Centenas de km de ciclovias previstos para SP desde 2008, incluindo Av. Paulista e Eliseu de Almeida

 

Projeto de ciclovia para a Avenida Paulista consta do estudo entregue para a Secretaria Municipal do Verde e Meio Ambiente. Clique para ampliar. Imagem: SVMA/TC Urbes/Reprodução

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Nos últimos meses, tem circulado nas redes sociais um documento prevendo mais de 100km de ciclovias e ciclofaixas (permanentes, como devem ser quando voltadas à mobilidade) para a cidade de São Paulo – incluindo a avenida símbolo da cidade, a Paulista.

O Vá de Bike conversou com Ricardo Correa, da TC Urbes (empresa que foi contratada para desenvolver esse estudo), para entender melhor o conteúdo do documento e seu objetivo. O que descobrimos com essa conversa e com uma longa análise do estudo está descrito nesta página. Para ler a íntegra do documento, que possui 178 páginas, clique aqui.

Histórico

O texto, datado de 22 de setembro de 2008 (não por coincidência o Dia Mundial Sem Carro), descreve que a SVMA, naquela época órgão articulador do Pró-Ciclista (Grupo Executivo da Prefeitura Municipal de São Paulo para Melhoramentos Cicloviários), “procurou o Instituto de Energia e Meio Ambiente (IEMA) para o suporte específico à elaboração de estudos de sistematização e avaliação de traçado da infraestrutura de percurso do Sistema Cicloviário do Município de São Paulo. Tais estudos deveriam ser direcionados à identificação de traçado de cerca de 100 quilômetros (km) a serem incorporados na proposta orçamentária de 2009″.

Trocando em miúdos, a SVMA encomendou em 2008 um estudo cicloviário integrado para a cidade, com o objetivo de iniciar as obras no ano seguinte. Alguns dos projetos caminharam, outros não, mas de qualquer forma ainda não temos um planejamento integrado de deslocamentos em bicicleta sendo implementado na cidade, apenas iniciativas isoladas e que raramente se integram.

Segundo Ricardo Correa, ”cada subprefeitura tinha seu panejamento e seu projeto” e o objetivo do estudo era “sistematizar na mesma base cartográfica” esses projetos dispersos, criando um plano cicloviário para toda a cidade, que integrasse e interligasse essas propostas entre si e ao transporte público.

“Chegamos revisar o documento e realizar adequações, atendendo solicitações da SVMA”, conta Correa. Isso significa que o documento foi lido, estudado e compreendido pelo grupo Pró-Ciclista, a ponto de serem solicitadas mudanças para refinamento, melhoria ou aumento da viabilidade de implementação. Mas então por que não foi levado adiante? Ainda não sabemos. E, nesse momento de transição no poder municipal, será difícil descobrir.

Esse mapa reúne todos os projetos e a proposta da rede estrutural integradora. Clique para ampliar. Imagem: Reprodução

O estudo

O trabalho foi desenvolvido em quatro etapas, resultando em um projeto funcional com detalhamento de custos e recomendações:

  • sistematização cartográfica dos planos existentes;
  • vistoria de trechos prioritários para aferição de viabilidade técnica;
  • sugestões de conexões entre os trechos cicloviários propostos e sua integração com o transporte coletivo;
  • estimativa de custo para a execução de cada trecho, para possibilitar a inclusão da construção de 100km de ciclovias no orçamento municipal do ano de 2009.

Além da parte teórica do estudo, foi realizado um extenso trabalho de campo. O documento conta que “no decorrer de um mês foram pedalados, em sete dias, aproximadamente 420 km de vias no município de São Paulo; registradas cerca de 850 fotografias e todas foram georeferenciadas; entrevistadas 40 pessoas na cidade toda; utilizadas duas bicicletas, uma dobrável, para os trechos onde foi possível fazer intermodalidade com o trem e o metrô, e outra mountain bike híbrida adaptada para cidade; utilizados equipamentos complementares, além da máquina fotográfica, dois GPSs, guia de rua, mapa da cidade, suporte para mapa, trena eletrônica, e muita, muita, muita água”.

O estudo distingue trechos por níveis de custo e dificuldade de implantação. De acordo com tabela no documento, a estimativa média de custos variava de R$ 92.500/km (trecho norte da Inajar de Souza) a até R$ 370.000/km (Ciclovia Rio Pinheiros), de acordo com o grau de intervenção necessário.

Projetos existentes

Foram avaliados planos cicloviários – propostos, em elaboração e em execução - de iniciativa da prefeitura, das subprefeituras e de empresas como a Sabesp (que possuía o projeto da Ciclovia da Adutora Rio Claro, que chegou a ser implementado). Todas as propostas foram georreferenciadas e classificadas, criando um banco de dados e possibilitando “uma valiosa visualização geral do planejamento da infraestrutura cicloviária do Município”, segundo o texto.

Depois de todo esse levantamento, o documento informa que, ao final, “chegou-se em 675 Km de ciclovias propostas“, somando-se todos os planos estudados. E conclui: ”foi possível verificar a falta de comunicação entre diferentes órgãos no processo do planejamento”. “O documento tenta tornar coerente essas iniciativas distintas”, explica Correa.

Mapa da rede proposta, como fase preliminar de implementação de uma estrutura cicloviária integrada e abrangente. Perceba que o ciclista teria acesso a boa parte da cidade através de vias interligadas.

Rede estrutural

Com essas informações, “foi elaborada uma rede estrutural básica integrada ao transporte coletivo e com uma extensão de 150 Km“, sendo 108 Km de planos existentes e 42 Km de propostas de conexões, para adequar os diferentes planos e transformá-los numa rede. E tudo isso em estruturas permanentes, verdadeiramente voltadas à mobilidade, e sem precisar somar as distâncias de ida e volta, um subterfúgio cada vez mais utilizado pela prefeitura para inflar os números.

As infraestruturas propostas variam em nível de segregação, tendo separação física em alguns casos (meio fio, canteiros ou prismas de concreto, caracterizando ciclovias) e em outros não, havendo apenas sinalização indicando o espaço (ciclofaixas). Vale a pena ver essas definições, com fotos e diagramas, nas páginas 19 a 29 do documento.

A intenção era de que essa proposta inicial fosse uma primeira fase de implementação, a ser iniciada em 2009, para que futuramente todo o conjunto fosse implementado. “O estudo pretendia definir uma possível rede preliminar, com proposta de vias estruturais integrando a polos geradores e transporte público, para cada subprefeitura alimentar essa rede”, esclarece Ricardo Correa.

Ciclovia na Av. Paulista

Com um corredor de ônibus junto ao canteiro central, a avenida teria vias segregadas para as bicicletas em ambos os lados, entre as três faixas dos automóveis e a calçada. A segregação seria feita por um canteiro de um metro de largura, com intervalos para acesso às garagens, e a velocidade da via seria baixada para 40km/h, compatibilizando-a para a grande quantidade – já nos dias de hoje – de ciclistas e principalmente pedestres.

Atualmente, a avenida tem apenas uma Ciclofaixa de Lazer, que opera aos domingos e feriados nacionais, das 7 às 16h, deixando à própria sorte quem precisa utilizá-la em seus deslocamentos diários. Ali já morreram ciclistas como Márcia Prado e Juliana Dias, tendo sido instaladas ghost bikes – bicicletas brancas – em memória de ambas.

O custo de implementação dessa estrutura, desde a R. Vergueiro até a Dr. Arnaldo, seria de cerca R$ 1,13 milhão à época, com um custo médio de R$ 210 mil por quilômetro.

Você sabia…

…que em contagem realizada em 2010, a Ciclocidade fotografou 733 ciclistas em apenas 14h?

…que circulam diariamente pela Paulista cerca de um milhão e meio de pedestres e mais de 300 mil pessoas em ônibus, contra apenas 100 mil automóveis (com taxa de ocupação média na cidade de 1,2 pessoa por veículo)?

Projetos em toda a cidade

Um anexo do documento mostra mapas das propostas por subprefeitura. Na do Butantã, havia previsão para a ciclovia do corredor Pirajussara e Eliseu de Almeida, além das avenidas Escola Politécnica e Jaguaré. Na da Lapa, uma grande rede envolvendo Marginal Tietê, Francisco Matarazzo e Marquês de São Vicente.

Na sub da Vila Mariana, estavam previstas as avenidas Ricardo Jafet, Abraão de Morais, Bandeirantes e Sena Madureira, entre outras. Em Santo Amaro, uma rede bastante detalhada, com avenidas e ruas menores. E muitas outras, incluindo regiões periféricas como Cidade Ademar, Campo Limpo, Guaianazes e Cidade Tiradentes, que sabemos terem uma carência muito grande de segurança viária para quem se desloca em bicicleta.

Uma das ciclovias incluídas nesse estudo (e que já está sendo executada) será construída ao longo de um duto desativado da Petrobrás, de Guarulhos até São Caetano do Sul, numa extensão de cerca de 28km, cruzando a Zona Leste de São Paulo. Veja a ilustração da página 11 deste documento da Petrobrás e compare com a imagem marcada como “mapa 17″ aqui nesta página.

Próximos passos

Esse documento concentra todos os projetos de ciclovia da cidade de São Paulo até o ano de 2008. Também torna a prefeitura ciente de que uma rede estrutural é necessária, para integrar e interligar iniciativas dispersas, tornando útil e coerente a malha cicloviária.

Cabe à sociedade civil dialogar com a gestão Fernando Haddad – seja diretamente com a prefeitura, com o grupo executivo Pró-Ciclista (hoje sob responsabilidade da Secretaria Municipal de Transportes – SMT) ou com a Secretaria de Coordenação das Subprefeituras – e cobrar o reconhecimento da importância dessa rede e sua implementação tão logo quanto possível.

Para isso, o fortalecimento de entidades representativas como a Ciclocidade torna-se cada vez mais importante. Conheça a associação, participe e ajude a engrossar o coro por uma cidade mais ciclável.


43 comentários para Centenas de km de ciclovias previstos para SP desde 2008, incluindo Av. Paulista e Eliseu de Almeida

  • SavianoMarcio

    Olá Willian.

    Tem outro link para o projeto da Petrobrás? Vai direto para a sessão “Sociedade e Meio Ambiente”.

    Você ou o pessoal sabe se existiu/existe algum outro plano de ciclovias na Grande Sp? Estou montando um arquivo KMZ com todas as rotas atuais, projetos antigos e futuros, quando estiver pronto disponibilizo para o pessoal.

    Abraços!

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  • Emma Goldman

    William, eu te peço, por favor, você é liderança aqui em São Paulo, é escutado nacionalmente – Faça com que este Plano de Mobilidade Urbana que o Governo Federal quer lançar inclua planejamento cicloviário – please!

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    • Cícero Soares

      Ô, Emma, tô te estranhando. Desde quando uma anarquista com seu histórico e calibre precisa pedir favor a lideranças? rs.

      Brincadeira, Emma, brincadeira. Mas você tocou num ponto seriiíssimo, da importância de se federalizar nossas demandas. O Ministério das Cidades, até o governo Lula, estava desenvolvendo um tal de Programa Brasileiro de Mobilidade por Bicicleta, que me pareceu bem interessante. Aí a Dilma assumiu, loteou esse Ministério pro PP e… e o programa mor-reu, morreu de morte morrida. Que acho que então orientaram (pelo menos em “plano”) a mobilidade exclusivamente para os estádios da Copa. E acho que então pensaram: “Infra pras magrelas irem em jogo da Copa? Tsc, um disparate.”

      Então podia mesmo, podia-se aproveitar o ensejo, quero dizer, aproveitar o renascimento do clamor da ruas e o requentamento do Plano de Mobilidade Urbana (Humana?) federal tascando nele a ressurreição do Programa Bicicleta Brasil desse Ministério, não podia?

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    • Vou pesquisar o assunto, Emma.

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  • Ricardo

    Essa opinião da Ana Paula é relfexo da lavagem cerebral que as “ciclo-falsas” estão fazendo na cidade – Por exemplo, quando eu comentei a um amigo que existe esse projeto de ciclovia na Paulista desde 2008, ele me respondeu: “mas a Paulista já TEM ciclovia” -

    Ou seja, é um absurdo. Essas ciclo-falasas estão acabando com toda a discussão de resgatar esses projetos engavetados.

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  • Yuri Sucupira

    Tenho a impressão de que a Ana Paulla escreveu “de impulso”, sentindo raiva. Usou os sentimentos mas deixou de lado a razão. Porque a questão do espaço público é questão de matemática elementar: tão elementar que custo a acreditar que alguém possa não entender que, se uma cidade possui uma superfície utilizável que ocupe uma área “A” e esta área “A” é fixa (porque São Paulo não tem mais como “crescer para os lados”), então é evidente que, quanto maior o número “p” de pessoas tentando ocupar um pedaço da área “A” da cidade, menor será a área “a” que poderá ser ocupada por cada pessoa.

    Matematicamente:

    a = A/p

    São Paulo não tem mais como “crescer para os lados”, porque os “lados” já foram ocupados pelo espaço urbano das cidades vizinhas, da região metropolitana de São Paulo. É o caso de São Bernardo do Campo, Diadema, São Caetano do Sul, Santo André etc. Mas isto não freou o crescimento populacional de São Paulo, porque a cidade continua “crescendo para cima”: a cidade tem cada vez mais prédios, e prédios cada vez mais altos. Só que todas estas pessoas, de todos esses prédios, querem todas sair dos seus prédios e se deslocarem pela mesma cidade, compartilhar a mesma área “A”. Eis o problema!

    Isto provoca uma elevação no número “p” de pessoas (vou chamar de “p2″ esse “novo p”, que é maior que o “p anterior”). Como p2 > p, temos que a2 = A/p2, ou seja, quando “p” aumentou para “p2″, a nova área disponível para cada pessoa diminuiu de “a” para “a2″ (porque “A” deixou de ser dividido por “p” e passou a ser dividido por um número maior, que é “p2″). E tendência é piorar, já que os prédios continuam sendo construídos.

    Não fosse isto por si só um problemão de São Paulo, as pessoas ainda insistem em utilizar carros, embora a grande maioria dos carros de São Paulo tenha lugar para 5 pessoas mas trafegue pela cidade com apenas uma dentro, no máximo duas pessoas. Em outras palavras: uma ou duas pessoas ocupam a área de 5 pessoas, no trânsito. Agora multiplique isso pelo número de carros que diariamente circulam pela cidade (e leve em consideração que das cidades da região metropolitana também vêm muitos outros carros)!

    Como o carro pode ser também uma arma — matar um pedestre, um ciclista, um motociclista etc. –, muitos motoristas de carros não se incomodam com o fato de estarem ocupando espaço demais em uma cidade que não comporta esse “abuso de ocupação do espaço”: afinal de contas, sentem-se seguros, já que nas colisões entre o carro e um mais fraco (uma pessoa, uma bicicleta ou outro veículo menor que um carro), quem se dá mal (ou quem se dá pior) é sempre o mais fraco mesmo..

    …mas eu queria ver se o posicionamento dos motoristas de carros manter-se-ia o mesmo caso a cidade de São Paulo fosse tomada por ônibus e caminhões! Aí eu queria ver eles dizerem “a maioria dos veículos que transitam pela cidade são ônibus e caminhões, por isto não devemos querer andar de carro nesta cidade, vocês estão loucos, lugar de carro é passeando na estrada, aqui dentro da cidade só devemos usar ônibus e caminhão”.

    Enfim: usando um pouco de lógica, de bom senso e de matemática elementar, fica extremamente fácil compreender que caminhar, correr, andar de bike, de patinete, de motocicleta etc. é muito mais sensato e adequado que andar de carro. Veículos grandes, que ocupam muito espaço (ou espaço demais) em cidades como São Paulo, só devem ser utilizados se puderem transportar, de uma só vez, um grande número de pessoas (e a uma velocidade boa), pois deste modo o valor de “a” não será ultrapassado (já que tais veículos grandes conseguirão transportar uma quantidade “p” de pessoas bem grande, dentro de uma área relativamente pequena). É o caso do metrô! Aliás, é por isto que o metrô de São Paulo é tão cobiçado (todo mundo quer morar perto do metrô, os imóveis mais próximos de alguma estação de metrô são mais valorizados etc.): porque o metrô é um veículo rápido e capaz de transportar, de uma só vez e em uma área relativamente pequena, um grande número de pessoas.

    Nem vou entrar no mérito das vantagens ambientais de se andar de bike porque elas são ridiculamente óbvias. E nem vem ao caso dizer que carros devam ser abolidos, já que eles podem, sim, ser úteis quando você quer fazer aquela viagem de carro (levando bagagens e outras pessoas no seu carro), ou ir ao supermercado e carregar muitas compras, ou levar para o hospital alguém que tenha começado a subitamente passar mal no meio da noite etc. O problema está em querer usar o carro para literalmente todos os deslocamentos, dentro de uma cidade superpopulosa como São Paulo, e ainda por cima querer criticar quem tem a consciência de não querer fazer isso!

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  • henrique

    que pessimo seu comentario Moça.

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  • henrique

    Que pessimo comentario Ana Paula. infelicidade total.

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  • Ana Paulla Adri

    [Comentário oculto devido a baixa votação. Clique para ler.]

    Esse comentário não tem feito muito sucesso. Thumb up 1 Thumb down 9

    • LuiZ Andrade

      Bem, com “mentes brilhantes” como a da Ana Paulla Adri, realmente fico achando que devemos ser um país de quinto mundo!!

      Mas ainda acredito mais nas pessoas com mentes pensantes de verdade e que acreditam que as cidades devem ser feitas, antes de tudo, para as PESSOAS que nela vivem, e NÃO PARA OS OBJETOS que elas escolhem possuir. Eu possuo carro, possuo bicicleta e possuo meus pares de sapatos. Com cada um desses objetos, eu posso decidir o que vou fazer e por qual caminho vou. E, para cada um, pago um preço e produzo um tipo de impacto.

      O que me custa entender é porque pessoas como essa moça/senhora aí acima ainda acham que, se uma pessoa escolhe um objeto grande, isso daria a esta pessoa um “direito maior” (ao uso do espaço) do que o direito de outras pessoas. Por que é que tantas pessoas ainda insistem em justificar o “carrocentrismo”?

      Desculpe-me Ana Paulla, mas os carros não “enfrentam o trânsito”, os carro SÃO o tânsito!
      Difícil entender? Precisa que desenhe? Há espaço PARA TODOS! Ponto.

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  • Gil-sam

    Ola pessoal,como disse um candidato a vereador de taboão da serra bike não paga IPVA,multa isto é não gera dinheiro para a prefeitura , o sr secretário disse que á 127.000 veículos cadastrado na cidade de taboão imaginem os milhões que a prefeitura arrecada anualmente ,mas não há ruas as que existem está em péssimas condição não há sequer um parque ,quer dizer não tem nada para se fazer em tabõao da serra

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  • Marcos

    Uma vez por semana eu estou tentando ir de bike para o trabalho. Passo uma parte na Av. Ricardo Jafet, que considero a parte mais perigosa. Existe alguma notícia da ciclo faixa para essa avenida? Abraços, Marcos

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    • Marcos, a prefeitura segurou a expansão da Ciclofaixa de Lazer com a entrada do novo prefeito, com a intenção de melhorar os trechos existentes antes de expandir. Também desconhecemos qualquer projeto de ciclovia para essa avenida.

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  • [...] fato, existem planos para mais de 200km de ciclovias em São Paulo, e estudos específicos mostram que poderiam chegar a mais 600km (que foram propostas oficialmente [...]

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  • Ricardo

    O Projeto aprovado foi ou não foi apresentado à administração Haddad? Alguém pode responder isso?

    Eles tem conhecimento deste projeto (oficialmente) ??? Enquanto ficamos aqui discutindo se é válido ou não canteiro ou o escambau, atrocidades ocorrem na Paulista que poderia serem evitadas com a implementação deste projeto.

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  • Yuri Sucupira

    Eu também acho preferível o uso da ciclovia central, nas (e somente nas) vias de grande movimento, por conta da possibilidade de desenvolver maior velocidade e percorrer grandes distâncias sem sofrer tantas interferências do trânsito de carros e de pessoas, algo que frequentemente ocorre principalmente nas esquinas. Claro que as vias centrais dificultam as transições dos ciclistas entre a ciclovia e as outras vias, mas em compensação as ciclovias centrais têm essa vantagem de incrementar a segurança de quem está na ciclovia e permitir desenvolver velocidades mais elevadas.

    A existência de poucas ciclovias em São Paulo, combinada com os inconvenientes (e perigos) de se pedalar no bordo direito de ruas e avenidas que têm muito movimento de pessoas e (principalmente) de carros, é o que mais me faz sentir MEDO de pedalar em São Paulo. Eu morro de vontade de comprar uma bicicleta e pedalar pela cidade (aliás, estou angustiado, querendo comprar uma), mas não compro. Por quê? Porque é perigoso demais e eu não quero colocar minha vida em risco.

    Eu morei 20 anos no Espírito Santo, e lá eu só andava de bicicleta. Digo: embora em São Paulo eu não seja ciclista, experiência ciclística eu tenho de sobra! Mas o medo de andar em São Paulo me impede de encarar as ruas e avenidas, eu tenho consciência dos riscos que o ciclista corre, em São Paulo, e francamente não vejo condições adequadas de alguém se deslocar pela cidade sem que as ciclovias sejam implantadas em boa parte da cidade.

    Outra coisa que me angustia é que eu moro perto do Jardim Zoológico (ao lado do Parque do Estado), mas as calçadas são estreitas, idem as ruas e avenidas, e por isto não há espaço para bicicleta. É inacreditável: eu moro numa área verde, mas não posso aproveitá-la de bicicleta sem com isto correr riscos. Perigo sempre vai existir, mas ele devia ser reduzido com a implantação de ciclovias fisicamente separadas das faixas dos outros veículos. São Paulo ainda tem muito o que evoluir, neste sentido!

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  • Manuel

    Enquanto ninguém entrega o projeto nas mãos do prefeito, eis o que acontece:

    http://g1.globo.com/sao-paulo/noticia/2013/03/ciclista-e-atropelado-na-avenida-paulista.html

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  • Manuel

    E ENTÃO GALERA, VAI ROLAR OU NÃO A ENTREGA DESSE PROJETO NAS MÃOS DO PREFEITO?? CÂMBIO????

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  • LuiZ Andrade

    Uma discussão que não vi quando este projeto foi mencionado na Folha, e nem aqui até agora, refere-se ao posicionamento da ciclovia no projeto: Por que à direita da via?? Não é mais adequado, prático e seguro que fique à esquerda??

    Eu sou 90% contra. Acho que uma via de longo percurso, como é a Paulista, deve proporcionar ao ciclista desenvolver um bom deslocamento em velocidade adequada, mas principalmente, progressivo e constante. Isso só é possível do lado esquerdo, onde o único obstáculo a obrigar os ciclistas a parar seria apenas o semáforo.

    Na forma como apresentado, os ciclistas teriam que a TODO momento cruzar com os inúmeros carros entrando e saindo das garagens ao longo da avenida, e não é necessário nenhuma explicação maior para entender e visualizar o elevado número de confusões que certamente aconteceria:
    . Carros cruzando à frente das bicicletas em movimento, para entrar nos quarteirões;
    . Carros saindo das garagens e parando bem em cima da ciclovia, ao aguardar para entrar na avenida;
    . Pedestres desatentos atravessando “livremente” a ciclovia, a TODO instante e ao longo de TODO o percurso;
    . Enfim, muitos problemas!

    Não é à toa que a “motovia” da Sumaré fica à esquerda, e que todas as ciclofaixas de lazer, quando montadas, posicionam-se também à esquerda das vias. É a melhor maneira de priorizar o fluxo.

    Enfim, como o tópico era sobre a implantação ou não dos projetos de ciclovia, achei que valia a pena colocar esta questão também para ser debatida, já que são parte fundamental de qualquer projeto.

    Abraços e boas pedaladas a todos!

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    • Luiz, ciclovias de canteiro central dificultam o acesso tanto das transversais para a ciclovia quanto dela para comércio, residências e garagens no lado direito. Como consequência, há ciclistas atravessando a avenida em local não sinalizado e outros trafegando pela via e pela calçada por estarem realizando um trecho curto. Vamos escrever sobre isso por aqui, para abrir espaço ao debate. Obrigado!

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      • LuiZ Andrade

        William,
        Acho que o debate precisa ser aberto mesmo, e o quanto antes, melhor.

        Eu fiz várias simulações de uso, e mantenho minha opinião de que numa avenida com as características da Av. Paulista, o melhor seria a ciclovia no canteiro central mesmo. Vou usar seus comentários para apresentar meu ponto-de-vista.

        “Ciclovias de canteiro central dificultam o acesso tanto das transversais para a ciclovia quanto dela para comércio, residências e garagens no lado direito.”
        Desculpe-me mas essa opinião é baseada numa suposição sua, a de que a maioria dos usuários da mencionada ciclovia estaria ali para acessar o comércio, as residências e as garagens do lado direito. Eu acredito que as vias de grande fluxo existem justamente porque conectam regiões da cidade, e acho que essa possibilidade de permitir longos trajetos é justamente o que falta hoje para os ciclistas terem coragem de pedalar em “horário comercial”, principalmente nos momentos de pico de trânsito.
        É essa falta de poder realizar trajetos mais longos que desanima e até impede muita gente de pedalar no seu dia-a-dia. No caso da Paulista, é uma via que interliga o coração da zona-oeste com uma área alta da zona sul, e o potencial de “capilaridade” do uso deste trecho por ciclistas é portanto imenso.
        Ainda sobre a suposição da dificuldade, eu que sou morador do entorno da Paulista e SEMPRE a utilizo em meus deslocamentos biciclísticos, digo que NÃO seria “mais fácil” se ela fosse do lado direito. A questão de acessar a ciclovia no canteiro é apenas uma questão de um pouco de prática, e do exercício de urbanidade que deve ser utilizar a combinação do bom senso, o respeito à semaforização e ao compartilhamento do uso da faixa de pedestres para acessar/sair da ciclovia.
        Quem realiza trechos curtos SEMPRE vai ter que fazer uma parte do mesmo (por menor que seja) pela calçada, e aí é uma questão de adaptação e respeito aos pedestres. E ademais, quem faz trechos curtos, também SEMPRE acha uma solução viável. A solução que São Paulo pede está relacionada aos trajetos mais longos.
        Quem, como eu, usa a “motovia” no canteiro central da Av. Sumaré como trajeto, por exemplo, sabe que não é NADA difícil fazer essa transição de entrada/saída da via (Deixemos a discussão sobre usar a motovia ser certo ou errado pra outro momento!). E fazer isso, é mil vezes mais seguro, prático e viável do que seria se a mesma estivesse instalada à direita, com um sem-fim de carros entrando e saindo das garagens à todo momento.

        . “Como consequência, há ciclistas atravessando a avenida em local não sinalizado e outros trafegando pela via e pela calçada por estarem realizando um trecho curto.”
        Gente fazendo o que não deve em local não sinalizado SEMPRE vai haver, e não é exclusividade dos ciclistas. Pedestres também estão sempre sendo vistos fazendo isso, e como eu disse, é justamente o que certamente vai acontecer ao longo de uma ciclovia que fosse colocada ao lado de uma calçada com altíssimo número de pedestres como é o caso. Mas, de novo, resta o problema maior, que seria o cruza/cruza de carros a todo instante.

        Por favor, abra esse debate e vamos ver o que o pessoal pensa. Podemos até escrever um texto juntos, reunindo alguns prós e contras de cada possibilidade. Eu sou a favor de que a prioridade seja sempre dada às medidas que favoreçam os maiores trajetos. Acho mais democrático!

        Um grande abraço!
        LuiZ
        8)

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        • Luiz, vou buscar a opinião de técnicos para uma matéria sobre o assunto por aqui, assim não ficamos debatendo em cima das nossas suposições. :)

          Abraço,

          Willian Cruz

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          • LuiZ Andrade

            Fala Willian! (Puxa, acabei esquecendo de responder essa…)

            Sim, e se eu puder ajudar, me inclua nas tais pessoas de quem buscará opinião. Nas Ciências da Computação, estimula-se sempre a se fazer uma modelagem de dados e simulações de comportamentos e acho que esse debate seria bastante rico e antenado com o momento por que passam os projetos na cidade!
            Abração!
            LuiZ
            8)

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  • Yuri Sucupira

    Fico triste de ver que não há previsão de construção de nenhuma via para bicicletas que interligue a av. Jabaquara e (ao menos) uma estação de metrô da linha azul (estação São Judas, por exemplo) com a região do PARQUE DO ESTADO, onde ficam o Jardim Botânico, o Jardim Zoológico e o Simba Safari. Inacreditável!

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  • Valdemir

    Ciclofaixa de lazer eu acho até uma iniciativa bem bacana para familias, e ciclistas de fim de semana passearem, fazerem um exercicio,para aumentar o interesse de mais pessoas pelo uso da bicicleta e etc..,Inclusive atrás da minha casa passa uma ciclofaixa bem legal.
    Agora o que não pode é a Prefeitura, Governo e todos os envolvidos acrescentarem a Ciclofaixa junto aos Kilometros de Ciclovia, pois a Ciclofaixa é uma coisa e a Ciclovia é outra bem diferente, e o que a gente mais precisa nesta cidade para se locomover por ela com segurança é de Ciclovias quanto mais melhor!
    As vezes fala-se de uma quantidade enorme de Kilometros somando tudo, mas se for ver de verdade só o que temos de Ciclovias é um absurdo aqui em SP e perto de outros paises aqui da américa do sul então dá até vergonha!
    Espero mesmo que os tais Kms prometidos tornem-se realidade e que não sejam apenas mais um daqueles projetos de prmessa eleitoral, poxa fazer uma Ciclovia gasta tão pouco se comparado a um viaduto,avenida,rua e trás um benefico tão grande a saúde da cidade, mais bicicletas na rua é menos poluição no céu!

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  • JUCA GUIMARÃES

    Oseias, além de ter saído na Globo, saiu no Diario de São Paulo também: http://diariosp.com.br/noticia/detalhe/41112/Ciclistas+cobram+mais+espaco+em+Sao+Paulo+ -

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  • Cristiano

    William, a pergunta que não quer calar: Por quê, por quê, este projeto, engavetado desde 2008, não foi lembrado pelas ONGs que temos em Sampa, como Ciclocidade, CicloBr, ou BikeAnjo? Qual é o interesse dessas ONGs em apoiar uma ‘ciclo-falsa’ apoiada pelo Bradesco na Paulista, e não apoiar o resgate deste projeto? Espero que encontremos respostas, e alternativas à falta de grupos verdadeiramente representativos às milhares de pessoas que dependem de bicicleta como meio de transporte em São Paulo e arriscam a vida todo o dia por não ter outra alternativa. Abraços!

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    • Cristiano, não foi “lembrado” provavelmente porque não foi conhecido. Afinal, estava engavetado e veio a público de maneira anônima, um bikeleaks.

      Bike Anjo não cabe nessa lista, porque não tem esse objetivo, a atuação é em outra frente. A Ciclocidade a meu ver é bastante representativa ou ao menos tem esse potencial, a partir da premissa de que todos podem (e devem participar) e as reuniões são abertas. Eu mesmo já fui em algumas, manifestei minha opinião e fui ouvido. Também participei da elaboração da carta de compromisso com os candidatos, criada em um processo colaborativo, participativo e aberto a todos.

      Ciclocidade e CicloBR estão trabalhando por outro caminho, mas com o mesmo objetivo. Antes mesmo da eleição obtiveram comprometimento do então candidato com a mobilidade em bicicletas – um posicionamento que poderá ser cobrado caso não se sustente. Tem atuado ativamente na questão da Eliseu de Almeida, buscando contato com os órgãos públicos envolvidos. Já realizou contagem de ciclistas na Av. Paulista (e também na Eliseu), constituindo informação importante para esse trabalho.

      As atividades da Ciclocidade são tocadas por voluntários, que nem sempre têm tempo livre suficiente para correr atrás de tudo que queremos, na velocidade em que gostaríamos. Para isso, é importante que cada vez mais ciclistas possam colaborar nesses trabalhos, emprestando seu tempo e sua força produtiva para fazer a coisa caminhar. E, se você acredita que a Ciclocidade está no caminho errado, pode participar ativamente e colocá-la no caminho mais adequado… Você já foi em alguma reunião? ;)

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      • Cristiano

        Legal, então tomara que o pessoal do Ciclocidade entregue este documento nas mãos do prefeito (ou o responsavel pelo planejamento urbano) – seria um desperdicio se este projeto, tão bem-feito, estiver destinado os esquecimento. Infelizmente, me mudei de São Paulo e não poderei participar. Estava na manifestação por que fui visitar um pessoal no ano novo, e me chamaram para ir lá. A Manifestação foi descontraída, e muito legal. Tinha muito simpatizantes do Haddad lá. Assim que estava claro para todos de que não era um protesto, mas sim um pedido de resgate do projeto de 2008. Isso sempre ficou claro, não sei porque voce colocou na resposta ali do Oseias algo q dá a atender que existe algo violento aqui. Violencia é o que me disseram, que líderes do Ciclocidade se recusaram de apoiar o evento, e quando pessoas tentaram usar o nome da Ciclocidade para divulgar, foram imediatamente censuradas e chamadas de desonestas. Enfim, um abraço, muita força, e tomara q os mal-entendidos se dissolvam, pois acho que no final das contas todo mundo quer o mesmo: respeito e direito de pedalar. Abraços!!

        Polêmico. O que acha? Thumb up 5 Thumb down 3

        • Cristiano, o documento foi assinado pelo Haddad, no ano passado. Quanto a “usar o nome da Ciclocidade para divulgar”, na verdade foi algo bastante grave e desonesto sim: a criação de um perfil falso, com o nome da entidade, falando em nome dela para emprestar uma credibilidade artificial ao evento. A causa é justa, a manifestação é válida, não era necessário ser manchada por uma atitude como essa. Traz muito mais resultado, principalmente de longo prazo, unir-se à Ciclocidade e, se a avaliação de vocês for de que a entidade segue um caminho equivocado ou moroso, mudá-la de dentro para fora. As reuniões são todas abertas e não é necessário ser associado para participar. Experimente ir a uma delas para expor suas ideias, entender os processos, questionar as ações. Ajude a termos uma entidade forte e melhor na cidade, para estabelecer diálogo, negociação e cobrança de forma formal, oficial e contínua em São Paulo. Todos nós teremos a ganhar com isso. Tamo junto, meu querido. :)

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          • Cristiano

            Opa, Willian, não entendi, o Haddad assinou esse documento que voce está mostrando, ano passado?? não entendi. Outra coisa é que eu escutei isso de usar o nome da Ciclocidade na manifestação que eu fui, por ver divulgada aqui no seu blog, dia 31 de dezembro (vadebike.org/2012/12/posse-fernando-haddad-manifestacao-ciclistas/). Juro pra você,não tenho nada a ver com ninguém, já nem moro mais em Sampa. Porém, quando morava, minha experiencia foi ver muito joguinho de poder e gente não querendo largar o osso no Ciclocidade, o que me assustou e me afastou do movimento. Mas você tem razão, agora que não moro mais aí não posso mesmo saber como está a situação, só especular, o que peço desculpas. Se a coisa está do jeito que você coloca, tomara mesmo que mais gente participe do Ciclocidade, e mais gente contribua com mais idéias de implementar projetos como a ciclovia na Eliseu e esse valioso documento de 2008. Será uma pena deixar isso cair no esquecimento. Acho q a prioridade seria essa. Por isso a pegunta de novo, quando voce disse “documento foi assinado pelo Haddad, no ano passado” eu não entendi. É este documento? Abraços, enquanto isso, vou ajudando a bicicletada aqui com o novo prefeito. Vamo q Vamo!

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  • Oseias

    Eu participei do ato na posse do prefeito!! Apesar de estarmos aproximadamente em 15 ciclistas, estávamos organizados e com objetivo. Ressalto aqui a colaboração de todos, sobretudo de Daniel Aymoré Ferreira e Diego Weissel Rovira, pois foram peças chaves na organização do grupo. Entregamos o recado e inclusive fomos o centro das atenções de todos os presentes, inclusive da mídia. Isso talvez ocorreu, pelo fato de não haver nenhum outro grupo organizado, reivindicando e pressionando os direitos de cidadãos ao novo prefeito. (Pessoas do meu face que estavam presentes Lucia Gomes Cabecaobike Bike Ivan Oliver Ches) Segue matéria do SPTV 2º Edição, nosso protesto aparece a partir 3:50 http://migre.me/cCWwb

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    • Oseias, talvez não houvesse outro grupo organizado por não sentirem que era o momento correto. Não sei qual foi o tom da manifestação, mas nesse momento deveria ser de pedido, não de cobrança, afinal Haddad ainda não tinha nem sentado na cadeira… A Ciclocidade vem realizando um trabalho com ele desde a eleição. Primeiro se conversa, explica, sugere; depois se cobra, aponta, critica, expõe, caso o assunto não evolua ou enverede por caminhos inadequados.

      Divulgamos a manifestação por entender que seria um bom lembrete, uma oportunidade de marcar presença, mas nesse momento não deveria ser uma cobrança agressiva e sim um convite ao diálogo.

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  • Valdemir

    Uma vergonha! São Paulo pela cidade que é, pela importancia que tem, já era para ter Ciclovias em tudo que é lugar, interligando os bairros, tenho certeza que tendo estrutura e KMS de Cilcovias muitos carros ficarão na garagem, muita gente deixa de pedalar, porque se aventurar nas ruas e avenidas da cidade disputando espaço com os carros e motoristas ignorantes, não dá , nem todo mundo gosta de arriscar a vida! Agora se tiver lugares especificos onde a pessoa pode pedalar e se locomover pela cidade sem se preocupar, vai ter muita mas muita bicicleta mesmo rodando por ai! Pode apostar, agora precisa ver como disse o amigo, o que o atula Prefeito ai vai fazer a respeito né, antes de ser eleito o discurso é um depois de eleito o discurso sempre acaba sendo outro ou revisado, se é que vcs me entendem!

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  • Joaquim

    Fica a curiosidade de saber se o prefeito eleito teve acesso a esse documento e o que ele pretende fazer com relação ao estudo.

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  • David

    Se fizerem a contagem de novo atualmente (2013), tenho certeza que vai ter muito mais do que 700 ciclistas neste mesmo período.

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  • Incrível! É um documento com estudo completo! Por ele é perfeitamente possível adaptar SP para o uso da bicicleta como transporte. Muito bom!

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