A importância da ciclovia da Avenida Paulista

Obras ciclovia Paulista 2015-06-18 - Foto Willian Cruz 034

Mesmo antes da inauguração e ainda com tapumes, cidadãos já deixavam de circular junto aos carros para usufruir da segurança provida pela estrutura segregada. Foto: Willian Cruz

 

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Com a avenida aberta às pessoas, a festa de inauguração da Ciclovia da Paulista atraiu cerca de 50 mil pessoas (veja em vídeo e fotos). Havia até gente de outras cidades e outros estados, que perceberam que se tratava de um momento histórico na mobilidade por bicicletas do Brasil e se sentiram parte dessa conquista.

E era de se esperar: em março, quando uma ação do Ministério Público Estadual de São Paulo tentava barrar a construção de todas as outras ciclovias da cidades, com o pedido inclusive de que a obra em andamento na Paulista fosse desfeita, irmãos de pedal de todo o país se uniram para protestar contra a arbitrariedade, que representaria um retrocesso gigantesco tanto em termos de política cicloviária quanto de proteção à vida. “Vai ter ciclovia”, gritamos todos, unidos em São Paulo e em mais de 45 outras cidades no Brasil e no mundo. Só em São Paulo, mais de 7 mil pessoas foram às ruas na noite de 27 de março, quando por fim o Tribunal de Justiça de São Paulo derrubou a liminar que proibia a continuidade das obras de ciclovias na capital paulista.

Essa conquista é, merecidamente, de todos, não só dos paulistanos. A implantação dessa estrutura, em uma avenida de grande visibilidade e com histórico de várias mortes de ciclistas, é considerada um divisor de águas na bicimobilidade brasileira, pois tende a escancarar a demanda (atual e reprimida), com cidadãos circulando ininterruptamente de bicicleta em uma das avenidas mais famosas do país. Espera-se que em poucos meses haja um fluxo maior que o da Av. Faria Lima, uma ciclovia de grande utilização em São Paulo. Há ainda a expectativa de que essa visibilidade incentive avanços na mobilidade ciclística em cidades de todo o Brasil, ao mostrar que proteger a vida do ciclista e estimular o uso da bicicleta são medidas importantes para o crescimento ordenado das cidades, não só pelos efeitos diretos na mobilidade quanto nos benefícios para os indivíduos,para a economia, para a saúde pública, o comércio e até o turismo (veja 18 razões para apoiar a implantação de ciclovias e 12 bons motivos para adotar a bicicleta em seus deslocamentos).

A ciclovia da Avenida Paulista irá ajudar muita gente que pedala na cidade ou pretende fazê-lo. É esperada há muitos anos pelos cidadãos que utilizam bicicleta em São Paulo, muito mais do que o tempo da atual gestão. Certamente seu uso superará todas as expectativas dentro de poucos meses, principalmente com a criação das conexões que irão alimentá-la.

Conquista dos cidadãos

Ao contrário do que pensam os que a consideram um “delírio autoritário” do atual prefeito, a ciclovia na avenida símbolo da cidade é uma demanda antiga dos ciclistas de São Paulo e é considerada uma das maiores conquistas do cicloativismo paulistano. A via já estava incluída em planos cicloviários da cidade desde, pelo menos, 2008, sem contudo ser implantada – o que mostra, mais uma vez, que planejamento sempre foi feito, o que faltava era colocar em prática alguma parte de todos esses estudos.

"Die in" na Av. Paulista, em 2013, simula corpos atropelados no asfalto. Veja a galeria completa. Foto: Ignacio Aronovich / Lost Art

“Die in” na Av. Paulista, em 2013, simula corpos atropelados no asfalto. Veja a galeria completa. Foto: Ignacio Aronovich / Lost Art

Foi nesta avenida que perdemos Márcia Prado, em 2009, Juliana Dias, em 2012, e Marlon Moreira de Castro, em 2014, após serem atropelados por motoristas de ônibus, além do caso de David Santos, que teve seu braço levado ao ser atropelado por um motorista embriagado e quase veio a óbito na ocasião, sendo ressuscitado por massagem cardíaca pelo estudante de Publicidade Thiago Chagas dos Santos, de 26 anos, que passava pelo local.

A Paulista já foi palco de um sem número de Bicicletadas (que ocorrem mensalmente na avenida), Pedaladas Peladas, passeios do Dia Mundial Sem Carro e muitas outras manifestações por um trânsito mais seguro. Uma delas foi realizada em resposta ao atropelamento de David, com a afixação de um braço de plástico simbólico no canteiro central, e acabou resultando na primeira reunião de ciclistas com um prefeito na história da cidade e, por consequência, na primeira campanha de respeito ao ciclista veiculada na TV na cidade e na decisão de colocar em prática o plano de 400 km de ciclovias.

Não à toa, ciclistas comemoraram o início das obras, em janeiro, com uma divertida “pajelança”, com direito a champanhe (ou espumante, como queiram), sal grosso e folhas de arruda. Veja em vídeo.

Quando uma ação do Ministério Público suspendeu a implantação das ciclovias em 2015, uma manifestação com mais de 7 mil pessoas lotou a avenida de bicicletas e foi ecoada em dezenas de cidades do Brasil e do Mundo, pedindo continuidade da implantação de ciclovias na cidade. A suspensão foi derrubada em segunda instância pelo Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP).

Opositores

Algumas figuras públicas se posicionaram contrárias a essa ciclovia, como o vereador Andrea Matarazzo (PSDB), que chegou a afirmar que “se faz de tudo para os ciclistas e se esquece dos carros”. O vereador também afirmou que o canteiro central era “essencial para a segurança de pedestres e motoristas“, dando a entender que a ciclovia colocaria em risco a vida de quem dirige. Devido à repercussão negativa de suas declarações, Matarazzo posteriormente mudou de opinião, passando, ao menos no discurso, a ser favorável à estrutura. Mas continua criticando o plano de 400 km de ciclovias com base em fotos de obras em andamento (mesmo depois de concluídas) e de problemas pontuais, o que tem gerado críticas em seu perfil no Facebook. Uma das fotos utilizadas pelo vereador, por sinal, é propriedade intelectual do Vá de Bike e foi utilizada sem autorização, tendo nosso logotipo cortado da imagem.

A Associação Paulista Viva também contestou a construção da ciclovia, alegando serem necessários “estudos mais aprofundados”, para que a intervenção possa “atender a todos os cidadãos de forma justa”. Entre outros questionamentos, apontou uma suposta “descaracterização da ideia de boulevard” da avenida.

Apesar da importância da estrutura ter sido destacada com unanimidade em Audiência Pública na Câmara Municipal de São Paulo, em novembro de 2014, a ação do Ministério Público Estadual, na qual a promotora Camila Mansour Magalhães da Silveira pedia interrupção da implantação das ciclovias, também exigia que a obra dessa avenida fosse interrompida – o que foi negado pela justiça, apesar da suspensão temporária dos trabalhos em outros locais da cidade. A interrupção foi fortemente criticada por diversos setores da sociedade e culminou em uma manifestação com milhares de pessoas, apoiada por dezenas de cidades em todo o mundo, sendo finalmente suspensa pelo TJ-SP.

A imprensa tradicional também se posicionou contrária à implantação em diversos momentos. Dois exemplos marcantes foram a matéria da revista Veja questionando o custo das obras e esta reportagem da Globo (entre várias outras), reclamando sobre uma supposta “tinta” da ciclovia.

Uma bicicleta branca (ghost bike) marca o local onde Marcia Prado faleceu atropelada por um motorista de ônibus. Foto: Willian Cruz

Uma bicicleta branca (ghost bike) marca o local onde Marcia Prado faleceu atropelada por um motorista de ônibus. Foto: Willian Cruz

Por que a ciclovia da Paulista é importante?

Segundo dados da CET, a Paulista é a via com mais acidentes com ciclistas por quilômetro em São Paulo – um título nada agradável para a avenida que representa a cidade. Uma de suas esquinas também é considerada, historicamente, a líder de atropelamentos de pedestres na cidade, com a sinistra alcunha de “esquina da morte”.

Apesar da falta de receptividade dos motoristas, muitas pessoas passam em bicicletas pela avenida, principalmente no horário de pico da tarde. Uma contagem fotográfica realizada pela Ciclocidade em 2010 registrou 733 ciclistas na avenida em um espaço de 16 horas. A média de 52 ciclistas por hora equivale a praticamente uma bicicleta por minuto, mesmo sem haver ciclovia ou qualquer outro tipo de sinalização no local. E isso há cinco anos. De lá para cá, a quantidade de pessoas utilizando a bicicleta em seus deslocamentos na cidade cresceu a olhos vistos.

Mas se a bicicleta não é bem aceita pelos motoristas na avenida, por que ainda assim tanta gente resolve passar pedalando por ali? Para responder a essa pergunta, é importante entender que as pessoas raramente saem de casa para passear na Paulista de bicicleta. Quase sempre trafegam ali para chegar a algum lugar – como os motoristas que ali estão. E para muita gente esse é o melhor caminho quando se está de bicicleta, por ser o mais curto e mais plano.

O eixo do “espigão”, que vai do Jabaquara à Pompeia, é relativamente plano, com um desnível irrisório e bem distribuído ao longo de seus mais de 13 km de extensão. Qualquer rota alternativa implica em muitas subidas e em aumento da distância percorrida – o que todo ciclista que está realizando um deslocamento sem intenção de treino costuma evitar.

Sem ciclovia, ciclistas pedalavam fugindo de motoristas que não aceitavam sua presença na via. Foto: Willian Cruz

Sem ciclovia, ciclistas pedalavam fugindo de motoristas que não aceitavam sua presença na via. Foto: Willian Cruz

Paralelas

Por mais que se peça, incentive ou obrigue a circulação de ciclistas nas vias paralelas, muita gente continuaria utilizando a Paulista para se deslocar em bicicleta, por dois motivos que se complementam: aclives e falta de segurança viária. Como a questão dos aclives é bastante clara, comentaremos apenas a questão da segurança.

Na Alameda Santos, o principal problema está nos trechos de subida, onde motoristas embalados pela descida anterior e acelerando livremente devido à falta de fiscalização se tornam impacientes com qualquer veículo em baixa velocidade à sua frente. Numa situação como essa, os maus motoristas buzinam, forçam passagem, passam perto demais e fecham o ciclista, principalmente por se tratar de uma via com menos faixas de rolamento e veículos estacionados, que dificultam as ultrapassagens.

No sentido oposto, no trecho inicial, relativamente plano, há presença intensa de ônibus. Além de virarem à direita ao chegar na Brigadeiro, as faixas mais estreitas e em menor número dificultam aos motoristas dos coletivos a realização de ultrapassagens. Parte deles acaba forçando a passagem, com o veículo de várias toneladas a centímetros do ciclista, geralmente com velocidade alta devido à ligeira descida. Um risco fortíssimo de atropelamento e morte.

Além do aumento do esforço físico e da distância ao adotar esses trajetos paralelos, as situações de risco com carros e ônibus assustam e afastam os ciclistas dessas vias. Por isso, muitos se sentem menos seguros nessas paralelas do que na avenida principal.

Saiba mais a respeito da escolha da principal e não das paralelas nesta videorreportagem de Rachel Schein.

É curioso que muitas das pessoas que sugerem aos ciclistas que peguem as vias paralelas com aclives sejam as mesmas que alegam haver subidas demais em São Paulo para que a bicicleta seja adotada.

A avenida é rota conhecida dos ciclistas, que raramente optam pelas paralelas. Foto: Willian Cruz

A avenida é rota conhecida dos ciclistas, que raramente optam pelas paralelas. Foto: Willian Cruz

Deslocamentos humanos

As grandes avenidas costumam ser construídas em regiões de fundo de vale ou sobre “espigões”. Isso faz com que as paralelas geralmente tenham aclives, tornando a avenida principal o caminho mais plano, reto e geograficamente adequado a quem usa a bicicleta.

Em uma cidade para pessoas, esses caminhos seriam priorizados para pedestrianismo e meios movidos a propulsão humana, deixando o ônus dos aclives para quem só precisa pisar em um pedal ou torcer uma manopla para vencê-los.

Não adianta insistir para que o ciclista escolha outro trajeto: quem se desloca usando um meio que dependa de esforço físico (a pé, bicicleta, skate, patins e outros) tende sempre a buscar o caminho mais curto e plano. É isso o que também faz as pessoas atravessarem fora da faixa de pedestres, por exemplo, quando utilizá-la implicaria em um deslocamento de dezenas de metros.

São escolhas lógicas, naturais e compreensíveis, que devem ser aceitas e protegidas pelo poder público, além de previstas e incentivadas por quem planeja a infraestrutura viária e o meio urbano, tornando a cidade mais amigável e segura para quem for a pé ou de bicicleta e incentivando os deslocamentos sustentáveis, que fazem bem para as pessoas e para as cidades.

É curioso que muitas das pessoas que sugerem aos ciclistas que aumentem seu trajeto para desviar da avenida Paulista sejam as mesmas que alegam que as grandes distâncias na cidade são um impeditivo para que a bicicleta seja adotada.


136 comentários para A importância da ciclovia da Avenida Paulista

  • Fabi

    Viva todas as ciclovias desse Brasil! Espero que muitas ainda saíam do papel e enfeitem ruas e avenidas. Porque quem ama a saúde , ama uma ciclovia!

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  • Roberta

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  • Rosana

    Estou confusa: pela discussão que se formou em relação à poluição a que todos os cidadãos estão submetidos, seja em casa, no carro, na bicicleta ou a pé, causada em sua maioria pela queima de combustível em veículos automotores, alguém considera então que a solução viável e mais racional para enfrentar o problema seria algo como “parar de respirar”?

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  • Anna

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    • Adriano

      Se for se limitar por causa da poluição, vc não vai fazer nada. Sabia que dentro do carro preso no congestionamento, vc respira poluição por muito mais tempo do que de bike (já que com o deslocamento rapido sem transito, vc chega logo ao seu destino)?

      Polêmico. O que acha? Thumb up 6 Thumb down 4

      • Anna

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        • Adriano

          Pior veneno é deixar a casa fechada o dia todo, numa pseudo ilusão de que não vai entrar poluição. Isso é falácia.

          E qual é a sua sugestão para a mobilidade Anna? Deixar a bike e voltar para o carro, sendo mais um a contribuir com a poluição do ar?

          O exercício físico proporcionado pela Bike compensa a poluição que vc inala, já que você fortalece seus pulmões e melhora sua resistencia fisica e imunológica. Sabe qtas vezes eu fico gripado por ano? Nenhuma. Pode fazer frio, pode ter mudança brusca de temperatura….pode ter o que for. Minha saude é forte, graças as pedaladas e boa alimentação.

          Em 5 anos, da para contar nos dedos qtas vezes fiquei gripado e ainda gripe fraca.

          Então, volto a dizer: Se quer respirar ar puro, não é morando em SP que vai conseguir isso.

          Alias, aonde você quer chegar com esses argumentos sem pé, nem cabeça?

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        • Adriano

          Qto as janelas do carro, nota-se o qto é ignorante e desinformada. Como eu não sou de falar o que eu não sei antes de pesquisar, aqui vai algumas noticias uteis:

          “…Ar dentro de carro é mais nocivo do que fora

          É mais saudável andar à beira de uma estrada movimentada e respirar a fumaça que sai do escapamento dos veículos do que sentar confortavelmente em um carro com ar condicionado, disse um pesquisador norte-americano nesta quarta-feira.

          Robert Baker, presidente da Associação da Qualidade do Ar em Interiores dos Estados Unidos, sem fins lucrativos, afirmou que cientistas descobriram que o ar dentro dos carros são mais contaminados do que fora dele, inclusive em áreas urbanas. Isso se deve ao ar não-filtrado da fumaça do escapamento e ao odor químico dos bancos do veículo, equipamento de áudio e produtos para deixar o ar mais fresco.

          “O ar em um ambiente fechado não se purifica sozinho, como em locais abertos, onde o ele se desloca”, afirmou Baker em coletiva de imprensa no lançamento de um site sobre qualidade do ar em carros.

          O site (www.healthycarcabin.org.sg) diz que a exposição prolongada ao nocivo ar de automóveis pode causar câncer e doenças respiratórias. Mas os maiores poluidores são as próprias pessoas, diz Baker. “Soltamos gases, bactérias e fungos no ar. Quanto mais pessoas houver em um local fechado, mais nocivo ele será”, disse.

          Uma das soluções seria abrir as janelas dos carros, embora o site recomende tal medida apenas em rodovias.

          http://noticias.terra.com.br/ciencia/interna/0,,OI715387-EI298,00.html

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          • Adriano

            Opa parece que o blog não aceita certos tipos de links. Aqui vai outro link, agora encurtado da mesma noticia acima:

            http://bit.ly/1S56MBY

            Outra noticia mais atual, do G1:

            Motoristas inalam mais poluição dentro do carro que um ciclista

            Pesquisa estuda efeitos da poluição em quem passa muito tempo nas ruas.
            Taxistas e agentes da CET são os mais prejudicados em SP.

            Do G1 SP

            Rodar até 250 km por dia no conturbado trânsito paulistano não é nada fácil. Se para a maioria de nós que não está o tempo inteiro no trânsito já é um desafio, imagine para o Leandro Castro que passa o dia todo dirigindo o táxi. Ele corre riscos não só de acidentes. “A poluição fica bem visível pelo teto do carro. Você passa a mão e a mão sai preta”, relata o taxista.

            [...]

            “A conclusão que o desafio tem colocado todos os anos é que o transporte não motorizado é um transporte eficiente, viável e merece atenção dos gestores e merece investimento maior, principalmente no sistema de ciclovias para seguranças desses usuários que é mais saudável não poluente e bem mais rápido”, diz o arquiteto urbanista especialista em transportes Ronaldo Tonobohn.

            A bicicleta e o carro fizeram o percurso em mais ou menos uma hora e, no laboratório da USP, foi possível ver quem respirou mais poluição. “O resultado dessa experiência foi que a pessoa que estava dentro do carro estava mais exposta ao material particulado do que a pessoa que foi de bike”, revela o engenheiro agrônomo Marco Antônio Martins.

            Foi medida a concentração de material particulado, a poeira preta e fina que entra no pulmão. No carro, a pessoa ficou exposta a 127 mg/m³. Já na bicicleta, o participante ficou exposto a 105 mg/m³. Isso significa que o ciclista respirou um ar 17% menos poluído. “A diferença é que o carro estava numa via muito poluída, com muito trânsito e a bike foi pelas vias mais arborizadas”, diz Marco Antônio.

            Os médicos da Universidade de São Paulo alertam: não adianta nada ficar em casa com a janela fechada achando que não vai entrar poluição. Ela entra de qualquer jeito. E o melhor é abrir a janela para o ar circular.

            Noticia completa:

            http://g1.globo.com/sao-paulo/respirar/noticia/2011/04/motoristas-inalam-mais-poluicao-dentro-do-carro-que-um-ciclista.html

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          • Anna

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            • Fabio

              Anna, a ciência diz uma coisa, se você quiser ficar batendo o pézinho dizendo o contrário é sua escolha.
              Seu sagrado direito a ignorância.

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              • Adriano

                Anna, só digo uma coisa: Pesquise e se informe melhor antes de falar o que não sabe, ok? Não perderei meu tempo discutindo com ignorancia. Você não tem argumentos e nem fontes que comprovem sua falsa tese.

                A informação está ao seu alcance. Google está ai para isso!

                Continue achando que vai estar livre da poluição (ou respirando menos) com as janelas do carro fechada.

                Conhecimento = Única virtude
                Ignorância = Único vício

                Sem mais!

                Thumb up 4 Thumb down 3

              • Adriano

                *Ignorantes

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              • Renato

                Fabio, nem vale a pena perder tempo com esses mimimis….

                Ela não tem argumentos, não posta nenhuma fonte que comprove sua tese, tudo baseado apenas em achismos, apenas desqualificando estudos e pesquisas feitos por profissionais na area….

                Acha que dá para levar a sério? De jeito algum.

                É a velha mentalidade terceiro mundista…o que vai esperar?

                Anyway, comentários como os dela não ficam muito tempo aqui mesmo….xD

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    • ALEKSANDRO

      Quer dizer então que se eu quiser melhorar meu desempenho cardiorrespiratório pra jogar bola é melhor eu andar de carro, ao invés de bike?

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      • ALEKSANDRO

        #surreal

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      • Anna

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        • Renato

          Ah é, legal…agora vou ter que sair da cidade para me exercitar?

          Por favor Anna, menos, sim. Você nem tem resposta, apenas está tentando arrumar desculpas para criticar as ciclovias (que estimulam o uso da bike e também ao exercício físico)

          Não fale merda, sim? Muita gente, principalmente as pessoas de baixa renda mal tem condições de se deslocar direito DENTRO DA CIDADE, imagina sair dela para fazer exercícios? Quem não tem condições, não faz exercícios, é melhor fica sedentário por causa da poluição?

          Meu médico não falou para eu sair da cidade qdo me indicou fazer exercícios para melhorar minha asma e meu condicionamento físico na epoca que eu era novo (final da decada de 80, inicio de 90), qdo decidi por fim pela caminhada e ciclismo.

          É muito facil fazer um comentario qdo está morando fora de SP….

          É cada uma viu!!

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          • Anna

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            • Fabio

              Viu o que o Mauro chutou, concordou com o chutometro dele, e depois de postarem estudos provando que vocês dois estão errados, por teimosia fica estragando o debate insistindo no erro.

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              • Renato

                hahaha essa foi boa Fabio, dou boas risadas aqui.

                Essa Anna é mais uma carrocrata frustrada que acha que vai impedir o avanço das bicicletas e das ciclovias na cidade.

                É só mimimis….

                A ignorância é um prato que se come frio!

                Ah, qdo vejo esse povo todo ficando de cama por qualquer coisinha (enquanto eu tomo chuva, frio, gelado todo dia, mesmo em dias frios), eu não fico doente de jeito algum, graças a anos de pedaladas…E nunca precisei frequentar nenhuma academia!

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        • ALEKSANDRO

          desvio atrela-tório, porque de tendenciosa basta você.. o ar da cidade é impuro, fato, mas isso não é motivo para desestimular as pessoas a buscarem ser mais ativas. A condição climática não é perfeita, mas ser sedentário é bem pior…

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          • ALEKSANDRO

            Paixão doida eu tenho por guitarra, distorções e amplificadores, bike eu uso pra ter saúde, bem estar e economizar $$$$…

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          • Anna

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            • Fabio

              Anna, se tem uma culpada pela sua ignorância, essa é você mesma. Acredite, o Haddad não te fez assim.

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            • Adriano

              Ok Anna, já deu o seu showzinho e seu recado. Agora, VAZA daqui…vai lá para os blogs de tua cidade. Aqui é um blog de cicloativismo, de quem gosta e ama andar de bicicleta.

              Seus comentários logo logo ficarão ocultos. Então, não perca seu tempo, pois não vai convencer ninguém aqui, pelo contrário: Qto mais falar, mais vontade de andar de bike eu e milhares ficaremos…xD

              Não precisamos de gente negativa e xiita como você aqui. Volte para o seu mundo cor-de-rosa.

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            • ALEK RADICAL SANDRO

              Fia, na boa, não vai ser tachando as pessoas que vc vai conseguir a empatia de todos aqui pelo o que vc considera certo…. E pra deixar mais pratico, existem sites específicos para declarar sua filiacao partidária , aqui gostamos de assuntos mais relativos a bike, sabe???!!!!! Adoraria ver vc ter foco e desenvolver varios argumentos relevantes sobre o tema desta pagina, e não desvirtualizar com reclamacao e lenta-lenga sobre política… Ficamos no aguardo de questionamentos e sugestões interessantes da sua parte…. Ass: O RADICAL

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      • Tarantino

        Exercite-se em lugares onde há menos poluição. E aprenda a interpretar textos também. Mens sana in corpore sano.

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      • Renato

        ALEKSANDRO, são 2 carrocratas….melhor ignorar…eles não tem argumentos.

        E mais um que vem com o velho chavão de sempre, por conta das ciclovias….

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        • Tarantino

          Não adianta tapar o sol com a peneira, o fato é que SP é uma cidade extremamente poluída, não só pelas emissões dos carros e motos, mas pela imensa quantidade de partículas suspensas oriundas de construções e dos veículos a diesel.
          Quem anda a pé também sofre, principalmente no inverno. Obviamente, é difícil para nós, paulistanos, passarmos o dia inteiro em um lugar sem poluição, pelo motivo de que tais não existem.
          É o preço a se pagar por viver em uma das maiores cidades do mundo.
          Mas mesmo assim, é melhor se exercitar respirando ar poluído do que ficar sentado em casa em frente à televisão.
          Nas questões de saúde, vale tudo para no futuro ser o cadáver mais saudável do cemitério…

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        • ALEK RADICAL SANDRO

          um deles deve ser o ZZPEDRO,

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  • Mauro

    Adoro bicicleta, mas em locais menos poluídos, como no interior ou praias, ou quando me provarem que é saudável pedalar no ar imundo das grandes cidades que precisam da chuva salvadora para não ficarem entupidas de poeira carregada de parasitas de fezes e urina de animais (cães, gatos, pombos, ratos, baratas…) e tipos variados de “expectoração” da população educadíssima, barulho insuportável, fumaça de óleo diesel, um verdadeiro corredor polonês para os pulmões que contaminam o sangue e todo o resto do organismo.
    O médico de um colega o advertiu a parar de fumar ou ele poderia ter câncer de pulmão, mas ele nunca fumou, seus pulmões estavam escuros porque ele “apenas” respirava ar das avenidas onde corria e pedalava…

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    • Renato

      Mas ai você está usado a bike só para lazer, diferente daqueles que usam como meio de transporte.

      Nova Iorque e Bogotá está ai para mostrar que poluição não é desculpa para não pedalar, qdo se tem real vontade….

      Eu mesmo dificilmente uso a bike para lazer, é só para me deslocar entre um ponto e outro.

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      • Anna

        Renato, sabe amigo, nem sei o que dizer de sua resposta para o Mauro. Dá uma tristeza… e ao mesmo tempo, uma raiva danada deste mundo de hoje onde as pessoas tem que se submeter a estas condições que ele descreve. E tantas outras piores…
        Acho muito mais triste o que você disse porque no seu caso você pedala para trabalhar. Se fosse laser aí seria apenas uma escolha sua, mas trabalhar tudo mundo precisa, mas não devíamos ter que nos expor a condições tão ruins.
        “Nova Iorque e Bogotá está ai para mostrar que poluição não é desculpa para não pedalar, qdo se tem real vontade” Já isto é verdade, quem quer pedalar vai em qualquer lugar, até na beira de um vulcão em erupção.
        Resta saber se é tão saudável quanto este traste deste prefeito Haddad tenta nos fazer acreditar.
        Nós estamos nos matando quando o solo impermeabilizado não pode mais reciclar nossos resíduos e a chuva. Por isso a poeira das grandes cidades é tão nociva.
        Você disse: “Eu mesmo dificilmente uso a bike para lazer, é só para me deslocar entre um ponto e outro.” Sinceramente, espero que um dia São Paulo possa ter muitos gramados recicladores ao invés de concreto, mais árvores ao invés de prédios e menos gente para não ter que dividir espaços cada vez menores com qualidade cada vez pior.

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        • Tarantino

          Há anos um grupo de pessoas no qual eu era coordenador enviou uma proposta à prefeitura na qual tornava-se obrigatório toda construção ter no mínimo uma porcentagem de sua área composta de solo permeável. Isso ajuda a evitar enchentes também, que trazem uma quantidade descomunal de bactérias nocivas.

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          • Anna

            Pois é, Tarantino, eu me lembro disso e fiquei bem animada e cheia de esperanças, mas não se falou mais disso e acho que é porque as cidades estão ficando cada vez mais apertadas e entupidas de gente e todo espaço que se tem em casa as pessoas estão fazendo seus puxadinhos para enfiar mais gente!!! Affffff…
            Era uma ótima idéia e ajudaria enormemente a qualidade do ar, do solo, a secura nociva diminuiria, teríamos mais pássaros que se alimentam de insetos que trazem doenças, mais chuvas que levariam a poeira do ar, mas o que se faz em cidades que cresceram acima do razoável são paliativos para tentar minorar o desconforto e as doenças.

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        • Renato

          Anna, sabe o que me dá tristeza de verdade? O egoísmo e o pensamento atrasado das pessoas. E também atitudes de governantes que derrubam milhares de arvores para dar lugar a mais pistas para mais carros, caso do Rodoanel. Construir uma rodovia no meio de uma area de mata nativa e area de preservação ambiental. O estrago que foi feito ali é irreversível.

          Ai eles vem falar de compensação ambiental. Oras, tem arvores que levam decadas para chegar na fase adulta….e muitas mudas que eles dizem plantar sequer sobrevivem a vários interperes, já que plantam e não fazem nenhuma manutenção….

          E ai esse povo todo preocupado com ciclovias pintadas em um asfalto todo detonado (e que um dia já foi uma ampla area verde.

          Vale lembrar que o Rodoanel não é um projeto da prefeitura, mas sim do GOVERNO DO ESTADO, que é governado por um mesmo partido a mais de 20 anos, que jogou bilhões no lixo para ampliar a marginal Tietê, numa pseudo desculpa de que estão tentando despoluir o rio tietê, entre outras coisas que não resolveu em nada até agora.

          Não investiu como deveria em transporte de massa e em alternativas complementares e que NÃO POLUEM como a bicicleta (como fizeram outros paises).

          Isso tudo me deixa triste de verdade. E o que eu vou fazer? Deixar de pedalar pq não tem area verde no meu trajeto?

          Vir com desculpa de que falta hospitais, areas verde, educação e saude simplesmente para atacar as ciclovias não vai ajudar em nada.

          Cada pessoa que tem carro e optar pelo transporte publico ou a bicicleta (ou combinando os 2 na intermodalidade), estará contribuindo para um carro a menos poluindo o ar da cidade.

          Eu uso a bike como meio de transporte desde o inicio da decada de 90, qdo nem se falava em ciclovias ainda….

          Abra tua mente e olhe melhor em volta. SP tem 17.200km de vias pavimentadas para transportar menos de 30% da população, mas ocupando 80% do espaço publico para quê mesmo?

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          • Tarantino

            O Rodoanel foi feito para desafogar o trânsito de caminhões, em sua maioria, que necessitava atravessar a cidade para seguir viagem rumo a outros estados, portanto, teoricamente contribuiria para reduzir a poluição dentro do município. Mas aí resolveram colocar o maldito pedágio…que inclusive é ilegal, pois existe uma lei que proíbe a cobrança de pedágios num raio de 35 km a partir do centro da cidade.
            Quanto à questão dos “17200 km” (que você não se cansa de repetir como se fosse um mantra), não se esqueça de que os ônibus e as próprias bicicletas também os utilizam, assim como os pedestres.

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            • Renato

              Utiliza por falta de opção segregada e segura…..Alias, parte desse espaço está sendo devolvido as pessoas, aos ciclistas e ao transporte público (vide os quase 500 km de faixas exclusivas e os futuros corredores de ônibus).

              Carro tem segurança, enquanto bicicleta é fragil.
              E para piorar, os motoristas não respeitam, fingindo não saber (ou não sabem mesmo) que os veículos maiores SÃO INTEGRALMENTE RESPONSAVEIS pelos menores.

              E não interessa se os ciclistas não respeitam, isso não dá o direito dos motoristas não respeitarem a integridade física dos ciclistas.

              Se bem que os motoristas não respeitam nada, os pedestres e ciclistas também não.

              “Poder” circular, não quer dizer que terá segurança. É DIFERENTE….Se fosse assim, cidades com povos educados como Amsterdâ, Londres, Paris, Toquio e várias e várias outras não teriam construido centenas de quilometros de ciclovias segregadas e exclusivas para os ciclistas.

              Se construiram, é pq ESTUDOS feitos por ESPECIALISTAS NA AREA (e não baseado em achismos e em opiniões vazias como a sua,sem fonte alguma) apontaram a NECESSIDADE de se implantar espaços segregados para os ciclistas.

              Agora…Quais cidades no mundo os ciclistas não podem circular nas ruas mesmo?

              Qto aos caminhões, pura falácia. Segundo estudos, pelo menos 90% da poluição do ar vem dos carros e motos…Logo, o Rodoanel apenas se mostrou uma obra eleitoreira e apenas para retirar os caminhões, colocando-os como vilões, sendo que é graças aos caminhoneiros que essa cidade fundiona.

              http://www.dw.com/pt/tr%C3%A2nsito-ca%C3%B3tico-e-polui%C3%A7%C3%A3o-matam-milh%C3%B5es-por-ano-nas-grandes-cidades/a-17086737

              Um ciclista pode pedalar em qualquer uma das faixas, de qualquer uma dessas avenidas? Pode, o problema é que dificilmente vai voltar vivo para contar a história.

              Então, antes de vir falar que poso de vitima, olhe-se no espelho antes e veja qtos quilometros foram construidos voltado exclusivamente para o carro (vide 23 de maio, marginal Tietê, Pinheiros, Bandeirantes)

              Não sei o que fazes aqui, o que tem a acrescentar na discussão a não ser apenas falar besteiras e vir com falso moralismo aqui?

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              • Tarantino

                Cara, que neurose é essa, falar que um ciclista “dificilmente vai voltar vivo”! Tudo bem que o trânsito não é seguro, mas também não é a Faixa de Gaza, rs. Mas ninguém fala quase quase nada dos pedestres, que alíás, morrem muito mais do que os ciclistas.

                http://www.mobilize.org.br/estatisticas/44/mortes-de-pedestres-em-sao-paulo.html

                http://www.mobilize.org.br/estatisticas/43/mortes-de-ciclistas-em-sao-paulo.html

                Em relação ao assunto da poluição, quero contar uma coisa a vocês: as emissões do diesel são piores do que as da gasolina ou etanol. Eu poderia escrever umas 20 páginas a respeito disso, mas aí fugiria do escopo deste site, mas posso dar algumas dicas: já ouviram falar de NOx e SOx? Pesquisem então. Só vou dar um gostinho: o SOx, ao entrar em contato com o tecido pulmonar, rico em umidade, transforma-se em ácido sulfúrico, que é o mesmo presente na chuva ácida que corrói estruturas metálicas. Mas o que mais prejudica mesmo é o chamado material particulado. Simplificando: quando você acende uma vela, aparentemente não é emitida nenhuma fumaça, porém, coloque uma lâmina de vidro sobre a chama, e verá que a mesma fica escurecida pela fuligem na mesma hora. Pois bem, esse é o material particulado, aliás, presente também na fumaça dos fornos a lenha das pizzarias, nas emissões das aeronaves que sobrevoam São Paulo, e…dos motores a diesel. Só na capital, são mais de 5000 pizzarias, e em Congonhas, são mais de 500 pousos e decolagens diárias! Imagine a sujeira! Aviões queimam querosene, que além das partículas, é despejado parcialmente não queimado nas decolagens. Agora o capítulo dos ônibus é uma história à parte.
                No Brasil, toda e qualquer obra visa somente fins eleitoreiros e monetários. Quanto mais obras, mais campo para propinas, corrupções, etc, que todos estão cansados de saber. Com o transporte público, não poderia ser diferente. SP tem mais de 15000 ônibus, e a grande maioria anda com o motor desregulado, gerando emissões em excesso. Cada serviço de manutenção e regulagem do motor não sai por menos de 6000,00, e deve ser feito em média a cada 100.000 km. Um pouco de matemática: cada ônibus roda em média 300 km/dia, portanto, atingirá 100.000 km em aproximadamente 1 ano. Multiplique 6000,00 X 15.000 ônibus, e teremos 90.000.000,00 por ano em manutenção, sem contar outras eventualidades. Multiplique por 10 anos, que é o limite de vida da frota, e teremos 900.000.000,00! Dinheiro suficiente para comprar 1500 ônibus novos! Vocês ainda acham que as empresas cuidam dos ônibus? Compensa mais, financeiramente, usar até sucatear, e ainda depois são vendidos para serem usados por particulares. Essa história de que renovam a frota por respeito ao cidadão é balela, renovam porque os ônibus são usados até acabar.
                Voltando ao assunto do material particulado, já viram no Japão, um país civilizado, as pessoas, mesmo os pedestres, usando máscaras na rua? Dou um doce para quem adivinhar o motivo. Isso mesmo, as famigeradas partículas, as mesmas que ficam impregnadas na sua mão e rosto quando você faz churrasco no fim de semana.Já experimentou esfregar um lenço branco no rosto ao chegar em casa após o trabalho? De que cor fica o lenço? Pois é…depois vêm demonizar o automóvel; claro que o automóvel polui, e muito, tanto pela quantidade de deslocamentos inúteis com uma só pessoa a bordo, quanto pelo tempo parado com o motor ligado, mas ele não é o principal culpado. Os automóveis particulares, na maioria, rodam somente pela manhã, e na volta para casa, já os ônibus rodam quase ininterruptamente. Não acreditem no que os governantes dizem, tais pessoas pensam exclusivamente em dinheiro. Se fazem uma obra, é porque tem interesse monetário no meio, e as campanhas e propagandas alardeando isso ou aquilo são somente para validar e justificar perante a população, que é quem paga. Só não vê quem não quer. Sabiam que existe projeto de ciclovias desde 1983? Vale a pena ler.

                http://www.cetsp.com.br/media/135472/btcetsp50.pdf

                Em toda cidade, o objetivo da arrecadação com multas deveria ser zero, o que significa que todos respeitam a lei, mas não é o que acontece…a velocidade imposta se reduz cada vez mais com vistas à arrecadação, e não à segurança. Acho, por exemplo, contraditório imporem limite na pista local da marginal de 50 km/h, e ao acessar a Av. Juscelino Kubitschek, o limite sobe para 60 km/h. Não dá pra entender, né? Estes são os “critérios técnicos” do CET.

                Finalizando, fico satisfeito de poder compartilhar um pouco de meus conhecimentos aqui neste importante espaço. Se foi útil para pelo menos uma pessoa, já fico satisfeito. Agora é com vocês, amigos.

                ALEA JACTA EST! a roleta está rodando!

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            • Anna

              Pois é isso, Tarantino, mas eu A-D-O-R-E-I o Rodoanel, porque mesmo com o “maldito pedágio” e rodando mais kms, eu ainda gasto menos do que cruzando por dentro da cidade, em economia de combustível, irritação, chego mais rápido. Sempre que viajo, termino fazendo um caminho maior por ele, mas vale muito a pena.
              Embora o Renato tenha ódio do Rodoanel, toda vez que passo por ele, eu dou graças a Deus por não ter sido feito pelo PT, porque estaria parado no início da obra por falta do dinheiro roubado e eu teria que continuar a cruzar a cidade num trânsito infernal, já que não dá pra viajar de bicicleta!!!! Ou dá???????
              Acredite, sem exageros, no primeiro dia que ficou pronto o Rodoanel leste, eu ia ter que passar pela zona leste por aquelas desgraças que são as Av Salim F Maluf e Av Anhaia Mello, sempre paradas, mas quando vi a placa de abertura do Rodoanel eu nem acreditei, vim dizendo pra mim mesma que Deus dê vida longa ao Geraaaaldo… O alívio foi indescritível…

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              • Adriano

                Eu sabia que você nada mais é que uma reles carrocrata Anna.

                Depois não reclame pq não tá chovendo, pq o ar está seco demais….

                Aquecimento global manda lembranças…

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              • Renato

                Pois é Adriano, falou tudo…

                De qualquer forma, as ciclovias vieram para ficar, quer goste a Anna ou não. Enquanto ela fica 3 horas presa no transito e gasta uma fortuna em gasolina + estacionamento + seguro, entre outros, eu levo menos de 30 minutos para ir e voltar do trampo e não gasto um centavo para me locomover.

                Bike não tem horário de pico, não tem congestionamento.

                Alias, carro é movido a dinheiro e te faz acumular gordura

                Bike é movido a gordura e te faz acumular dinheiro.

                O prefeito pode sair, mas seu legado ficará…Fato!

                Aceita que dói menos Anna. hehehe

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              • Tarantino

                TODAS as obras que facilitem os deslocamentos são bem vindas, inclusive as ciclovias. Só peço para que os ciclistas cuidem da saúde. Uma máscara cirúrgica já ajuda e muito.

                Quanto à questão do “aceita que dói menos”, sinceramente não tenho pelo que me doer. Sou a favor das ciclovias, quisera eu que aqui tivesse 5000 km das mesmas, eu mesmo seria o primeiro a usar…porém, quero obras bem feitas, não aqueles arremedos de ciclofaixas, como existe na Av. Xavier de Toledo, em que o ponto de táxi fica no meio da rua.

                http://autoentusiastas.com.br/wp-content/uploads/2015/06/Xavier-1-c.png

                Custo muito a ganhar meu dinheiro, e não aceito vê-lo desperdiçado em obras úteis e necessárias, porém mal efetuadas. Negar que tais obras são mal feitas é não dar valor ao próprio trabalho e em consequência, ao próprio dinheiro.

                Ciclistas, exijam obras melhores, já passamos da fase “é melhor uma ciclofaixa ruim do que nenhuma faixa”, os países desenvolvidos chegaram onde estão porque o povo EXIGE sempre o melhor. Você pagaria um pedreiro para ele fazer uma parede torta em sua casa? Eu não pago.

                Exijam mesmo, dinheiro para coisas melhores há sim, e muito

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  • JustJ

    Aquele pedaço central da Avenida paulista praticamente nunca foi usado para nada (sempre foi no máximo, uma parada minúscula de passarela, para os pedestres poderem chegar de uma calçada à outra).

    E isso somente nos pontos que têm os semáforos. O resto dela só estava ali criando poeira.

    Agora que aproveitam para fazer uma ciclovia nele vem gente do contra querendo falar um monte de estrume.

    Povinho de M que só vive colocando pêlo em ovo, em tudo. Agora vão querer implicar com ciclistas.

    Nós só queríamos um espaço mais decente para ficar transitando com nossas bicicletas. Pegaram um local distinto e o fizeram, pra quê mimimi contra isso?

    Vão procurar algo mais útil para fazer. ^_^

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  • [...] Entenda qual é a importância da ciclovia da Av. Paulista. [...]

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  • Tiago

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    • Fabrício Souza

      Frustrado.

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      • Tiago

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        • Fabrício Souza

          mimimi !!!

          se diz ciclista e fala uma merda dessas? Ciclista de verdade jamais falaria tamanha asneiras.

          Só para constar: A Paulista já tem uma faixa exclusiva e uma linha de metrô.

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          • Tiago

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            • Fabrício Souza

              A começar, não ofendi ninguém. Se você se doeu,pq é verdade.

              Não ando? como você sabe se não conhece a minha rotina diária? A começar, nem tenho carro e ando de bike a mais de 15 anos. Comecei numa epoca que nem se falava em fazer ciclovias.

              Sempre usei a magrela como meio de transporte e hoje as ciclovias me dão muito mais paz e tranquilidade para circular na cidade, sem ter um carro ou um ônibus buzinando no teu ouvido e forçando passagem.

              Você diz que a avenida deveria ter tido um corredor de onibus ao invés de uma ciclovia? Como, se não tem espaço? Você por acaso sabe a demanda diaria de pedestres e de usuários de onibus nessa avenida?

              Sabe o espaço enorme que seria necessário para acomodar um corredor e os pontos de ônibus naquele espaço minúsculo do canteiro central que havia antes? Teria que tirar pelo menos 2 faixas de rolamento ou reduzir o espaço do pedestre para caber o corredor. Condefhaat dificilmente iria aprovar essa obra.

              Os espaços nos pontos teriam que ser enormes para acomodar a multidão que espera os coletivos nos horários de pico. É só ver as obras da Inajar de Souza e Berrini para se ter uma ideia….

              A avenida paulista não precisa de um corredor. Ela já tem uma linha de metrô e uma faixa exclusiva que agilizou bastante a circulação de coletivosm sendo bem mais util e sem precisar quebrar nada.

              O que a avenida precisava era de uma ciclovia para preservar a vida dos milhares de ciclistas que ali trafegam diariamente. Ou a vida deles vale menos? São pelo menos 300 mil circulando pela cidade todos os dias, segundo pesquisa de mobilidade da CPTM

              Bogotá fez isso…e lá nem tem metrô.

              http://viatrolebus.com.br/2015/06/o-espaco-viario-pertence-igualmente-a-todos-os-membros-da-sociedade-com-carro-ou-nao/

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            • Fabrício Souza

              E só para constar, os onibus estão sendo priorizados, se informe.

              Um não é excludente do outro. E ambos estão sendo feitos ao mesmo tempo. Apenas tem locais onde o corredor é mais necessário que a Paulista, simples assim.

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    • CiceroS

      Putz, Tiago, mas que falta de solidariedade pra quem, como você que usa uma ciclovia, a da Politécnica, vai e volta do trabalho pedalando pelas da Faria Lima e agora da Paulista, hein? E pior que ser alvejado por essa falta de solidariedade… é ser por “fogo amigo”.

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    • Adriano

      Quanta imbecilidade.
      Aposto que se fosse governo do PSDB, tao anta quanto o PT, voce nao estaria falando baboseiras do tipo.
      Em suma, talvez foi a unica politica urbana que o Haddad fez, mas valeu a pena.
      Em qualquer cidade descente do mundo, a bicicleta tem sido privilegiada com ciclovias que corta alguma parte importante da cidade.
      Desculpe prezado, mas voce perdeu uma otima oportunidade de ficar calado.

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      • Tiago

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    • Alexandre C.

      Tiago, informe-se.

      “Construir ciclovias não é política voltada para a população.” – Oras, desde quando ciclista não é cidadão? Embora com direitos garantidos pelo CTB, o ciclista não era respeitado, não tinha políticas públicas voltadas para a segurança e não tinha voz ativa nas discussões da cidade. São quase 300 mil viagens de bicicleta na cidade de SP por dia. É a minoria, com certeza, mas é um número muito expressivo. Não dá para deixar de lado a segurança de 300 mil pessoas (que poderão ser 600 mil ou 1 milhão).

      “Se o objetivo da Prefeitura é a diminuição do volume de carros nas ruas, então o transporte público (no caso, o ônibus) deveria ser privilegiado.” – Oras, e as faixas exclusivas de ônibus?! E a quantidade de ônibus novos entregues e que serão entregues para a população com ar-condicionado?! E o Bilhete Único Mensal, que ajuda a economizar alguns reais por mês?! Eu também não sou (ainda) ciclista diário, mas não deixo de ver as mudanças que estão ocorrendo na cidade. Não sou ciclista, então sou contra ciclovia? Não é assim que devemo agir em sociedade, pois é um pensamento egoísta.

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      • Tiago

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        • CiceroS

          Nossa, Tiago, então essa ciclovia foi uma mão na roda pra você, porque pegar ônibus desde a Raposo, entrar na USP pelo outro lado e atravessá-la até a P2… E é na USP que você trabalha ou fora, mas por ali? Bom, levando em conta a homenagem ao Bakunin, acho tem mais chance de ser na USP, né? rs.

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        • Renato

          Nem sempre o melhor é fazer para a maioria, deixando eternamente a minoria de lado, como foi feito com os ciclistas, não?

          Dessa forma, São Paulo até 2013 amargava apenas 63 km de ciclovias que ligavam nada a lugar algum, contra os mais de 300 km de ciclovias do Rio, outros de Brasilia (hoje Brasilia tem mais de 400 km e o Rio está com cerca de 380, sendo expandida para atingir 500 km).

          A Ciclovia da Paulista que você acha ridiculo, já matou muitos ciclistas e feriu muitos outros. Essa, como várias outras ciclovias irão salvar a minha vida e a de milhares de ciclistas que tem a paulista como destino ou ponto de passagem.

          Essa mentalidade sua é a mesma mentalidade dos gestores anteriores. E São Paulo, a 5ºmaior cidade do mundo, ficou para trás até de cidades menores como Bogotá (que tem mais de 400 km de ciclovias), Berlim com 750km e Buenos aires (que tem cerca de 180km).

          A cidade devia uma malha cicloviaria faz decadas. Muitos ciclistas optaram pela bike por conta da economia e por estar de saco cheio do transporte publico caro e sempre lotado. Ou então do transito. Eu sou um deles, cansei de tanto aperto no metrô e onibus.

          Para finalizar, recomendo ver esses 2 vídeos:

          https://www.youtube.com/watch?v=XbwzuuBdCmc

          https://www.youtube.com/watch?v=GTfUkbcrnYw

          Thumb up 2 Thumb down 4

        • Renato

          O corredor da Santo Amaro não foi bem planejado. Corredor bem planejado são os BRT´s de Curitiba e o Expresso Tiradentes que tem pré-embarque e agilidade no embarque, como no metrô.

          O corredor da Santo Amaro provocou uma enorme degradação no entorno, desvalorizando imóveis e provocando o fechamento de várias lojas. Tenho um amigo que é morador da região e que acompanhou de perto a degradação.

          Tanto é que esse modelo “segregador demais” não foi mais usado, vide corredor da Paes de Barros e o futuro corredor da Berrini.

          Tanto é que o corredor irá passar por uma repaginação total, talvez sendo transformado em um BRT.

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        • Alexandre C.

          Não, Tiago. Você está completamente errado. Quando você diz que as ciclovias são parte de uma política que não atende à população (entenda que, nesse caso, população é sinônimo de cidadão), você está claramente, embora diga o contrário, excluindo os ciclistas como parte dessa população. Eles também precisam de infraestrutura adequada, assim como aqueles que necessitam de ônibus circulando mais rápido em corredores e faixas exclusivas.

          Aliás, não é tão óbvio que ônibus devam circular SOMENTE na faixa junto ao canteiro central. Como você pode afirmar que o corredor da Avenida Rebouças é BEM PLANEJADO? Afinal, ela é apertada e não possui pontos de ultrapassagem, pois na época de sua construção optou-se por assim fazê-lo para não gastar com as devidas desapropriações (caras para os cofres públicos).

          As faixas exclusivas que você tanto debocha é uma solução inclusiva (valoriza o transporte público ao invés do transporte individual), não é caro e eficiente. E a existência delas, assim como as ciclovias, não excluem a possibilidade de criar um corredor no canteiro central. Você deu o exemplo da Faria Lima. Mais à frente, estão construindo um corredor de ônibus na Berrini. E lá tem ciclovia no canteiro central. Uma coisa não elimina a outra (ciclovia x corredor de ônibus). Creio que nenhum ciclista vai xingar o futuro prefeito por fazer isso.

          “Nem sempre o que é melhor para as bicicletas e para os ciclistas é o melhor para a cidade.” – Vou refazer a sua frase: o que é melhor para as bicicletas e para os ciclistas, é de alguma forma boa para a cidade. Sabe por quê? Um ciclista a mais na rua é um carro a menos ou um passageiro a menos no transporte público. Um ciclista a mais na rua e uma cidade um pouco mais humanizada, menos poluída, menos caótica.

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    • Francisco

      Já não existe faixa preferencial de onibus na Paulista? Não existe um metrô passando por baixo? Não tá bom de transporte coletivo não?

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    • Mauro

      Concordo amigo. Mas sinceramente acho que o Haddad e o Kassab são dois prefeitos que odeiam São Paulo e os paulistanos, e os querem ver mortos.
      Não é possível que alguém possa dizer que é saudável andar ou correr nas avenidas de cidades muito grandes.
      Sempre que passo pela Avenida Sumaré, e em muitas outras, me arrepio-me em ver gente aparentemente bem educada correndo e respirando profundamente aquele ar fétido.

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  • Renato

    Tapumes já foram retirados na maior parte da ciclovia….e já tem ciclistas utilizando antes mesmo de inaugurar…Vejam na camera ao vivo da Paulista:

    http://vejoaovivo.com.br/cameras/sao-paulo/sao-paulo/avenida-paulista-n-1373

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  • ALEKSANDRO

    Depois da reportagem da folha, vou fazer questão de ir na inauguração…

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  • Mauricio Akiyoshi Yamakawa

    A inauguraçao nao ´dia 28 domingo?

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  • Mauricio Akiyoshi Yamakawa

    Bom dia, a inauguraçao da ciclovia da Paulista sera no mesmo dia da finalização das obras. dia 27 ? E que horas será.

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  • Andre

    Lembro-me que disseram que todas as conexões da ciclovia da Av. Paulista estariam prontas quando a mesma fosse inaugurada. Faltam 15 dias para a suposta liberação e nada foi entregue oficialmente, acho que com as conexões ja prontas, o uso da Paulista seria bem maior desde o ínicio. De qualquer jeito, a ciclovia da Av. é um marco importante para São Paulo em memória dos três pessoas que faleceram nela.

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    • Fabio

      Acredito que a maioria das conexões só sai no fim do ano, mas o importante é termos toda a malha de 400kms completa, por enquanto só estamos usando pedaços dela (e já está sendo bem útil).

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    • Renato

      De fato, mas uma parte delas já foram implantadas, como a ligação 13 de maio até a praça Osvaldo Cruz, iniciando pela 13 de Maio e descendo pela Martiniano de Carvalho (só falta um pequeno trecho em frente ao Shopping Paulista e a ligação com a avenida).

      Tem também a da Rua Honduras que já está pronta e falta ligar com a Paulista pela Abilio Soares e Sampaio

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  • ALEKSANDRO

    Alguém sabe se a ciclovia que vai pela av. pacaembu será entregue junto?

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  • eduardo

    alguem poderia me responder se a rua pamplona recebera ciclofaixa ? pois a uns 40 dias preguntei a cet pelo site e eles me reponderam que nao sabiam se essa rua iria ter ciclofaixa …..

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  • Andre

    O fato de alguém estar cometendo uma infração que não coloca nossa vida em risco não nos dá o direito de ameaça-lo, desrespeita-lo ou qualquer outra coisa. No entanto, regras não deixam de ser regras e um país só se torna desenvolvido quando sua população entende isso. A circulação de pedestres na ciclovias não compartilhadas como Faria Lima e na futura da Paulista é proibida. Devem ser ameaçados e desrespeitados se estiverem o fazendo? Obviamente que não. Mas dizer que são coisas flexiveis é extremamente incoerente na minha opiniao. Quando se trata de leis e regras, temos que segui-las, independemente de sua opinião a respeito, para conseguirmos viver em sociedade e isso vale para todas as esferas. Não podemos aceitar de braços amplos e abertos infrações que podem muito bem ser evitadas, como pedestres na Faria Lima, pois existem 2 calçadas largas e caminham pela ciclovia puramente para tirar vantagem. Ou ciclistas nas pistas de uma rodovia (proibido por lei circular nelas) mesmo havendo acostamento ou ciclovia. Concordo plenamente em adotar um discurso de respeito e convívio, no entanto discordo do discurso “paz e amor”. Não se pode deixar para lá, temos que lutar pelos nossos direitos, todos eles.

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    • Rosana

      Aqi no DF algo parecido acontece. Tem a calçada e a ciclovia lado a lado, e os caminhantes/corredores utilizam ambas indiscriminadamente.
      Muitas vezes dá para passar ao lado sem maiores formalidades além de um trimtrim para avisar, mas frequentemente caminham lado a lado, bem no meio, em grupos, com criança em triciclo, com cachorro, com fones, e aí é preciso trimtrim + “bicicleta” (grito) + “licença” e um joinha para agradecer depois.
      Já vi cara feia por estar “atrapalhando” o exercício…
      Por isso são sim necessárias regras de convivência e divulgação de que a ciclovia é via de trânsito e não de lazer.
      E tem razão também em outro ponto: ameaçar e desrespeitar, JAMAIS! Sabemos como isso é errado por experiência própria!

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  • ALEKSANDRO

    Poderíamos combinar de todos irmos com camisetas brancas para simbolizar a paz que a ciclovia traz a nós mesmos….O que acham???:)

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  • Chris

    William, a data da inauguração ainda não está decidida! Quem se adiantou, comeu bola e provavelmente errou. Eu não aposto as minhas fichas no dia 27!

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    • Renato

      Saiu noticia no G1 e que foi confirmado pela prefeitura, inclusive….

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      • Não foi confirmado pela prefeitura. A notícia do G1 se baseia em uma declaração da empresa que está tocando a obra. A prefeitura está para divulgar uma nota de esclarecimento, mas passamos o dia monitorando os sites da CET, SMT e prefeitura e até agora nada. De qualquer forma, os ciclistas continuam se organizando nas redes sociais para o dia 27. Vamos ver o que acontece quando sair a nota mudando a data… Manteremos vocês informados!

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  • Carlos

    A gente vê cada coisa nas ciclovias. Se existe seres folgados e espaçosos, esses são os pedestres.
    Estive na Holanda a trabalho, o contingente de bicicletas é alguma coisa assim espetacular. Tive o privilégio de dar algumas pedaladas por lá. Meus amigos é outro nível. É triste dizer, mas o Brasil é um exemplo de falta de educação e mostra cada vez mais o seu modo de ser, com sua “cultura chula” e desrespeito. Por isso, ando apenas nos finais de semana na ciclovia de Santana, eu, minha esposa e meus filhos fazemos o trajeto de carro mesmo. Como disse o Toreto no filme “Velozes e Furiosos 5″….ISSO É BRASIL :( (

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    • Fabio

      Quando vivemos em uma cidade de motoristas sem educação, significa que a população é sem educação e isso se estende a motociclistas, pedestres e ciclistas.
      Essa é a triste realidade, e precisamos fazer a nossa parte para mudar isso.
      (Não precisamos ir até a Holanda. Em Brasília – DF o comportamento da população no trânsito dá de 10 a 0 em nós paulistanos.)

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      • Renato

        Em Caieiras e Franco da Rocha, aqui na Grande SP, os motoristas param nas faixas para os pedestres atravessar…vi isso in loco nas várias vezes que estive em ambas as cidades.

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  • Andre

    Não acho que devam parar de construir ciclovias por causa disso, aliás, aguardo ansiosamente a inauguração delas. Mas a questão do pedestre se aproveitando é fato. E tenho certeza que farão isso na paulista, o “toque” não adianta, visto que na Faria Lima ocupam sem dó. Muitos não sabem seguir regras e isso dificulta demais, independentemente do tipo de infraestrutura que a cidade possuir. Não sem se tem solução para esse problema atualmente, mas que é um fato, é.

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    • Joao

      Pior (ou não?) é a galera que usa a ciclovia pra praticar corrida/caminhada, principalmente nas da Sumaré e Pedroso de Morais/Prof. Fonseca Rodrigues.

      Tem gente que tem a cara de pau de passear com vários cachorros, ou de casalzinho, e ainda reclamam se você pedir passagem. Não vou nem falar dos corredores, mas pra essa galera da caminhada eu pergunto: porque não dão rolê em qualquer calçada da cidade???

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      • Fabio

        Pois é, isso em lugares onde sobra espaço. Na paulista onde não sobra muito devido a quantidade excessiva de pedestres, há o risco de ser ainda pior.
        Isso só será resolvido no longo prazo com educação. Por enquanto teremos que aturar essas barbaridades.

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      • Andre Alonso

        De fato há situações bem irritantes, e inclusive com outros ciclistas que andam em grupo ocupando as duas mãos, às vezes em velocidade, e não respeitam os ciclistas na mão contrária. É uma questão de consciência e educação, que vem com o tempo, e ainda assim sempre haverá gente desrespeitosa. Mas, a bem da verdade, em relação aos pedestres e corredores na Sumaré e Pinheiroos, temos de reconhecer que já eram áreas amplamente usadas por essas pessoas – grandes trechos da pista de Pinheiros ainda nem são “oficialmente” ciclovias e se não me engano há previsão de compartilhamento na Sumaré, justamente por já ser um local consideravelmente usado para jogging etc. De minha parte, compreendo o uso pelos pedestres, ainda mais dadas as condições gerais da cidade, e acho que com bom senso não há grandes problemas (eu pelo menos nunca os tive). Na da Paulista, por ser mais estreita, teremos, ciclistas e pedestres, de redobrar o cuidado, mas não acho que vá haver dificuldades dramáticas – a verdade é que, com exceções pontuais, o convívio entre ciclistas e pedestres é muito mais flexível e “auto-ajustável” do que costuma ocorrer em relação a outros meios de transporte.

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        • CiceroS

          Gostei muito do seu comentário, André, super coerente. Só um senão: a ciclovia da Sumaré, por ter sido sempre informalmente compartilhada, tornou-se oficialmente compartilhada desde a sua, hum, oficialização como ciclovia. Tem uma placa da CET a cada quarteirão sinalizando isso.

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          • Andre Alonso

            Obrigdo, Cicero. Na verdade me expressei mal, quando disse “previsao de compartilhamento” sobre a Sumare, quis dizer justamente que ele ja estava oficializado. Abs

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          • CiceroS

            De nada, André, seu bom senso merece todo aplauso. Porque vou te dizer uma coisa, viu? Essa intolerância de certos ciclistas (bikecratas?) contra pedestres anda me assustando, pois comparável à dos carrocratas em relação a nós ciclistas. É obrigação nossa 100% respeitar o pedestre e protegê-lo, mesmo um “folgado, espaçoso, mal-educado, invasor de ciclovia”. e ponto final.

            Pô, tem alguém aqui que foi parido e veio ao mundo com o cordão umbilical preso a um carro ou a uma bike, e não como pedestre? rs.

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            • Andre Alonso

              É bem isso, Cícero. Nunca tive problemas com pedestres, cadeirantes, catadores ou carrinho de bebê nas ciclovias, quando muito aquela constatação resignadamente humorística sobre como tem gente que anda distraída na rua… Na esmagadora maioria dos casos, é só aplicar o conselho que damos aos motoristas: espere alguns segundos e ultrapase com segurança (e se possível simpatia). Mas isso naturalmente pressupõe que o ciclista cumpra a sua obrigação de respeitar o pedestre. No fundo somos algo entre o pedestre e o motorista (um superpedestre, se quiserem…). Como eu disse, o que me enche o saco às vezes nas ciclovias são ciclistas que andam de forma rápida e desatenta, ou como se fossem os donos da ciclovia, mudando de mão sem olhar se vem vindo alguém na direção contrária (e não cedendo a mão quando percebem…), forçando ultrapassagens ridículas (ainda vamos ver gente “dando farol” para passar…), usando a ciclovia para “treinar”, brincando de Eddy Merckx… Mas é uma minoria. O bom da bicicleta e do pedestrianismo é que, quando as coisas ficam na escala humana, o bom senso geralmente resolve.
              abs

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          • Renato

            No caso da Paulista, o Pedestre deverá evitar o canteiro central que será mais estreito do que da Sumaré e acredito que depois de um certo tempo, estará passando muitos ciclistas, como já ocorre na Faria Lima.

            Nas muitas vezes que circulei na Ciclovia da Faria Lima, não tenho tido problemas com pedestres circulando por lá não, contrariando quem disse isso. Um ou outro esporadico, e geralmente atravessando a avenida e olha lá. Na Paulista vai ser a mesma coisa. Os pedestres tem as largas calçadas planas e bem espaçosa para eles.

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    • Anderson

      Isso é algo realmente triste, a gente pedala fazendo zigue-zague entre pedestres, mas prefiro isso por que acertar pedestres doe menos do que ser atingido por um carro.

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  • Andre

    Meu medo é o da possibilidade de alguns pedestres que não conseguiram atravessar começarem a usar a ciclovia para ganhar tempo, como ocorre constantemente na Faria Lima. Lá eles andam bem em cima da ciclovia, mesmo tendo grama curta ao lado.

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    • Renato

      Ai são os pedestres que estão errados, não? Eles atravessam fora da faixa e os carros tem que desviar. Se for deixar de construir ciclovias por causa disso, não teremos ciclovia em lugar algum. Para os ciclistas é mais facil desviar de um pedestre no meio do caminho, dando um toque para que ele evite de caminhar pela ciclovia.

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      • Fabio

        Renato, acho que o André não falou que não se deve construir ciclovia por causa disso, mas que o problema que ele relatou acontece, acontece…

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        • Renato

          A unica ciclovia que tem muitos pedestres e é ruim para pedalar por causa disso é a da Sumaré. E Isso é mais aos domingos e feriados. Sabados tem bem menos gente e dias uteis é mais pela manha e final da tarde, qdo o sol está mais fraco.

          Na Faria Lima não tenho tido problemas e só vejo um ou outro atravessando e olha lá….Acho que na Paulista (que tem 2 largas e espaçosas calçadas) vai ser a mesma coisa.

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  • Rosane

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    • Adriano Rodrigues

      A ciclovia é no canteiro central não atrapalhará em nada a ida aos hospitais.

      Mesmo assim, concordo que a Paulista tem que estar livre para tais acessos (levar pacientes), então tiremos uma faixa de rolamento de carros, que causam congestionamento, para ser usada por ambulâncias.

      Espero que São Paulo continue dando bons exemplos. Quem sabe o prefeito da minha cidade (Diadema) aprenda e copie.

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      • Rosana

        Também concordo, Adriano, uma faixa exclusiva para os hospitais é uma boa ideia. Já pensou uma ambulância parada no meio do congestionamento causado pelos carros? Desrespeito total.

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      • CiceroS

        Pra quem não lembra (ou era pequenino ou nem tinha nascido…rs.), na década de 90 a CET tentou implantar faixas prioritárias, mas não eram exclusivas, para veículos de emergência. E na avenida Paulista tinha uma delas.

        E não deu certo, né? E por quê não? Simples: a frota de veículos (privados e não emergenciais, claro) foi aumentando, aumentando e aumentando até entupir o sistema viário da cidade.

        http://www.cetsp.com.br/media/20737/nt193.pdf

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    • Renato

      Desrespeito é não ter nenhuma ciclovia para a segurança dos ciclistas.

      QUAL É A SUA SOLUÇÃO PARA OS CICLISTAS?

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    • Lucas

      Muitos argumentos sobre o impeditivo de hospitais proibirem a ciclovia

      Inclusive os hospitais (como o santa catarina e o 9 de julho) bem proximos a paulista nao impediram a morte de ciclistas na mesma… =(

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  • Gostei muito do texto. Apenas uma ressalva: não sei se era seu objetivo, mas os dois últimos parágrafos me deram o entendimento de que atravessar fora da faixa seria tão justificável quanto adotar caminhos curtos e planos e que deveriam ser aceitos e protegidos pelo poder público. Entsndi corretamente? Gostaria antes de ter certeza para depois emitir minha opinião.

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    • Rosana

      Bom dia.
      O pedestre é obrigado a atravessar na faixa ou passagem sempre que esta se encontre a menos de 50 m do local onde ele está.
      Quando não há faixa ou estiver acima dessa distância o pedestre terá preferência. Portanto justifica-se a travessia fora da faixa ou passagem
      Havendo ou não faixa, e estando ou não errado o pedestre em atravessar fora dela, os veículos maiores são responsáveis pela segurança dos menores e todos são responsáveis pela incolumidade do pedestre.
      Em suma, ninguém está autorizado a ameaçar a vida de ninguém para “dar lição” ou “educar”, mesmo que a pessoa esteja totalmente errada. Um erro não justifica outro.
      Tudo isto está no CTB (art. 214, 68 a 71 e 29, salvo engano, e outros mais).
      Espero ter contribuído. Boa semana a todos!

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      • Obrigado pela resposta, Rosana. Valdemar, é exatamente isso. E, para além da permissão legal de travessia fora da faixa, é no mínimo inocência esperar que uma pessoa caminhe cem metros para atravessar na faixa quando pode aguardar alguns segundos pelo fim da passagem de carros. É ignorar completamente a lógica dos deslocamentos humanos, que envolvem esforço físico. É desconsiderar que se mesmo motoristas fazem conversões proibidas para não dar a volta na quadra, pedestres não irão aumentar seu caminho se sentirem segurança para fazer a travessia onde estão. E o planejamento urbano tem de levar esse comportamento e essa necessidade em consideração.

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  • Luiz Azedo

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  • Arnon Grunkraut

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  • Anderson Braz

    Será umas das muitas conquistas que vocês iram ter. Quem dera se fosse em todo o estado de São Paulo essa ciclovia.

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  • Anderson Braz

    Parabéns ciclistas..

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