Pontes amanhecem com faixas a favor de travessia de pedestres e ciclistas em São Paulo

Cicloativistas colocaram uma enorme faixa da campanha “Adote uma Ponte” na ponte da Freguesia do Ó, no Dia Mundial Sem Carro. Foto: Antonio Miotto

Cicloativistas colocaram uma enorme faixa da campanha “Adote uma Ponte” na ponte da Freguesia do Ó, no Dia Mundial Sem Carro. Foto: Antonio Miotto

Faixa na Ponte Octávio Frias de Oliveira (Ponte Estaiada). Foto: Rachel Schein

Faixa na Ponte Octávio Frias de Oliveira (Ponte Estaiada). Foto: Rachel Schein

Na manhã desta segunda-feira (22), Dia Mundial Sem Carro, duas faixas com os dizeres “pontes para pedestres e ciclistas” foram penduradas nas pontes da Freguesia do Ó, zona Norte de São Paulo, e Estaiada, na zona Sul. A ponte da Freguesia já havia sido alvo de uma ação na semana anterior, quando bicicletinhas foram pintadas no asfalto para sinalizar a presença de bicicletas na via.

As faixas são uma ação da Associação dos Ciclistas Urbanos de São Paulo (Ciclocidade) para chamar a atenção para o fato de que as pontes da capital paulista são elementos segregadores da mobilidade humana. A entidade lançou na semana passada a campanha “Adote uma ponte” para incentivar voluntários a adotarem pontes e documentarem as barreiras a cadeirantes, pedestres, ciclistas ou qualquer outro modal movido à propulsão humana enfrentam na travessia. As informações serão integradas em um grande mapa coletivo e informativo.

A título de exemplo, a ponte Estaiada, elevada a sinônimo de monumento em São Paulo, não possui calçadas e proíbe a travessia de bicicletas. A menos que as pessoas estejam a bordo de algum veículo automotor, a travessia não pode ser realizada.

Pontes com ciclovias

O secretário de Transportes de São Paulo, Jilmar Tatto, afirmou nessa manhã que apresentará ainda nessa semana o programa de travessia de pontes para bicicletas. A ponte da Casa Verde, que faz ligação da avenida Braz Leme com o centro, será o local do projeto piloto. A construção de ciclopassarelas também está prevista.

Foto: Antonio Miotto

Foto: Antonio Miotto

Foto: Antonio Miotto

Foto: Antonio Miotto


30 comentários para Pontes amanhecem com faixas a favor de travessia de pedestres e ciclistas em São Paulo

  • josias

    gostaria de saber, porque a prefeitura e o governo n/fixam uma multa (mas tem que cobrar, das pessoas que jogam lixo, na rua que seja apenas um papel, ponta de cigarro, lenço de papel, palito de sorvete, etc) e picham a cidade, onde estão as autoridades e fiscais nesse momento, mas tem que ser uma multa rigida e que causa efeito no cidadão que pratica esses atos, de vandalismo, tem que ser em toda a são paulo, e tambem nos motoqueiros uma multa por serem menores e andam em qualquer lugar da cidade sem serem molestados e as motos apreendidas, e tambem menores que fazem entregas de pizzas ou qualquer outra mercadoria, e tambem acho que deve voltar ao trabalho o pessoal da travessia segura, que muitos motoristas ainda tem em mente respeito ao pedestre pricipalmente na faixa de pedestre, e o meu pensamento para uma são paulo melhor, chega de vandalismo e sujeira, tem muita gente infelismente morando na rua.

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  • Eduardo

    A maioria das pontes sobre as marginais não são vias de tráfego rápido, de acordo com a definição do CBT, e assim sendo seriam proibidas para bicicletas?

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    • tiagobarufi

      Sim. E isso é indecente. Algumas delas têm até placas proibindo pedestres e ciclistas.

      É especialmente ridículo falar em vias de tráfego rápido na cidade de São Paulo, onde a velocidade média dos carros é inferior à de uma galinha. Infelizmente, nos vazios que existem entre os inúmeros congestionamentos, alguns tentam ganhar tempo com seus carros, pouco se importando com quem ameaçam nessa prática.

      As tais vias de tráfego rápido são as únicas conexões possíveis entre as margens dos rios. Quem está fora de um carro não tem o direito de atravessar. Em várias delas não existe calçada, e nas que existe a mesma é inadequada. Em todas elas é necessário atravessar alças rodoviárias, projetadas para preservar a velocidade dos carros.
      Mudar isso é urgente e essencial. A prioridade para o transporte individual já foi longe demais.

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      • Jorge Canteras

        Um ciclista transitar por uma ponte onde não lhe é permitido, dá direito a um motorista/motociclista estacionar ou transitar em uma ciclovia onde também não é permitido?
        Qual a diferença?
        Esse mesmo site condenou quando motoristas pintaram vagas de estacionamento sobre a ciclovia em Santa Cecília, o termo usado foi “vandalismo”, e em um texto anterior enalteceu cicloativistas que pintaram bicicletinhas sobre a pista em uma ponte.
        Qual a diferença?

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        • tiagobarufi

          É perfeitamente esperado vir alguém aqui advogar pelos motoristas oprimidos, coitadinhos. Não lhes permitem nem estacionar em ciclovias, que triste.

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          • Jorge Canteras

            Excelente texto, é melhor debochar já que não sabe como responder.

            Vamos lá, qual a diferença?

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          • tiagobarufi

            Acredito que o privilégio concedido ao motorista em São Paulo é descabido e precisa ser combatido. Você, pelo teor da sua colocação, está ao lado da minoria mimada que está preocupada em resguardar espaço nas cidades para o automóvel particular.
            Não é necessário explicar para você que a restrição ao deslocamento de pessoas fora dos carros é uma situação injusta: na posição dos que não se incomodam nem um pouco com isso, você não precisa de explicações. Mas já que falou em direito, talvez seja instrutivo mencionar que a política nacional de mobilidade urbana, regida pela lei 12.587, de 3 de janeiro de 2012, estabelece as prioridades de uso nas vias, a saber, em privilégio aos meios não-motorizados, e em seguida os coletivos, e finalmente os automotores particulares. É uma pena, porque essa lei é ignorada nessa ponte estaiada e em diversas outras vias da cidade, impedindo o deslocamento de quem não quer ou não pode andar de carro nesses lugares! Legal, né? Ou melhor, ilegal, mas para algumas pessoas o mimimi sobre perda de vaga pra estacionar o carro é prioritário!
            Não existe caminho alternativo.
            É descaramento continuar a defender, com ridículos argumentos legalistas de gente que desconhece as leis, a prioridade sem sentido que se deu ao carro particular nas cidades.

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          • zpedro

            Minoria? São Paulo tem 7 milhões de carros, a arrecadação anual só de IPVA destes carros deve ser por baixo 35 milhões de reais/ano, e bicicleta paga alguma coisa? E se é para não ser legalista, vou protestar contra a ciclofaixa, colocando cavaletes e qualquer trambolho em cima dela. Que tal? Se vocês podem fechar a Av. Paulista, que mal tem fechar uma ciclofaixazinha? Tenho carro, não gosto de bicicleta e vou defender meus interesses sim, você defende os seus e eu defendo os meus. Em 2016 esse Haddad vai seguir o mesmo caminho da Erundina e da Marta (VAI SER ESCORRAÇADO DA PREFEITURA), e essa história da ciclofaixa vai acabar que nem a proibição da sacolinha plástica. Mesmo com meu carro contribuo com o trânsito, saindo de casa só o necessário. Assim, seja de carro ou de bicicleta, fujo do trânsito, DIMINUO o trânsito de VERDADE.

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          • zpedro

            E antes me esqueça, ô revoltadinho que pensa que só os outros são revoltadinhos por não concordar com você, GO WORK and EARN MONEY, que é isso que importa.

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          • tiagobarufi

            Nossa! Que bom que você sabe inglês, né? Dizem que isso é muito valorizado no mercado de trabalho!
            Interessante que você diz que trabalho é tão importante, mas gasta tempo comentando em fórum. Devia estar trabalhando, não postando esses impropérios!
            E será que você tem preconceito com quem não trabalha porque não precisa? Sério? Você quer expropriar as pessoas ricas que não trabalham? Você acha que os ricos têm menos direitos? Olha… por muito menos eu já vi gente tacar um “VAI PRA CUBA”, hein? Você é comunista?

            Comovente a sua revolta (me chamando de revoltadinho? jura?), e vão ser engraçadas as consequências dos seus protestos (jogar ‘trambolho’ na via pública? Boa sorte com isso). Ou será que é pura fanfarronice?
            Sim, é uma minoria que anda de carro, não vou buscar essa informação no google pra você. Minoria mimada, que ocupa a maior parte do viário.
            ‘Fugindo do trânsito’, fazendo caminhos mais compridos e perdendo tempo em congestionamento enquanto envenena o ar.
            E o prefeito não vai ser escorraçado assim tão fácil: as ciclofaixas já são aprovadas pela maioria da população, e nenhum candidato a prefeito vai ser besta de contrariar a opinião pública. A reeleição é bastante provável, e as ciclovias, inevitáveis.

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          • zpedro

            Eu trabalho sim, PAGO IMPOSTOS, e mesmo assim tenho tempo livre, e para ganhar dinheiro precisa sim trabalhar (não importa em que), quem tem dinheiro merece respeito. Esta “Minoria” paga 13 BILHÕES de reais só de IPVA todo ano (a continha anterior era uma estimativa baixa). Se é minoria em quantidade, É MAIORIA ABSOLUTA EM ARRECADAÇÃO , e é isso que importa. Bicicleta nunca pagará IPVA nem DPVAT nem LICENCIAMENTO.
            E Haddad vai cair, se ele está tão em alta assim melhor, quanto maior a altura maior o tombo, e não acredito em pesquisa comprada, então ele será escorraçado sim. Ou você quer saber o que ele fez com os postos de saúde, com os postos da GCM? SE HADDAD FOSSE BOM PADILHA ESTARIA PELO MENOS EM SEGUNDO.
            Você é coerente, fechar a Av. Paulista é manifestação, fechar uma ciclofaixazinha é fanfarronice. Aliás, se você estiver na ciclofaixa, nem precisa jogar trambolho, pelo seu baixo nível você é um tipo de trambolho. Quem tem que ir para cuba é você.

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          • tiagobarufi

            Agora está claro: se, ao invés de vir perder tempo insultando gente que nunca viu, tivesse mesmo TRABALHADO, já teria comprado seu helicóptero (que não paga IPVA, assim como o meu patinete)!Quem mandou chorar ao invés de cortar direito a sua cana?
            Conte mais sobre o seu modelo de governo onde quem paga mais tem mais direitos! É muito sofrimento, aposto que está esperando por uma Bolsa-Estacionamento de algum governo petralha, já que está tão escorchado pelos cruéis impostos. E, calma, eu não mandei ninguém pra cuba, por mim você é livre para ir para aonde quiser. Só não exceda os limites de velocidade, senão amanhã você vai chorar mais ainda por causa da cruel indústria de multas!
            Não entendi essa parte de fechar a Paulista: passei por lá ontem, eram seis da tarde e o trânsito não andava, mas não vi nenhuma manifestação! Será que era você jogando ‘trambolhos’ em alguma ciclofaixa?

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      • Tiago, o Eduardo se refere à definição do Código de Trânsito. Vias de tráfego rápido não são simplesmente avenidas onde a velocidade é alta, há uma definição bem restritiva no CTB. Veja aqui (no trecho “O que diz a lei”).

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    • Não, são pontes.

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      • Eduardo

        Willian, não existe legislação específica para bicicletas e pontes. Assim sendo se uma ponte apresenta as características de “Via de tráfego rápido” do CTB assim deve ser considerada.
        Logo nessas pontes o transito de bicicletas é proibido.

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        • Eduardo, vou tentar explicar de novo: o Código de Trânsito define Vias de Tráfego Rápido e define Pontes. Ambos os conceitos estão no trecho final do texto da Lei, aquele pedaço que parece um glossário. A definição de pontes que eu postei veio de lá. A Lei define pontes como outro contexto, em separado das Vias de Tráfego Rápido, portanto as trata como coisas diferentes. Não precisa acreditar em mim, basta ir lá ler o texto da Lei. Se você não precisa pedalar nas pontes para chegar ao seu local de trabalho, sorte sua (mesmo), mas não fique fazendo malabarismos de interpretação legal para negar esse direito de deslocamento a quem precisa fazê-lo.

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          • Desculpe, a definição que eu postei foi em um comentário em outra página, não nesta. Segue:

            “PONTE – obra de construção civil destinada a ligar margens opostas de uma superfície líquida qualquer.”

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          • Eduardo

            As definições não são excludentes, pode ser: Ponte, túnel, viaduto, rua ou avenida e ainda ser via de tráfego rápido, a 23 de Maio é uma avenida por definição e também uma via de tráfego rápido por suas características, o Elevado Costa e Silva é um viaduto por definição e uma via de tráfego rápido.
            Os ciclistas devem demandar uma adequação, uma nova travessia ou desmontar e caminhar pela calçada, ou ainda procurar uma rota alternativa.

            Quando tenho que atravessar pontes pedalando, antes delas, me desloco para o bordo esquerdo da avenida e atravesso por lá para evitar as alças de acesso. Mas sei que isso é perigoso e está em desacordo com a legislação (posso trafegar no bordo da esquerda, mas não posso andar em via de trafego rápido).

            Não é sobre você é mim, mas é sobre o que é legal ou não.

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          • Parabéns aos envolvidos pelo esforço em negativar um comentário que esclarece a legislação.

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  • zpedro

    Lei Cidade Limpa pra que?

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    • Renato

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      • zpedro

        Já mandei a minha reclamação. E as propagandas eleitorais, simplesmente mando para a reciclagem (sempre anotando os números dos cidadãos, para não votar neles)

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    • tiagobarufi

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      • zpedro

        1. Se o outro pode fazer errado, NÃO posso fazer errado também. Você deve ser o mesmo tipo de gente que fecha a paulista (repleta de hospitais) sem se preocupar com os doentes e ambulâncias. Isso sim é egoísmo. Prefiro ficar ofendidinho a levar uma “multinha” ou até a ser “presinho”.

        2. Ando de carro sim, leia o comentário que está nesta notícia, que resume porque o carro não vai acabar: http://vadebike.org/2014/09/ciclovia-vergueiro-contagem-ciclistas-galeria-de-fotos/
        3. Desafio você:
        a. A não ter filhos, pois isso é “duvidoso privilégio”: É EGOISMO aumentar um bolo de 7 bilhões de pessoas.
        b. A reduzir o consumo de café, pois para produzir o equivalente a 1 xícara de café (desde a colheita) são necessários 140l de água, nesses tempos de falta d’água tem que economizar.
        c. Para substituir o café, durma MAIS. Basta largar as baladas, os happyhours, as festas e outras bobagens e durma mais cedo.
        d. Não beba mais bebida alcoólica. Isso é “duvidoso privilégio” perante os alcoólatras e suas famílias. Faz mal, e gasta muita para ser produzida.
        e. Só saia de casa para o essencial. De bicicleta ou de carro, você é o transito. Saia do transito, saindo só da casa para o trabalho e vice-versa, e em emergências. O mercado delivery (farmácias, mercado e até barbeiro) está aumentando.

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        • tiagobarufi

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          • zpedro

            Bom pra mim é democracia onde as pessoas votam de forma consciente.
            E você provou meu ponto, você não tem coragem. A bicicleta para você deve ser tão fundamental quanto a bebida, a balada e o desejo egoísta de ter filhos.

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      • Eduardo

        Um reclama da lei cidade limpa e o outro já critica ele porque ele anda de carro todos os dias!
        Tiago, vc anda muito apaixonado por carro! Ninguém falou de carro aqui.
        Quando alguém pinta bicicletinhas na rua vc é revolucionário, mas quando alguém pinta vagas de estacionamento na ciclovia vc é legalista.
        Quando um ciclista anda em cima da calçada vc é revolucionário, quando alguém passa a menos de um metro e meio de um ciclista você é legalista…

        Resumindo, você não é nem revolucionário nem legalista, você é só um tolo.

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        • tiagobarufi

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          • zpedro

            Realidade Chamando: Somente eu posso lutar pelos meus interesses. Você não fará isso, o governo não fará isso, a sociedade e a empresa onde trabalho não farão isso. Nunca vi ninguém da tal “consciência coletiva” ou “vida em sociedade” pagar uma conta minha. Se eu não concordar com algo que me prejudique, vou lutar por mim.

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