Expansão e acessos da Ciclovia Rio Pinheiros: andamento e previsão

Novo acesso, na estação Santo Amaro, já foi inaugurado. Perceba que há alguns postes de iluminação nesse local, ao lado da ciclovia.

 

ATENÇÃO: As informações desta página são de janeiro de 2012 e estão desatualizadas.

Clique aqui para informações atualizadas sobre acessos e horário de funcionamento

 

Em julho de 2011, o Vá de Bike antecipou as novidades sobre a expansão da Ciclovia Rio Pinheiros, com uma análise sobre a situação atual e o potencial futuro da ciclovia. Na época, a CPTM (Companhia Paulista de Trens Metropolitanos, responsável pela ciclovia) informou que seriam inaugurados mais 6,4 km e criados três novos acessos – tudo até o final do ano. Passados seis meses, como andam as obras?

Expansão

A expansão da Ciclovia Rio Pinheiros foi dividida em duas partes:

  • da estação Vila Olímpia até a Hebraica-Rebouças, sob responsabilidade da CPTM;
  • da estação Hebraica-Rebouças até a Villa Lobos-Jaguaré, a cargo da empreiteira WTorre.

A WTorre assumiu parte da obra da ciclovia como contrapartida viária de um empreendimento na Av. Juscelino Kubitschek, próximo ao Parque do Povo. O trecho tem cerca de 4,8 km de extensão e, além da pista, a empresa construirá uma passarela para bicicletas ligando o Parque do Povo à Ciclovia Rio Pinheiros.

Prazos

Próximo à ponte Cidade Universitária, as obras não começaram e o chão ainda é de terra (foto de dezembro de 2011).

A CPTM afirma que a conclusão do trecho que vai até a estação Hebraica-Rebouças se dará até o fim de janeiro e diz faltar apenas concluir a sinalização vertical. Apesar da expansão ter sido prometida para o final de 2011, a CPTM alega que não houve atrasos e que a obra “seguiu conforme programado”.

As obras no trecho entre a estação Hebraica-Rebouças e o Parque Villa Lobos ainda não iniciaram e não há nem asfalto. A WTorre justifica o atraso pela necessidade de elaborar os projetos e obter autorizações e licenças para início das obras. Mas informa que os projetos estão prontos, as autorizações emitidas e o convênio com CET e CPTM assinado. A empresa contratada para a execução já se mobilizou e deve iniciar os trabalhos nos próximos dias.

A WTorre dividiu a obra em duas etapas, com a intenção de entregar os primeiros 2,8km (até a estação Cidade Universitária) em fevereiro e o restante em março. Mas avisa que esses prazos são para condições climáticas “ideais”. As chuvas, comuns nessa época do ano, oferecem risco de atraso. Trocando em miúdos: se o rio encher, a obra atrasa.

Acessos

Três acessos haviam sido anunciados para o final do ano: estação Santo Amaro, ponte Cidade Universitária e estação Morumbi. Como estão?

O ponto de apoio da estação Santo Amaro foi reformado (foto de novembro de 2011).

Santo Amaro: este novo acesso está em funcionamento desde dezembro. O ponto de apoio que existia ali e estava fechado há algum tempo foi reformado, para se adequar ao padrão dos outros dois já existentes. O acesso Santo Amaro consiste de uma rampa, que liga a estação à ciclovia, mas alguns ciclistas comentaram que os seguranças não permitem passar por ela pedalando. É preciso empurrar a bicicleta, mesmo sendo uma rampa. Oi?

Cidade Universitária: liberação prevista pela CPTM para o final do mês de janeiro, mas só será utilizável quando a ciclovia chegar até ali, o que não deve ocorrer antes de fevereiro.

Morumbi: CPTM informou que deverá ser concluído nesse semestre.

Próximos passos

Ainda esse ano deve ser criado um novo acesso, no Parque do Povo. Segundo a WTorre, essa passarela está na etapa de desenvolvimento do projeto. Outro acesso anunciado para esse ano é na estação Villa Lobos-Jaguaré. Esperamos que esteja pronto junto com a expansão, senão teremos um trecho sem saída depois da estação Cidade Universitária.

Esses acessos representarão ligações diretas com a Ciclofaixa de Lazer, facilitando o acesso também a quem quiser utilizar a ciclovia a passeio no domingo. Boa notícia para quem não consegue (ou não aceita) empurrar a bicicleta na canaleta da passarela da Vila Olímpia.

Iluminação

Ainda esse ano deve ser instalada iluminação, permitindo que a pista seja utilizada no período da noite. A CPTM está buscando parcerias para a iluminação e manutenção da Ciclovia Rio Pinheiros.

Para saber mais

Leia a matéria anterior sobre o assunto, com vários detalhes sobre o projeto de expansão.

Veja fotos das obras e saiba a data prevista para inauguração da primeira etapa, nesta página.


36 comentários para Expansão e acessos da Ciclovia Rio Pinheiros: andamento e previsão

  • Muito boa a notícia, esperamos também que a segurança não seja esquecida, pois com o aumento dos acessos também aumentará a ação de roubo ou assalto e os valores das bikes que la trafegam são altos outro fator que estimula essas ações.

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  • Joao

    Se feita essa integracao na estacao Villa Lobos, será uma otima oportunidade de incentivar ainda mais as pessoas a usarem a bike. Eu mesmo iria preferir ir ate a Vila Olimpia e redondezas pela Ciclovia do que pelas ruas.

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  • Marici Slavec

    Ótima notícia William!! Meu pai e irmã moram pertinho da estação Santo Amaro….só que do outro lado do rio. Restam duas dúvidas:
    1- Para passar ao outro lado por dentro da estação tem que pagar passagem?
    2- As escadarias são enormes.Será que vamos poder utilizar o elevador/escada rolante???

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    • Marici, acredito que não seja permitido passar por dentro da estação, exceto nos horários em que é permitido ingressar no Metrô com a bicicleta e, ainda assim, pagando passagem.

      Quanto ao elevador e escada rolante, seguirá as mesmas regras definidas para o resto da rede de Metrô – que, no momento, é não permitir. Saiba mais sobre essa questão aqui: http://vadebike.org/2012/01/escadarias-resposta-da-ouvidoria-do-metro-de-sao-paulo/

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    • Alexandre

      Marici, a travessia não foi permitido nos dias da semana, acredito que aos fins de semana seja liberado. É uma pena ter os bicicletarios tão longes (vila olimpia – jurubatuba) se houvesse um no meio do caminho a pedalada poderia ser mais longa. Eu mesmo acho meio arriscado sair da ciclovia por sto amaro, ir até a ponte joao dias para atravessar.
      PS: trabalho na guido caloi, deixo a bicicleta na vila olimpia, mas dá um gostinho de quero mais rs … mas apoio sim as obras da cptm, acho 10 mesmo.

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  • O Planos Regionais Estratégicos das 31 subprefeituras da cidade, têm juntos, 367 km de ciclovias ou ciclorotas planejados no Plano Diretor Estratégico para serem todos entregues em 2012. Lamentável a morosidade, burocracia e custos desta meta, que bem provavelmente não se concluirá.

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  • Sergio Melega

    Ótima notcía. Isso vai aumentar muito o número de ciclistas. Muita gente vai deixar o carro em casa e ir trabalhar e estudar de bicicleta. Valeu pelo texto, William!

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  • Patricia

    Todos os dias pego o trem nesse trajeto. Mesmo em semanas que não tivemos nem uma gota de chuva, não havia um sinal sequer de obras, operários, ou mudanças nessa via. Fora que é um enorme desperdício pensar em uma ciclovia que por obrigação já não tenha iluminação por quem a constrói. O consórcio WTorre e CPTM deveriam de antemão já construir iluminando a via, que a noite esvazia, mesmo com enorme potencial que teria para deixarmos o trem lotadíssimo e o metrô confuso da linha Amarela. É uma vergonha tanta demora e burocracias, e se fosse uma obra para carros, certamente seria feita com mais presteza.

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  • Laudari

    Willian,

    Este não é uma região pela qual me movimento mas é de extrema importância que tudo se concretize conforme planejado de forma que as ações se alinhem com o suposto comprometimento.

    Agora, esse papo de “projeto” da passarela é meio complicado… Uma passarela, além de ter uma estrutura padrão, é algo bastante simples de ser projetado, quase não “justificando” um status de projeto para etapa de desenvolvimento.

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    • Laudari, pelo que entendi das respostas que recebi da WTorre, é preciso ter um projeto no papel para aprovação e autorização da CPTM e me parece que também da CET, senão não podem começar a obra. Agora, se estão ou não fazendo isso com a rapidez e presteza que demandamos, é outra história, que não temos como apurar.

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      • Laudari

        Entendo, Willian. A documentação de projeto é obrigatória – e tem de ser – para uma apuração de eventuais falhas futuras, além de constituir importante fase de maturidade de qualquer projeto. Concordo que não há como apurar esse tipo de coisa e ficamos refém do posicionamento deles. Entretanto, a nosso favor, existe a condição de que começa a ficar inviável para eles declararem status como esse sempre que questionados.

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  • Paulo Lowenthal

    Willian,

    vai ter acesso à ciclovia na estação Hebraica-Rebouças?

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  • Felipe

    Prezados,

    Por sorte, semana passava estive na ciclovia, e encontrei os engenheiros responsáveis pela obra.

    Questionei sobre o acesso pela estação Morumbi, e eles informaram que estão aguardando a Eletropaulo em aterrar a fiação elétrica para construção da passarela. Deram um prazo de 4 meses para construção deste acesso.

    Infelizmente até hoje não vi nenhuma obra neste local. Como poderíamos cobrar a conclusão deste acesso?

    abs,
    Felipe

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  • Será mesmo necessário um acesso pelo Parque do Povo?
    Falo isso pois existe hoje um acesso pela estação Vila Olímpia, a 200 metros do parque! Me parece muito mais sensato, pelo menos para quem poderia usar a ciclovia como transporte, e não só para lazer, um acesso na ponte Eusébio Matoso, proximo ao Shopping Eldorado, av. Rebouças, etc. Mais acessos em pontos diferentes, pois dois acessos com 200 metros de distancia entre cada um é coisa de português!

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    • Du, considero o acesso no Parque do Povo importante por consistir de uma rampa. O acesso da Vila Olímpia foi um quebra-galho para aproveitar uma passarela já existente, que por ter escadas passou por uma adaptação com a instalação de canaletas. Mas a inclinação é um pouco forte e muita gente não consegue empurrar a bicicleta canaleta acima, principalmente mulheres, idosos e crianças. E o acesso deve ser para todo mundo, não só quem tem bom preparo físico ou bicicleta leve.

      Sobre a distância entre os acessos, quanto menor a distância melhor será para a utilização da ciclovia. Imagine que você está na esquina da Faria Lima com Cidade Jardim e quer ir até a Cidade Universitária. É bem melhor ter que pedalar só até o Parque do Povo e pegar uma rampa do que ter que pedalar até a estação V. Olímpia e ainda ter que empurrar escada acima (e depois escada abaixo do outro lado), para depois ter que voltar um pedação. Melhor ainda seria se houvesse um acesso também na ponte Cidade Jardim.

      Aliás, ter acessos em TODAS as pontes do caminho seria a solução mais lógica, barata, útil e alinhada com a bicimobilidade, mas há órgãos dentro do poder público que recusam até a falar sobre o assunto, por ser claro que as pontes da cidade não são seguras para o ciclista e teriam de deixar de ser alças de acesso em velocidade para se tornarem realmente pontes, seguras e voltadas à mobilidade de pessoas.

      O Vá de Bike fala sobre isso desde 2009, mas insiste-se em criar passarelas e acessos bem distantes uns dos outros: http://vadebike.org/2009/10/como-foi-a-reuniao-sobre-a-ciclovia-da-marginal-pinheiros/

      Quem vai aumentar o percurso em vários quilômetros só para usar a ciclovia? Por isso sua utilização é tão baixa durante a semana. Os acessos novos ajudam, mas não resolverão esse problema. Mais gente utilizará a ciclovia, mas não tantas pessoas quanto se ela fosse integrada ao viário por onde passa, em vez de ser uma via bastante segregada e difícil de acessar.

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  • xaulei

    Vergonhoso que esse trecho tão pequeno mas essencial (afinal, outro ponto de acesso) que vai até a cidade universitária demore tanto pra ser feito.
    Asfaltar uma avenida é rapidinho, mas uma pista demora 2 meses.
    Isso porque a previsão era pra agora em janeiro, bacana.

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  • Thiago Pereira

    Passei agora pouco na Marginal sentido Interlagos e vi que estavam sinalizando e limpando a ciclovia na estação Cidade Jardim.

    Lendo o blog aqui e conversando com algumas pessoas que estão sempre conversando com o pessoal que está na manutenção das ciclovias é de que no final de janeiro teríamos novidades boas. Porém, com essas chuvas diárias, dificilmente cumprirão o prometido.

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  • Kilder Catapano

    Willian

    A primeira etapa que a WTorre promete até fevereiro é até a Cidade Universitária, não é mesmo? Vc colocou até a Cidade Jardim, ou estou enganado?

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  • ronaldo

    Acho que tem que ter seguranca,hoje mesmo foi assaltado um rapaz na minha frente,nao tem iluminacao perigo de atropelar um animal,horrivel nao e so abrir e ja era,infelizmente as pessoas que tem boas intencões sao refens,indignado com o que vejo..

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  • sergio figueiroa

    Ai pessoal, cantei a bola na primeira postagem dessa materia, domingo passado ja aconteceu assalto na ciclo faixa do Tiete, agora imaginem quando o numero de acesso for maior assim aumentando as rotas de fuga dos marginais.

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  • William Costa

    Sergio,
    A situação está perigosa, especialmente embaixo das pontes, onde os assaltantes estão escondendo-se para poder abordar os ciclistas.
    A CPTM está ciente do que aconteceu, e tenho notado que eles mobilizaram seguranças para ficarem fixos em pontos estratégicos. A ciclovia oferece segurança como nenhuma outra em São Paulo.
    De qualquer maneira, fica a recomendação, de não pedalar à noite, perto do horário de fechamento da ciclovia, e se possivel, sempre acompanhado.

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  • Ronaldo

    Sugestão para as pessoas que estão longe da ciclovia, montar um estacionamento no local ou proximo aos acessos, para ir de carro também…. deixa o carro no estac. e vai curtir a ciclovia…

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  • Márcio José Ferreira

    Hoje peladelei pelos 19 km da ciclovia, e curti bastante, porém tem um ponto que precisa ser observado, “os bebedouros”, no acesso próximo a Ponto Jurubatuba estava com falta de água, nos demais pontos de apoio, a quantidade de bebedouro não suporta a quantidade de ciclistas, acho que poderia ser analisado esse ponto, pois o percurso está aumentanto e o risco de desidratação é grande.

    Fica a dica.

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  • Antonio Paiva

    Boa tarde pessoal.

    Primeiramente PARABÉNS pelo site. Muito bom!

    Comecei a vir trabalhar de bike semana passada (moro no km 18 da Raposo e trabalho no km 22,5).

    Calma, não utilizo nada da Raposo, venho por ruas alteranativas (paralelas), apesar do caminho ser
    maior e ter várias subidas, é bem mais seguro, até mesmo porque segundo o CTB, o trânsito de bicicletas é proibido em vias de acesso rápido.

    Estou influenciando minha esposa (que trabalha na Adolfo Pinheiro em Santo Amaro) a ir trabalhar de bike, pra isso ela pegaria 8km até a estação Villa-Lobos/Jaguaré e utilizaria ciclovia até a estação Santo Amaro.

    Como está a segurança? Alguém sabe me dizer? Aconteceu mais alguma ocorrência? Qual o horário em que tem um maior número de pessoas utilizando a ciclovia?

    Obrigado desde já!

    Abraços e boas pedaladas!

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  • parabéns pelo que estão fazendo.estamos gostando muito e rezamos para que termine tudo bem.

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  • Luciano Kazuo

    Pessoal,

    Sou novo na ciclovia da marginal do Rio Pinheiros, mas sinceramente, tem muitos problemas nessa ciclovia…

    Moro próximo da estação largo 13 do metrô (Santo amaro) e tentaram levar a minha bicicleta nesse pequeno trecho (Tenho uma bike do tipo desmontável, acho que isso chama a atenção de muita gente). Tentaram me derrubar no meio da rua, a minha sorte que tinham uns policiais patrulhando em pleno domingo ao meio-dia!!! E através deles, fiquei sabendo que há muitos furtos de bicicletas na região (isso é lastimável) e me aconselharam a ir até a estação Santo Amaro de metrô (pagar 3 reais para andar uma estação… Se a ideia da bike era melhorar o trânsito da cidade, esquece…).

    Segundo, eu sempre vejo que a ciclovia acaba no Vila Lobos (internet, mapas). Eu imaginava que ele acabaria no Parque Vila Lobos, em alguma saída… Fui pedalar esse final de semana e quando cheguei no final… Surpresa!!! A ciclovia acaba exatamente do lado da estação Vila Lobos COM SAÍDA PRA LUGAR NENHUM!!!

    A ideia da ciclovia é muito boa, mas não investem nela, parece que é só um produto de politicagem da prefeitura (“Antes não tinha, agora tem” – Uma coisa que vai do nada pro lugar nenhum!!!).

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  • Geraldo Gomes

    É muito bom pedalar pela ciclovia, desde o Parque Villa Lobos [ que ainda não recebeu a entrada para a mesma, sendo necessário entrar pela ponte da Cidade Universitária ] até a ponte da Avenida dos Bandeirantes. Fico questionando, todas as vezes em que pedalo no local, por que ainda não foram plantadas mudas de árvores em toda a extensão da ciclovia. Óbvio que é imprescindível que essas árvores sejam plantadas o mais rápido possível, já que demandam um longo tempo até começarem a fornecer sombra, flores, atrair pássaros e outros benefícios para o local e seus frequentadores. Espaço para plantio/crescimento é mais do que suficiente, pois as margens do Rio Pinheiros tem largura sufuciente e estão distantes da rede elétrica dos trens. Essas mudas tem que ter prioridade de plantio !

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  • Ricardo

    Bom dia Pessoal,

    Por acaso há algum projeto que irá liberar acesso a ciclovia por mais pontes ou até mesmo pelas estações ao lado da própria ciclovia?

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  • ricardo paz de barros

    Olá pessoal.
    Pedalo na ciclovia da marginal de pinheiros, entre a ponte da cidade universitária até Granja Julieta.
    Não faço ideia de quanto isto dá em quilômetros.

    Gostaria de saber qual a distância entre cada estação de trem.

    Obrigado.
    Ricardo

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  • Milena

    Bom dia!!!

    Moro no Grajaú, utilizo o trem desde o terminal Grajaú até o final (Osasco). Não aguento mais o transtorno que passo todos os dias dentro do trem, fora o mal funcionamento.
    Fico me imaginando utilizando a ciclo via para fazer mais da matade do meu trajeto. E então decidir ir de bike.
    Duas perguntas:
    1 – Onde começa e onde termina a ciclo via ?
    2 – Sabe me dizer se consigo ir com minha bike de trem (da estação Grajaú) até a estação Jurubatuba, para então acessar a ciclo via ?

    No aguardo e obrigada.

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  • Ricardo

    A ciclovia seria de grande utilidade se os adminitradores de cada trecho cumprisse seus cronogramas.

    Infelizmente o acesso pela Ciclovia ao Vila Lobos não tem previsão e o acesso a algumas estações (ex: Estação Morumbi), que estava previsto para 2013 não vai rolar. Enfim, mais um vez o cronograma foi por agua abaixo, sem contar que ela terá uma parte interditada de acordo com um panfleto indicativo colado em algumas estações.

    Mais um Projeto Made Brazil! (com Z).

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