Por que os ciclistas continuam (e continuarão) usando a Avenida Paulista

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Ciclista compartilhando a via na Av. Paulista. Foto: Mathias

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Alguns motoristas insistem que ciclistas não deveriam circular na Avenida Paulista. Alguns, sem medo de serem politicamente incorretos, afirmam que as bicicletas atrapalham seus carros; outros alegam fatores de segurança viária, com o discurso de que a avenida não seria segura para ciclistas.

Quando não passam pelos preconceituosos “vá pedalar no parque” e “rua não é lugar de bicicleta”, as recomendações são invariavelmente para usar as vias paralelas: Alameda Santos no sentido Paraíso e ruas Cincinato Braga, São Carlos do Pinhal e Antônio Carlos no sentido oposto.

A falta de segurança e sua causa

Bicicleta branca (ghost bike) em homenagem a Márcia Prado, na altura do 1140 da Avenida Paulista. A ciclista foi atropelada por um ônibus enquanto fazia um deslocamento a trabalho.

Segundo dados da CET, a Av. Paulista é a via com mais acidentes com ciclistas por quilômetro em São Paulo. Uma de suas esquinas também é considerada, historicamente, a líder de atropelamentos de pedestres na cidade, com a sinistra alcunha de “esquina da morte”. Isso faz dela uma avenida perigosa, certo? Depende do critério utilizado.

A avenida, em si, não tem nada de perigosa. É ampla, com faixas largas, bem iluminada, sem curvas ou desníveis. Tem asfalto sempre em bom estado, espaço suficiente para ultrapassagens seguras e as mãos de direção são isoladas por um canteiro central. A visibilidade nela é ótima para qualquer participante do trânsito, inclusive pedestres e ciclistas. Não é uma avenida com curvas que escondem a próxima quadra, irregularidades que surpreendem os motoristas, caminhões invadindo a pista contrária e nem descidas íngremes que estimulam a velocidade.

Mas, se a avenida em si é segura, por que tantos acidentes?

Comportamento

Com oito faixas de rolamento, largura mais que suficiente para trafegar acima do limite de 50km/h e nenhuma fiscalização de velocidade, a via passa a clara impressão de ser território exclusivo de automóveis e ônibus. Quem “compra” essa impressão não aceita bicicletas circulando por ali, como também não tem paciência para os pedestres que estejam terminando a travessia quando o sinal abre (ambos os casos previstos e garantidos pelo Código de Trânsito).

Muitos ciclistas pedalam nas calçadas – uma consequência direta das ameaças dos motoristas que não os aceitam na avenida.

Para motoristas com esse perfil, o congestionamento derivaria unicamente de falta de espaço para os automóveis e da presença de componentes supostamente estranhos ao trânsito, como bicicletas, pedestres, caminhões e ônibus fretados, que “roubariam” o espaço necessário aos carros. Por esse raciocínio, uma bicicleta em baixa velocidade estaria atrapalhando e congestionando – o que sabemos não ser verdade. Já os carros, que ocupam uma área muito maior da via pública mesmo em movimento, não influiriam nessa situação.

Dentre essas pessoas, há os que tentem ensinar ao ciclista que ele não deveria invadir o território exclusivo do automóvel. Essa lição assume a forma de “fina”, ou de uma fechada ao virar em uma rua, seguindo o pensamento “tenho prioridade, estou passando e saia da minha frente porque eu não vou reduzir”. E esse comportamento de risco causa a maior parte das mortes, pois um pequeno esbarrão pode levar o ciclista para debaixo das rodas daquele veículo ou de outro que venha atrás.

Para sermos justos, poucos são os motoristas com esse comportamento, percentualmente falando. Mas essa minoria agride, assusta, fere e mata.

Cada vez mais bicicletas

Clique para ampliar. Fonte: Contagem de ciclistas na Av. Paulista – Ciclocidade/2010

Apesar da falta de receptividade dos motoristas, muitas pessoas passam em bicicletas pela avenida, principalmente no horário de pico da tarde, como mostra o gráfico ao lado.

Os dados são da contagem fotográfica realizada pela Ciclocidade em 2010. Naquela ocasião, foram fotografados 733 ciclistas na Av. Paulista em um espaço de 16 horas. A média de 52 ciclistas por hora equivale a praticamente uma bicicleta por minuto, mesmo sem haver ciclovia ou qualquer outro tipo de sinalização no local.

Mais gente do que você imaginava? Então perceba que essa contagem foi feita em 2010. De lá para cá, a quantidade de pessoas utilizando a bicicleta em seus deslocamentos cresceu a olhos vistos. Uma ciclovia na avenida terá alta utilização, como vem acontecendo com a ciclovia da Av. Faria Lima, um local onde quase não passavam ciclistas e hoje circulam cerca de dois mil por dia (ou mais).

Rotineiramente, ciclistas sinalizam o solo da Av. Paulista, pedindo o compartilhamento da via.

O motivo de tantos ciclistas

Se a bicicleta não é bem aceita na avenida, por que ainda assim tanta gente resolve passar de bicicleta por ali?

Para responder a essa pergunta, é importante entender que as pessoas raramente saem de casa para passear na Paulista de bicicleta. Quase sempre, trafegam ali para chegar a algum lugar, como os motoristas que ali estão. E para muita gente esse é o melhor caminho quando se está de bicicleta, por ser o mais curto e mais plano.

O eixo do “espigão”, que vai do Jabaquara a Perdizes, é relativamente plano, com um desnível irrisório e bem distribuído ao longo de seus mais de 13 km de extensão. Qualquer rota alternativa implica em muitas subidas e, geralmente, aumento da distância percorrida – o que todo ciclista que está realizando um deslocamento sem intenção de treino costuma evitar.

Paralelas

As faixas largas permitem ao ciclista escapar do congestionamento, ultrapassando os carros parados.

Por mais que se peça, obrigue ou incentive a circulação de ciclistas nas vias paralelas, muita gente continuaria utilizando a Paulista para se deslocar em bicicleta, por dois motivos que se complementam: aclives e falta de segurança viária. Como a questão dos aclives é bastante clara, comentaremos apenas a questão da segurança.

Na Alameda Santos, o principal problema está nos trechos de subida, onde motoristas embalados pela descida anterior e acelerando livremente devido à falta de fiscalização se tornam impacientes com qualquer veículo em baixa velocidade à sua frente. Numa situação como essa, os maus motoristas buzinam, forçam passagem, passam perto demais e fecham o ciclista, principalmente por se tratar de uma via com menos faixas de rolamento e veículos estacionados, que dificultam as ultrapassagens.

No sentido oposto, no trecho inicial, relativamente plano, há a presença intensa de ônibus. Além de virarem à direita ao chegar na Brigadeiro, as faixas mais estreitas e em menor quantidade dificultam aos motoristas dos coletivos a realização de ultrapassagens. Parte deles acaba forçando a passagem, com o veículo de várias toneladas a centímetros do ciclista, geralmente com velocidade alta devido à ligeira descida. Um risco fortíssimo.

Além do aumento do esforço físico e da distância ao adotar esses trajetos paralelos, essas situações de risco com carros e ônibus assustam e afastam os ciclistas dessas vias. Por isso, muitos ciclistas se sentem menos seguros nessas paralelas do que na avenida principal.

É curioso que parte das pessoas que sugerem aos ciclistas que peguem as vias paralelas com aclives sejam as mesmas que alegam haver subidas demais em São Paulo para que a bicicleta seja adotada.

Deslocamentos humanos

As grandes avenidas costumam ser construídas em regiões de fundo de vale ou sobre “espigões”. Isso faz com que as paralelas geralmente tenham aclives, tornando a avenida o caminho mais plano, reto e geograficamente adequado a quem usa a bicicleta.

Em uma cidade para pessoas, esses caminhos seriam priorizados para pedestrianismo e meios movidos a propulsão humana, deixando o ônus dos aclives para quem só precisa pisar em um pedal ou torcer uma manopla para vencê-los.

Não adianta insistir para que o ciclista escolha outro trajeto: quem se desloca usando um meio que dependa de esforço físico (a pé, bicicleta, skate, patins e outros) tende sempre a buscar o caminho mais curto e plano. É isso o que também faz as pessoas atravessarem fora da faixa de pedestres, por exemplo, quando utilizá-la implicaria em um deslocamento de dezenas de metros.

São escolhas lógicas, naturais e compreensíveis, que devem ser aceitas e protegidas pelo poder público, além de previstas e incentivadas por quem planeja a infraestrutura viária e o meio urbano, tornando a cidade mais amigável e segura para quem for a pé ou de bicicleta e incentivando os deslocamentos sustentáveis, que fazem bem para as pessoas e para as cidades.

É curioso que parte das pessoas que sugerem aos ciclistas que aumentem seu trajeto para desviar da avenida Paulista sejam as mesmas que alegam que as grandes distâncias na cidade são um impeditivo para que a bicicleta seja adotada.

Discurso prejudicial e perigoso

Declarar que a Avenida Paulista não é segura para ciclistas, como se isso fosse uma característica imutável da via, é ignorar a necessidade de que essa situação mude, atingindo um patamar adequado de segurança viária.

Afirmar que ciclistas não devem usar a Avenida Paulista é ser conivente com o risco que oferecem os motoristas que trafegam por ela de forma irresponsável. É aceitar que a conduta perigosa de um veículo automotor seja um argumento válido para que outros participantes do trânsito, como bicicletas e pedestres, cedam seu direito de circulação para que a irresponsabilidade e a impunidade possam continuar a vigorar. Isso estimula e municia de argumentos os motoristas que colocam ciclistas em risco propositalmente, de forma criminosa, com o objetivo de “educá-los” a não utilizarem as avenidas.

Quando um representante do poder público ou a própria imprensa fazem essas afirmações, o efeito nocivo é potencializado, pois passam a ter o peso de regra de conduta, estimulando ainda mais o comportamento agressivo.

Esse estímulo pode resultar em mortes, sequelas e amputações – infelizmente de forma bastante indireta, tornando impossível estabelecer uma relação de causalidade que imputaria responsabilidade legal a quem divulga publicamente esse conceito distorcido, fortalecendo a intolerância e as agressões aos ciclistas que trafegam na avenida.

Deve-se combater as causas e os causadores do problema, tornando a avenida receptiva e segura a todos os cidadãos, em vez de responsabilizar as vítimas e defender o cerceamento de seus direitos.

Detalhe da sinalização que será aplicada na ciclovia da Av. Paulista, nos pontos com travessia de pedestres. Imagem: CET/Reprodução

Detalhe da sinalização que será aplicada na ciclovia da Av. Paulista, nos pontos com travessia de pedestres. Imagem: CET/Reprodução

Ciclovia é necessária

Na avenida Paulista ocorreram atropelamentos emblemáticos, como as mortes de Márcia Prado (2009) e Julie Dias (2012) e o caso de David Santos Souza (2013), que teve seu braço arrancado ao ser atropelado em área segregada com cones por um motorista embriagado. Mais recentemente, Marlon Moreira de Castro também perdeu a vida pedalando na avenida.

A Secretaria de Transportes da cidade (SMT) divulgou em setembro de 2014 detalhes sobre o projeto de uma ciclovia no local (veja aqui). A previsão é de que as obras, que iniciam em janeiro de 2015, estejam concluídas até junho.

Alguns cidadãos se posicionaram contrários a essa ciclovia, como o vereador Andrea Matarazzo (PSDB), que chegou a afirmar que “se faz de tudo para os ciclistas e se esquece dos carros” e que o canteiro central, onde ela será construída, é “essencial para a segurança de pedestres e motoristas“. Devido à repercussão negativa de suas declarações, Matarazzo posteriormente mudou de opinião, passando a ser favorável à estrutura.

A Associação Paulista Viva também contesta a construção da ciclovia, alegando serem necessários “estudos mais aprofundados”, para que possa a intervenção possa “atender a todos os cidadãos de forma justa”. Entre outros questionamentos, apontam uma suposta “descaracterização da ideia de boulevard” da avenida. O posicionamento da entidade continua.

Enquanto uma pequena parte dos paulistanos ignora a importância de uma ciclovia no local, ou discute se o projeto apresentado é perfeito, se agrada a todos ou se vai tornar a avenida “feia”, nós, ciclistas, continuaremos pagando com nossas vidas.

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72 comentários para Por que os ciclistas continuam (e continuarão) usando a Avenida Paulista

  • Luciana

    Gostaria de saber se é bom para os ciclistas as atuais normas de trânsito para eles, pois quase todos os dias os vejo atravessando no sinal vermelho.

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    • Renato

      Normas de transito para ciclistas, somente se emplacar as bicicletas. Com isso, você tem como punir os ciclistas infratores. Porém, junto com o emplacamento, virá toda a burocracia e o pagamento de taxas, o que fará a esmagadora maioria (inclusive eu) abandonar de vez a bicicleta e voltar para o carro ou moto.

      Acredito mais em nas ciclovias e uma infraestrutura para os ciclistas aliado com uma ampla e exaustiva campanha de educação e conscientização sobre os riscos de atravessar o sinal vermelho….

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      • Luciana

        É, Renato, tem razão, não pensei por esse lado. Mas então, cada ciclista segue a sua norma? Seria correto dizer que as normas em relação aos ciclistas se aplicam somente aos carros?

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        • Renato

          Luciana, anos atrás, li um artigo em um site a respeito desse comportamento dos ciclistas, e numa pesquisa que houve na época, dizia que a maioria não respeita por pura repudia ao descaso do poder público em oferecer mais segurança a quem escolhe se locomover sobre 2 rodas. Não justifica correr risco fazendo isso (eu mesmo já fiz várias vezes, negar seria hipocrisia), mas faz sentido.

          Some-se isso a ausência de campanhas de conscientização. Eu não me lembro de nenhuma campanha voltada para ciclistas com grande impacto.

          São Paulo sempre foi (e ainda continuará sendo) uma cidade extremamente hostil com os ciclistas. E a maioria apenas retribui o descaso do governo, não respeitando nada.

          A bicicleta, por tb ser considerado um veículo, deve seguir as mesmas normas de conduta no transito que os carros, obviamente.

          isso deve mudar bastante nos próximos anos com o projeto das ciclovias + infraestrutura que vem sendo implantado na cidade.

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          • Luciana

            Renato, obrigada pelos esclarecimentos. E tomara que as coisas mudem mesmo depois das mudanças em infraestrutura. 😉 Quem sabe também não me atrevo a pegar uma bike,rs, ainda tenho medo!

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  • Marco Antonio

    A exemplo de Amsterdan vamos colocar ferrovias nas avenidas e usar + bikes. Sem automóveis nas avenidas. Por uma cultura consciente!

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  • Gustavo

    Quem tem que sair são os carros, não os ônibus.

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    • Newton

      Por quê os carros têm de sair? Os proprietários pagam impostos pesados (IPVA, licenciamento, pedágios) e é natural que tenham direito a utilizar as ruas. Inclusive, o dinheiro pago por eles financia obras da prefeitura, ciclovias inclusas. Todos têm direito de usar o transporte que mais convier.

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  • Paulo

    [Comentário oculto devido a baixa votação. Clique para ler.]

    Esse comentário não tem feito muito sucesso. Thumb up 0 Thumb down 10

  • Cesare Ricci

    LEMBREN SEMPRE Q AS CIDADES SAO PARA AS PESSOAS E NAO PARA AS MAQUINAS, FAZAMOS AS CIDADES MAIS CIVILIZADAS, MAIS HUMANAS, MAIS DEMOCRATICAS E MAIS AO ALCANCE DE TODOS… SO ASSIM A JUSTICA SOCIAL ATINGIRA A TODOS E DIMINUIRA A VIOLENCIA URBANA DAS RUAS E AVENIDAS DE RIO E S. PAULO…

    Thumb up 3 Thumb down 1

  • Cesare Ricci

    amados irmaos brasileiros, primeiro direi q eu nao sou argentino, e sim inkaico, ou seja peruano, minha intencao nao foi insultar ou humilhar os brasileiros se nao acordar aqueles q ainda ficam nas trevas (E PEZO DESCULPAS SE EU FOI MAL-ENTENDIDO, pois nao generalizei pq o brasil tb tem gente muito excellente como aquele padre q foi o primer inventor da radio ou como Santos Dumont), ignorantes tb tem meu pais e muitos e eu nao calo a boca em criticar-os tb… meu intuito foi q vcs reagam a PASSIVIDADE q eu acho q vcs tem com este tipo de assuntos, a tolerancia dos brasileiros para coisas como estas, intoleraveis e insuportaveis… EU AMO O BRASIL e gostaria muito q fosse como a Europa; e por isso mesmo, pra aqueles q dizem q nao aporto com solucoes, aqui esta minha resposta… a solucao a esse problema e simples, somente imitar o bom feito na Holanda e na Dinamarca pra agilizar o trafego urbano das cidades com seguranza… POR MAIS CICLOVIAS, sim… esso e, fazer 75% a mais de ciclovias das q atualmente existem.
    So isso solucionara o descaso, abandono, indiferencia para com os pedestres/ciclistas das cidades, e isso igualmente e valido para LIMA e as grandes cidades do meu pais, o Peru.
    Muito obrigado pela comprensao

    Thumb up 2 Thumb down 0

  • Cesare Ricci

    LEMBREN SEMPRE Q AS CIDADES SAO PARA AS PESSOAS E NAO PARA AS MAQUINAS, FAZAMOS AS CIDADES MAIS CIVILIZADAS, MAIS HUMANAS, MAIS DEMOCRATICAS E MAIS AO ALCANCE DE TODOS… SO ASSIM A JUSTICA SOCIAL ATINGIRA A TODOS E DIMINUIRA A VIOLENCIA URBANA DAS RUAS E AVENIDAS DE RIO E S. PAULO…

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  • Cesare Ricci

    amados irmaos brasileiros, primeiro direi q eu nao sou argentino, e sim inkaico, ou seja peruano, minha intencao nao foi insultar ou humilhar os brasileiros se nao acordar aqueles q ainda ficam nas trevas (E PEZO DESCULPAS SE EU FOI MAL-ENTENDIDO, pois nao generalizei pq o brasil tb tem gente muito excellente como aquele padre q foi o primer inventor da radio ou como Santos Dumont), ignorantes tb tem meu pais e muitos e eu nao calo a boca em criticar-os tb… meu intuito foi q vcs reagam a PASSIVIDADE q eu acho q vcs tem com este tipo de assuntos, a tolerancia dos brasileiros para coisas como estas, intoleraveis e insuportaveis… EU AMO O BRASIL e gostaria muito q fosse como a Europa; e por isso mesmo, pra aqueles q dizem q nao aporto com solucoes, aqui esta minha resposta… a solucao a esse problema e simples, somente imitar o bom feito na Holanda e na Dinamarca pra agilizar o trafego urbano das cidades com seguranza… POR MAIS CICLOVIAS, sim… esso e, fazer 75% a mais de ciclovias das q atualmente existem.
    So isso solucionara o descaso, abandono, indiferencia para com os pedestres/ciclistas das cidades, e isso igualmente e valido para LIMA e as grandes cidades do meu pais, o Peru.
    Muito obrigado pela comprensao

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  • Jose dos Deuses

    Caro Mauro, você deveria ler com mais atenção o que foi escrito, primeiro vivo no planeta terra, e em são Paulo, segundo não bebo, nem aprovo nenhum tipo de drogas, terceiro ando nas ruas sim, e quarto desaprovo as leis imbecis como esta que causa mais danos que lucros, se não fosse punido tão severamente ou se tivesse uma maneira ou simplesmente de medir a quantidade de álcool ingerida pelo dito “criminoso” o braço do David poderia esta no lugar agora, quinto já tenho idade suficiente para falar isto, não sei sua idade mas pelo que você escreve não deve ter mais de 28 anos.
    Foi isto que falei, mas eu disse isto para pessoas que queira ler e analisar friamente o que esta escrito, eu desaprovo totalmente bebida no volante e fora dele, ou seja desaprovo bebida ou qualquer tipo de droga em qualquer lugar.
    Não preciso de andar pelas ruas para saber se uma lei vai causar danos ou beneficio, e esta lei seca vai causar danos cada vez mais, este foi um deles, e deve ter causado mais outros que a mídia não publicou.
    Leia mais e se informe mais, analise melhor, verifique, observe, olhe para frente e assim saberá se uma lei e boa para todos ou se e melhor sem ela.
    Não vou mais ler nem escrever nada aqui, não quero polemicas, nem sua opinião, apenas me desabafei, algo que estava me afogando na ignorância humana, deixo aqui meu protesto, espero que alguém que possa fazer algo por este povo sofrido leia isto e tente ajudar este povo, eu não vou ficar neste planeta por muito mais tempo, tenho 94 anos e ainda pedalo, logicamente em local seguro, e pelas expectativas de vida eu já não deveria estar mais aqui, mas espero que os que estão para vir procure fazer algo pelos jovens sinto pena quando vejo David’s sofrendo pela ignorância de outros.
    Sinto muito se ofendi alguém, não foi a intenção me desculpe por isto.
    Jose dos Deuses.
    Adeus…

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  • Jose dos Deuses

    Eu acabei de ler o que nosso leitor Argentino escreveu acima, e acredito que ele tenha razão, ele deve mesmo vender a passagem dele que viria ao Brasil, e compre uma para o Afeganistão, Iraque, Turquia, tem mais alguns países por, mas eu acredito na criatividade dele e na inteligência dele, então ele procure mais dei apenas algumas opiniões, já que somos violentos só sabemos beber falar de futebol e ainda somos burros então eu não posso falar muito, penso que uma pessoa da capacidade intelectual dele deveria participar muito mais das discussões inteligentes para ajudar assim como ele fez aqui, ele representou muito bem o pais dele “A Argentina”, e agora temos também um Papa argentino só espero que o Papa não leia o que este ARGENTINO APAVORADO escreveu aqui, isto iria Matar ele de vergonha…
    Jose dos Deuses.

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  • Jose dos Deuses

    Bem, acredito que todos tem direitos iguais, de usar ruas e tudo mais, também de pagar impostos e tudo mais, desde que justo.
    assim, acredito que bicicletas, motos, carros, triciclos, etc. desde que use vias publicas devem pagar impostos iguais, por eixo, ai sim os direitos serão iguais, enquanto motoristas são taxados com impostos absurdos para ser construído avenidas ruas e todas benfeitorias e até mesmo as ciclovias, os direitos não serão iguais, e irá haver protestos, os mais ou melhor os menos educados poderão ate fazer as barbaridades que vemos por ai, que na verdade são criminosos, e deveria estar na cadeia, e estes ditos motoristas que muitas vezes são ciclistas na hora de folga e finais de semana, fazem as barbaridades que foi feito com este cidadão, ciclista, o David, que provavelmente também usa um automóvel, tudo e necessário, é hipocrisia dizer que não precisa carros, bem infelizmente ele e noticia na ultima semana e lamentavelmente perdeu o braço por causa de um sujeito que bebeu um gole a mais, e estava com medo de uma lei imbecil e irresponsável que deveria ser revista, leis muito severa como esta somente serve para causar isto o sujeito bebe um gole esta totalmente lúcido e racional mas foge de um acidente pois, sabe que se for pego não tem desculpa e pior não tem nem como se defender, pois a lei e muito severa, com isso a vitima e que paga o preço maior, as pessoas que criam essas leis imbecis e que deveria ir para cadeia nessas horas juntamente com o criminosos, pois eles sim são os verdadeiros culpados pelo David estar sem o braço.
    Mas infelizmente no Brasil as leis são criadas irresponsavelmente igual fazer pizza pessoas que criam leis nem pensa no que elas pode causar, desculpe os Pizzaiolos pois se a pizza fazer mal ao consumidor tem uma lei severa que manda ele “O Pizzaiolo” para cadeia, então deixe seu automóvel de prontidão e não beba nada de álcool, pois se alguém morrer após comer sua pizza você terá de fugir muito rápido, e atenção não passe de 60 km/H (No Brasil é assim)
    Os criadores de leis pensa apenas no momento, será que uma lei severa realmente tem efeito positivo? Eu acredito que uma lei severa dependendo da situação ela causa mais prejuízo que lucro, veja este exemplo do ciclista “David”, se esta lei não existisse ele provavelmente estaria com o braço dele implantado, o acidente teria acontecido da mesma maneira, pois, a lei seca nada adiantou como pôde ser visto, mas o motorista teria parado e socorrido e levado o braço para ser implantado o que provavelmente teria acontecido, bem pense agora em processar os irresponsáveis que criaram esta lei seca idiota, que há anos atrás em um pais que hoje ostentas a bandeira da modernidade tentou fazer e não deu certo, agora 80 anos depois o Brasil implanta uma lei parecida com ela.
    Se não funcionou lá será que vai funcionar aqui, ou esta e mais uma maneira de tomar dinheiro do povo, ou isto e algum extra terrestre que implantou um objeto estranho em nossos governantes e eles não sabe mais o que estão fazendo?
    Ou seja estão sendo dominados por uma força extra terrestre, eu acredito nisso!
    Pois, o que tenho visto ultimamente em nosso país eu já tenho duvida de que são realmente humanos terráqueos e Brasileiros que estão fazendo tudo isto.
    termino aqui,
    talvez um dia eu diga quem sou eu, posso adiantar que sou ciclista… Adeus, <—–

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    • Mauro-SP

      Em que país será que o José dos Deuses vive? No Brasil é que não deve ser… Há também a possibilidade de que ele seja muito mal informado e que não transite pelas ruas e estradas… Sei lá…Vai saber… Umas das poucas coisas racionais e inteligentes que foram feitas nos últimos anos nesta “Terra de Meu Deus” foi a Lei Seca. Mas por que ela é tão severa? Será que é por causa do rigor inato de nossos legisladores? LÓGICO QUE NÃO, CARA PÁLIDA! Isso só se deu com tal severidade porque ao longo de anos e anos, milhares de Alex(es) Siwek(s) vêm barbarizando por esse país afora, matando, aleijando e mutilando com sua irresponsabilidade e suas gracinhas no trânsito. Você, José dos Deuses, que acha que tomar uns goles e sair pelas ruas não tem implicação nenhuma, procure dar uma voltinha nas ruas de S. Paulo num sábado a noite….Ou peque as estradas para o litoral nos finais de semana… Todo mundo que barbariza por aí está sob efeito de álcool? Lógico que não… Mas coibir o uso do álcool é apenas uma das coisas que deveriam ter sido feitas e foi feita. Muito ainda está por se fazer para tornar o nosso querido Brasil uma terra de gente e não de macacos (aliás, que me perdoem os macacos por compara-los a essa infeliz parcela da humanidade)…

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  • Edson Magalhães

    Uma abordagem sensata e inteligente…..VAMOS À PAULISTA !! São Paulo para TODOS !!!

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  • Cesare Ricci

    ESTOY APAVORADO… BRASIL ES UN PAIS DE SALVAJES, IGNORANTES, BURROS INCULTOS Q SOLO PIENSAN EN FIESTAS, CACHAZA, TRANSAR Y FUTBOL… YA CANCELE MI VIAJE DE VACACIONES A BRASIL, MEJOR VOY A OTRO DESTINO DONDE NO SEAN TAN VIOLENTOS, DE QUE VALE SER UN PAIS GIGANTE SI ESTAN EN LA EPOCA DE LAS CAVERNAS ??? AMO BRASIL PERO NO ME GUSTA EL JEITO BRASILEIRO… DEBERIAN LEER MAS E INFORMARSE…

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  • Cesare Ricci

    SOY CICLOVIAJERO Y NO QUIERO O SER DECEPADO MI BRAZO O TENER Q SER ASALTADO EN LA RODOVIA CON MI BICICLETA… SI QUIEREN SER PAIS DEL PRIMER MUNDO, PRIMERO COPIEN Y SEAN COMO DINAMARCA O HOLANDA, VEAN EL WEBSITE DE “COPENHAGENIZE”…
    BRASIL NO ES PAIS DE PRIMER MUNDO… LES MINTIERON A TODOS, ES PAIS DE 5TO MUNDO…
    HASTA MI PAIS Q ES MENOS “DESARROLLADO” Q BRASIL, TIENE MAS CANTIDAD DE CICLOTURISTAS VIAJANDO CON SEGURIDAD POR SUS CARRETERAS…
    ESTOY MUY INDIGNADO, PRIMERO FUE EL ATROPELLAMENTO DE 75 CICLISTAS EN PUERTO ALEGRE, DESPUES EL DECEPAMENTO DEL BRAZO DE ESTE CICLISTA, DESPUES Q SERA… MATARAN A TODOS LOS Q USAN BICIS POR SER POBRES Y NO USAR CARRO?… QUIEN DEFENDERA Y PROTEGERA A LOS CICLISTAS SI EL ESTADO NO LO HACE… ACASO TENDRE Q VIAJAR CON UNA AMETRALLADORA CARGADA?…
    COITADO DE NOS OS CICLOVIAJEROS/CICLISTAS/PEDESTRES/CICLOTURISTAS
    COM RISPEITO A TODOS
    UM CICLISTA INDIGNADO COM SACO ENCHIDO
    TEMOS Q POR UM BASTA A ESTA BESTIALIDADE, SALVAGISMO PURO… NAO MERECE VIVER ESSE MALDITO…

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    • Edson Magalhães

      Compartilho de sua indignação mas acho que você , HERMANO, não tem muito o que falar a respeito do Brasil.. Esse fórum não é só para descer o pau e sim para propor soluções sustentáveis para São Paulo….Estive em Bs Aires em janeiro e observei realmente a educação dos argentinos no trânsito..um modelo a sere copiado…..no entanto atitudes como a sua não ajudam em nada…

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  • dan

    Eu não entendo!!! Porque não fazem a ciclovia na calçada. Tem espaço suficiente na Av. Paulista. É lamentavel!!!!

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  • Luciano

    Confesso que, pela primeira vez em quase 15 anos de bicicleta na cidade, fiquei abalado depois da notícia de domingo. É com dor no coração que estou pensando seriamente em aposentar minha companheira de rodas. Esta cidade é bárbara, pessoas trituram outras pessoas para não chegarem atrasadas, porque estão estressadas ou simplesmente porque estão dentro de um carro.

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  • Roger

    As vias não são perigosas; as pessoas podem ser perigosas, dependendo de como circulam nas vias. Dito isto, o perigo andar / dirigir / pedalar na Paulista vai depender das pessoas que estão lá, dividindo espaço. Zelar pela segurança do próximo é responsabilidade de todos que estão utilizando a via.

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  • Renato Falzoni

    Tá na hora de colocar as prioridades no seu devido lugar. No Brasil os valores estão invertidos. A vida humana deveria estar em primeiro lugar. Além disso a lógica implica que a prioridade número um é a dos pedestres, depois dos ciclistas, em terceiro lugar dos onibus e demais transportes coletivos e SE SOBRAR ESPAÇO uma faixa para os carros. É assim no centro de Amsterda. Em ruas bastante largas temos calçadas largas e planas dos dois lados. Depois temos ciclovias segregadas. Faixa para os bondes. E apenas uma faixa para os carros. E as vezes ficam cheias e com ‘transito’ mas ninguém reclama. Se quizer chegar rápido largue o carro em casa e vá apé, ou de bike ou de bonde. Carro deveria ser a última prioridade pois é o mais INEFICIENTE meio de transporte. Tá tudo errado. Tudo invertido. Até a vida está banalizada neste país. É muito triste. E o pior é que não vejo isso mudando a curto prazo pois a mentalidade está muito atrasada.

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  • o ovo da serpente – atropelamentos, racismo, homofobia… | as bicicletas

    […] e não pessoas a transitar. avenida paulista é trajeto de tráfego de ciclistas por demais óbvio, como bem descreve william cruz nesse link.  mas como a CET está cega para o tráfego dessas pessoas, não os vê como cidadãos,  manda-as […]

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  • Joao Carlos

    Como ciclista e ex atleta de ciclismo quen treinava na Marginal, digo que não so na Paulista, como em qualquer via é possível, andar de bicicleta. O que falta são campanhas educativas constantes pra que motoristas se conscientizem de que a rua tem que ser compartilhada por todos.O problema é que se cultua o carro como único dono da rua, ai sofrem pedestres, ciclistas e outros. Falta seriedade na fiscalização, basta ver o que acontece com motos que andam como malucos na rua e autoridades não tomam decisões pra coibir esses abusos. Assim também como existem uma grande quantidade de ciclistas e pedestres que desobedecem as leis.Qdo todos começarem a respeitar, podem ter certeza que esses perigos vão desaparecendo, e todas as ruas e avenidas serão possíveis de se andar de bicicleta.

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  • Bruno Burle

    As faixas de automóvel na Paulista são bem largas… A CET deveria suprimir uma dessas faixas e nela colocar uma ciclovia de duas mãos, vai e vem, segregada dos automóveis. Dizem que não tem demanda mas o número de ciclistas vai aumentar imensamente.
    Aliás, MUITAS pessoas deixam de fazer seu trajeto diário de bicicleta por falta de infra-estrutura urbana (e consequentemente falta de segurança) para o ciclista.

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  • Marcelo Rodrigues

    Sou ciclista, motorista e motociclista. Confesso que praticamente abandonei o carro pois ocupa muito espaço, é lento em SP, polui além de outras dezenas de pontos negativos. Faço um trajeto diário de uns 34km (ida e volta para o trabalho). Acho que eu deveria reconhecido por tirar um veículo da rua, devia ser tratado com extremo respeito o orgulho pelos motoristas de não ser mais um buzinando no trânsito. Honestamente não entendo alguém dizer que o ciclista não deve andar aqui ou acolá, pelo contrário, ciclista devia pagar menos imposto, só ajuda a cidade, só traz benefícios, absurdo é este monte de gente que usa o carro para ir na padaria comprar pão!
    PS: Eu demoro o mesmo tempo para fazer um trajeto de 16km para o trabalho de carro e de moto, nem preciso falar sobre as melhoras na saúde, economia de tempo etc etc etc.

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    • Douglas

      Nossa Marcelo, comigo foi igual. Meu percurso de ida e volta da 40km, mas faço no mesmo tempo que fazia de carro, isso quando não pegava transito.

      Comecei no pedal por causa da saúde mesmo. Fui bate uma bola e não tive pique pra correr. Fazia tudo de carro e resolvi mudar, melhor escolha que já fiz.

      Tenho 1 ano de pedal já, e só uso o carro em ultima situação. Alem dos benefícios a saúde e meio ambiente, tem também um economia financeira.

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  • Por que os ciclistas continuam usando a Avenida Paulista, apesar dos riscos |

    […] Via: Vá de Bike […]

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  • Reinaldo

    Triste, mas real. Tá aqui boa parte da explicação do “por que” não se faz nada…
    http://www.youtube.com/watch?v=eO2zsB133IM&feature=youtu.be

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  • André

    É útil debater sobre o convívio dos usuários das rodovias. Mas, poderiamos abreviar a solução do problema seguindo uma certa tendência atual das grandes cidades.

    Qual a origem dos problemas de transporte urbano? Quem tem a prerrogativa de realização do poder público são os governos, que pode ser influênciada pela massa de eleitores. Mas o que é que os governos desejam, servir-se das alternativas mais econômicas e viáveis, planejando o trânsito por critérios de segurança e sustentabilidade, ou, na contramão destas necessidades e dos anseios de boa parte da população, em razão de interesses corporativistas privados, evitar o desuso de veículos automotores movidos a combustível fóssil?

    Quando for definida uma política sobre o transporte urbano e interurbano, que integre todas modalidades de transporte, priorizando o tranporte coletivo sobre o privado, seguro, confortável e mais econômico, tendo como eixo o transporte ferroviário (trens e metrôs), é possível que a grande maioria, senão todos, deixem seus automóveis em suas garagens e complementem os percursos mais longos, que extrapolam o das ferrovias, com suas bikes. Ou, optem definitivamente pelo uso exclusivo de suas bicicletas.

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  • Koiti Yoshimura

    Sou biker em Sao Paulo e agora estou em Londres : E como biker estou atento e curioso em ver como andam os bikers aqui e também em outras cidades da Europa. Esta semana passei dois dias em Paris e vi bikers parisienses (mulheres e homens) de todas as idades , de todas as maneiras, na chuva, de cabelos compridos soltos, infiltrando-se entre carros, ónibus , caminhoes e motos, ate a noite, usando as maos para sinalizar e pedalando ums (as) com vigor, outros (as) tranquilamente: outros (as) que pareciam ter destino e horario, usavam capacete e luva e sobre bike modelo de corrida e em alta velocidade , igualando a motos e demais veiculos. Vi alguns ciclovias com faixas bem desgastadas e nenhum bikers utilizando-as, todos dividindo todas as faixas juntamente com os demais veiculos: Em Londres e em outra cidades do paiz me pareceu mais calmo , porém nao menos bikers , e muito intenso comparando com Sao Paulo . Acho dificil fazer comparacoes, uma vez que a diferenca de educacao e cultura e passados históricos sao completamentes diferentes; Resta torcer para que as autoridades no Brasil apressem a compreencao do que esta exposta no texto acima. quanto a igualdade de direito do espaco publico, e de VIDA e se preocupar menos com motoristas parados no transito !

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  • Julio

    Apesar de 36 anos, sou ciclista novato. Comprei minha bike esses dias e sempre ando pela Av.Paulista.

    Ou melhor, pelas calcadas. Devagar, e de olho nos pedestres.

    Pq pra disputar com onibus e carros apressados, soh mesmo o Super Homem….rs

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    • Koiti Yoshimura

      Julio, eu me chamo Julio tambem batismo : O que me chamou atencao foi a sua , apesar de 36 anos, e pedalar pela Av. Paulista : Eu tenho 73 anos , pedalo há muitos anos , tambem pela Av. Paulista e demais ruas e como Nightbiker com grupo PAC da Saúde ,30 a 40 km pelos bairros : Sempre gostei de pedalar desde meus 11 anos na cidade do interior , acho ótimo para manter a saúde fisica e mental jovial. Parabens e nao pare. abc

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    • Gustavo

      Ô Julio,
      Não faça isso não, calçada é pro pedestre.
      Vai confiante pela rua, respeite a sinalzação, sinaliza suas ações que o perigo não é tão grande.
      Mais perigoso é ir pela calçada.
      Se quiser, dias desses, passamos juntos pela avenida, pra dar confiança. Fizeram isso por mim e foi muito bom. Será legal repassar o favor.
      Me acha no facebook se te interessar.

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    • ju

      andar na calçada? você não percebe que sua bicicleta na calçada é tão nocivo e perigo aos pedestres quanto um ônibus na ciclovia? egoísta.sua bicicleta é um VEÍCULO sempre, não apenas quando é cômodo. saiba respeitar para ser respeitado.

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    • Edson Magalhães

      Lugar de bike é na rua….não use a calçada….

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  • Fabio

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    Esse comentário não tem feito muito sucesso. Thumb up 3 Thumb down 13

  • DanielBiólogo

    Simplesmente por causa do comportamento individualista egoísta dessa parcela de MALtoristas nossas ruas se tornam violentas e assassinas, tudo isso aliado a IMPUNIDADE instaurada com os Crimes de trânsito.
    Aqui em SC, 94% dos chamados acidentes, na verdade sinistros de trânsito, são decorrentes da irresponsabilidade e imprudência quando ao comando(?) de um motorizado, ou seja, poderiam ser evitados simplesmente respeitando o Código de Trânsito Brasileiro.
    Já fui atingido “propositalmente” com as finas que MALtoristas insistem em dar aqui em Floripa na rua Osni Ortiga, para mostrar que a rua é dos carros, por sorte não me feri gravemente, mas meu veículo sempre sai com alguma avaria.

    Andar de Bicicleta não é perigoso, perigoso é como se permite dirigir motorizados em nossas ruas.
    Com o aumento de Bicicletas nas ruas, a evolução para um trânsito mais Humano e seguro é inevitável!
    ACORDA SOCIEDADE!!!

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  • Thiago

    Particularmente, sou contra ciclistas na Paulista hoje (!) pelo descaso dos motoristas nas vias e dos ciclistas nas calçadas. Porém sou totalmente favorável à uma reorganização da avenida por completo com corredor de ônibus à esquerda, terceira faixa para os ciclistas (da Augusta à Vila Mariana) e as duas primeiras faixas para os carros.

    Dá pra construir, seria extremamente útil e não ficaria feio. Mas muita gente acha a Paulista intocável, pertencente apenas aos possantes carros…

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    • Anônima

      Thiago concordo contigo mas infelizmente parece que a maioria dos ciclistas querem ter direitos mesmo estando errados, mesmo sabendo que não há segurança. É o mesmo que um pedestre atravessar numa rua sem faixa sem esperar que o motorista pare, só porque tem o direito de atravessar.

      Polêmico. O que acha? Thumb up 3 Thumb down 6

  • Emmanuel Marcel Favre-Nicolin

    Aqui eu Vitória temos um problema parecida com uma avenida no Centro que se encontra entre o mar e a CIdade Alta que é literalmente alta com subidas curtas mais fortes. A maioiria dos ciclistas continua na grande avenida e pior costuma andar na ida e na volta no mesmo lado da pista, ou seja, uma vez na contramão! É muito perigoso. Desenvolvo aqui em Vitória Rotas alternativas para evitar esse tipo de locais perigosos e também evitar revestimentos desconfortável incompatível com bicicletas e com a saúde dos ciclistas. COmecei a conseguir divulgação em jornais, na televisão mas é difícil mudar o hábito dos ciclistas.
    EuQuando comecei a me deslocar de bicicleta, comecei a seguir o caminho dos ciclistas que não era muito bom, desconfortável, usava muitas calçada etc… Infelizmente muita gente não pode fazer as subidas porque tem bicicletas se marchas ou muita gente não quer fazer as subidas para não perder tempo ou não suar.

    Um dia um colega de trabalho me falou de uma rota alternativa por dentro do bairro e daí para frente, foi o início das rotas alternativas que comecei a registrar no google maps deposi de algum tempo. Em vermelho são os caminhos a proscrir ou considerados perigosos, em azul, as ciclovias, em verde as rotas seguras (baixo fluxo dos carros, baixa velocidade e largura da via compatível com a ultrapassagem dos ciclistas sem atrito), em laranja as rotas alternativas sem ter todos os parâmteros acima.
    http://vitoria-sustentavel.blogspot.com.br/2012/03/ciclovia-rotas-alternativas.html

    Agora pretendo começar a trabalhar com o engenheiro e o arquiteto da prefeitura para ver se dá para fazer algo, antes de ter todas as ciclovias previstas no nosso plano cicloviário, o que pode levar ainda muito tempo e custar caro.

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  • Marcos Viana

    Olá,

    Frequento a Av. Paulista todos os dias por volta das 8:00hs e das 19:00. A Paulista é uma das melhores avenidas para se pedalar, claro q tem sempre um ou outro motorista q está sempre apressado. Já fiz mais de 5 amigos de pedal nesta avenida e sempre q encontro algum deles, faço questão de acompanhá-los. Minha dica para os ciclistas é prestar muita atenção nos carros que entram e saem dos estacionamentos dos prédios. Como eles precisam “cortar” os ônibus geralmente eles entram sem avisar e com muita pressa.
    Sempre utilizei as paralelas para atravessar até a consolação, mas depois q descobri a Paulista achei o melhor local para se pedalar.
    Peço tb q os ciclistas respeitem os semáforos e não andem nas calçadas. Pô galera, para sermos respeitados, precisamos respeitar tb…
    Forte abraço para todos…
    Marcos Viana
    http://www.facebook.com/adventurebikersmtb

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  • Rodrigo

    hoje já fiz minha parte, trafeguei durante o horário do almoço por toda a avenida paulista nos dois sentidos por necessidades de transporte.

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  • Daniel

    Faltou listar uma outra (mais uma!) desvantagem das paralelas: os carros estacionados. Andar ali, com aquele trânsito e aquela largura, é quase certeza de levar uma portada de alguém saindo do carro.

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  • Daniel Tomita

    Na boa, Av Paulista é o lugar mais seguro p ciclista… o resto da cidade q o bicho pega

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  • Patricia

    A Av Paulista possui calçadas enormes dos dois lados. Não seria possível um projeto que incorporasse uma faixa para os ciclistas? Pelo menos teríamos um pouco mais de segurança para transitar por ali. Da mesma forma como estão fazendo na Av. Faria Lima e na Prof.Fonseca Rodrigues.

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  • Koiti Yoshimura

    Sou ciclista, tenho 73 anos, e circulo pela Av. Paulista, entre outras avenidas e ruas ; Também sou nightbiker e aos domingos vou me divertir nas Ciclofaixas; Então esses problemas são de meu conhecimento e achei muito bom a forma como está colocado; Falta muito para que as cabeças das autoridades comecem a entender que a prioridade do automóvel na cidade vai ter que mudar, quer queira ou não e a alternativa são os coletivos e bicicletas; Basta ir ver como são nos países da Europa e no Japão ; não precisa inventar nada , é só copiar ; O mais complicado é mudar a cabeça dos acomodados que pensam que as ruas são só deles; Esse sim , precisa passar por um reciclagem ostensiva ; outra coisa , pedalo pela ciclovia de Moema e digo que aquilo não pode ser chamado de ciclovia , pois só fizeram uma faixa muito mal pintada e mal sinalização e o pior , asfalto todo esburacado . É dinheiro jogado fora; Parabéns ao Willian Cruz.

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  • Vanderlei Torroni

    Prezados Ciclistas,

    Utilizo a Paulista como rota das idas e vindas diárias do trabalho. Ela é tão perigosa quanto as demais vias. O diferencial nela para o sistema é que um atropelamento lá é mais visível ou ganha mais repercussão na mídia do que nas demais vias.

    Depois de meia década de trafego por lá, de um tempo para cá tenho percebido uma maior preocupação dos motoristas em geral quanto aos ciclistas. Alguns passam longe, pelo menos comigo, eu que utilizo todos os itens de segurança e não abuso, como alguns fazem por lá, principalmente ciclistas de baixo nível econômico e social.

    O que precisamos é definir a circulação na terceira faixa da esquerda para a direita e não na faixa de ônibus ou nas calçadas. Eu circulo pela terceira faixa e quando não tem ônibus próximo passo a alternar entre elas. É claro que como em tudo temos aqueles mais exaltados e desatentos..

    Um abraço

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  • Rafael

    Belo texto. Vou mandar para os amigos motoristas que perguntam por que pedalo na paulista. Só um ajuste: há 2 quadros iguais com o texto: “é curioso que parte….”

    Abç

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  • Mauro-SP

    “A gente resolveu fazer a ciclofaixa porque não é uma avenida que a gente considera segura para bicicletas no dia a dia”, disse Daphne Savoy, gerente de planejamento viário da CET (Companhia de Engenharia de Tráfego).” (publicado na Folha de São Paulo no dia 17/08/12)
    Sugiro a todos que façam como eu: manifestem suas opiniões sobre a “feliz” declaração ao Ombudsman da CET (“Fale com a CET”).

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  • Vinicius

    Não pedalo na Av. Paulista pq não sei como faze-lo. A faixa da direita é exclusiva para ônibus, que para mim, apesar de cursos da prefeitura, são os que menos me respeitam. Além disso a faixa da direita fica perigosa perto das esquinas por causa das conversões dos automóveis.
    De acordo com a lei devo pedalar no bordo da via, sobrando assim o bordo do lado esquerdo, que seria a pista onde a velocidade dos carros seria a mais elevada, visto que pela lei essa faixa é dedicada a ultrapassagens.
    Pedalar na segunda faixa além de estar em desacordo com a legislação, me sinto sem saída, com carros de um lado e onibus do outro (na faixa da direita sempre tenho a opção de, que se o caldo entornar, eu me jogo na calçada).
    Para mim sobra fazer força nas paralelas…
    Como vcs fazem?

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    • Gustavo

      Oi Vinicius,
      Vale lembrar que a faixa de ônibus na Paulista é preferencial, não exclusiva.
      Eu vou por ali, se o tránsito para ali para au sinaliza e vou na do lado. Se está tudo parado, dou preferência ao corredor entre a faixa de ônibus e a primeira de carros. Se esta, por algum motivo, não dá para passar, vou pelo corredor entre as duas faixas de carro. Se o trânsito anda, vou sempre me colocando mais à direita possível, saindo de andar no meio dos carros.
      Na da esquerda eu não vou. Se o trânsito não está tão caótico, ir por ali é perigoso, tem os motoristas e os motociclistas.
      Mas o bordo da pista de rolagem, no caso da Paulista, é questionável onde fica. É junto com o ônibus? É na primeira faixa?

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  • Tiago

    Ontem à noite passando pela Paulista, encontrei 2 homens da CET tomando conta do trecho que estava sendo pintado.
    Me fiz de desentendido e os abordei numa boa:
    – Boa noite! Isso aí vai ser uma ciclovia?
    – Vai sim!
    – Mas não tá do lado errado, não?
    – Olha rapaz, eu acho que essa ciclovia é mais pra ganhar uns votos do que pra melhorar a sua vida, viu?
    Ri pra não chorar e agradeci a sinceridade.

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  • Netto

    Não sou da capital, mas achei uma sacanagem a CET, justo ela recomendar que não se deve usar bike na paulista. Poxa se a avenida é perigosa é por causa da imprudência e negligencia dos motoristas que ali passam! Alguns até gostaram, mas eu achei a ideia de colocar uma ciclofaixa de lazer la não foi legal… só vai fazer a bicicleta parecer uma opção de lazer e não de transporte. Breve SP vai travar e a CET vai fazer o que? Avenida de dois andares?

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  • Gustavo

    Eu demorei um tempo até encarar a av. Paulista com tranquilidade.
    Faço sempre esse caminho para ir do metrô Santa Cruz até a Barra Funda, e chegava no Shopping Paulista, eu virava e ia pela 13 de maio, depois trechinho da Augusta e Av. Higienópolis. Fazia isso pois a uns 10 anos atrás eu passei de bike pela Paulista e foi tão caótico que rolou um trauma (nessa época nem era tão adepto do ciclismo como hoje).

    Certo dia, encontrei outro ciclista no fim da Domingos, indo para o mesmo caminho que eu, e me convidou para irmos juntos. Eu meio com receio concordei e ele, obviamente muito mais experiente foi me ensinando macetes e regras para encarar aquela avenida. Foi o que eu precisei para nunca mais pegar outro caminho.

    E com tranquilidade, sim. Vejo que as situações de risco que passo (que não são muitas, na verdade), são por erro de cálculo meu.
    Hoje em dia as pessoas me perguntam “você não tem medo de passar por ali?” e eu fico até receoso de responder que eu até me divirto.
    Faixa de lazer? Com certeza é bom para cultura ciclistica. É eleitoreira? É, não há como negar?
    Vai me impedir de passar pela Paulista em dia de semana? Não mesmo!
    Quero muito crer que um motorista sem educação não são “motoristas”, nem que um ciclista esperto que fura o farol com pedestre na faixa (e tem muitos desses na Paulista!) seja “os ciclistas”. Que essa faixa venha a dar mais integração e não nos segreguem ainda mais.

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    • Rosana

      Gustavo, fala um pouco desses macetes!

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      • Gustavo

        Rosana, acho que o macete mais importante, e o mais ignorado por ciclistas na Paulista é respeitar os semáforos, principalmente os de pedestre.
        Estávamos no meio da travessia, quando um cortou o sinal de pedestre. Esse cara que estava me ensinando fez um comentário que caiu fundo:
        “Olha só, esse cara anda de bicicleta, mas não é um cidadão. Um ciclista cidadão.”
        Outra coisa que ele me ensinou sem falar, de observar ele pedalando percebi que ele fazia o seguinte, toda vez que o sinal fechava, ele – antes de parar (antes da faixa) mudava para a marcha mais leve, assim, na hora de sair, ele pegava velocidade bem mais rápido. Essa é a melhor, ensino para todos que eu posso e sempre acabo deixando vários veículos para trás (inclusive uns ciclistas que querem disputar uma ‘corrida’).
        Ele me contou também de umas práticas que eu não concordo, mas sei que fazemos por necessidade. Andar na calçada, por exemplo. Não pegamos nenhuma calçada durante o trajeto, mas ele me contou que quando fazia, fazia a 5km/h. Sei que não se faz, que somos veículos que devem andar na pista, mas às vezes meio quarteirão na calçada te poupa de vários quarteirões de subida.
        Tem mais, lembrando eu vou escrevendo aqui.

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  • Rosana

    Super cycle chic a ciclista da foto! Toda trabalhada no estilo urbano!

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  • Rosana

    Abordagem “fina e educativa”! Torcendo para que os seus candidatos leiam!!!

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  • Tom Bike

    Como você bem explicou, é quase como se as pessoas fossem conduzidas para armadilhas urbanas. Aqui em São José dos Campos também temos nossas armadilhas urbanas, a começar pela própria Via Dutra que serve de eixo urbano. Solução? Diminuir velocidade, compartilhar via, segregar em alguns lugares… eu nem gosto de falar nisso pois tenho certeza que não falta Arquitetura no Brasil para dar um chow nessa área. Anyways, bela matéria Educativa! 😉 Congrats!

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