Site da Revista Época publica texto estimulando ódio a ciclistas

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“Só falta se arrebentarem nas ruas de verdade. Não vou sentir falta” – diz o colunista, usando um episódio bastante fantasioso para justificar ódio generalizado a quem anda de bicicleta

Imagem: reprodução

Aparentemente, o colunista resolveu caminhar pela ciclovia de um parque num final de semana agitado, enquanto escrevia no celular. Supostamente, foi derrubado por um ciclista em velocidade. A partir daí, surge a fantasia de que o ciclista queria multá-lo, em um texto que se perde na generalização de um estereótipo preconceituoso.

Em um dos poucos momentos de lucidez, o colunista – que me recuso a citar o nome para não dar Ibope – diz que “os ciclistas militantes anseiam por segurança na cidade com maior número de veículos da América do Sul”, esquecendo que veículo é um termo que não se limita a carros. No mundo em que vive, o excesso de carros não é um problema, mas sim a justificativa para que outros veículos não usem as ruas.

Em seu texto, coloca no mesmo saco quem ameaça pedestres com a bicicleta e quem exige seus direitos, confunde grupos de passeio esportivo com cicloativismo, acredita que todos que usam roupas de ciclismo (e só esses) são cicloativistas e ainda diz que a cidade seria bem melhor sem essas “centenas(?) de veículos perigosos”.

Parece que a Revista Época também tem seu Reinaldo Azevedo, sua Barbara Gancia. Sombras de um século que já se foi, incapazes de compreender o beco sem saída da mobilidade centrada no automóvel ou de aceitar as mudanças irreversíveis já em andamento na cidade.

Para fechar a piada com chave de ouro, o autor do texto é o responsável por uma seção chamada “Mente Aberta”. Melhor mudar o nome da seção.

Se ainda assim você quiser ler o texto, ele se encontra aqui. Mas recomendo não fazê-lo, esse senhor não tem o direito de estragar seu dia.

Será que foi isso mesmo?

Muito estranhas as frases que ele atribui a um ciclista, que o teria atropelado dentro de um parque e dito que poderia multá-lo por aquilo. Uma possibilidade é que ele tenha relatado de forma distorcida um acontecimento diferente, para justificar sua atitude, seu preconceito e revestir de razão seu discurso de ódio.

Imagine que, em vez de estar distraidamente a pé dentro de um parque, o colunista tenha tentado cortar com seu carro pelo meio de um grupo esportivo de ciclistas, colocando a todos em risco. Isso traria algum sentido para o discurso atribuído ao ciclista, que teria discutido com o motorista irresponsável argumentando que a atitude que ele teve agora rende multa.

Depois de ler o texto pela primeira vez, releia imaginando que a situação se deu na rua, envolvendo um grupo de pedaladas noturnas, e o colunista estava dentro de seu carro. O texto passa a fazer sentido. Principalmente quando ele fala “sempre em bandos” e diz que todos andam “uniformizados”. Elementar, meu caro Wanderson.

O site da Época já foi bem melhor, quando o blog Na Bike ainda era atualizado.

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58 comentários para Site da Revista Época publica texto estimulando ódio a ciclistas

  • Luciano Moraes

    Realmente caminhar pela ciclovia não deve ter sido uma boa experiência. Tenho certeza que se tentar utilizar uma bicicleta neste local se adaptará bem melhor. Ainda assim generalizar e ofender todos os ciclistas num veículo de comunicação como a Revista Época é uma atitude bastante idiota. Boa sorte com os ciclista de agora em diante.

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  • Marcos Vinicius

    Eu simplesmente não sei o que é pior.
    A discriminação do ciclista, ou a ocultação do motorista (Como se ninguém nunca viu “bandos” ou qualquer carro ameaçando a segurança pública).

    Notória preferência do Sistema.
    O ciclista sempre vai ser alvo, ainda mais de mídias que protegem o consumo exacerbado, e defendem os de maior poder aquisitivo.

    Outro ponto interessante, é que ele evitou ao máximo tocar nos benefícios imprescindíveis da bicicleta, como por exemplo, a redução da poluição, tanto do ar como sonora, a melhora da saúde e dos hábitos, a fluidez das ruas, a redução dos acidentes, e a economia.

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  • Jan Assis

    O Senhor “mente aberta” sai perambulando pelo parque, manipulando seu super-smartphone, com a cabeça nas nuvens e o corpo a esmo, é atropelado e ainda quer reclamar? Sugiro que o Sr. “Mente aberta” vá caminhar na paulista e depois nos conte como foi!!!!

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  • Priscila

    Caros,
    sou ciclista, pedestre e motorista. Uso meu carro para trabalhar em determinados dias, venho trabalhar de bike em outros, no dia do meu rodízio, quando não é possivel vir de bike (creiam, nem todo dia é!, venho de taxi e volto para casa caminhando (por pelo menos 1 deliciosa hr, em que presto atenção calma no movimento da cidade de São Paulo, que amo, apesar de caótica). Li tudo e minha conclusão é só uma: Falta amor, repeito e solidaridade. DE TODOS PARA TODOS. De uma parte para a outra, de um com o outro, de cidadão para cidadão. Esteja ele de bike, a pe, de carro… Eu não acho que a situação colocada no texto aconteceu dentro do carro, no trânsito da cidade, envolvendo um grupo de pedaladas noturnas. Acredito sim, que ele tenha ocorrido no Parque Villa Lobos, exatamente como relatado… Isto não justifica o tom de ódio e preconceito, de uma pessoa se manifesta na mídia escrita. Mas alguns comentários acima (de pessoas que também estão se manifestando pela mídia escrita) são TÃO ou MAIS odiosos do que o texto infeliz (muito infeliz). Será que ninguém percebe? Será que todos se acham certos em abordar a questão desta forma? Enquanto não nos vestirmos de “outro”, não vai haver solução. Sempre será guerra. E tenho medo disto… De bike, de carro ou a pé. Namastê.

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  • Gunnar

    Reinaldo Azevedo escreve com exímio apreço pelo raciocínio lógico, coisa que esse colunista em questão não fez.

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  • Fernanda Franco

    Eis minha resposta ao senhor Mente Aberta:

    Sou ciclista iniciante, e fiquei preocupada ao ler esse texto. Pois para quem lê, fica parecendo que todos que pedalam são ‘ciclobestas’ e propensos ao desrespeito. Na fala desse texto, esconde-se (nem tanto assim aos mais atentos) um discurso leviano, que generaliza a atitude de um grupo, em uma situação específica, para todas as pessoas que fazem uso da bicicleta. Isso, por si só, já nos mostra o tom preconceituoso e desinformado do autor.

    Aliás, o que fazia o senhor pedalando e usando o celular ao mesmo tempo? Isso coloca em risco tanto a sua vida como a de quem cruzar o seu caminho. Isso, sim, é perigoso, de fato, o senhor não acha?

    Gente sem educação, sem caráter, tem em todos os lugares, profissões e causas. A violência se apresenta de diversas formas. O discurso contido em seu texto, por exemplo, é uma forma de violência contra todos que buscam,na prática da vida, uma alternativa pacífica de existência e locomoção nas cidades. Ciclobestas existem assim como existem jornalistas-bestas, pedestres-bestas, motoristas-bestas, etc. Mas, felizmente, existem muitos ciclistas educados, pedestres educados, motoristas educados – e jornalistas sensatos. Que bom.

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  • Fernanda Franco

    Sou ciclista iniciante, e fiquei preocupada ao ler esse texto. Pois para quem lê, fica parecendo que todos que pedalam são ‘ciclobestas’ e propensos ao desrespeito. Na fala desse texto, esconde-se (nem tanto assim aos mais atentos) um discurso leviano, que generaliza a atitude de um grupo, em uma situação específica, para todas as pessoas que fazem uso da bicicleta. Isso, por si só, já nos mostra o tom preconceituoso e desinformado do autor.

    Aliás, o que fazia o senhor pedalando e usando o celular ao mesmo tempo? Isso coloca em risco tanto a sua vida como a de quem cruzar o seu caminho. Isso, sim, é perigoso, de fato, o senhor não acha?

    Gente sem educação, sem caráter, tem em todos os lugares, profissões e causas. A violência se apresenta de diversas formas. O discurso contido em seu texto, por exemplo, é uma forma de violência contra todos que buscam,na prática da vida, uma alternativa pacífica de existência e locomoção nas cidades. Cilobestas existem assim como existem jornalistas-bestas, pedestres-bestas, motoristas-bestas, etc. Mas, felizmente, existem muitos ciclistas educados, pedestres educados, motoristas educados – e jornalistas sensatos. Que bom.

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  • Valdemir

    TUDO ERRADO ! Andando a PÉ em uma Ciclovia distraido com o celular, só poderia dar nisto mesmo! Queria o que?? E teve sorte de não ter sido pior, aconteceu por sua própria culpa e de mais ninguém isto é fato!
    Por outro lado o tal Cicloativista se é que era? Também foi errado, pois ao inves de ficar dando uma de Sr. Certinho, deveria ter prestado socorro, ou pelo menos ter tido a Educação de perguntar se estava tudo bem?
    Assim como um Motorista que atropela alguém, mesmo estando certo ou errado, por lei deve prestar SOCORRO !
    Sou Motorista durante a semana e Ciclista nos finais de semana, seja qual for o veiculo que eu estiver usando, procuro sempre ser educado e atencioso com os outros, mesmo que os outros não tenham comigo!
    Infelizmente a maioria dos Speedeiros e alguns Cicloativistas, realmente acham – se acima de tudo e todos, acima do Universo, andam de Tchurminha e se acham, veem um Ciclista com uma bike simples como a minha uma CALOI TERRA E já olham torto, na verdade existe muito Ciclista BESTA mesmo, e que na paranóia fanática de lutar por um ideal, acaba esquecendo totalmente da essencia da coisa e acaba por consequencia perdendo a razão e denegrindo tudo por que sempre lutou ! E não adianta falar que não é que é assim sim, anda pra caramba de fim de semana em tudo que é Ciclovia e Ciclofaixa e vejo as turmas que só faltam mandar todo mundo que não tem bike importada e que não esta uniformizado sair da pista e ir pedalar em outro local, não adiata falar não que não é por que é sim, como o Ciclismo cresceu muito e muito mesmo nos ultimos anos por causa das Ciclovias, cresceu também muito o uso da bike desde gente conciente até ASNOS sobre duas rodas! As vezes parece aquele lance do cara que compra um HONDA CIVIC e sai desfilando para mostrar ao vizinho, aos amigos e com o arzão de superioridade estampado na cara, assim são muitos Ciclistas por ai, o ser humano pode mudar de veiculo, mas a maneira de ser não muda, ou o cara é humilde e educado ou é um verdadeiro esnobe pagando de Trouxa sem saber!
    Não estou generalizando e dizendo que todos os Cilclistas, Speedeiros,Cicloativistas são assim, mas que tem muitos assim que a coisa sobe a cabeça e sai de controle tem sim!
    Não pertenço a grupinho nenhum e nem quero, o que eu quero mesmo é continuar pedalando com minha familia, meus amigos e me divertindo, curtindo um bom pedal, que é a coisa que eu mais amo fazer ! De resto as pessoas só precisam ter educação e respeito, que 90% dos problemas se resolvem, o resto é consequencia!
    AOS CICLOATIVISTAS QUE TANTO LUTAM E LUTARAM POR TODAS AS CONQUISTAS E MELHORIAS QUE TEMOS HOJE, DE MANEIRA CIVILIZADA E ORGANIZADA, EU TIRO MEU CAPACETE E ME CURVO! PARABÉNS MESMO E MUITO OBRIGADO A TODOS! E AO PESSOAL DE SPEED QUE TEM EDUCAÇÃO TANTO COM OUTROS CICLISTAS E PEDESTRES MEUS PARABÉNS TAMBÉM E MINHA ADMIRAÇÃO TOTAL ! AGORA AO RESTO DOS SEM NOÇÃO ! QUE ME REFERI ACIMA ,ESTES EU QUERO LONGE, MAS MUITO LONGE MESMO DO MEU CONVIVIO SOCIAL !
    BOM PEDAL A TODOS !

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  • Rodrigo

    E ainda se diz “editor da sessão MENTE ABERTA”.

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  • André Pasqualini

    Nem me dei a trabalho de ler. Tá na cara que ele tá procurando ibope em cima de nós. Ignore, isso é o melhor que temos a fazer. O cara quer dar uma de Gancia e jogar para uma platéia de estúpidos, meu conselho é ignorar.

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  • Zé Ovo

    Esse cara é um carente , além de bebado que nem sabe onde anda…. a coluna dele é um lixo, com certeza que visitas no site…

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  • maria regina

    Indiscutivelmente, sem comentários!!!!

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  • Alex Kudera

    Enquanto nossos governantes não se envolverem no assunto de forma séria, teremos pessoas achando que beber e dirigir é normal, agredir pessoas que tem opção sexual diferente é normal, e atropelar quem opta por um modelo de transporte sustentável é normal.

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  • Bruno "Polaco" Penteado

    Ola,

    É infeliz esta reportagem do colunista em questao. Nao gosto de tomar partidos e ir com o fluxo, gosto de pensar por mim mesmo. Me senti coagido o suficiente para comentar o seguinte na reportagem dele:

    Existem dois pontos estranhos na historia contada pelo colunista:
    – Um grupo uniformizado e preparado de ciclistas dentro do parque Villa Lobos, unido e em ritmo.
    – Um ciclista dizer que pode multar uma pessoa, sendo que ela esta caida no chao

    Esse cenario é por si só estranho o suficiente para eu nao acreditar que tenha acontecido desta forma. Vou explicar porque penso isso:

    Nenhum grupo que esteja uniformizado anda em ritmo dentro de parques. É simplesmente perigoso demais e atrapalha demais o treino. Quando voce comeca a pedalar eh bem natural querer ir num parque, mas rapidamente voce percebe que é simplesmente perigoso demais, que nao vale a pena. Eu e muitos outros ciclistas tem historia de se machucar em parques desviando de pessoas, skates, criancas, etc
    Pela mesma razao que falei dos parques e porque facilmente voce pode andar 30km de bike dentro de Sao Paulo (imagina andar isso num parque? No minimo é entediante), grupo de ciclistas andam nas ruas/avenidas. O ritmo de treino é melhor, maior liberdade de ir e vir e, por estar em grupo, é muito mais seguro do que pedalar sozinho
    Outro ponto é que um ciclista nunca derrubaria uma pessoa e viria depois querer multa-la. Alem de ser simplesmente rude (ate ai pode acontecer), nao faz sentido alguem multar alguem q nao esta em um veiculo multavel

    Para mim esta historia condiz muito mais num cenario onde envolve um motorista versus um grupo de ciclistas em algumas das avenidas de Sao Paulo. É normal motoristas discutirem com os ciclistas, eu ja vi varias vezes esse cenario. A cidade nao esta preparada ainda para ter os dois meios de transporte convivendo mas estamos a caminho. Isso envolve atritos

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  • Luthi

    EM CHOQUE ……. NUNCA VI TANTA “SHITTT” ESCRITA ASSIM …

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  • RICARDO CAMARA

    Não conheço o local do acidente e o repórter não esclarece se o local onde se encontrava é uma via passagem regular para bicicletas. Se é ele não poderia estar usando um celular e pior, postando mensagens, o que exige atenção das mãos e do olhar ao aparelho. A diferença de risco entre um motorista usando o celular e um pedestre resume-se ao fato de o carro ser bem mais pesado e veloz, porque o risco de acidente é o mesmo. é correto um pedestre atravessar uma rua, mesmo que na faixa, teclando um celular? É preciso acabar com essa idiotice de que o pedestre sempre tem razão seja o quanto seja irresponsável seu modo de agir, entrando, saindo e atravassando ciclovias sem olhar e etc. Recentemente quase atropelei uma pedestre que acessou a ciclovia sem olhar, lhe cobrei atenção e ela respondeu que esta atenção era responsabilidade minha em relação à ela. Agora, por outro lado, se a narrativa em relação á atitude dos ciclistas posterior ao aciente foi precisa,foi errada também.

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  • Bruno Freitas Triathlon

    É triste ver um cara no qual, é jornalista, integro em palavras de comunicação aos populares, vem e fala uma coisa dessa, não podemos deixar isso temos que espalhar este comentário infeliz, como a Revista Época deixa publicar um ato psicótico deste numa revista de tantos anos de tradição, estou enviando um e-mail ao época pedindo uma retratação e desculpas para todos nós, não teríamos esses problemas se nossas cidades tivessem bastante ciclovias e de qualidade. abraço a todos.

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  • entre civilizados e bárbaros | as bicicletas

    […] como bem é colocado em dúvida o relato pelo vá de bike, o relato é mais coerente se ele estivesse de carro avançando sobre um grupo de pedal noturno. mesmo assim estaria errado. […]

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  • Eva

    Nem vou discutir se o cara tá fantasiando ou não.
    É complicado escrever para a grande mídia e generalizar as coisas dessa forma … se bem que não dá pra esperar nada diferente das Organizações Globo …

    Nem sei quantas vezes eu quase fui atropelada na calçada por ciclista “a milhão”. Por enquanto, felizmente, tá só no quase, o número de ciclistas nas ruas e calçadastem aumentado e infelizmente tem acontecido com mais frequência.

    Já fui atropelada por um ciclista que veio na contramão, enquanto eu atravessava a rua na faixa, com o farol verde pro pedestre.

    Na semana passada, ao atravessar uma avenida na faixa de pedestres, com o farol aberto para mim, por muito pouco não fui atropelada por uma bike que furou o vermelho. O cara nem parou, e nem conseguiria parar na velocidade em que estava.

    Agora, vou dizer que todos os ciclistas são estúpidos só porque eu já passei por essas situações desagradáveis??
    É óbvio que não.
    Não importa o veículo – ou a falta dele, no caso dos pedestres. Tem gente inconsequente se deslocando sobre bike, dentro de um carro ou a pé. Só não dá pra generalizar.

    Eu fiquei com a impressão que o cara tava sem pauta e com prazo curto pra entregar o texto. Aí resolveu pegar a situação (lembrem-se do meu primeiro parágrafo), criar uns termos pejorativos para dar uma envernizada “engraçadalha” e pagar de bem-humorado-apesar-de-tudo. E ainda levou um monte de joinha, pelo visto.

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  • Paulo Dimas

    Meu comentário ficaria muito longo e por isso coloquei no blog a seguir a minha resposta direta ao autor do texto – http://paulodimas.blogspot.com.br/

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  • ABMBDC

    Gente… afinal de contas é o GIRON!!!
    Os mais novos não lembram dele… mas a profissão desse cara era polemizar sobre música nos anos 80, angariando haters em todos os cantos. Até que um dia caiu no ostracismo, foi esquecido pela mídia e teve o destino merecido. Anos depois, surge BLOGUEIRO DA ÉPOCA??? Hahaha! Tenha dó: era melhor se ele continuasse calado!

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  • Ju

    Pessoal, me permitem aproveitar o gancho para fazer um apelo?
    Esse homem escreveu um texto imbecil baseado em uma experiência no mínimo duvidosa e generalizou todo um ativismo baseado nisso. Revoltante, eu sei.
    E como sei. Assim como vocês estão chateados e ofendidos com a generalização feita aos cicloatovistas, é assim que eu me sinto também quando leio comentários e textos generalizando motoristas. Aos que fazem isso, por favor parem. Leio com frequencia textos que destilam odio a motoristas, e como cicloativista de quatro rodas, eu não posso evitar de me sentir sendo atacada por aqueles que eu defendo. Por favor, mais amor independente do seu meio de transporte! S2
    E nao generalizem. Assim como vocês ficam revoltados lendo essa coluna (e com razão), pensem em como os motoristas se sentem sendo generalizados e ridicularizados. Alguns vão dizer que direcionam esses textos apenas aos “monstroristas”, que são maioria e blabla, mas não é o que dá a entender. Isso semeia o odio entre as “modalidades” é um desserviço ao cicloativismo.

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  • Diogo S. Leite

    A melhor parte: “Da mesma forma, os velobestas se acham no direito de divulgar suas ideias pela internet.”

    Prezado Luís Antônio Giron, embora eu não concorde em nada com o seu texto ridículo, saiba que “posso não concordar com uma só palavra do que dizeis, mas defenderei até a morte vosso direito de dizê-lo” (Voltaire). Faça o mesmo pelos “velobestas”.

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  • Thomas Wang

    MINHA RESPOSTA AO TEXTO, ATÉ AGORA O COMENTÁRIO NÃO FOI APROVADO NO SITE DA ÉPOCA.
    Giron, sou fã dos seus textos, mas neste vc me supreendeu, infelizmente para pior.
    Não critico seu ponto de vista, mas sua generallização. A atitude de um ‘ciclista’ e do grupo de ‘ciclistas’ que estavam com ele. Escrevo ‘ciclistas’ porque segundo as atitudes que tiveram, pareciam mais com ‘pelegos’ ou ‘ciclistas de fim-de-semana’,gente sem educação ou respeito,que quer ser respeitada mas não respeita. Gente que não tem noção das leis e regras, mas diz que quer respeito, quer multar e não sei o que.
    A prova que eles não são cicloativistas ou mesmo ciclistas de verdade é o que ele disse a voce: “Nós podemos te multar”.Primeiro que não podem.Segundo que se há uma área compartilhada (como a entrada de parques) o ciclista deve dar preferência ao pedestre, exceto se o pedestre estiver na ciclofaixa/ciclovia/ciclorrota ou algo semelhante. Vale ressaltar que a entrada do Parque Villa-Lobos é extremamente confusa, pois a Ciclofaixa acaba numa calçada e não há sinalização ou qualquer indicação para ciclistas ou pedestres,com gente alugando bicicletas e quadriciclos,patinando,comendo,andando,correndo,pedalando… Resumindo, é uma confusão. E mesmo nas ciclovias de parques há pessoas caminhando, andando.. Já vi até pessoas sentadas em plena ciclovia!
    A multa que ele deveria estar falando é aplicada a motoristas que desrespeitam os ciclistas nas ruas, tirando finas, dando fechadas, avançando sobre eles..O que já aconteceu comigo.
    Por favor, não generalize.Estou aberto a debater.

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  • Bruno

    Falacia da generalizacao: ele pode ate ter conhecido um ciclista mal educado, mas isso nao diz nada sobre todo o resto. Seria o mesmo que um ET pousar no Brasil e dizer que os terraqueos falam somente portugues, sendo que ele nem conheceu a China e India. Como disse meu professor de historia:
    – jornalista é a pessoa que nao entende nada (a fundo) e escreve sobre tudo …

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  • lucia

    esse jornalista se acha a última bolacha do pacote e não é de hoje. infelizmente é de uma arrogaância muito grande. mas acho que ele conseguiu o que queria. seu blog deve estar sendo um dos mais acessados. eu, particularmente, não li o texto e nem pretendo porque se dependesse de mim o acesso a esse blog seria nulo. penso que quanto menos falarmos sobre ele e seus escritos melhores. devemos nos preocupar em mostrar à sociedade que o ciclista tem seus direitos assim como os demais veículos. sinceramente, não me preocupo com o texto escrito por um senhor como esse.

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  • Alexandre Celso C.F.Martins

    Pois bem. Um fato intrigante pra mim, é atentar para um detalhe específico. Quem utiliza messanger ou blogs sabe que há uma diferença fundamental entre falar on-line e postar um comentário.
    On-line você escreve errado, fala o que pensa na hora e a mensagem vai da forma que foi concebida. Quando vê já foi. Num blog você lê, edita, pensa, pode até escrever de alguém “filh…”, mas depois apaga e escreve “meu caro cidadão”. Só manda o post quando é condizente com a função com a qual foi criado. Será esse o caso?
    De qualquer forma errar é uma característica dos seres humanos, ainda mais quando se sentem agredidos ou ofendidos. Mas pedir desculpas é o principal argumento pra se evitar confusões e até uma briga, além de mostrar ombridade e caráter, pois quanto mais demorar pra pedir desculpas (por generalizar os ciclista) mais o cara vai ter que baixar a cabeça. Tem gente que não aguenta e cai. Já se imaginaram generalizando jornalistas e afins… que briga heim.

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  • Sergio Melega

    Amigos ciclistas, esse texto contém tantas mentiras que não merece ser levado a sério. Ainda assim, eu os convido a continuarem (para aqueles que já o fazem) a se portar de uma maneira civilizada sobre a bicicleta. Devemos ser a mudança que queremos ver no mundo. O argumento desse cara só vai ser desmentido quando as pessoas que o leram perceberem que os ciclistas que cruzam os seus caminhos são diferentes. São educados, respeitam o pedestres, respeitam os semáforos, não se envolvem em discussões de trânsito (ainda que tenham a tal da razão). Eu procuro ser assim e fico bem triste quando não consigo. Convido a todos aqui fazerem o mesmo.

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    • suerlyvel

      Sérgio, você é civilizado e suas regras devia ser orientadas.Mas jornalistas têm o espaço aberto, inclusive uma outra, perfeita, deusa, sem recalques de infância, divina, que não explica o dossie do seu amigo mineiro construido contra Serra ( o que iguala a hipocrisia de todos, menos dela), mas desumaniza o jogador Ronaldinho em seu assunto de bordo. As razões de alguns profissionais da imprensa são dificeis de entendimento.

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    • Ricardo Laudari

      É isso aí: quem está com o Sergio levanta a mão

      \o/

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  • Pedro

    Li tanto o vadebike e o relato do cronista. Entendi que o fato aconteceu na ciclofaixa de LAZER e (caso for verdade) foi péssima a atuação dos “playbos” da bike (não importa o tipo de esporte que praticam, “playboy” é nomeado sempre quando alguém pratica algum ato alheio a filosofia do esporte, chega a agredir pessoas, não cumpre alguns cuidados básicos e etc.

    Antigamente eu chamava a atenção de pessoas que andavam, corriam na ciclofaixa e parei imediatamente quando o site oficial publicou dizendo que era possível que corredores usassem a ciclofaixa (mas eu amo demais quando eu vejo um corredor andando com cachorros na ciclofaixa. Acredito que o cachorro é o que mais coloca em risco os ciclistas na ciclofaixa e no parque Villa-lobos é o que mais tem é gente pedalando, andando aos sábados na “ciclovilla” com cachorros à esquerda do condutor da bike – recomendo até um post a respeito)

    Claro que eu pararia para prestar socorro ao pedestre que sofreu acidente e afins (enfim, lembro que é lei no mínimo chamar o socorro quando rola acidente)

    Voltando ao resto da crônica, não lhe assistiu o direito de “descer o sarrafo” nos ciclistas por causa de uns “playboys” que alegaram ser ativistas e etc. Senti um nojo ao ler a crônica do “mente aberta” nos pontos que ele diz que “caçamos” as pessoas seja onde for e, como um monte de gente aqui no blog, acreditamos num espaço melhor e poder pedalar por aí sem medo de ser atropelado pelos veículos de maior porte.

    No mais, eu peço pra qualquer um aqui do site: Redobre a atenção ao passar perto de corredores na ciclofaixa e TRIPLIQUE a atenção, além de ultrapassar BEM distante, de pessoas que andam com cachorros e crianças à esquerda e sem capacete, por sinal.

    Peço também pra quem anda com cachorros à esquerda e crianças sem capacete: Ainda não é lugar de cachorro na ciclofaixa, a via é muito pequena pra comportar um animal desse tipo e é, sem sombra de dúvidas, o que mais expõe a acidentes ciclistas e o próprio cachorro em si.

    [comentário editado para retirada de informação publicitária]

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  • Rafael

    Se um veiculo (carro) tivesse atropelado ao invés da bicicleta, ele provavelmente não estaria aqui para escrever essa reportagem tosca…

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  • Emmmanuel Marcel Favre-Nicolin

    Só falta ele justificar a construção de campo de concentração para exterminar os cicloativistas porque ele foi atropelado por um ciclista!
    Bom, já sabia que a revista época não passaria mais para minha casa a alguns tempos. Por enquanto só assinno revista bicicleta, revista fórum e Carta Capital.
    Ser cidadão é também escolher suas mídias. Quem dá apoio para essas mídias deve ser cego. A mídia é o maior problema do Brasil. Ainda bem que tem o povo para compensar esse problemão que emperra o Brasil na idade média da mobilidade urbana, entre outros problemas…

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  • carlos magno

    esse cara é um sedentario que numca fez uma tividade fisica e talvez nem teve infancia e ando de bicicleta, deve ser um materialista

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  • jorge salgado

    Infelizmente ainda veremos muito disso por aí. A informação é tudo. Melhorei e muito o meu pedalar e a minha segurança, lendo o que a internet nos oferece. O “cidadão” é no mínimo irresponsável quando ele escreve como se livrar do ciclista. Acredito que com educação tudo melhora, os ciclistas citados poderiam no mínimo ter verificado se estava tudo bem e orientado o “cidadão” a não andar por ali. As coisas estão mudando, evidente que a passos lentos, hoje se respeita mais a faixa do que no passado, mas ainda falta muito. Temos que continuar nesse caminho, protestar sim, não podemos ficar calados, bicicleta não é um problema e sim uma solução para muitos desses problemas.

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  • Felipe

    Eu não to conseguindo comentar, mas seria assim:”O texto de Giron se mostra muito mesquinho, unilateral, parcial, com o autor tecendo um preconceito MENTE FECHADA similar ao contra os motoboys. Agora a questão não é mais de classe e sim quase que ideológica, com direito até a neologismos: “ciclochatos”, “velobestas”. Sugiro a leitura de “Diário de Bicicletas” de David Byrne, para abrir a MENTE POLUÍDA do editor de Época. “

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  • Jackson

    Pequeno Giron, pena é o que sinto por você, que pretensiosamente se intitula “mente aberta” e se mostra tão Preconceituoso e arrogante. E lamento constatar que uma revista formadora de opinião como a Época dá espaço para pessoas tão limitadas, escreverem suas bobagens. Sou ciclista convicto, pedalo nas ruas do Rio menos que gostaria e apesar de seguir tudo que consigo nas redes sociais sobre cicloativismo, ciclismo urbano e coisas do gênero, nunca fui incomodado por nada virtualmente chato. Se você se informar melhor, verá que sua medíocre opinião está na contramão de todos os países desenvolvidos que estimulam o uso da bicicleta como solução de mobilidade e que encontram nela boa parte da solução para o caos urbano. Sugiro que guando sentir raiva de alguém ou de um grupo, não use a mídia para extravasar seus sentimentos, pois será infeliz como foi nessa ocasião. Abra a mente de fato e perceba que não podemos estar no mundo distraídos, enviando SMS na contramão da razão.

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  • Aron

    O mais legal de tudo é que eu não estou conseguindo achar onde fazer uma reclamação para a editora globo…alguém sabe onde está ou qual o e-mail de reclamação?

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    • Marco Labão

      Aron, como tudo da “venus platinada” não contempla contestação. A rede globo e suas afiliadas, bem como empresas do grupo, não aceitam contestação, acreditam estar acima do bem e do mal. Roberto Marinho dizia sempre que se orgulhava de ser o homem mais poderoso do Brasil…

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  • Ricardo

    ” Giron,

    Apesar desse episódio pitoresco, para não tachá-lo de fantasioso, imagino que tenha a percepção clara de que pessoas centradas e tresloucadas compõem os mais diversos grupos humanos, sejam eles ciclistas, médicos, engenheiros e até jornalistas. Notadamente, aqueles jornalistas de mente aberta, pela própria formação acadêmica ou auto intitulados, tem o dever da imparcialidade. Estereotipar, no mesmo balaio, chega a ser tolo. Até infantil, ingênuo. Ou o que se pretende é prestar um desserviço, mal intencionado?”

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  • Aron

    Olá Sr. Luís Antônio Giron boa tarde, para uma pessoa que escreve para uma revistas tão famosa e para uma seção com o nome de MENTE ABERTA a sua mente anda muito FECHADA, seria ótimo se esse tal “velobesta” que te atropelou lê-se essa sua publicação para poder ter os dois lados da história né, vamos só relembrar que o senhor estava completamente errado andando em uma ciclofaixa e ainda mexendo no seu Smartphone mas isso não da o direito do “velobesta” te atropelar, pelo fato de bicicleta também ser um veículo qualquer ciclistas tem a obrigação zelar pela integridade física do pedestre (assim como deveria ser com os carros/caminhões em relação aos ciclistas), você nesta publicação generalizou muito o ocorrido julgando todos os ciclistas como uns irresponsáveis entendo a sua revolta pelo que aconteceu mas nessa situação ambos estão errados, você por andar mexendo no celular e não prestar a atenção por onde está andando e o “velobesta” por não diminuir a velocidade ou então tentar desviar pois pelo que você falou ele não tentou fazer nenhuma dessas coisas, procure pesquisar mais sobre ciclioativismo antes de sair julgando e disparando para todos os lados já vivemos em uma cidade caótica que só o fato de você ser um pouco diferente todo o resto já te olha torto, não ajude a incentivar a violência no transito como o senhor fez nesta sua publicação….pense que em cima de alguma bicicleta em alguma rua pode estar algum parente ou ente querido seu.

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    • Celso Martins

      Achei estranho a “materia” dele não ter nenhum comentário. Isso explica.. só devem ter comentado contra e ele moderou todos. Além de tudo o rapaz censura opiniões contra. Um coitado, tenhamos pena dessa criatura.

      ABs!

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  • Naldinho

    Não resisti e acabei lendo o artigo – é realmente de uma generalização (ou melhor, babaquice) tremenda.
    A história contada parece meio fantasiosa, mas por princípio de caridade vou tomá-la como verdadeira. Isso não significa que devamos concordar com os palpites que tece em relação aos cicloativistas.

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  • Sergio Mota

    Esse é mais um idiota que vive no mundo virtual, dentro de um carro, e que vai morrer cedo de um ataque cardiaco por stress e falta de exercicio e de solidariedade.

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    • Bruno

      É o tipico paulista estessadinho e dono do mundo, se ofende com as bikes e não com 300 km de transito. Resumindo: Gordinho mimado criado pela avo no apartamento, ve a realidade pelo vidro do carro ( grande cabeca aberta)

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  • Mario

    Quando ele diz que os ciclistas o “ameaçaram” com multas (risos), creio que o mais provável é que ela estava sim mandando SMS atrás e um volante e não dentro do parque. Cara de pau este sujeito.
    O que mais me surpreende é esse excesso de “liberdade” que os meios de comunicação dão para este tipo de “pensador”. Vocês já perceberam que em muitos veículos de impressa têm seus espíritos de porcos que disparam suas armas para cidadãos de bem, como nós e outros que só querem fazer valer seus direitos.
    Por que é que estes macacos armados não apontam suas armas para as mazelas que o poder público causa para a saúde, educação, excesso de impostos, falta de transporte público descente e outros? Será que eles têm medo de perder seus empregos? Bando de covardes!

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  • Eduardo

    Apesar do ponto-de-vista tosco deste colunista, é impossível não notar que o comportamento de ciclistas em bando não é muito diferente do comportamento de motoboys. Na minha opinião o problema é esse, o cicloativismo virar luta de classe, como se cada lado estivesse de um lado do “corner”.

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  • RC

    Suspeito que, mais do que desfiar preconceito ou rancor, esse “jornalista” escolheu o caminho fácil da polêmica para atrair atenção ao seu texto. E nós, de certa forma, acabamos caindo na conversa. Pior do que isso, é que um monte de leitores que desconhecem o tema vão acreditar nisso… mas me pergunto se o colunista mente aberta, que deve passar as férias na Europa, também acha os “ciclochatos” de Paris, Londres, Amsterdã, Berlim… irritantes… Mente aberta!

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  • Silvia Ballan

    mente aberta para alucinações, só pode ser

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  • Marco Labão

    Meu comentário ao Sr. Mente Aberta(?):

    “Lamentável o comportamento desses seres que tiveste a infelicidade de encontrar, acho que se atraíram…
    Lamentável também alguém “Mente Aberta” mostrar-se PREconceituoso dessa forma, não admitindo a possibilidade de que muitos tem sim a capacidade de ser um Cicloativista – como eu sou! – verdadeiro e que trabalha diuturnamente promovendo a convivência e o compartilhamento de todas as tribos andantes.
    Sr Giron, abra um pouco a sua Mente e tenho certeza obterá Felicidade além do seu smartphone…”

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