento, não sendo apenas públicos, mas privados também? Se sim, é outra coisa para esse juiz cego e essa promotora que acabou de comprar uma suv mas que não consegue passar a segunda marcha e quer botar a culpa nos outros, se ferrarem! cadê o MP fiscalizando a aplicação dessas 2 leis? cadê o judiciário multando quem não cumpre essas leis?????

    Vou além, Deus queira que não, mas se algum ciclista for assassinado por um carrólatra em uma via onde estava prevista uma ciclovia, mas que essa não saiu do papel graças a canetada mágica do ser divino do judiciário, esse responderia por homicídio também??? Oq é mais importante, a dona promotora andar de suv por ai ou evitar que dezenas de pessoas morram por ano??? Existe alguma estatística sobre o número de ciclistas assassinados de 2014 e 2013-2012? houve queda no número? ou pode ter até aumentado mas aumentaram o número de ciclistas tmb? são coisas a se pensar!

    Tratam a questão como guerra política, econômica, de egos, de sei lá oq, mas a questão é que estamos falando de vidas salvas pelas ciclovias!

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    • Evandro Topzinski

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      • Adriano

        mimimi….mimimi

        Qtas gestões passaram pela prefeitura antes do atual mesmo? E fizeram alguma coisa? Não!

        Arrumar mais de 16.000 km de calçadas…nenhum fez até agora e se fizesse, levaria uma eternidade…

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      • Fernando Augusto Almeida de Abreu

        Amigão, pegar um artigo de notícia que tendenciosamente joga “o valor 12%” e “Plano de Metas de Haddad” sem contexto é burrice. O plano de metas de metas total dele já passou 50% faz tempo. Calçada é dever do proprietário de manter. A prefeitura precisa multar quem deixa o imóvel pra especulação imobiliária e abandona suas calçadas ou entornos.

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        • Evandro Topzinski

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  • eber mingardi

    Uso as ciclovias para ir e vir do meu trabalho com chance de almoçar em casa. São quatro viagens mais outros percursos porque procuro otimizar o uso da bicicleta ao máximo. Vendi meu carro e quando é extremamente necessário, pego um taxi ou alugo um carro. A economia é muito grande além do benefício físico. Acordem!!! Não basta a ameaça da falta d’água? Onde teremos que chegar para que as mentalidades mudem?

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  • Justiça demonstra desinformação sobre mobilidade e transito em decisão contra ciclovias | Diário da Mobilidade

    […] e a absurda destruição do que já havia sido feito, as associações de ciclistas de São Paulo responderam prontamente aos enganos, exageros e incorreções que a ação […]

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  • walter tabax

    Algumas observações: se os mais antigos são condição de preferência e não consta que Deus tenha criado o carro logo depois de ter criado a Terra; mas sim criou o homem e a mulher, então estes são bem mais velhos que os carros e exigem ser respeitados. Em seguida, também não consta que o homem tenha primeiro inventado o carro e depois a bicicleta, portanto, após o pedestre vem a bicicleta. E pela ordem, vem o ônibus (ou as carroças de transporte coletivo do passado e os bondes), depois dos ônibus os trens, as motocicletas e os carros são os últimos neste ciclo da idade. Logo, o carro NUNCA deveria ser visto como forma de chegar mais rápido a um destino, mas um veículo a chegar de forma MAIS CONFORTÁVEL a um destino, e nada mais que isso.
    E antes que eu me esqueça: URGE REGULAMENTAR o transporte motoviário, uma bagunça, um perigo, um sistema assassino e suicida de locomoção! Alô autoridades!

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    • Evandro Topzinski

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      • Adriano

        Detalhe: São mais de 16.000 km de calçadas….várias decadas e vários prefeitos passaram pela capital e não arrumaram as calçadas. E nem havia projeto de ciclovia.

        Isso ai é desculpa de carrocrata chorão para boi dormir.

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        • Evandro Topzinski

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          • Alexandre

            Então pra você é ótimo que se faça ciclovias, porque por lei cadeirantes também tem o direito de utiliza-las.
            De nada!

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            • Evandro Topzinski

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              • Felipe Prenholato

                Olha, não sou cadeirante, sou ciclista, mas até um ano atras levava minha filha no ‘carrinho de bebe’ pra lá e pra cá, pois não temos carro por opção e minha mobilidade é na sua maioria de bicicleta e a pé. Eu tenho boa noção de pequena parte do que você passa.

                Primeiro que eu digo é que use a ciclovia, elas estão lá pra te ajudar também.

                Segundo é que o problema é que a prefeitura não é responsável por ‘conservar’ ou fazer a calçada, até onde sei fica a cargo do proprietário do imóvel, e isso é uma merda. É uma merda pq cada um faz do jeito que quer e adaptada a sua garagem. A calçada devia ser adaptada a quem anda nela, não ao carro que entra na garagem. Calçadas deviam sim ser mantidas pelo município, sem degraus e com calçado anti derrapante (já levei dezenas de tombos em calçadas de pedra sabão).

                O que você devia cobrar não é que a grana de ciclovia fosse usada na calçada (até pq ela é usada como calçada em muitos lugares da cidade, vide centro e R. Madre Cabrini, e pq não são só ciclistas que usam elas, qualquer meio de transporte não motorizado ou com motor elétrico até X de potencia pode usar), mas sim do asfaltamento, reasfaltamento e reasfaltamento e reas……. o custo deve ser muito maior. Obras absurdas como o alargamento da Marginal Tiete, a da Dutra que está sendo feita agora, fazem cuidar de calçadas direto uma fração do custo delas, e elas só vão causar mais trânsito.

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              • Gustavo

                E porque você não cobrou das gestões anteriores as melhorias nas calçadas?

                Engraçado só vir falar isso agora que as ciclovias apareceram….

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              • tiagobarufi

                A prefeitura está tratando disso. Mas não será fácil mudar essa lei (dos tempos do Jânio, lembra?) que transferiu para o munícipe a responsabilidade pela manutenção das calçadas.

                Ora, temos muitos casos de imóveis que não têm nem o imposto predial regularizado, e cobrar essa dívida não é fácil… imagine cobrar as multas de calçada? Fiscalizar tudo isso numa cidade desse tamanho?

                Não será nada fácil mudar essa lei, por causa dos diversos desdobramentos dela. Será caro, será preciso alterar o orçamento para tal. E acredite: a gestão atual tem feito muito mais nesse sentido do que qualquer outra que eu possa me lembrar nos meus mais de quarenta anos de vida.

                Por favor, tenha respeito pelo trabalho dos outros, além de fazer suas justas reivindicações, e perceba que não é sensato atacar aqueles que estão ao seu lado na negociação extremamente complexa para melhoria das condições de locomoção fora dos carros. Peço que procure entender os interesses econômicos que levam ao estado de coisas atual: a priorização do transporte motorizado individual que afeta a qualidade de vida de todos.

                Espero encontrá-lo na ciclovia ou na calçada, se locomovendo em segurança e a salvo da ameaça representada pela pressa e descaso pela vida que é própria dos motorizados.

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              • Evandro Topzinski

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          • CiceroS

            Você é cadeirante, Evandro? Eles e elas também: http://vadebike.org/2015/02/pedalada-inclusiva-ciclovias-sao-paulo-fotos/

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          • Alexandre

            Concordo plenamente que pedestres devem ser prioridade, mas isso e construir ciclovias não são coisas mutuamente excludentes. Pelo contrário: uma cidade com menos carros e mais ciclistas é mais segura também para pedestres.
            Lembrando que o governo do Haddad tem feito também várias coisas em benefício a pedestres, recuperando espaços públicos, melhorando as condições de travessia em diversos cruzamentos antes problemáticos, e até a travessia de pontes nos rios, que antes eram exclusivas para carros (uma aberração urbana sem fundamento que causa muito mais problemas para pedestres e cadeirantes do que qualquer ciclovia, mas que raramente gera menos indignação a algumas pessoas e parte da mídia do que ciclovias), hoje estão sendo feitas ciclovias E calçadas nessas pontes.
            Também é bom lembrar que a manutenção das calçadas é responsabilidade dos proprietários dos terrenos na frente dos quais elas ficam.

            Se essa promotora e você estão tão interessados com a segurança de pedestres e cadeirantes, por que em todas as décadas que essas pontes existiram, nunca entraram na justiça para melhorar a travessia de pedestres e cadeirantes nelas?
            Se a promotora e você estão interessados na qualidade das calçadas, por que não entrar na justiça para que as calçadas sejam consertadas pelos responsáveis pela manutenção delas, em vez de tentar melar uma política pública que também é necessária para a segurança de pessoas?
            Esse raciocínio de vocês é muito torto. Está faltando esclarecer na cabeça de vocês as relações causais entre as coisas: ciclovia não estraga calçada. Parar de fazer ciclovia não vai fazer as calçadas melhorarem.

            Vamos reivindicar calçadas melhores SIM. E vamos reivindicar ciclovias SIM.
            São coisas que deviam andar juntas, não tem sentido ser contra ciclovias porque as calçadas são ruins, não tem lógica alguma nisso. Vamos lutar JUNTOS pelas DUAS COISAS.
            Junte-se a nós nessa causa, que juntos somos mais fortes. Eu apoio, por exemplo, o grupo SAMPAPÉ, que defende justamente isso: fiscalizar e melhorar calçadas para pedestres e cadeirantes, entre outras coisas.

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  • Carlos

    Infelizmente o Juiz acatou o MP em partes e bloqueou a construção. Infelizmente a justiça é um poder totalmente Elitista, pois não é eleito e sim acessado atraves de provas que apenas filhos da elite conseguem devido a necessidade de passar anos sem trabalhar estudando, ai acontece isso 🙁

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  • alex madeira

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    • Alexandre

      Eu vou ao trabalho de bicicleta.
      Eu ando na ciclovia da artur de azevedo todo dia e vejo vários outros ciclistas lá.
      Você com certeza não ficou vigiando a ciclovia todo esse tempo ininterruptamente, então é óbvio que passaram ciclistas por lá que você não viu.
      Tente ir lá no horário de pico pra ver quantos ciclistas você conta em 30 minutos.

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    • Backer

      Eu venho de bicicleta para o meu trabalho (onde preciso usar roupa social) pelo menos duas vezes por semana. Não entendi a dificuldade. Moro na Granja Viana e trabalho no Jaguaré. São 16 km dos quais, pelo menos em 10 deles me sinto muito mais protegido por trafegar por uma ciclovia, mesmo que esta ciclovia (da escola politécnica) tenha sito tão criticada pelo SP TV, Record, etc..

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    • Carlos

      Eu sou diretor de sistemas e trabalho na Berrini e saio do P3 da usp e vou até meu trabalho todos os dias de BIKE, tal caminho ficará ao meu ponto de vista 100% seguro após instalação da ciclovia na berrini.

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    • Felipe Prenholato

      Eu ia ao trabalho de bicicleta, primeiro Metrô Conceição > Vila Olimpia, agora Vila Mariana > Vila Olimpia. Tempo, 20 minutos pra ir, 30 pra voltar. Hoje trabalho de casa e só saio de bike pra ir ao mercado, padaria, etc.

      Vem ficar parado na Av. Vergueiro agora pra ver quanto ciclista não passa :).

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    • Renato

      Eu acho que estou em outra “São Paulo”, pois eu sempre vejo ciclistas nas ciclovias da Rua Vergueiro, Faria Lima, Av. Sumaré….no centro….e não é meia duzia, são vários….e vem aumentando a cada mês.

      Vai explodir mesmo é qdo tiver bicicletários publicos como a da Estação Faria Lima em todas as estações de metrô, pois os bicicletários da estação de trem da CPTM estão em sua maioria, sempre LOTADOS.

      Visite a Estação Itaim Paulista, São Miguel Paulista, Grajaú, Interlagos, Butantã, Pinheiros e outras para ver os bicicletários com mais de 100, 200 vagas sofrendo já com falta de espaço….

      Isso porque em algumas dessas estações ainda não tem uma rede cicloviaria como a do Jaguaré conectando com vários ramais.

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    • Adriano

      Recomendo a leitura, pois é feio falar o que não sabe….

      http://www.metro.sp.gov.br/metro/numeros-pesquisa/pesquisa-mobilidade-urbana-2012.aspx

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    • Anderson

      Eu vou pro trabalho de bike muito antes dessa porcaria de cidade ter ciclovias!

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    • tiagobarufi

      Engraçado, estou olhando agora para a rua e não vejo NENHUM, repito, NENHUM CARRO PASSANDO! É um descalabro essa rua ser mantida aberta para os motorizados, esse caro pavimento, e quando olho para ela não vejo carro nenhum! Que absurdo!

      Deviam tirar o asfalto e fazer uma roça nessa rua, e assim prover um trabalho útil para o Alex Madeira se entreter enquanto espera sua filha.

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    • Vitor

      Eu pedalo 5 km para ir à faculdade, 7 para o serviço e depois mais três para voltar para casa. 15 km é o mínimo que pedalo por dia. Fora quando vou ao mercado, à padaria, à casa de amigos, ao consultório médico numa consulta marcada (numa emergência ao hospital, e olha só que curioso, daí eu preciso do carro, no caso um táxi ou uma ambulância), etc.
      Amigo, veja bem, quem defende a bike, em geral, usa a bike (pra lazer também), e não quer a “extinção” do carro, apenas um uso mais racional. Minhas necessidades não me fazem precisar ir ao mercado de carro, mas eu não tenho nada contra quem precisa. O carro é uma tremenda de uma invenção, ajuda pacas nossa vida, facilita muito mesmo. Só que o nível de dependência que nossas cidades geraram dele é desumano e tira o espaço dos outros modais… A reumanização do espaço é difícil mesmo.

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  • Marcel Salomão

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    • Alexandre

      Todas as obras de ciclovias tem projeto básico. Os projetos básicos foram apresentados pra promotora mas ela não ficou satisfeita.
      O que a promotora quer é um estudo muito mais amplo e desnecessário. Enfim, o que ela quer é melar a política de estímulo à bicicleta.

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    • CiceroS

      Pois é, Felipe, por causa do tal “impacto viário”, nós ciclistas acabamos sendo os grandes responsáveis pelos congestionamento, veja você.

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      • Felipe Prenholato

        É bizarro, agora vou eu ao mercado e padaria ficar preso no congestionamento dos carros…

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        • Renato

          Bicicleta causando congestionamentos de carros?

          Puts, deixa pra lá….

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          • CiceroS

            Então, Renato, porque, no fundo, no fundo, o que esse juiz fez foi uma média com o MPE, porque não há nada de razoável nas “razões” da decisão dele favorável à tutela antecipada. E no limite do raciocínio, sim, nós ciclistas seríamos responsáveis pelo “estrangulamento do tráfego”:

            “…é de se entender como razoável a presença de prévio estudo de impacto viário global e local, de sorte a mitigar efeitos deletérios como o estrangulamento do tráfego de veículos em vias públicas.”[???]

            Ah, então mesmo antes de muitas ciclovias substituirem o espaço do viário destinado a estacionamento de veículos a motor, este também deveria ser considerado “deletério”, pois estrangula o tráfego? Mais uma doidera, né? rs.

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  • Alexandre

    Copio aqui o e-mail que enviei para a ouvidoria do MPSP. Quem quiser, sinta-se livre para copiar e alterar como quiser e também enviar ao e-mail ouvidoria@mpsp.mp.br

    “Venho por meio deste e-mail manifestar a minha indignação frente ao pedido de paralisação das obras de implantação do sistema cicloviário da cidade de São Paulo, ação engendrada pelo Ministério Público Estadual (MPE) – 3º Promotoria de Justiça de Habitação e Urbanismo – por meio da promotora Camila Mansour Magalhães da Silveira.

    Quero lembrar que a bicicleta é um modal que deve ser estimulado por vários motivos. Em primeiro lugar, uma pessoa que opta por se locomover por bicicleta em vez de usar o carro está contribuindo para melhorar a fluidez do trânsito, uma vez que a bicicleta ocupa menos espaço e é mais ‘flexível’ (uma bicicleta não fica presa em congestionamento, nem contribui com o mesmo). Essa é uma escolha que eu fiz: eu poderia usar o carro todos os dias, mas uso a bicicleta e o transporte público.
    Outro motivo é que o uso da bicicleta resulta em mais saúde. Para quem pedala por causa do exercício físico, e para os outros porque é um carro a menos poluindo nosso ar. Existem estudos de vários lugares do mundo que mostram que o estímulo do uso de bicicleta tem um impacto de diminuir gastos com saúde.

    Mas mais importante que isso, quero lembrar também que ciclovias efetivamente SALVAM VIDAS. A ciclovia da Av. Paulista, especificamente, é uma estrutura que já deveria existir há décadas. Se existisse, teria evitado a morte, no dia 14 de janeiro de 2009, da ciclista Márcia Regina de Andrade Prado, atropelada por um ônibus. Também teria evitado a morte, no dia 2 de março de 2012, da bióloga Juliana Dias, também atropelada. Teria evitado que o pintor David Santos Souza tivesse perdido um braço em atropelamento no dia 10 de março de 2013. Marlon Moreira também estaria vivo se tivesse tido a proteção de uma ciclovia na Av. Paulista no dia 27 de outubro de 2014, quando foi atropelado por um ônibus.
    Essas são apenas algumas das vítimas de atropelamento apenas na Av. Paulista. Quantos mais precisam morrem para que a vida passe a ter mais importância do que o espaço para automóveis?”

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  • SavianoMarcio

    Ótimo manifesto, será que se essa liminar for deferida, o que acho pouco provável, é possível as entidades entrarem contra essa ação na justiça, fora a prefeitura?

    E uma alerta a todos, cuidados com os trolls quando eles chegarem famintos.

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  • Backer

    Ação partidária desta senhora. É caso antigo de “pegação de pé”:
    http://www.tvgazeta.com.br/?videos=maria-lydia-entrevista-camila-mansour-promotora-de-justicasp#

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  • Gustavo Ferroni

    Demorou para vocês fazerem outra petição em apoio as ciclovias, só que dessa vez destinada a promotora. Sério, fala com a Change, mobiliza as pessoas!!

    Temos que mostrar que há vida pensante e sensata em São Paulo!!!

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  • Diego Brea

    Belíssima respostas dada ao Ministério Público do Estado de São Paulo pela ação 1009441-04.2015.8.26.0053. realizada pela promotora Camila Mansour Magalhães da Silveira, com certeza ela não usa a bicicleta para se locomover por São Paulo, e também não deve utilizar o transporte público.
    As respostas enviadas foram muito bem feitas, apontando os benefícios do uso da bicicleta com as ciclovias para os cidadãos de São Paulo.

    Se necessitarem, podem contar com o meu apoio para realizarmos uma pedalada de resposta.

    Abraços,

    Diego Brea.

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  • fernando

    destaco o argumento, juridicizado, de que: Minhas clientes milionárias não vão ter onde parar o carro, vejamos:

    “- Pela proibição de parada e estacionamento do lado da via em que houve a implantação da ciclofaixa, eliminou-se a possibilidade de carga e descarga em trechos comerciais (39) e o embarque/desembarque de passageiros em veículos de passeio, sobretudo de taxis (foto nº 04);”

    pessoal do vadebike, o trabalho de vcs é incrivel, sei que nunca poderia pedir nada além do desgaste normal que vcs têm, todavia, farei do mesmo jeito: Vcs vão municiar a Prefeitura com os estudos e documentos pró-bike?? vcs tem vasta documentação, ajudaria bastante acho!

    abc

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  • CiceroS

    O link com o pdf da ação do MPE está quebrado, Willian. Estou consultando por aqui: http://www.mpsp.mp.br/portal/page/portal/noticias/publicacao_noticias/2015/2015_marco/CICLOVIAS_acao_2015_03_18.pdf

    Só dei uma corrida de olhos, tem umas pérolas lá, como:

    “O estudo deverá também considerar os prejuízos que serão causados ao comércio e ao tráfego, notadamente pela supressão de vagas de veículos. Ainda hoje, o veículo é o modal de transporte que transporta o maior número de pessoas neste Município. A implementação do sistema cicloviário nesta Cidade, da forma como está sendo realizada (sem prévio estudo técnico detalhado e sem participação popular), trará consideráveis prejuízos ao modal que ainda é o mais importante para a economia de São Paulo (registrando-se, mais uma vez, que o transporte público de massa é deficiente e, por ora, não há alternativa para esse modal).”

    Mas já deu pra sentir, mesmo numa leitura apressada (e é até “ilustrado”, viu?), que essa “promotora” se esforçou bastante pra… pra melar, essa é a palavra, pra melar mesmo a continuidade da implantação.

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    • Willian Cruz

      Corrigi o link, obrigado. Era esse mesmo.

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    • Vinicius Mundim Zucheratto e Figueiredo

      Palavras de um dos gestores de transportes de Bremen (Alemanha) ao ser questionado sobre a retirada de vagas de carro para construir biicicletários (paraciclos) ou ciclovias e que iria prejudicar o comércio:
      * “1 carro parado por X horas = 1 carteira”
      * “12 bicicletas estacionadas (paraciclos) ou X ciclistas passando durante o dia = N carteiras”
      “Qual pode ser mais rentável o comerciante que tem visão de negócios?”

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    • Renato

      É bom apresentar ao MP a pesquisa de mobilidade feita pelo metrô para eles verem que a maior parte dos deslocamentos é feito a PÉ e de transporte publico.

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  • Vitor

    Chega a ser inacreditável que alguém não consiga enxergar os benefícios da bicicleta para a sociedade em geral. Todos os argumentos contra já foram explicitamente negados, com exemplos no mundo inteiro (não que exemplos bem sucedidos sejam obrigatórios para algo bom ser implementado). Acho que quem não entende nunca subiu em uma bicicleta, ou tem a cabeça muito fechada, mas muito mesmo.

    Chegar ao ponto de pedir a remoção da infraestrutura já colocada é uma piada de mal gosto.

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  • Alexandre

    Copio aqui o e-mail que enviei para a ouvidoria do MPSP. Quem quiser, sinta-se livre para copiar e alterar como quiser e também enviar ao e-mail ouvidoria@mpsp.mp.br

    “Venho por meio deste e-mail manifestar a minha indignação frente ao pedido de paralisação das obras de implantação do sistema cicloviário da cidade de São Paulo, ação engendrada pelo Ministério Público Estadual (MPE) – 3º Promotoria de Justiça de Habitação e Urbanismo – por meio da promotora Camila Mansour Magalhães da Silveira.

    Quero lembrar que a bicicleta é um modal que deve ser estimulado por vários motivos. Em primeiro lugar, uma pessoa que opta por se locomover por bicicleta em vez de usar o carro está contribuindo para melhorar a fluidez do trânsito, uma vez que a bicicleta ocupa menos espaço e é mais ‘flexível’ (uma bicicleta não fica presa em congestionamento, nem contribui com o mesmo). Essa é uma escolha que eu fiz: eu poderia usar o carro todos os dias, mas uso a bicicleta e o transporte público.
    Outro motivo é que o uso da bicicleta resulta em mais saúde. Para quem pedala por causa do exercício físico, e para os outros porque é um carro a menos poluindo nosso ar. Existem estudos de vários lugares do mundo que mostram que o estímulo do uso de bicicleta tem um impacto de diminuir gastos com saúde.

    Mas mais importante que isso, quero lembrar também que ciclovias efetivamente SALVAM VIDAS. A ciclovia da Av. Paulista, especificamente, é uma estrutura que já deveria existir há décadas. Se existisse, teria evitado a morte, no dia 14 de janeiro de 2009, da ciclista Márcia Regina de Andrade Prado, atropelada por um ônibus. Também teria evitado a morte, no dia 2 de março de 2012, da bióloga Juliana Dias, também atropelada. Teria evitado que o pintor David Santos Souza tivesse perdido um braço em atropelamento no dia 10 de março de 2013. Marlon Moreira também estaria vivo se tivesse tido a proteção de uma ciclovia na Av. Paulista no dia 27 de outubro de 2014, quando foi atropelado por um ônibus.
    Essas são apenas algumas das vítimas de atropelamento apenas na Av. Paulista. Quantos mais precisam morrem para que a vida passe a ter mais importância do que o espaço para automóveis?”

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  • Lucia Freitas

    Obrigada! a ação, em minha opinião, é pura demagogia do MP, que não percebe os grandes avanços que tivemos com as políticas implementadas pela Prefeitura nesta gestão.

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  • Jimmy

    Um bom trabalho jornalístico seria descobrir onde mora essa promotora. Será que alguma incômoda ciclovia bateu à porta dela e resolveu legislar em causa própria? Não duvido nada, agora que estão fazendo ciclovias nos Jardins.

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    • Alexandre

      Não acho uma boa ideia personalizar a questão. Infelizmente essa promotora representa uma parcela conservadora da população que realmente é contra a ciclovia (por ignorância, desinformação, egoísmo, partidarismo, etc).
      Precisamos nos ater aos argumentos e não à pessoa.

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    • Marcio Campos

      Pressionar pessoalmente a promotora sem dúvida não é caminho, mas também não duvido muito que ela seja oposição política ao prefeito e seu partido. É a segunda vez que essa mesma promotora se manifesta contra as ciclovias, e usa a mesma argumentação rala da oposição na câmara…

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      • CiceroS

        Realmente, nada de levar pro lado pessoal. Agora, pro lado institucional… seria bem interessante organizar uma bicicletada em frente ao MP. Aliás, a Promotoria de Justiça da Habitação e Urbanismo fica logo no 1o. andar do prédio da Riachuelo…rs.

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  • Bike Zona Sul

    Conclamamos a todos os ciclistas e apoiadores a entrarem em contato com o Ministério Público e deixarem clara sua opinião: ouvidoria@mpsp.mp.br e https://www.facebook.com/mpsp.oficial?fref=ts

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  • CiceroS

    Precisamos convidar essa “promotora” (ênfase nas aspas) Camila Mansour Magalhães da Silveira pra próxima Pedalada Pelada, não precisamos?

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