Entenda o caso do assalto na Ciclovia Rio Pinheiros

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Foto: Vá de Bike

Muita gente anda preocupada com a segurança ao pedalar na Ciclovia Rio Pinheiros, depois do assalto que ocorreu no dia 29 de janeiro de 2012, um domingo. Até mesmo nos comentários aqui do site essa preocupação tem se mostrado.

Por isso, o Vá de Bike entrou em contato com a CPTM para obter informações oficiais e entender o posicionamento da companhia que administra a Ciclovia.

O assalto

As informações oficiais da CPTM são muito parecidas com o que foi relatado por ciclistas em um fórum, onde a informação parece ter surgido inicialmente. Reproduzo abaixo o texto recebido da empresa, sem retoques:

“De acordo com a vítima que utilizava a ciclovia, ao passar sob a ponte Interlagos, foi abordado por dois assaltantes, que haviam ultrapassado o muro de vedação da CPTM. Um deles estava armado e, através da grade de proteção, subtraiu da vitima a bicicleta, celular, quantia em dinheiro e carteira. A dupla fugiu subindo pela lateral da ponte Interlagos e pulando o muro, tomando rumo ignorado. A vítima acionou a base a Polícia Militar, localizada nas imediações, que compareceu ao local.

A equipe de segurança que fazia a ronda, ao perceber a movimentação dos ciclistas, parou para verificar o ocorrido. A partir daí, prestou toda a assistência possível a vítima, auxiliando no contato com os familiares e conduzindo-o até a estação Vila Olímpia, onde estava o veículo dele. Paralelamente ao atendimento prestado à vitima, uma outra equipe foi destacada para fazer patrulhamento pelo lado externo, já na via pública, em busca dos assaltantes, porém sem sucesso.  O ciclista dispensou o acompanhamento ao Distrito Policial, onde foi lavrado o BO.

Dados da ocorrência:
Data:    29/01/2012
Hora:    12h40
Local: Ponte Interlagos – Ciclovia – Linha 09 Esmeralda”

Rondas

Desde a inauguração, em 27 de fevereiro de 2010, não havia nenhum registro de assalto na Ciclovia Rio Pinheiros. Há boatos de ter ocorrido uma ou outra tentativa, frustradas pela equipe de segurança, mas nenhum outro assalto se consumou nesses dois anos de operação.

A CPTM afirma manter equipes com viaturas, motocicletas e bicicletas. E o contingente vem sendo ampliado conforme o número de usuários aumenta. As rondas são permanentes em toda a extensão, durante todo o horário de funcionamento.

O patrulhamento será intensificado no trecho onde ocorreu o assalto. Afinal, não é de interesse da companhia que isso ocorra novamente. E a empresa reforça: “caso os ciclistas percebam alguma atitude inadequada ou suspeita, a orientação é para que denunciem imediatamente a algum agente de segurança”.

Denuncie

Ok, convenhamos, nem sempre a gente consegue encontrar um segurança. Ainda mais na hora que precisa. Então, o que fazer?

A recomendação é usar o SMS-Denuncia, enviando mensagem para 11 7150-4949 ou ligando para o telefone 0800-055-0121 (o SMS é mais rápido, pois o 0800 cai em uma central).

O denunciante não precisa se identificar e, ao receber a mensagem, o agente de segurança que estiver mais próximo será enviado imediatamente para o local. Mas olha lá, hein, pessoal? Não é para praticar preconceito social e sair mandando torpedo só porque viu alguém pedalando de chinelo. Bicicleta é para todos!

Anote agora o número do SMS Denuncia da CPTM: 11 7150-4949

>> Saiba sobre a expansão e os novos acessos <<

>> Conheça os contrastes da ciclovia <<

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64 comentários para Entenda o caso do assalto na Ciclovia Rio Pinheiros

  • Valter

    Enquanto a galera quiser pedalar ostentando sempre correrá esses riscos. A galera me parece que não lê as notícias. O continente da PM está menor na cidade de SP. Infelizmente andar de bike em SP e um risco de vida. Ou vc anda com bike surrada e em grupo ou da sorte para o azar.Infelizmente colocar toda a responsabilidade na polícia é muita inocência.

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    • Renato

      Risco de assalto vc tem em todo lugar, a pé ou de bike.
      Não adianta deixar de andar de bike por causa disso, pois vc vai ser assaltado a pé….ou de carro….

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  • Jose Feitosa

    Em 146\15 as 14:00 estava pedalando na ciclovia perto da ponte estaiada em frente da Leroy, quando 3 moleques sairão de traz do mato e pularam na minha frente, 1 estava de boné e arma de fogo e pediu a bike outros 2 recolhiam tudo, o que estava armado pediu para correr pois iria atirar nas costas em seguida correram para o mato e atravessaram a avenida em rumo a favela do real parque, depois de 1 hora consegui parar uma viatura da militar, expliquei e tive a resposta do policial que disse, não posso fazer nada, minha área é av nações unidas, fiquei indignado, depois chegou outra viatura que me levou até o parque villa lobos. Nunca mais pedalo nesta ciclovia que não tem segurança, câmera e alambrado na beira da marginal, não recomendo é risco de vida. Fiz B.O no 89 DP por fazer, só mais um caso, os policiais não estão nem ai por roubo de bicicleta, não vão naquela favela maldita da real parque, só se for uma carga de 500 bicicletas de bacanas.
    Estou muito triste e penso em parar de pedalar, as autoridades não estão nem ai, eles consideram como lazer.
    Atenciosamente
    Jose Feitosa

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    • WMoreno

      Olá Feitosa, que notícia ruim !!!
      Isso tinha parado depois das divulgações da imprensa no mês de abril.
      Tenho frequentado este trecho regularmente todos os finais de semana mas pela manhã e não tive mais conhecimento de assaltos.
      Mas, deixa ver se eu entendi direito … O que quer dizer 146/15 ? Seria o dia 14 de Junho de 2.015 ?
      Ou seja, recente, domingo passado ?
      Me preocupa porque significa que os marginais deixaram o assunto esfriar e agora perderam o medo e estão assaltando novamente.
      Temos que redobrar a atenção.
      Como dizia Cazuza: O meu prazer agora é risco de vida !

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      • Jose Feitosa

        Sim, foi domingo, se você pesquisar na internet, irá encontrar casos que ocorreram no sábado de manhã e domingo, creio que eles ficam observando o fluxo de bikes e o momento certo para agir. Fui 2 vezes na favela do real parque especular se tem alguém vendendo bicicleta, e procurei pela bike nas ruas e um senhor me disse que eu poderia encontrar na feira do rolo que fica na praça do jardim mirim aos domingos pela manhã entre a rua tomé andrade e av angelo cristianini e também vou ficar de campana perto do local, talvez consiga algo. Minha bicicleta é uma UPLAND M7013 branca e azul, freio hidraulico no qual sinto muita saudade, vou fazer o possivel para encontrar. Pessoal fiquem atento e desconfie de pessoas a pé na ciclovia e evitem levar celular, relógio, cordão, pulseiras, etc.. Se precisar da policia, irá ter uma surpresa, pois ela fará varias perguntas do local e na ciclovia nas temos referencia alguma do ponto.
        A todos ciclistas, ajudem o próximo que pedala ao seu lado.

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  • WMoreno

    Como sempre faço de costume, neste domingo entrei na ciclovia pela Ponte do Socorro, próximo à minha residência, com destino ao Villa Lobos.
    O trecho perigoso, que compreende a Ponte João Dias até a Ponte Cidade Jardim estava bem vazio, pouco frequentado, mas creio que é em razão do friozinho que tem feito pelas manhãs.
    No trecho em obras, muita sujeira na pista, lixo, animais mortos, poeira e barro quando chove, e além disso, muitos buracos na pista, resultado de erosão do asfalto, por falta de manutenção.
    Ao chegar na Ponte Cidade Jardim, atravessei para o outro lado, que é de responsabilidade da CPTM, onde mais parece que atravessamos a fronteira e estamos em outro país, de primeiro mundo.
    Ali está a “elite” paulistana, muitos jovens de classe alta, treinando com suas bikes coloridas, leves e brilhantes, em alta velocidade, sem se importar com perigo nenhum, afinal este trecho da ciclovia é bem policiado, tem várias guaritas e paradas com banheiro, água limpa pra beber e etc.
    Mas o que mais me chamou a atenção neste domingo é que pude me deparar com três motos da ROCAM fazendo ronda neste setor, justamente onde “NÃO PRECISA”, porque o perigo mesmo está do outro lado do rio, na ciclovia que é de responsabilidade do Metrô, que está abandonado, às moscas e que pertence na verdade aos manos, ladrões e bandidos !!!

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  • Marco Moreira

    Olha, me desculpem aqui quem diz que “andar com bike surrada e celular zuado é a solução.
    Eu não tenho uma bike caríssima, mas tb não é tão barata. É confortável, de boa qualidade e sim eu comprei com o meu dinheiro suado, minha gente. Eu adoro bike. Assim como tem nego que gasta 5mil em roda e som de carro, eu prefiro investir na bike ué. Era só o que faltava!! Sério que se vc tiver um carro confortável e bonito, vc vai vendê-lo para comprar uma Brasília véia só para não ser assaltado? Sério?
    Sério que vc vai trocar o seu Pioneer com tela touch screen do carro pra colocar um moto-rádio de gaveta só pra não ser assaltado? Que ideia é essa, gente?

    Errado é não reclamarmos, errado é não exigirmos nossos direitos. Gente, nego tem bike de 12 mil sim, mas são ciclistas profissionais que andam ali também. Ele não vai vender a speed de fibra de carbono pra comprar uma Caloi 10 pesada para treinar, me desculpem. A solução, de fato, não está aí. Acordem vocês!!

    Claro que todo cuidado é pouco, não é bom vacilar em alguns lugares e tal, mas vc ter uma bike nova e ter que zuar ela inteira (tipo o que fazem com motos) só para não roubarem é o cúmulo do absurdo.

    E só atualizando aqui, hoje ouvi na rádio Bandeirantes que esse ano o bicho tá pegando. Já roubaram em torno de 10 bikes em 2015. Boa parte delas foram encontradas nas proximidades do Real Parque (zona sul).

    Desanima viver aqui viu. Quando não é o bandido que está longe (políticos) é o que está perto (bandidagem da rua). Tamo “bem” nessa cidade, neste país. :/

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    • Renato

      É questão de sobrevivência e adaptação a triste realidade colega.

      eu tenho amor a minha vida e quero continuar com minha magrela por muito tempo.

      Não é trocar uma bike top de linha por uma velha, mas sim não deixar ela visada. Para que ficar limpando e deixando tudo brilhando? O que importa é a manutenção das peças, a sujeira e aparência? Bem, fique como está.

      Concordo que tem que protestar e exigir nossos direitos, mas qdo vc tenta organizar algo, ninguém vai e ainda te chamam de desocupado…..

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  • WMoreno

    Hoje pela manhã, resolvi desafiar a própria sorte, diante da divulgação na imprensa dos assaltos recentes na ciclovia, decidi fazer o que mais gosto … Pedalar.
    O ambiente estava muito tranquilo, poucos colegas de bike , nenhum ladrão e vejam só, policiamento no local.
    Pude ver um camburão da PM fazendo ronda nas proximidades da Ponte Estaiada, palco dos recentes roubos de bikes em SP, e nada aconteceu.
    Segundo a mídia, as bikes furtadas foram recuperadas mas os ladrões não foram presos.
    Resta nós, um pouquinho mais de emoção ai pedalar pela ciclovia do Rio Pinheiros.

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  • valter

    Sempre que pedalei pela a ciclovia, notei que tem muitos ciclistas que gostam de ostentar com suas bikes que valém mais que muito carro popular, equipados com ipods e iphones fixados na bike ou no braço. Nada demais nisso. Mas a preocupação que vejo é que quando mais se ostenta mais chama atenção de pessoas com intenções ruins. Sempre pedalei com minha bike surrada que nunca me deixou na mão, meu celular nokia tijolao, xerox do RG e uns trocados no bolso. Infelizmente temos que adotar uma postura que há pouco tempo se é usada no Rio de Janeiro, desapego das coisas de valor. Se quer ainda utilizar a ciclovia. Vamos desapegar das coisas de Valor. Porque depender da segurança pública do estado e como descer a Serra da estrada da manutenção sentido Santos sem freio na bicicleta. Dar sorte para o azar.Acorda povo!!!

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    • Renato

      Eu faço a mesma coisa….minha bike também é toda surrada, mas com a manutenção impecavel e peças boas, porém, não faço questão de deixar as partes desnecessárias “limpas”. Só o que pode ocasionar problemas no funcionamento por conta da sujeira.

      Com isso, não tenho tido problemas. Já vi nego ser assaltado do meu lado e nada acontecer comigo.

      Não é 100%, mas reduz consideravelmente a possibilidade de vc ter sua bike visada.

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  • Ricardo

    Outra solução barata e óbvia, no sentido de intensificar o uso das pistas e reduzir o isolamento do lugar, é colocar escadas como aquelas da Ponte Cidade Jardim em todas as pontes do trajeto. Aí muito mais gente usará a ciclovia, inclusive como meio de transporte. Os bandidos estão em todo lugar, inclusive na porta da sua casa. Mas fica mais difícil agirem onde tem uma multidão passando. Ou seja, a melhor solução não é restringir o acesso à pista. Ao contrário, a solução é aumentar o acesso a ela.

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    • Lima

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  • Ricardo

    No outro lado do rio tem uns seguranças percorrendo o trecho de moto. Eu creio que sejam da CPTM. Mas no lado citado pela reportagem, eu nunca os vi. O que falta é a CPTM, com ou sem a ajuda da PM, fazer o mesmo trabalho do outro lado. Colocar a plaquinha dizendo para o ciclista evitar aquele trecho é piada! Primeiro porque se os ciclistas vão para outro lugar, os ladrões de bicicleta vão junto. Segundo porque se boa parte dos ciclistas saírem de lá, o lugar ficará mais isolado e consequentemente inseguro. Terceiro porque aquela obra do monotrilho não acaba nunca e a pista do outro lado ficou muito curta para quem acessa pela Cidade Jardim. Não faz sentido desperdiçar aquele investimento todo que fizeram levando a pista até a Ponte do Socorro.

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    • Renato

      O desperdício que você cita, beneficia milhares de trabalhadores da região. Além disso, a ciclovia que vai até a Ponte do Socorro, se conecta diretamente com as ciclovia do bairro e também com as ciclovias do Guarapiranga e Av.Atlantica.

      Ali tem demanda, muitos trabalhadores utilizam as ciclovias para ir até a estação de metrô ou trem mais próxima, que inclusive tem bicicletários…

      Se for para citar algum trecho de ciclovia que é puro desperdicio, então cite a de Higienópolis.

      Naquele bairro de burguês todo mundo anda só de carro, fizeram mó estardalhaço qdo implantaram a ciclovia ali e até hoje ela está isolada da malha do eixo central, enquanto que a ciclovia da Av.Sumaré já está conectada com o eixo centro.

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      • Ricardo

        Haha! Renato, você não captou a minha mensagem! Eu disse que não faz sentido desperdiçar o investimento feito. O desperdício que eu citei foi o abandono pela CPTM daquele trecho importante, que resulta de orientarem os ciclistas a não utilizá-lo, através da placa intimidadora que puseram no acesso. Parece ser mais cômodo inibir o uso que criar soluções para que funcione. O próximo passo será tirarem a escada, para não terem dor de cabeça com as reclamações. Fiquem de olho! Lógico que o trecho é importante. Eu continuarei a utilizá-lo!

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        • Renato

          Aquele trecho de ciclovia construída pelo metrô e pelo Governo do estado não é de responsabilidade da CPTM. E creio que nem do metrô. Da CPTM é certeza que não é porque uma vez eu questionei a CPTM e eles responderam dizendo que a responsabilidade pela segurança é da GCM…

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  • Wilson

    Renato, não dá pra fazer isso, esse lado da ciclovia que é de responsabilidade do Metrô não têm cerca ao longo da pista.
    Isso significa que é de fácil acesso a qualquer um que deseja entrar, quer seja a pé ou de bike, basta pular a mureta que separa a marginal da ciclovia que não deve tem mais que 50 centrimetros de altura.
    Falta policiamento ostensivo mesmo.

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    • Renato

      E atravessar as 2 pistas da marginal com transito intenso o dia todo? Não há como atravessar aquilo lá. A própria marginal faz uma segregação física da ciclovia.

      Esses bandidos provavelmente entraram na ciclovia utilizando um dos acessos, seja pela cidade Jardim (na reportagem fala que o local dos roubos foram bem próximos da saída de Cidade Jardim, o que reforça minha suspeita que os bandidos entraram na ciclovia por esse acesso sem controle algum.

      Além desse acesso, também da para eles entrarem pela Ponte do Socorro, João dias, Estação Santo Amaro e um outro acesso entre a Santo Amaro e Ponte do Socorro….

      Não há como atravessar a marginal Pinheiros, principalmente na parte onde fica o Jockey. Só ali a marginal tem pelo menos 8 faixas de rolamento….

      Eles entraram por um dos acessos, fato. Fazendo um controle de acesso (como a CPTM faz do outro lado), aliado a policiais fazendo ronda, já era….

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  • Ricardo

    Hoje eu pedalei na ciclovia da margem direita do rio, para quem vai sentido Socorro. Notei que puseram duas placas de aviso na escada que dá acesso pela Ponte Cidade Jardim, alertando sobre o risco dos assaltos, o que não inibiu o meu desejo de pedalar lá. Não sei se foram usuários ou a própria CPTM que colocou as placas. Mas, sinceramente, eu não gostei da placa e penso que deveriam retirá-la, pois ela causa justamente o risco de assaltos. Explico: para um sábado à tarde, em que aquilo devia estar cheio, havia só um punhadinho de ciclistas. A dedução lógica é que a placa assustou muita gente, reduzindo drasticamente a quantidade de usuários. Assim o risco só aumenta! Temos que encher aquilo de ciclistas, pois um grande fluxo de pessoas tende a limitar a ousadia dos assaltantes. Eu penso também que o risco de ser assaltado em qualquer rua é semelhante. Depende mais de você estar levando o produto que eles querem roubar do que do local. Eu penso que a quantidade de gente que vai lá justifica um policiamento no local, pelo menos no fim de semana. Colocar essas placas não ajuda em nada.

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  • WMoreno

    Ontem domingo, 12.04.2015, presenciei um roubo de bikes sob a ponte estaiada da marginal Pinheiros (lado Metrô), pela segunda vez. Três garotos, um deles armados conseguiram levar duas bikes de colegas que estavam passando naquele momento. Eu me encontrava a uns cem metros de distância, vi tudo e não pude fazer nada. Levaram as bikes, carteiras, documentos e celulares, atravessaram a marginal Pinheiros tranquilamente e foram embora. Restou o prejuízo aos colegas e um alerta a mim, habitual frequentador da ciclovia, terra de ninguém.

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  • anderson

    na avenida escola politécnica e alto o numero de roubos ,próximo a vila dalva e jardim sarah região do rio pequeno.

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    • Antonio Lima

      Pois é. hoje, domingo 14/09, estava eu e um amigo na ciclovia da politécnica indo em direção à Marginal, altura do Condomínio Horizontes, quando percebi que o carona em uma moto, ao passar por nós, ficou de olhando. Comentei com meu amigo e, em alguns segundos, lá estavam eles subindo no gramado e vindo em nossa direção. Por sorte estávamos em frente ao primeiro prédio do referido condomínio e conseguimos sair da ciclovia e ir em direção ao vigia do prédio antes que os bandidos nos alcançassem. Foi por pouco!

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  • Wasabi

    Infelizmente ciclismo entrou em moda e para revender bikes e peças é mais fácil que empurrar bêbado na escada.

    O jeito vai ser voltar a andar de Mtb, sem freio a disco e peças velhas. E se roubarem, to nem aí.

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  • Vinícios

    O roubo de bicicletas ocorre em toda parte. Mas os lugares mais perigosos, esteja você pedalando em grupo ou sozinho, são os seguintes:
    Lugar mais perigoso de pedalar: USP (Campus Butantã)/ Segundo: Parque Ibirapuera / Terceiro: Parque Villa-Lobos / Quarto: Ciclovia Rio Pinheiros
    Não há paz em São Paulo. O jeito é ir fazer trilha nas cidades do interior.

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  • Vinícios

    O roubo de bicicletas ocorre em toda parte. Mas os lugares mais perigosos, esteja você pedalando em grupo ou sozinho, são os seguintes:
    Lugar mais perigoso de pedalar: USP (Campus Butantã)
    Segundo: Parque Ibirapuera
    Terceiro: Parque Villa-Lobos
    Quarto: Ciclovia Rio Pinheiros
    Não há paz em São Paulo. O jeito é ir fazer trilha nas cidades do interior.

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  • André

    Ontem, dia 27/10/13 teve mais um assalto. Uma mulher, com camisa de grupo de ciclismo, voltava a pé, acompanhada por 2 caras com a mesma camisa (os caras não foram roubados). Tb lá na região de interlagos. Depois q eu a vi a pé, passou um carro da PM. Acho q foi tarde demais…

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  • Paulo Cesar Ribeiro

    Fui assaltado dia 11/02/2013, por volta das 16:30, no inicio da ciclo via de itaquera. Rendido não me restou outra alternativa a não ser entregar a bike, pois eram em três os ladrões. Contei com a ajuda de um taxista, em persegui-los, mas a tentativa foi em vão. Ligar para o 190…………bom é melhor deixar para lá. Tomem cuidado na região……..meu prejuizo R$ 3.000,00.

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  • RICARDO

    pessoal…e perigoso mesmo vamos tomar cuidado nesta via ….ate no parque do piqueri ta embaçado muito noia depois do acesso do rodoanel na ciclovia ……

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  • Luciano Kazuo

    Pessoal,

    Sou novo na ciclovia da marginal do Rio Pinheiros, mas sinceramente, tem muitos problemas nessa ciclovia…

    Moro próximo da estação largo 13 do metrô (Santo amaro) e tentaram levar a minha bicicleta nesse pequeno trecho (Tenho uma bike do tipo desmontável, acho que isso chama a atenção de muita gente). Tentaram me derrubar no meio da rua, a minha sorte que tinham uns policiais patrulhando em pleno domingo ao meio-dia!!! E através deles, fiquei sabendo que há muitos furtos de bicicletas na região (isso é lastimável) e me aconselharam a ir até a estação Santo Amaro de metrô (pagar 3 reais para andar uma estação… Se a ideia da bike era melhorar o trânsito da cidade, esquece…).

    Segundo, eu sempre vejo que a ciclovia acaba no Vila Lobos (internet, mapas). Eu imaginava que ele acabaria no Parque Vila Lobos, em alguma saída… Fui pedalar esse final de semana e quando cheguei no final… Surpresa!!! A ciclovia acaba exatamente do lado da estação Vila Lobos COM SAÍDA PRA LUGAR NENHUM!!!

    A ideia da ciclovia é muito boa, mas não investem nela, parece que é só um produto de politicagem da prefeitura (“Antes não tinha, agora tem” – Uma coisa que vai do nada pro lugar nenhum!!!).

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    • Ricardo

      Aí o que falta é integração entre os governos estadual e municipal. Eles não se conversam e por isso não há qualquer tipo de integração entre as ciclovias da prefeitura e essa da CPTM. Bastaria fazer mais umas escadas nas pontes e a sinergia entre as duas estruturas atrairia muitos usuários. A falta de acesso ao Vila Lobos é um exemplo, facilmente resolvível com uma simples escada dando acesso à Ponte do Jaguaré. Não precisa fazer nenhuma passarela cara como a do Parque do Povo.

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  • carlos

    bandido não acorda cedo, muito raramente alguem é assalto as 6h da manhã. fica a dica.
    eu fui assaltado a pé não faz muito tempo, eram 20:40h da noite, portanto, não invente de pedalar a noite, mesmo em grupos pequenos voce tá correndo um risco enorme. não de mole pra o azar, são paulo é cidade de bandidos mesmo não esqueçam.

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  • Paulo

    Ouvi dizer que houve um novo assalto na ciclovia, agora no trecho novo… alguém sabe se isso é verdade?

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  • Tony Chagas

    Pessoal… enquanto não se instalam cãmeras na ciclovia, aumentam a segurança, procurem variar os percursos. Quem mora no extremo sul de SP, tem muita opção para pratica de MTB. Diversas estradinhas de terra. Aliem-se a outros grupos de pedais, para terem opções para escolher. Tá legal! A ciclovia veio para que nós pudessemos ter esta alternativa, mas se estão inseguros. Promovam alguma mudança. Realmente, não devemos parar, mas ficar atentos. Procurar pedalar em grupo e evitar horarios em que ciclovia e ciclofaixas estão ficando desertas. Há 2 meses, uma amiga foi assaltada na ciclofaixa que vai paralela ao Joquei Club próximo da USP. Eram umas 13hs. Daí a gente vê que não tem muito esse lance de hora pra ser roubado. Se vc tem uma bike de mais de 1.500 reais, faça seguro. Sobretudo, não desista de pedalar. Na pior e última hipótese, abandone o pedal urbano e concentre-se nas trilhas. Varios grupos fazem trilhas deliciosas aos sábados e domingos. Não desitam e lembrem-se: Para manter o equilíbrio, mantenha-se em movimento. Pedale!!

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  • Leonardo

    Eu confesso ficar preocupado quando vejo comentários do tipo “2 assaltos em 2 anos é aceitável”… é aí que se vê como a violência ficou banalizada no nosso cotidiano.

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    • William Antônio

      é velho o post, mas a Patricia não falou aceitável, disse razoável, ou seja, tomada as proporções da cidade, mais de 10 milhões de pessoa, o número não é alarmante, não quer dizer que estamos em estado crítico.

      O mesmo acontece com nosso metrô, com o nível de pessoas que tem, o número de ocorrências é bem pequeno.

      Mas violência é sempre boa se reduzir a zero e essa é a meta sempre.

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  • PATRICIA F. SADALLA COLLESE

    Pessoal, o perigo está em toda parte e nem por isso vamos nos trancar em casa porque o ladrão também pode entrar na sua casa!!! Portanto, acho interessante estarmos sempre atentos e tentarmos pedalar com objetos simples , se possível em grupo e se manter o maximo possível atentos a tudo.
    Procure pedalar durante o dia .
    Mas 2 ou 3 assaltos em 2 anos acho bem razoável. Infelizmente as pessoas ADORAM contar tragedias e adoram alarmar as pessoas. Qual é omenor risco de estar na rua, ou na ciclovia ? Acho que ambos são iguais.
    Seria muito bom, se colocassem cameras pelas ciclovias , pois como consultora de seguros sei que isso inibe um pouco a ação dos bandidos.
    Não dá pra deixar de pedalar por causa destes incidentes então o jeito é continuar incentivando as pessoas a pedalarem sim, porem com atenção e com um fator que se chama SORTE .

    O CICLISTA QUE TEVE SUA BIKE LEVADA PELA AÇÃO DOS LADROES CONTOU COM UM FATOR QUE SE CHAMA : AZAR , pois ele estava no local , na hora errada !!!
    Como vendo muito seguro de automóvel posso afirmar que a cada minuto uma pessoa é assaltada num farol e aí vamos deixar os carros na garagem ?

    Pedalo em media 50 kilometros por dia nas ruas de São Paulo e procura ficar atenta mas nunca vou zerar o risco de ser assaltada. Mas posso afirmar que tenho muito mais medo quando estou dentro do carro , num transito infernal e totalmente parado !!! Aí sim eu rezo muito pra pedir proteção.

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  • dmmg

    Infelizmente andar em grupos “normais”, como 3 ou 4 ciclistas não inibe praticamente nada a ação dos bandidos, afinal ninguém pode com uma arma. Ou a administração pública/CPTM/PM tomam providências, ou o problema só vai aumentar. O negócio é melhorar a segurança, seja com aumento de efetivo, câmeras, reforço dos muros e grades nos pontos mais vulveráveis, etc.

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  • Jonhciclista

    temos duas opçoes, ou andamos em grupo de ciclistas ou andamos armados

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  • Edu Grigoletto

    Além das câmeras de segurança, com sinalização de que a ciclovia é monitorada, alguma medidas ajudariam a inibir esse tipo de coisa. Melhorar o controle de acesso à ciclovia como citou o André seria muito importante. Outra coisa que eu acho que deveria ser feita, a exemplo das estradas, seria a instalação de telefones de emergência com linha direta com a alguém que pudesse agilizar um socorro ou enviar seguranças rapidamente e mesmo comunicar todos os acessos sobre alguma ocorrência.
    Tentando pensar com a cabeça de um assaltante, já que estou ali roubando os ciclistas porque vou deixá-los com celular, carteira, etc? Dessa forma, como o cara que foi assaltado vai enviar um SMS? E mais, por mais que o ladrão te deixe com o celular, depois de ter um revólver colocado na sua cara não é nada fácil escrever um SMS relatando o ocorrido. O reforço da segurança também é essencial, se esses casos começarem a rolar direto com certeza o pessoal vai evitar a ciclovia, o que seria uma pena.

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  • Assaltantes são presos na Ciclovia Rio Pinheiros

    […] de um assalto ocorrido na Ciclovia Rio Pinheiros no domingo 29, muita gente ficou preocupada com a segurança do local. Para mudar essa situação, CPTM […]

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  • José Ferreira

    Hoje pedalei na Ciclovia do pinheiro e estava de boa com muitos seguranças.
    Liguei no 190 quinta feira e fui orientado a entrar em contato no telefone: 0800 0555 190 da PM.
    Esse telefone é para reforçar a segurança no local.
    Se vc foi assaltado ou tem algum amigo que foi faça o BO.
    Hoje quando passei fiquei sabendo que tinham 5 bandidos ontem dia 02/02 e uma deles foi preso.
    Também notei que o Mato onde eles roubavam foi aparado e o local está bem mais seguro.

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  • Johnny Poul

    Toda a ciclovia ou boa parte deve ter cameras de monitoramento.

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  • Anonimo

    Eu passei lá e vi a cara dos bandidos levando a bike, mas eles não me pararam.

    Algumas correções devem ser feitas.

    Só levaram a bicicleta do ciclista e documentos. não levaram celular.

    Pegaram o celular de outro ciclista que vinha atrás.

    A arma utilizada era uma Magnum, possivelmente deu pra ver bem pois eu passei pelo cara e não era 38 pois 38 é pequeno.

    A bike do ciclista custava 8 mil reais, eu além de ser o primeiro a pedir ajuda, ainda falei com o ciclista depois.

    Na hora o guarda da CPTM avisou aos outros que foram para o local.

    Eu tinha acabado de cruzar com um carro da CPTM pedalei por mais 1 minuto e estava tendo o assalto, por sorte não fui assaltado, mas se servir de consolo ele perguntou para um ciclista que vinha atrás de mim se a bike dele tinha freio a disco, ele disse que não e ai não levaram a bike dele, ou seja, só querem bicicletas boas.

    Valeu, e vamos pedalar com o mínimo de coisas de valor possível evitando também carteiras, celular etc…

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  • Ilderaldo Corrêa

    Deveriam ser instaladas câmeras de vigilância nos pontos mais desertos e tendenciosos a assaltos na ciclovia e uma central de monitoramento com ao menos duas motos da PM dentro da ciclovia, afinal não adianta construir uma ciclovia, saber que isso implicará em possíveis assaltos e deixar a deus dará, considero isso a mais pura irresponsabilidade do estado.

    Além disso a altura das grades em todo o trajeto deveria ser maior!

    Câmeras de vigilância conectadas a tal central deveriam ser obrigatórias nos contratos da expansão da ciclovia!

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  • Samory Pereira Santos

    Ai, ai. Dois anos e um roubo é motivo para se comemorar (exceto para a vítima, é claro). Nas ciclovias de Salvador/BA devem ter uns 10 roubos por dia. Tem até gangue especializada.

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  • André Pasqualini

    vamos lá pois eu conversei com os seguranças. Há uma falha que precisa ser corrigida apenas naquele ponto junto a ponte Interlagos é o único ponto que dá para acessar a ciclovia facilmente. Os bandidos esperaram a ronda passar, pois sabiam que iria demorar para ela chegar até o final e voltar. Daí assaltaram o primeiro ciclista com bike top que passou.

    Claro que a CPTM deve reforçar a segurança, mas sabemos que quando bandido quer ele dá um jeito. Quem é estradeiro sabe das quadrilhas que assaltam o pessoal nas rodovias, portanto o problema de assaltos a esses tipos de bicicletas já tem quadrilhas e o pior, MERCADO!

    Portanto vamos considerar que em dois anos essa foi a primeira ocorrência na Ciclovia. Dois anos um assalto, não dá para colocar em dúvida quem faz a sua segurança.

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  • Valter

    Pouco ou nada se fala do ciclista que levou um tiro na cabeça e esta em estado grave no hospital Santa Marcelina em Itaquera, zona leste de São Paulo. O cilclista estava pedalando vejam só, na ciclovia Caminho Verde, paralelo a linha vermelha do metro. Vitima de um assalto. O dificil de se pedalar em São Paulo é que se pedalar nas ciclovias escuras e sem segurança vc corre o risco de ser assaltado e morto, nao tão diferente quando se fala em pedalar nas ruas, que só com o diferencial de ser atropelado…tá complicado de se usar a bike em SP atualmente….segurança mesmo só se pedalar em grupos.

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  • Helena

    Quando pedalei lá em novembro, quase todo o trajeto estava deserto, era domingo de dia. Fiquei meio preocupada porque qualquer acidente lá, ou se caso alguem passasse mal por causa do sol (o que não é dificil de acontecer), nào tinha ninguem (oficial) pra dar suporte. Acho que ligando nesse SMS denuncia eles dao suporte tambem né?
    Algumas das poucas pessoas que pedalavam lá eram malacos, deu um certo medo sim, estavam em umas 4 pessoas e ficavam zanzando na contra mao, “brincando” de derrubar o outro.. etc. :/

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    • Tatiana

      Como falei no primeiro comentário e concordo com vc, não tem nenhuma segurança, realmente a maior parte do trajeto é deserto.
      Acho que SMS não asdianta muuuuuito, porque o ideal seria ter em todo local o tempo todo, assim evitaria ter outros acontecimentos.

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  • Rodrigo

    Por coincidência a Priscila também postou sobre o caso. Foi a mesma situação acima 🙂

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  • Rodrigo

    Neste domingo ao final do dia fui para a ciclovia com mais dois amigos, fizemos o percurso todo e não tinhamos conhecimento do ocorrido. Porém ao final do dia, por volta das 18:00 quando saíamos da estação Vila Olímpia, passando pela rua Funchal, fui ameaçado por uma pessoa com uma MTB bem velha que se colocou na minha frente no meio da rua. Felizmente conseguimos escapar rapidamente sem danos e sem perdas, mas muito assustados. Acredito que o policiamento não deve ser apenas dentro da via, mas em suas saídas.

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  • Priscila Queiroz

    É bom tomar cuidado nos acessos também. Eu e mais dois amigos quase fomos assaltados na Chedid Jafet, por volta das 19h do domingo dia 29/01. Um cara numa bicicleta tentou fechar nosso caminho, mas se atrapalhou com uma moto que veio pra cima dele e nós corremos. Depois que a Ciclofaixa fecha aquela região fica um pouco deserta.

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  • Felipe Aragonez

    Nossa, 2 anos e um roubo? Tá bom demais. Estamos numa cidade gigante e a violência estará sempre presente. Quantos roubos tivemos em carros em 2 anos em SP?

    Infelizmente este ciclista foi o alvo, mas ele está bem e não sofreu nada, apenas a perda do material que pode ser recuperado.

    A ciclovia é bem patrulhada e infelizmente isso acontece, mas pelo histórico é raro.

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  • Gilberto

    Pois é, depois eles reduzem o trajeto da ciclovia (por exemplo até a estação Santo Amaro) neguinho vai falar que é “preconceito contra a periferia”. O negócio é andar esperto, mais uma diversão que os malacos querem estragar, ô raça maldita!

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  • José Ferreira

    Bom dia Senhores,
    É no Domingo 29/01 por volta de das 13 horas quando voltava da vila olímpia relatei um caso de roubo de 2 bicicletas no mesmo local próximo a Interlagos, e infelizmente não foram tomadas providencias pois ontem dia 01/02 eu mesmo presenciei uma assalto a um ciclista por volta das 20:00 quando os bandidos me viram já estavam do outro lado da linha do trem CPTM e me falaram assim Deu sorte hein.
    Acelerei e quando cheguei no fim do percurso o Guarda da CPTM ou da Emae nem sequer chamar a policia chamou, quem foi chamar a policia foi um ciclista que estava na minha frente que também quase foi assaltado. Quero saber se eu posso fazer um boletim para melhorar o policiamento no local devido a o grande índice de ocorrências.

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  • Mario Felipe Rinaldi

    Bom, desistir de utilizar não pode, senão ninguém nunca mais vai usar metrô/trem/ônibus/ruas né?

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    • Tatiana

      Bom estou falando de andar na ciclovia e não em outros lugares. Somente comentei o que foi colocado no conteúdo geral.
      Sempre é bom dar opinião, até pq para conseguirmos ficar um pouco seguros em SP precisamos colocar nossas opiniões.
      Com certeza todos querem uma cidade melhor do que hoje, quem sabe um dia nós chegamos lá. 😉
      Se continuar os assaltos eu desisto sim, até porque não quero andar sem segurança em um lugar que podia estar 100% melhor se o governo e todos ajudassem a não pouluir o Rio principalmente.
      Mais respeito a opinião em geral, cada um dando sua opinião, quem sabe melhora a segurança e a cidade. 😉
      Se cuidem!!!
      Beijos

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  • Tatiana

    Fui neste dia na ciclovia de pinheiros e vimos a pessoa que foi assaltada voltando a pé.
    Absurdo, porque neste dia estava cheio de gente.
    Opinião de uma pessoa que gostaria de voltar lá, porque é gostoso de andar, mais que fica com pé atrás depois desse ocorrido.
    Acho que deveria ter segurança em toda a ciclovia,tanto com segurança sem bike ou outra coisa do tipo, quanto agora eles dizem que vão fazer,porque a maior parte do trecho, só encontrei somente 2 seguranças, nos pontos de parada aos ciclistas.
    Depois do assalto vi somente uma moto, claro porque ocorreu. Agora se for ver a demora para chegar um segurança de moto, só porque aconteceu um assalto não adianta, se fosse pior, Deus me livre, a pessoa não ia ter seguranã nenhuma em pouco tempo.
    Enfim fica a dica, porque eu gostaria muito de voltar com mais segurança, já foi feito está ciclovia para mudar um pouco a cara de São Paulo tambem e motivas a população, então motive com mais segurança, porque sinceramente dá medo de voltar depois desse ocorrido.
    Beijos

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