Sobre a matéria da Veja São Paulo e o custo das ciclovias na cidade

Ciclovia da Av. Vergueiro, numa terça-feira às 19h: três ciclistas à minha frente, mais dois vindo atrás. Foto: Willian Cruz

Ciclovia da R. Vergueiro, numa terça-feira às 19h: três ciclistas à minha frente, mais os dois vindo atrás que ficaram fora da imagem. Ou seja, 6 ciclistas em um minuto – demanda ignorada pela matéria da revista. Foto: Willian Cruz

Eu havia me prometido não escrever nada sobre a matéria da Veja que sobe o custo médio das ciclovias para R$ 650 mil reais, mas com os comentários absurdos que tenho visto nas redes sociais, não me contive. Esse texto era para ser apenas um desabafo na minha página pessoal no Facebook, mas conforme escrevia fui buscando fontes e números e acabou saindo maior. Achei justo compartilhar minha interpretação dos fatos com todos vocês. É minha opinião pessoal, portanto você pode concordar ou não, mas pelo menos leia o que eu tenho a dizer.

A matéria da Veja sobre ciclovias foi construída para passar uma opinião. Para isso, utilizaram várias informações que já eram de conhecimento público, cortaram a parte que não lhes interessava, temperaram carregando nas tintas para dar o sabor desejado e serviram de forma a conduzir o raciocínio para o conceito no qual a matéria foi pautada: o de que o plano de ciclovias só serviria para desviar dinheiro.

Não por acaso, na sequência a Folha de São Paulo publicou uma pesquisa do Datafolha sobre a administração Haddad, reforçando até no título da matéria que menos gente tem usado a bicicleta em São Paulo. E como fizeram esse levantamento? Mediram? Fizeram uma contagem? Passaram uma tarde sentados observando? Não: perguntaram para pessoas nas ruas, talvez por telefone. Pode até ser que a metodologia tenha sido perfeita e que o universo estatístico tenha sido selecionado de maneira isenta, mas o fato é que quem pedala na cidade percebe claramente um aumento enorme de bicicletas nas ruas, principalmente nesse início de ano. Você, que pedala nas ruas, percebeu um aumento ou queda de setembro para cá?

Mas vamos a algumas considerações sobre a matéria da Veja.

Irregularidades

Se há alguma irregularidade no processo de contratação, ou na própria empresa que está tocando a obra da ciclovia da Paulista, é claro que isso deve ser apurado. Mas da maneira correta. Na matéria só há dúvidas e questionamentos, publicados com tintas de denúncia, seguindo a linha do que a edição nacional costuma fazer, expondo suposições que acabam por servir como prova incontestável para uma parcela de seus leitores. Me surpreende que a Veja São Paulo, que sempre teve posicionamento e qualidade jornalística que contrastavam com a publicação principal, tenha enveredado agora nesse caminho de difícil volta.

Obra da ciclovia na Av. Paulista foi taxada de "quebradeira" pela matéria da Veja. Foto: Willian Cruz

Obra da ciclovia na Av. Paulista foi taxada de “quebradeira” pela matéria da Veja. Foto: Willian Cruz

Demanda e importância de Paulista e Vergueiro foram ignoradas

Uma repórter da revista entrou em contato essa semana para obter ajuda com a matéria, em forma de dados e informações. Isso, diga-se de passagem, é algo completamente normal e corriqueiro. Atendo jornalistas ao telefone quase todos os dias. Ela me perguntou se a ciclovia da Paulista era importante e eu respondi que sim, expliquei os motivos, esclarecendo que fazer a ciclovia nas paralelas não seria uma boa solução e falando sobre a grande utilização da avenida por quem usa a bicicleta como transporte, mesmo sem haver ainda ciclovia.

Falei da contagem de ciclistas realizada na Paulista 5 anos atrás e falei de outras contagens, como Faria Lima, Eliseu, Inajar de Souza e Vergueiro. Sobre essa última, destaquei que pouco após a inauguração foi feita uma contagem que detectou 2 ciclistas por minuto no pico da tarde. E que agora, alguns meses depois, forma-se uma pequena fila de ciclistas quando o sinal fecha, relatando que semana passada mesmo havia três ciclistas à minha frente e outros dois vindo mais atrás (foto em destaque nessa matéria). Acrescentei que se eles fizessem uma breve contagem entre 18 e 19 h na altura do Paraíso, ficariam impressionados com a quantidade de ciclistas, e que esse era um dos indicadores de que a ciclovia da Paulista terá alta utilização, semelhante ou até superior à da Faria Lima.

E, de tudo isso, o que entrou na reportagem? Que a Faria Lima, a Eliseu e a Rio Pinheiros eram “os melhores trechos em funcionamento”, como sequência de um parágrafo que começa dizendo que “a maioria das faixas aparenta não ter muita utilidade prática como transporte público”. Não falaram nada sobre a Vergueiro, porque afinal é uma ciclovia do modelo novo, inserida no projeto que está sendo criticado, então a matéria não poderia falar bem. Também não citaram nem de leve a importância e o potencial de utilização da ciclovia da Paulista, porque também não vem ao caso, esse não era o objetivo da matéria.

Forte ângulo de inclinação é o principal problema dos novos acessos. Foto: Rachel Schein

Ciclovia Rio Pinheiros: acesso com escadaria em forte ângulo de inclinação, exigindo grande esforço e oferecendo risco de queda. Foto: Rachel Schein

Rio Pinheiros

A Ciclovia Rio Pinheiros foi citada como um dos “melhores trechos em funcionamento” em São Paulo, um bom exemplo de ciclovia útil para o transporte. O curioso é que não há estatísticas abertas sobre a Ciclovia Rio Pinheiros, que sofre interdições constantes, tem poucos acessos (alguns com escadarias perigosas) e reclamações sobre o risco de assaltos na pista da margem oeste. Por essas razões, tem sido muito menos utilizada para commuting do que seu verdadeiro potencial. Quem acompanha sabe. Mas é a ciclovia que foi inaugurada por José Serra, então bora lá contrapor sutilmente, mostrando como ciclovia modelo.

Ainda disseram que tem “piso bem conservado, boa sinalização e fluidez”. Se fluidez significa não precisar fazer paradas, claro que ela tem fluidez, pois não está integrada ao viário. Não é necessário parar em semáforos e cruzamentos, pois ela fica isolada, às margens do rio. Mas se você considerar como parte da fluidez a facilidade em acessá-la, fica difícil fazer essa afirmação. Muitos ciclistas a evitam, pois “fluem” bem melhor por fora dela, já que em alguns casos é necessário aumentar o trajeto em até 4 km para conseguir usar a ciclovia, em comparação com o uso da pista local da Marginal. Quanto à sinalização, não há muito o que sinalizar além do pavimento, que no trecho mais antigo já está bastante desgastado (o que não é de todo ruim, já que a tinta que foi utilizada ali escorregava demais quando molhada, cansando vários acidentes com ciclistas em dias de chuva).

Os primeiros 14 km da Ciclovia Rio Pinheiros, inaugurados em fevereiro de 2010, custaram R$ 714.285 por km, consistindo basicamente de recapeamento asfáltico de uma pista de serviço que já existia, com pintura em vermelho. Mas para a matéria da Veja, ela tem boa fluidez, piso bem conservado e boa sinalização. Divulgar o custo não ajudaria a compor o cenário da matéria, portanto deixaram de lado.

Faria Lima

O dinheiro para a expansão da Ciclovia da Faria Lima (por sinal, um projeto com pelo menos 10 anos) vem de outro lugar, da Operação Urbana Faria Lima. Os recursos são provenientes da outorga onerosa de potencial adicional de construção (CEPACs) e outras modificações à legislação de uso e ocupação do solo, concedidas aos proprietários de terrenos contidos no perímetro da Operação Urbana interessados em participar. É um dinheiro que já estava previsto, que não pode ser usado para obras fora da Operação e que engloba tanto a ciclovia como outras intervenções relacionadas, como reforma de calçadas e readequações do viário. Portanto, não deveria entrar nessa conta, foi colocada só para subir a média. E ainda por cima é uma obra que seria tocada por qualquer prefeito que fosse eleito, pois já estava em andamento.

Máquinas pesadas foram necessárias para as alterações no canteiro central da Av. Eliseu de Almeida. Foto: Mauricio Martins

Máquinas pesadas foram necessárias para as alterações no canteiro central da Av. Eliseu de Almeida. Foto: Mauricio Martins

Eliseu de Almeida

Quem conhece a região há mais tempo sabe que abaixo daquele canteiro central há o Córrego Pirajussara, por isso ele é elevado em diversos pontos, tornando a intervenção um pouco mais complexa. É preciso deixar tampas de serviço em alguns pontos da ciclovia, para que possam ser utilizadas como acesso ao córrego. Houve readequação do viário em alguns pontos, além de toda a construção do pavimento. Pouco provável que as ciclovias que serviram para calcular as médias em outros países tenham essa característica.

É correto usar um projeto com características diferenciadas no cálculo dessa média, comparando com países onde as intervenções costumam se resumir a isolar um trecho do viário para a circulação de bicicletas, segregando no máximo com um meio-fio? Você decide.

O primeiro trecho da Ciclovia da Eliseu de Almeida, entregue em 2014, utilizou recursos provenientes de emendas de vereadores.

Concreto pigmentado foi utilizado na Ciclovia Pirajussara, na Av. Eliseu de Almeida. Foto: Willian Cruz

Ciclovia da Av. Paulista usará concreto pigmentado, como nesta foto das obras da Av. Eliseu de Almeida. Foto: Willian Cruz

Custo da ciclovia da Paulista

O custo da ciclovia da Avenida Paulista é alto porque, como no caso da Faria Lima, não é só a ciclovia que está sendo implantada. Há intervenções como a reforma das calçadas na Bernardino de Campos e a passagem de fibras óticas pelo subsolo do canteiro central – que, por sinal, está sendo totalmente reconstruído. É justo colocar o valor total da obra nessa conta, pra subir assim essa média? É correto usar essa média, que inclui projetos com intervenções mais amplas do que tradicionalmente é feito em outros países, para uma comparação com médias mundiais? Decide aí e conta aqui nos comentários da página.

Estruturação da matéria

Conduzir o raciocínio não é complicado para quem tem experiência nisso. Os elogios rasgados à importância das ciclovias no início da matéria tem o objetivo de desarmar o leitor que é favorável a elas, mostrando que a matéria está do mesmo lado que ele, que a intenção é ter ciclovias sim. Uma ótima estratégia de comunicação para fazer a argumentação descer mais suave. Como vi em um comentário na minha timeline: “mas eles até elogiaram as ciclovias, não devem ter exagerado na matéria”.

Como ficaria o gráfico com a comparação de custos retirando os projetos que têm perfil bastante diferente do que costuma ser feito nas "segregated bike lanes" criadas lá fora.

Como ficaria o gráfico com a comparação de custos, retirando os projetos que têm perfil bastante diferente do que costuma ser feito nas “bike lanes” criadas lá fora. São Paulo passaria a se equiparar a Copenhagen e Amsterdam.

Custo médio

Bem interessante o gráfico comparando o custo médio de ciclovias ao redor do mundo. Sério mesmo. Tudo bem que “apuração de um time de correspondentes no exterior” não é bem uma fonte, né, gente? Mas ok, os valores até que estão dentro do esperado. Só me pergunto por que ele não tinha aparecido até agora, quando se falava amplamente que 200 mil por km seria um completo absurdo.

A propósito, uma rápida busca por imagens de ciclovias em Berlim, a cidade que está no topo dessa lista, dá uma boa ideia de como elas são por lá: há ciclovias sobre a calçada, locais onde o ciclista circula a um palmo dos ônibus, em trechos onde não há nem tachões, só uma faixa branca, e situações de pavimento irregular e conversões esquisitas que deixariam os críticos paulistanos de cabelo em pé. E isso custando mais que o dobro da infraestrutura padrão implantada nas ruas de São Paulo.

Gostaria de ver um gráfico com o custo médio do km de avenida, ponte ou viaduto em São Paulo e no resto do mundo. Se alguém que nos lê se animar a fazer a pesquisa, apontando corretamente as fontes (em vez de “correspondentes no exterior”), publicaremos aqui.

Recomendamos a leitura do artigo Corrigindo os cálculos da revista Veja, no site Diário da Mobilidade, que fala sobre o real custo das ciclovias em outros países.

Contra as ciclovias

Há em andamento um movimento contrário às ciclovias em São Paulo, organizado e estruturado por políticos de oposição, com apoio dos editores de jornais e revistas tradicionais. Isso fica claro quando se lê matérias como essa da Veja, como essa outra do Estadão ou mesmo as fan pages de alguns vereadores ou deputados de renome. O objetivo é claramente partidário e faz parte da disputa pelo poder, mas traz consequências diretas sobre nossas vidas e nossa integridade física – não só pelo risco de reverterem o processo de implantação, nos deixando novamente nus em meio a motoristas intolerantes, mas também pelas agressões e ameaças crescentes de motoristas a ciclistas nas ruas, que passam a nos ver como coniventes com tudo de ruim que se imputa ao partido político do prefeito, só por circularmos de bicicleta nas ruas.

O pior de uma matéria como essa é acirrar o preconceito com ciclistas na cidade, um efeito que pode, indiretamente, levar a ferimentos e mortes por intolerância no trânsito. Mas duro mesmo é ter que aguentar gente com dificuldade de interpretação (ou desonestidade argumentativa mesmo) dizendo aos quatro ventos que “o quilômetro de tinta tá custando 650 mil”. E se você contesta, é chamado de petista, com toda a conotação negativa possível, quase criminosa, como se você fosse conivente com tudo que acontece de errado no país, do mensalão à falta d’água, do escândalo da Petrobrás à crise de segurança pública, só por acreditar que as pessoas que usam a bicicleta merecem ter suas vidas protegidas por ciclovias.

Ciclovias salvam vidas

Enquanto se discutem os pelos desse ovo, pessoas continuarão morrendo por falta de segurança no viário e pelo comportamento irresponsável de alguns motoristas. E o objetivo das ciclovias é justamente proteger quem se desloca de bicicleta. Nesse fim de semana, foi instalada a décima sétima Ghost Bike de São Paulo, uma bicicleta branca em memória de Noel Moreno Leite, que perdeu a vida na Av. Belmira Marin, zona sul da capital. E hoje, segunda-feira 9/2, uma moça ainda não identificada foi atropelada na Av. João Paulo I, Freguesia do Ó, Zona Norte. Em nenhum dos locais havia ciclovia.

Um exemplo bastante claro é a Av. Eliseu de Almeida. Prometida desde 2004 e mesmo com um fluxo diário de mais de 600 bicicletas (2012), a ciclovia só teve seu primeiro trecho concluído dez anos depois, em 2014. As mortes eram frequentes, como as de Lauro Neri (2012), Nemésio Ferreira Trindade (2012), José Aridelson (2013) e Maciel de Oliveira Santos (2014), e poderiam ter sido evitadas se as gestões anteriores tivessem atendido à demanda popular e às várias manifestações realizadas na avenida e junto à subprefeitura. Com o primeiro trecho pronto, em 2014, foram contados 888 ciclistas em 14h, um aumento de 53% em relação a 2012. Quase mil pessoas por dia que, agora, circulam de forma bem mais segura, sem o risco a que foram expostos Neri, Trindade, Aridelson, Santos e tantos outros anônimos todos os dias.

Segundo a pesquisa do Datafolha citada no início desse artigo, 90% das pessoas que já usaram as ciclovias são favoráveis a elas.


367 comentários para Sobre a matéria da Veja São Paulo e o custo das ciclovias na cidade

  • Qqer coisa

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    • Renato

      Menos, por favor.

      Nova York, Bogotá, Londres, Tokyo, Rio de Janeiro, Buenos aires, Moscou e várias outras cidades TIRARAM faixas de carros e estacionamento para dar lugar as bicicletas.

      E desculpe, esse mimimi teu não tem base técnica alguma. Os carros dispõe de mais de 17.000 km de vias pavimentadas e vir de mimimi por causa das ciclovias (que qdo concluídas, não terão nem 2% do total de vias que os carros tem), está chorando de barriga cheia.

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      • Odair

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        • CiceroS

          Uai, Odair, intermodalidade. Tranquilamente um sistema cicloviário poderia ser integrado ao de ônibus, de Metrô…

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        • Renato

          E quem disse que as ciclovias são para isso Odair? Santa ignorância e qto mimimi

          é o que o Cicero disse. INTERMODALIDADE rapaz. Não sabe nada sobre modal mesmo, precisa estudar. Bicicleta é como ônibus. Complementar ao sistema de alta capacidade. Metrô e trem.

          Londres pode ser plana, mas Bogotá e Tokyo não.

          Mas é claro que eu vou comparar. Em Tokyo, quase todas as ruas, avenidas e calçadas são adaptadas como ciclovias. No caso das Calçadas, parte delas é ciclovia e a outra, calçada normal. E em ruas menores, ciclofaixas.

          E qto a dizer que não vai acontecer, vai sonhando…..500 mil pessoas já se deslocam de bike diariamente como meio de transporte na cidade. Esse numero tende a crescer e ultrapassar 1 milhão de viagens por dia.

          E só para lembrar: os quase 400 km de ciclovias do Rio de Janeiro e seus mais de 1 milhão de ciclistas que as utilizam diariamente mandam lembranças….

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          • Marcelo

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          • Renato

            Bem Marcelo, temos que começar de algum lugar. Deixemos as cidades europeias e asiaticas de lado e vamos as cidades da america do sul então. Bogotá, na Colombia também é uma cidade com problemas de segurança…mas lá, com seus 400 km de ciclovias, tem um movimento altíssimo…

            Buenos aires, na argentina a mesma coisa. E lá tem menos de 200km de ciclovias….

            Além disso, qto a questão de segurança, é só instalar bicicletários e obrigar a comerciantes e lojistas a reservar vagas para bicicletas…

            Se for esperar a segurança melhorar para implantar ciclovias, não vamos ter nada e nunca.

            Rio de janeiro tem o mesmo problema de Sampa e mesmo assim, centenas de milhares de ciclistas utilizam a bike como meio de transporte diariamente…mesmo com o calor extremo de lá

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        • Alex

          E o que dizer de São Francisco, nos EUA? Lá tem ladeira, a prefeitura passou pela mesma dificuldade (no início não deram crédito, mas depois a aprovação e o uso aumentaram) e hoje tem uma rede bem legal.

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        • William

          Eu já fui pra São Francisco… Lé um exemplo para as bikes e é plana… SQN hehehe

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        • Amarildo S. Moraes

          Óla, amigo.
          Não se estresse, você está muito certo, porém vamos lutar como o ciclista lutou por espaço.
          O errado está nossos governadores onde o projeto da cidade em desenvolvimento sempre deve estar atendendo a população. Saudade do MALUF, ele queria fazer uma pista ou ampliar, ele mutilava 20 metros de cada lado da via sem compaixão e pagava o valor venal do IPTU, esta muito correto.
          Onde teríamos ciclovias para bicicleta, ônibus,caminhões e muitas vias para carros.
          Nosso prefeito está apenas jogando um contra outro, ciclistas x motoristas.
          O que é melhor fazer hoje:. Pedir espaço para carro mais vias pista, sem redução de velocidade, menos radar, sem lombadas e menos cruzamento de vias.

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          • Alexandre

            Eita quando o cara fala “saudade do Maluf”me dá até um arrepio na espinha! rsrs
            Amarildo, me diz uma obra do Maluf onde após a mutilação de 20 metros de cada lado e pagando o valor venal do IPTU onde foram feitos Corredores de ônibus e ciclovias. Só um exemplo ok?

            Tem comentários que só pode ser brincadeira mesmo…

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      • SavianoMarcio

        Isso é normal, qualquer cidadão ou instituição pode questionar obras publicas licitações, contratos, etc, e é dever poder público apesentar sua defesa, melhor que fazer as coisas sem lisura.

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    • SavianoMarcio

      Quantas horas passou observando os ciclista na Vergueiro, em que períodos, em que pontos? Qual a metodologia da sua contagem? Mostre suas tabelas para gente no VádeBike, pois se não tiver não é nada além de achismo causado pela raiva. Entre seus “números e os oficiais” o que é confiável?
      Não faça igual a revista que apresentando meia-matérias cheias de meia-verdades, sem comparar planilhas de custo de várias ciclovias e separa-las por seus tipos e fonte de recursos.

      Sua argumentação é a velha e famosa muleta de sempre.

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      • Marcelo

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        • Renato

          Bem Marcelo, eu utilizo a ciclovia da Vergueiro de ponta a ponta quase que diariamente e hoje acabei de usar. Contei 13 ciclistas entre a Sé e a Paraíso, onde virei para acessar a Av.Paulista. Isso só na volta. Na ida, que foi no rush da manhã, o número foi bem maior, algo em torno de 20 ou mais….

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          • Marcelo

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          • Renato

            Em nova Iorque, levaram anos para chegar a demanda de ciclistas que tem hoje. A mesma coisa em Bogotá e Rio de Janeiro. A demanda virá, mas será com o tempo. Demanda não brota do “nada”.

            A ciclovias de São Paulo acabou de ultrapassar a pouco tempo a marca de 200 km e só agora que as mesmas estão começando a ser conectadas umas as outras, tal como ocorreu com o eixo da ciclovias do Jaguaré com a Av. escola Politécnica.

            A mesma coisa com a Ciclovia do Sumaré que já está conectada com a do eixo central e falta bem pouco para se conectar com o eixo da Faria Lima. No mapa da CET indica apenas 2 quarteirões de distancia entre o fim de um trecho e o inicio de outro

            Qto a ciclovia da VErgueiro, os 2 horários de pico são os horários onde o número de ciclistas é maior.

            Na Eliseu de Almeida, Inajar de Souza, Av. Atlantica e Guarapiranga tem movimentos significativo de ciclistas também.

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          • Carlos

            Sobre a ciclofaixas do Jaguaré e Politécnica, apenas uma das ciclofaixas se conecta a Politécnica, a que fica do outro lado da Av. Jaguaré, a Rua Santo Eurilo, que se conecta com a Miguel Frias Vasconcelos. Creio que o mais importante trecho, a AV. Jaguaré deveria ter a ciclovia no canteiro central desde o cruzamento das duas vias citadas anteriormente, até a Ponte Jaguaré, e com uso das passagens de pedestres não utilizadas, até o Parque Villa-Lobos, via canteiro central da Queiroz Filho. indo até quase encontrar com a ciclovia da Gastão Vidigal e Prof Fonseca Rodriguez. Com o preparo do acesso a ciclovia Pinheiros na estação Villa-Lobos/Jaguaré, tem-se a necesidade de se ter uma ciclovia na Av. Jaguaré mais urgente. Numa contagem que fiz de 50 minutos na Queiroz Filho, no horário de pico, passam 20 ciclistas.

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          • CiceroS

            Nossa, Carlos, uma ciclovia na Av. Jaguaré (canteiro central) conectando-se com a Gastão Vidigal/Parque Villa-Lobos ia ser fantástico.

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          • Renato

            Carlos, a Ciclovia da Corifeu de Azevedo Marques se conecta diretamente com a da Escola Politecnica na esquina onde as 2 avenidas se encontram….

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          • Carlos

            Verdade, Renato. No entanto, acho essa ciclofaixa uma aberração, o ideal deveria ser uma ciclovia, uma via segregada com grades, pois ocupa a parte central da Av. Corifeu Azevedo Marques, uma faixa em cada sentido, separados da via de veículos apenas com os tachos, facilmente invadido pelos veículos. Por se tratar de periferia, respeito pelas faixas não é uma garantia. Além disto tem uma ciclofaixa, a da Av. Presidente Altino, não há uma conexão segura com essa da Corifeu, inutilizando o potencial uso desta. O correto seria uma ciclovia na Corifeu, o que a tornaria mais segura e mais útil. Do jeito como está, é um risco de vida. Como aquele post das estrutura cicloviária da Nova ZeLândia postado aqui Vá de Bike : http://vadebike.org/2015/01/estudo-economia-investimento-bicicleta-saude-poluicao-transito/: “A pesquisa mostra ainda que o uso da bicicleta poderia aumentar 40% até 2040 se a prefeitura de Auckland construísse uma rede de ciclovias segregada e diminuísse as velocidades de tráfego. Por outro lado, se mais pistas para carros fossem adicionadas em alguns pontos, o tráfego de bicicletas cresceria apenas 5% no mesmo período. Embora o estudo tenha focado nessa cidade, os pesquisadores acreditam que os princípios gerais poderiam ser aplicados em outras cidades onde os carros dominam as ruas.” O eixo Av.Jaguaré – Corifeu – Politécnica com ciclovia segregada poderia ter esse efeito na zona oeste, ao invés de algumas ciclofaixas na região do Jaguaré/Parque Continental/Vila Lajeado, num total de 4 km e a ciclofaixa da Corifeu de Azevedo Marques 2km contra a Av. Jaguaré/Ponte Jaguaré/Queiroz Filho de uns 2km e Corifeu de Azevedo Marques de 2km de ciclovia segregada. Essa ciclofaixa da Corifeu rendeu no Reclame Aqui para parte pública uma reclamação: http://cidadao.reclameaqui.com.br/16452/prefeitura-sao-paulo/ciclovia-absruda-na-av-corifeu-de-azevedo-marques/

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    • ALEKSANDRO

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  • Ciclofemini | Sobre a matéria da Veja São Paulo e o custo das ciclovias na cidade – por Willan Cruz

    […] Veja a matéria completa no site Vá de Bike […]

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  • Paulo

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    • Renato

      As calçadas sempre foram ruins desde que me conheço como gente e só porque estão implantando ciclovias, agora vem falar das calçadas? Tenha santa paciencia.

      O que tem a ver as ciclovias com as calçadas? São mais de 15.000 km de Calçadas. Quer dizer então que os ciclistas tem que esperar arrumar as calçadas para só depois ter as ciclovias? Ah, vá !

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  • Lucas Marianeo

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  • Steven

    Custa 123 euros o metro linear de ciclovia com largura média de 1,5m no link alemão publicado pelo Jose Silva http://www.adfc-erfurt.de/EinMeter.html “Quanto custa um metro linear de ciclovia?”

    Ou 123.000 Euros o Km.

    ATENÇÃO: isso NÂO É SÓ PINTURA. Tem Remoção do solo superficial de carga + Superestrutura sem top coat (aproximadamente 30 cm) + 2 camadas de asfalto !!

    O google traduziu abaixo:

    Para o cálculo, as seguintes premissas foram feitas:

    só para ciclistas e pedestres projetadas (RSTO 01)
    Construção de asfalto
    Exemplo Largura 1,5 m + 0,5 m banquete
    Breve Descrição da acção Quantidade Unidade ∅-preço Preço de oferta
    Limpeza de planta de cobertura do solo, dispor 2,5 m² 1,00 € 2,50 €
    Remoção do solo superficial de carga, descarte 2,5 m² 4,50 € 11,25 €
    Bodenausschachtung para cobrir superfícies
    sobre 40 centímetros 1,5 m² 13,00 € 19,50 €
    Superestrutura sem top coat aproximadamente 30 cm 2,5 m² 10,00 € 25,00 €
    Geotêxtil 1,5 m² 1,50 € 2,25 €
    Teste de carga Placa cada 100 m 0,01 Stk. 125,00 € 1,25 €
    2 camadas de asfalto 1,5 m² 25,00 € 37,50 €
    Balanço de massa subleito Áspero 1 m² 3,50 € 3,50 €
    Taxas de Planejamento 20 % 20,55 €
    O total líquido 123,30 €

    Polêmico. O que acha? Thumb up 4 Thumb down 8

  • Du Dias

    Há que melhorar a sinalização na ciclovia da marginal Pinheiros sim, a reportagem erra até nesta avaliação. Informações como as saídas disponíveis, as próximas saídas e suas respectivas distâncias; a extensão total da ciclovia; os bairros, regiões, pontos de interesse ou serviço (parques, praças, centros comerciais, estações de trem/metrô, etc) ao longo da via não existem. Sinalização é muito mais do que pintar a pista. Mas como bem disse o Willian, acho que não era o foco.

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  • eu

    Ir contra as ciclovias é instigar o assassinato de ciclistas, simples assim! Quem fez essa “reporcagem” deveria passar umas noites no cdp III de pinheiros, como passam quem assassina ciclistas! Falando nisso, sempre que alguém falar que tem que atropelar mesmo os ciclistas (covarde sempre fala quando não estamos numa bike), provoque a pessoa para cometer o ato que ela está dizendo, mas deixe claro qual será o destino dela! celinha da hora no cdp III, onde era para ter até 12 tem 40 e ainda vai nanar no mesmo colchão com outro bandido!

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    • Senhor de Si

      morrem ciclistas, pedestres, motoristas de automóveis, caminhões, motociclistas então……são só opiniões, não tem ninguém armado aqui matando ninguém rapaz….um monte de gente que de fato não é a favor das ciclovias como elas estão sendo implantadas, de forma obscura, desorganizada e eleitoreira (mas parece que o tiro saiu pela culatra)…..as pessoas não me parecem contra ciclovias mas sim como tem sido feito as coisas…….se quem opina contra as ciclovias de sp vc condena como assassino, então está condenado a ser um juiz que culpa inocentes só pq não concordam com vc.

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  • Ubirajara

    Acho uma iniciativa muito boa as ciclovias, porém que sejam bem feitas e bem pensadas, a prefeitura havia criado o corredor para motos na vergueiro, que tem mais buracos do que uma rua de terra, assim retirou uma serie de motos da 23 de maio, guardando vidas e diminuindo os acidentes, e sem planejamento retirou o corredor de motos e pintou o piso com os mesmos buracos, ou seja fez dois serviços mal feitos e não resolveu problema algum, pois o corredor da vergueiro é apertado e as motos voltaram para 23 de maio. Acho um absurdo, este tipo de manobra tem de ser pensada e planejada, e não só utilizar como marketing. Outra coisa é uma ciclofaixa dentro da subprefeitura da mooca, onde o local é um parque e a ciclofaixa foi pintada dentro de uma pista de corrida.

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    • Odair

      Perfeito! é exatamente isso! Fizeram por fazer, sem estudo algum. Alias, olha que ação genial do nosso super prefeito, para diminuir os acidentes nas ruas de SP ele diminuiu a velocidade max permitida em quase todos os principais corredores…..
      Merece palmas, que ideia genial….. seria mais ou menos, para diminuir os acidentes com bikes nas ciclovias, vamos proibir as bikes, sem bikes, sem acidentes!!!! Grande prefeito!!!! por que ninguem pensou nisso antes!!!!

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  • ALEKSANDRO

    A partir do momento que uma revista se diz “neutra”, mas nos seus textos levanta-se questionamentos tendenciosos e que induzem o meu pensamento para várias vertentes, essa revista não me serve….
    O ensino do Brasil não é bom mas eu me esforcei nas aulas de português e interpretação de texto Veja, além de ter um cérebro mais oxigenado por andar de bicicleta regularmente…
    #vejanãomeserve…

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  • MobikerSP

    Acho que esse vídeo evidencia a necessidade das ciclofaixas na cidade de SP.
    https://www.youtube.com/watch?v=VMR__qK2p88

    Acredito que os maiores culpados por ter que haver uma faixa são os próprios carros que não sabem respeitar.

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    • Bruno

      E os ciclistas que também não respeitam as leis de trânsito, como ficam? Queimando farol, atravessando montado em faixa de pedestre entre outros tantos absurdos bem fáceis de se ver na rua…

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      • MobikerSP

        Bruno, eu respondo pelos meus atos. Respeito sinal vermelho, saio junto com os carros faço tudo dentro do mais seguro possível.

        Concordo sobre alguns ciclistas furando farol e colocando a propia vida em risco, mas tbm vejo o meu lado aonde sigo tudo a risca respeito todas as leis e sou totalmente desrespeitado por CET, PM e etc como pode ver no vídeo.

        Repito, não julgue o ato de 1 por de vários, e no video eu apenas julguei quem não me respeito, muitos passaram em uma distancia segura e sempre que fazem o certo eu agradeço com um joinha.

        Abraços.

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      • Renato

        Generalizar não é legal Bruno.

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    • MobikerSP

      Bruno, esses dias gravei a seguinte situação:
      https://www.youtube.com/watch?v=NDSIPykhPtQ

      Eu ciclista parei no farol, todos os outros atravessaram no vermelho.
      Mas não vou generalizar e falar que em sua maioria fazem isso, mas no caso é o que rolou.

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  • Aguinaldo Pedro

    Cada dia mais, torço para que desliguem os aparelhos dessa velha recalcada, travestida de democrática e ultimo bastião da verdade. A Veja é repugnante. Pior, tem rancores e ódios da extrema direita. Chego a pensar que são nazista inrrustidos. Graças ao tempo e aos exacerbos praticados ano a ano de forma partidária e desmedida, estão chegando onde merecem estar, com todo o conteúdo nefasto e mentiroso. No túmulo.

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  • jose silva

    bonitinhos!

    a diferenca eh que o custo da ciclovia em SP, eh estimado e nas da Alemanha, sao custos reais.

    “2013 wurden an Bundesstraßen 20 Radwegeprojekte mit einer Gesamtlänge von rund 23 Kilometer gebaut. Die Kosten, die durch den Bund finanziert werden, haben rund 7 Millionen Euro betragen.” ou seja, custou 304 mil euros o km. A de SP ninguem sabe. R$ 650.000 apesar de ser um chute, pode nao nao estar longe da realidade Brasileira onde obra publica custa sempre 3-4x mais do que o planejado!

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    • tiagobarufi

      Bom, se você fala algo acusatório porque “custa sempre 3-4x do que o planejado”, mas não aponta nenhuma fraude, e admite que nem sabe de nada, está cometendo uma calúnia. É complicado demais para você entender?
      Já estou acostumado com o nível cognitivo de leitores da Veja, que acreditam nas alegações da revista e as têm como verdade absoluta.
      Não adianta copiar e colar textos em alemão: a sua ignorância e subserviência ao falso jornalismo estão dando na vista.

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      • jose silva

        bom, ai eh com vc! Dificil saber se ha’ fraude na hora de dar um preco, ou se nao ha’ uma pesquisa real e sim puxa de um site americano, passa pro real e solta o documento com esse valor… O fato eh, falou que vai custar 50 e no final custa 150. Talvez se tivesse falado no comeco que custaria 120, mais pessoas gritariam. O fato eh: Somos muito ruins em “orcamento”

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  • Pablo Dias

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    • Anderson

      Bom politico mesmo é aquele que gasta bem mais que isso numa ponte que quase ninguém usa, não é mesmo? Que passa uma década sem investir em mobilidade urbana, em transporte publico, que dá total prioridade as tartarugas enfileiradas, quero dizer, automóveis, isso sim é exemplo em SP.

      Sua comparação é tão fraca, que existem estudos mundo a fora mostrando o retorno que a bike dá em mobilidade e saúde, da economia que o governo faz incentivando as pessoas a não usarem carro pra tudo. Se não me engano saiu na superinteressante, um governo europeu fez um estudo que mostrou que pra cada km rodado com carro, o governo gasta 1,2 dolar pra manter toda a cadeia necessária, enquanto pra cada km rodado de bike o governo economiza 0,25 dolar.

      Ainda assim o paulista insiste em criar mais espaço para mais tartarugas fazerem filas. Por essas e outras que já não acredito mais em SP, essa cidade caminha pra qualidade de vida zero, não vejo a hora de me aposentar e sumir daqui, se eu viver até lá, é claro.

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    • Alexandre

      Em São Paulo temos hoje em torno de 500 mil pessoas usando bicicleta, seja no fim de semana, ocasionalmente ou diariamente para ir trabalhar ou se locomover pela cidade. Se esse número por triplicado teremos 1,5 milhão de pessoas fazendo uso de um meio não poluente, que ocupa menos espaço, não gera ruído, e ainda melhora significativamente a saúde de quem o utiliza. Você acha isso mesmo irrelevante? Paris está implantando um sistema que paga as pessoas para irem trabalhar de bicicleta. Será que lá os governos só fazem por causa da demanda ou porque já perceberam que a infraestrutura gerou mais demanda? Sem contar que estima-se que cada 1 dolar gasto em ciclovia gera uma economia de 24 dolares em gastos com saúde pública.
      São Paulo acordou tarde para essa tendencia mundial e só está correndo atrás. Claro que ciclovias não resolvem todos os problemas mas combinando com outros modais elas podem mudar a dinamica de mobilidade da cidade e ainda torná-la mais humana.

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      • Dika

        Tem alguma coisa errada nesses números, eu trabalho fazendo frete, ando o dia todo por toda SP, incluindo o ABC, e raramente, vejo um ciclista na ciclovia, geralmente passo dias sem ver ninguém, e às vezes tem ciclista andando pelo corredor de ônibus ao invés da ciclovia. Não sou contra a ciclovia, mas a turma gosta inflacionar os números, sei bem o que digo pois eu estou o dia todo no trânsito, pra mim seria melhor se fizessem uma motofaixa, porque esses fdps não respeitam ninguém, nem o carro nem pedestre, daria pra conviver numa boa com as bikes se esses caras não achassem que são os donos da rua.

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        • Alexandre

          Não sei que horários e que ciclovias você utiliza, mas certamente não é o corredor Jabaquara – Vergueiro. Aqui o número de ciclistas é intenso principalmente nos horários de pico onde as pessoas estão indo e voltando do trabalho e escola. Durante o resto do dia obviamente o número cai bastante assim como acontece com os carros também. Mesmo assim a via é muito utilizada por serviços de entrega com bike cargueiras e também pessoas utilizando como lazer. Na ultima contagem da Ciclocidade realizada em 16 de setembro das 6h às 20h, foram 1021 ciclistas contabilizados, uma média de 72,92 por hora. O mesmo aumento se notou em outras ciclovias, veja na reportagem aqui do

          Isso foi em setembro de 2014 quando a ciclovia havia acabado de ser inaugurada. Creio que se forem medir hoje deve ter tido um aumento de uns 30% pelo menos. Mas isso é uma percepção minha. Um chute meu. Pois passo por ali para ir e voltar do trabalho em horario de pico e tenho sentido um aumento significativo, muitas vezes volto pra casa junto com um comboio de 5 a 6 ciclistas que vão dispersando ao longo da do caminho.

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        • Alexandre

          o link da reportagem citada

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        • Renato

          Motofaixa é uma aberração e apenas incentiva ainda mais a utilização de um veiculo que polui muito mais que os carros. Em que país no mundo tem isso? Só aqui….Ainda bem que foi desativada….

          E outra coisa Dika, Olhômetro não define números, nem demanda.

          Mas se ainda assim acha que as ciclovias não são utilizadas, te convido a ir pedalar nas ciclovias da Inajar, Eliseu de Almeida, Av.Atlantica, capela do Socorro, Guarapiranga e o Eixo Faria Lima – Gastão vidigal. Isso só para citar algumas, pois conheço outros trechos que vem registrando um bom movimento nesses primeiros meses….imagina daqui a 2 ou 3 anos?

          Demanda não brota do nada….

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    • Vitor

      Algo de baixo para cima deveras, afinal, foi a população que foi às ruas na década de 60 pedir para acabar com a matança que era o trânsito holandês.
      Aqui no Brasil chamamos o mesmo de baixo para cima de “manifestação interrompe o trânsito” e mandamos a polícia “sentar o cacete” nesses “desocupados”.
      Desculpe, Pablo, mas não tem nada mais cultural que o deslocamento por bicicleta no Brasil. O problema é que até poucos anos atrás era coisa de pobre/favelado e outros invisíveis sociais que quando morriam não faziam diferença (além de “atrapalhar o trânsito”) e não ocupavam espaço no noticiário. Hoje, essa cultura está se expandindo para outras classes e são elas que estão fazendo esse barulho todo.
      Quem “acredita que o governo domina a sociedade” não sai na rua com medo de apanhar. Afinal, o que você pensa não diz nada sobre mim, apenas sobre você.

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    • Jonas Bertucci

      Pablo, seu argumento está bem construído, porém, não poderia ser mais falso. Afirmar que na Europa o Governo só investe em ciclovias e ciclofaixas “porque a população já usa a bicicleta há séculos” é uma bobagem sem tamanho. Procure conhecer a história das ciclovias na Holanda ou na Dinamarca. As ruas de Amsterdã na década de 70 eram repletas de veículos motorizados. Do mesmo modo, grande parte dos habitantes de Copenhague espernearam raivosamente até aceitarem e entenderem que a estrutura cicloviária era uma alternativa eficiente. Por outro lado, as ruas das pequenas cidades Brasileiras até hoje são repletas de bicicletas e isso não leva a um maior investimento.

      Evite afirmações falsas, sem fundamento, sem dados, sem pesquisa. Pelo menos evite tirar conclusões sem refletir um pouco mais sobre a realidade. A mudança cultural é algo complexo, envolve mobilização social de baixo para cima, mas também a ação enérgica de governantes com coragem para implementar mudanças que podem desagradar poderosos.

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    • Caio Henrique

      Chamar de “pífio” a reestruturação da cidade de Nova Iorque é, no mínimo, ignorância. A transformação que aconteceu lá foi tremenda. A mesma coisa é insinuar que o Governo não tem condições de interferir nos hábitos de deslocamento urbano das pessoas. O que mais aconteceu nos últimos tempos foi incentivo do governo para o uso do automóvel. Inclusive recentemente, forçando uma baixa no valor dos veículos motorizados com isenção de impostos. Agora, observe o crescimento do número de carros nas cidades.
      O problema está quando nos acostumamos com o que é ruim. Carro é um veículo maravilhoso, mas seu mau uso traz problemas terríveis para uma sociedade. Contabilize os mortos e feridos em acidentes de trânsito, a violência e brigas no trânsito, o estresse e atraso gerados pelos congestionamentos, os problemas de saúde e mortes causados pela poluição dos automóveis, a concentração de dinheiro nas mãos de uma minoria (concentrando riquezas nas mãos dos mais ricos e ampliando a desigualdade social). Só as mortes nessa conta, já justificariam uma mudança emergente nos nossos hábitos.

      Leia sobre Copenhagen e descubra a revolução que o automóvel causou quando chegou por lá. Durante esse período, as bicicletas desapareceram e ciclovias foram destruídas. A população percebeu, então, o mal que a mudança trazia para a cidade. O governo enxergou a mesma coisa e conseguiu resgatar a cultura da bicicleta. Hoje, a maioria simplesmente prefere a magrela.

      Deixe qualquer partidarismo de lado, se porventura existir. Venha para este futuro, que você chama de virtual, mas que certamente chegará. Um grande abraço!

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      • Alex

        Caio, a mudança em Nova York foi tão grande que impactou até no comércio. Não sei qual rua que eles fecharam para o trânsito de carros, tornando-a um calçadão para pedestres e ciclistas, e o aumento nas vendas foi nítido.

        Esse exemplo demonstra que a apropriação do espaço público é altamente benéfico para uma cidade. Dentro do carro, você se isola. Ao caminhar ou pedalar, você acaba tendo uma percepção maior das pessoas, das árvores, das lojas,… é algo extremamente positivo.

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    • Renato

      Ignorância e achismo é dose.

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    • Felipe

      cara, para de “achismos” coxinha

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  • CORDEIRO

    Salve, Galera!!
    Bicicleta é uma bandeira que levanto e sempre levantarei, meio de transporte do passado, presente e futuro. Atemporal!! Quase uma viagem ao tempo!
    Convido vcs para curtirem a página: Respeito ao Ciclista

    Por meio desta, vejo uma maneira de ganharmos forças.

    Precisamos de união pra termos voz. O ciclista é literalmente marginalizado!

    Sou cicloturista, e venho constatando isso em diversos estados brasileiros, como em outros países.

    Estou fazendo propaganda sim. Curta no face: Respeito ao Ciclista

    Mas estou nessa luta tb!! Por um Brasil conectado por ciclovias!!

    Um abraço à todos!! PEDALA!!

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  • CORDEIRO

    VEJA QUER E VENDER REVISTA , POR FAVOR NÃO COMPRE, INVISTA NA SUA BIKE….MATÉRIA DA VEJA E TENDENCIOSA, POLITICA, EU NUNCA VI UMA MATÉRIA DA VEJA QUE FOSSE PRODUTIVA,…JORNALISTA QUE VENDER …A CADA MOMENTO TEM UM NOVO QUESTIONAMENTO , EI….AÇÃO , REAÇÃO , SOLUÇÃO…
    HUGS FOR ALL.

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  • val

    O problema è o mesmo de sempre, o egocentrismo intrínseco dos ambiciosos. Sao incapazes de reconhecer necesidades alheias e que o bem pra um é o bem pra todos. O egoísmo reina, impera….enquanto isso não mudar, será impossivel mudar o país e seu rumo

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  • Giu

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    • Alexandre

      Você precisa se informar melhor. As ciclovias de Bogotá foram em sua maioria (450 km) feitas da gestão de Enrique Peñalosa que foi entre 1998 e 2001. Em Nova York foram 450 Km de ciclovias em 5 anos. Mas já existiam 50Okm antes disso. Em Buenos Aires foram 130 Km em 3 anos. Em todas essas cidades o número de ciclistas mais que triplicou no período. Em Bogotá 6% das viagens são feitas em bicicletas, sendo que 19 % são em carro. Aqui em São Paulo já tivemos varias tentativas de fazer ciclovias, sempre frustadas porque o poder público sempre negligenciou esse modal colocando em risco as vida de quem tentava usá-lo. Agora temos uma iniciativa que mesmo com problemas, merece o apoio. Temos que reconhecer inclusive a gestão anterior que teve a coragem que fazer a ciclofaixa aos domingos, que foi a semente de tudo que está acontecendo hoje. A ciclovia da vila mariana foi uma experiencia que copiou os padrões adotados nesses cidades que eu citei acima e so não teve mais exito justamente porque não foi expandida para outras ruas. O que eu quero dizer é que não temos que defender o prefeito ou o partido. Temos que defender a iniciativa. As ciclovias hoje já são um caminho sem volta, e quem quiser se eleger terá que incluir na sua plataforma de campanha a expansão e melhoria que já temos hoje.

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      • jose silva

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        • Eu

          Jose, vá pesquisar antes de vomitar asneiras, sim? Tu não sabe de nada….se eu for postar tudo que sei e pesquisei as ciclovias de Bogotá, nova iorque e outras cidades aqui, você vai falar que é tudo falso e montagem.

          Google está ai para isso. Mãos as obras!

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        • Fabio

          José Silva, só Vejo ódio em suas palavras, portanto, seu maior castigo é a sua própria vida. Vou ao trabalho TODOS os dias de bicicleta, faça chuva ou faça sol, e desde que as ciclovias foram implementadas, os paraciclos do prédio em que eu trabalho foram ocupados de tal forma, que estão ampliando. Ou, em outras palavras, chupa !!!! Ah, e continua lendo a revista de fofocas (como bem definiu a britânica The Week) Óia.

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  • Carlos

    Bom dia!

    Como você mesmo disse, a VEJA fez uma matéria parcial e com objetivos explicitos. O mesmo fez você, com dados que só interessam a quem defende esse Prefeito e esse partido.
    Vou ficar no meio do caminho. A Veja exagerou e você defendeu demais.
    Ande pelo bairro de Campos Elíseos e veja como foram feitas as pinturas da Ciclovia. Tinta de má qualidade, usada sobre buracos não consertados, antes de pintar. Vá para as periferias. Ciclovias em cima de calçadas, com postes no meio do caminho e reduzindo o espaço do pedestre a zero.
    Por favor, use seu espaço para melhorar as coisas, não para travar uma briga de torcida entre partidos.

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    • Eu

      A periferia não é só os bairros que você citou Carlos. Não fica metendo o loco não!

      Quer ver boas ciclovias? Vá na Av. Pirajussara, extremo da Zona oeste. Ou na Av. Atlantica.

      Pode ser o partido que for, se tá fazendo algo de bom por nós, vamos defender, mas também vamos cobrar melhorias.

      Agora ficar falando que quem defende é petista e que tá do lado do prefeito e quem não defende é tucano é se rebaixar demais.

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    • Fabio

      Sempre essa conversinha partidária …

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    • Paulo

      Boa tarde Carlos e demais leitores,

      Moro em Campos Elíseos, onde pela primeira vez em décadas a rua Barra Funda foi devidamente iluminada em toda sua extensão devido à ciclovia, e isso aconteceu com todas as ruas onde passam ciclovias. Só há um trecho de má qualidade, o da rua Souza Lima, os demais trechos ficarão ideais com a segunda parte do projeto: cobertura asfáltica vermelha e nivelamento.

      Eu não utilizava bicicleta em São Paulo há mais de vinte anos, com a malha de Campos Elíseos se conectando às diversas regiões da cidade, sou um a menos ocupando espaço em ônibus e metrôs lotados, e um carro a menos nas ruas entupidas da cidade. Gastava uma hora e meia em meu trajeto diário, agora são cinquenta minutos, com as ciclovias da Paulista e adjacências vou gastar uns 35 minutos. Nunca sequer pensei em uma transformação dessa magnitude em meu cotidiano. Isso é maravilhoso! Já são quatro meses de mudanças benéficas em minha vida e na vida da cidade, espero que não precise retroceder, pois quero viver em uma cidade cosmopolita e civilizada, não em uma província de idiotas endinheirados e seus escravos mentais.

      É preciso apoio ao projeto das ciclovias por se tratar de ato civilizatório. 20% da população paulistana se locomove de carro e isso é suficiente pra causar a trombose nas vias da cidade. Mudar esse quadro é transformar um cenário de desequilíbrio que adoece o povo todo.

      Abraços a todos!

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  • Paulo Jorge

    Amigo, o Sr. é morador da região do Butantã? Conhece a Eliseu de Almeida? A Av. foi ‘reformada’ na gestão do Kassab, que havia retirado a terra e entulho do meio da avenida e que estaria em condições de fazer a ciclovia. Pois bem, não o fez, tampou com terra e entulho e depois fez uma licitação para fazer a ciclovia e logo em seguida começou a destruir o que havia re-re-re-construido. Veio o Haddad e fez o que? Pintou e reformou a ciclovia que já estava pronta. O mesmo aconteceu com a ciclovia do Parque Villa Lobos que foi feita em cima da que foi construida. A ciclovia da Av. Escola Politecnica foi feita na calçada, aonde anda os pedestres…o que a revista VEJA fez foi documentar o que não se quer ver…ciclovia é legal mas que seja discutida com a comunidade que vai cedia-la, e não engolir

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  • Daniel Biazoto

    Cícero,
    Se você afirma que não é ciclovia sobre ciclovia é porque, com certeza, você não usa esse trecho. Não houve raspagem alguma. Literalmente colocaram a nova ciclovia, com asfalto pigmentado (aqui é ponto indiscutível pra prefeitura) em cima da velha. Basta dar uma passada por ela e você vera bem do que estou falando. Uso está ciclivia há anos, tanto para pedalar como para correr, inclusive durante as obras.

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    • CiceroS

      Então, Daniel, então, eu também, eu também utilizo esse trajeto, e com certa frequência esse trajeto. E desde antes, bem antes das obras.

      E eu não disse “raspagem”, nem em relação ao concreto do calçadão anterior, nem…

      Mas, se você realmente acompanhou as obras, então você testemunhou, como eu testemunhei, como era feito: quebra do concreto antigo, armação, colocação do concreto pigmentado e… E não se chegou à fase de acabamento. E agora você sabe o porquê, né?

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  • Prefeitura rebate reportagem da Veja São Paulo sobre ciclovias | Via Trolebus

    […] feita. A mesma matéria ainda gerou reação negativa dos principais portais de ciclistas, como o Vá de Bike e Bike é legal. […]

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  • Carlos

    Pergunta: alguém tem notícia sobre ciclovia da avenida Cruzeiro do Sul, em Santana? A obra começou e parou faz meses e não vejo ninguém falar nada. Neste caso trata-se de claro desperdício de dinheiro e de falta de planejamento, porque podia muito bem ter começado como um prolongamento de uma ciclovia que já existe, e é perfeita, na avenida Brás Leme, mas não. Agora fica aquela tirinha de 700 metros no meio do nada. Se alguém tiver notícias, publique, por favor. Moro na região e adoraria andar de bike.

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    • Renato

      Carlos, passei por essa ciclovia ontem e tinha operarios fazendo o paisagismo no trecho onde a ciclovia se conecta com o primeiro trecho. Todo o concreto está pronto, só falta mesmo jogarem a camada pigmentada ou pintar e sinalizar…

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  • Wellington

    A minha maior tristeza em relação a esses meios de comunicação é perceber que eles não AMAM a cidade, nem o que é certo ou errado. Ou bom ou ruim. Estão preocupados com a disputa política a qualquer custo, nem que para isso eles precisem destruir coisas boas.

    Primeiro foram contra as ciclovias. Mas quando a população aprovou, mudaram o discurso. Passaram a criticar a qualidade delas, como buracos, pintura, etc. Aí a prefeitura recebe prêmio nos EUA e até a visita do inventor da Mountain Bike em SP. Foram derrotados novamente. Diante disso, partiram para a sacanagem de contaminar a população induzindo as pessoas a pensarem que estão roubando dinheiro com as ciclovias e deixando-as sem hospital, etc. Uma covardia da mídia.

    William, diante do exposto, acho que precisamos agir. Devemos protestar. Sugiro um grande protesto na paulista (todos de bike) contra esses apelos midiáticos que visam destruir coisas boas. Vamos adiante com essa ideia. Melhorá-la.

    A Prefeitura já respondeu às críticas:

    http://www.capital.sp.gov.br/portal/noticia/5314

    Abraço a todos.

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  • Steven

    A matéria tem defeitos. Como toda matéria tem. E tem a virtude de chamar a atenção à possibilidade de mau uso de dinheiro.
    Quanto melhor o gasto mais ciclovias teremos.
    600 mil como média pode ser distorcido.
    Mas e o orçamento de cento e poucos mil que a revista levantou comparado com mais de 200 mil/km que foi gasto?

    Para mim o foco da matéria foi possibilidade de desvio de nosso dinheiro.

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  • Suely c.do esp.santo

    Adoro andar de by

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  • #noslivredoPT

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    • Vendo com meus proprios olhos

      Realmente, devo dizer que sei bem o quão ruins são as atuais ciclofaixas… se fossem bem feitas e bem planejadas seria outra coisa.
      A ciclofaixa da Rua Doutor Luiz Migliano é um show de horrores, pintaram o chão sem nem mesmos asfaltar direito, então tem vários buracos e passo a pé por lá todo dia pra comprovar.
      Fizeram a faixa numa ladeira bem ingrime, o que tb é um absurdo.
      Além disso, como na rua tem pontos de ônibus e cemitérios, as ciclofaixas vão ficando estreitas e chegam até mesmo a sumir e se rematerializar 500 metros à frente, depois do cemitério… um verdadeira absurdo e mal uso do dinheiro público.
      Não sou contra obras, mas sou contra obras mal feitas que servem apenas pra propaganda de fizemos X km e que em nenhum momento realmente planejam uma melhoria para a nossa cidade!

      Outra ciclofaixa que conheço é a do Parque Severo Gomes, essa tem menos buracos (apesar de não terem asfaltado tb), porém a tinta já desbotou com a chuva!

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      • Alexandre

        Bem vindo ao mundo real, onde as ruas não são perfeitas. Sim elas ja tinha buracos e vc passava de carro neles. Sim elas tem subidas, e vc usa a marcha mais potente de seu carro né? na bike também tem marcha mais potente. A tinta desbotou ohhhhh que coisa não? mas ainda pra andar nela né? isso não torna impossível trafegar.
        Olha o que eu vejo é que tem muita gente que quer andar de bicicleta nas nuvens. Faz um favor, chama o E.T. e pede pra ele ir com vc.

        Quer muito que as ciclovias sejam melhores e fico puto quando tem alguma coisas erradas com elas também. Mas pra melhorar alguma coisa, primeiro essa coisa tem que existir. A 23 de maio onde já se gastou muito dinheiro, começou com uma avenida de 2 pistas. Antes disso nem avenida tinha, era um riacho.

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        • Vendo com meus proprios olhos

          Se você quer coisas bem feitas, não se contente com coisas mal feitas!

          Infelizmente neste mundo tem muita gente que se contenta com pouco e muitos profissionais que fazem trabalho ruim e acham que isso está bom!
          Espero que um dia, isso mude nesse país e passemos a exigir trabalho de qualidade em tudo!

          Seja na faixa para carros, nas faixas exclusivas de ônibus ou nas ciclofaixas.
          Tb entram nessa conta os hospitais e a educação, porque um país que acha que coisa mal feita é o padrão é um país que será sempre mal feito e de péssima qualidade…

          E o dinheiro pra refazer as coisas mal feitas saem dos seus impostos e acaba fazendo com que você tenha que gastar mais para ter menos!

          Se você contratar um pintor pra sua casa e a sua casa desbotar em 2 meses você ficará feliz??? Vc ficará feliz se o pintor te disser que pelo menos ele pintou e que daqui mais uma 5 novas pinturas talvez fique razoável e que vc terá que pagar pois mais 5 trabalhos dele?

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    • tiagobarufi

      Que bonitinho! Agora o motoristinha mimado apareceu.
      Inventou esse 90%, né? É sempre legal inventar números. Eu posso inventar que você, em seu surtinho mimado anti-PT, se assemelha 100% ao personagem Quico, do comediante Carlos Villagran (Gentalha!! Gentalha!!)
      É comovente seu esforço de partidarizar a ciclovia, como se a pessoa precisasse apresentar a carteirinha do PT para trafegar. Continue, está engraçado!

      E, finalmente, com suas colocações sobre o povo brasileiro, devo presumir que você é estrangeiro ou então é uma pessoa com um sério transtorno, o chamado complexo de inferioridade. Deve ser horrível viver fazendo parte de um ‘povo inferior’, não é mesmo? Por que você não emigra? Ouvi dizer que na Flórida tem bastante louça para lavar, e lá não tem muita ciclovia!

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  • Marcos

    Ando de moto diariamente. Ainda tenho muito medo de usar a bike, pois sei exatamente como se comporta o motorista médio ao ver que as pessoas que escolhem modais diferentes estão chegando em casa mais rápido que eles em seus bonitos e caros automóveis.

    A turma que argumenta sobre as motofaixas desativadas não sabe que quem sugeriu a desativação foi o CET, já na gestão Kassab. Foi registrado um aumento no número de acidentes. No caso das motocicletas, não sou favorável à vias segregadas.

    Também considero um equívoco eliminar o espaço das motos entre as faixas de automóveis. Não adianta privilegiar as bikes em detrimento de um modal também muito eficaz que é a moto. Na minha opinião, a moto tem de ser estimulada como modal, não combatida. E da mesma forma que os automóveis, a moto NÃO É SOLUÇÃO para o problema de comutação da cidade. Se todos os carros virarem motos, o caos continuará o mesmo.

    Sobre a Veja, não há muito o que comentar. Apenas seguindo a linha de raciocínio proposta, deveríamos parar de construir qualquer coisa que fosse, pois é modus operandi haver super faturamento em obras públicas. Outra coisa patéticas é esse argumento de que “temos de melhorar a educação de trânsito antes de implementar ciclovias”. Equivale a dizer que temos de combater o tabagismo antes de pensar em tratar cancer de pulmão.

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  • luciano

    em todo lugar tem os URUBUS, carniçeiros que acham que tudo sempre vai dar errado e não enxergam o óbvio, assim como afirma a matéria da VEJA , em seu inicio(unico trecho da matéria que nos presta um bom serviço), os paises desenvolvidos ja investiram alto em ciclovias ha muito tempo, um transporte barato, seguro( se andar na ciclovia), nao poluente.Quanto ao preço, tenho a acrescentar para o debate que a reforma da ciclovia aqui da orla de Santos com 5 Km está estimada em R$ 6 milhões!!!! ponto final e ciclovia neles!!!

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  • CiceroS

    (Bão, vamos lá.)

    Nossa, essa matéria da Veja é realmente um monumento à vergonha e à irresponsabilidade jornalísticas. Além de misturar alhos com bugalhos nessa média de custo paulistana, os valores internacionais e mesmo os das outras cidades nacionais…

    Fontes? Pra que fontes, né? Nomes dos tais profissionais de trânsito, citações, referência das referências, pra que isso tudo serve mesmo?

    “Os dados foram obtidos durante entrevistas com profissionais dos departamentos de trânsito de dez cidades estrangeiras que são referência em investimentos nessa área.”

    Então, tá.

    Bom, eu já conhecia aquele estudo (que é referência nos EUA) mencionado no Diário da Mobilidade: http://www.ssti.us/wp/wp-content/uploads/2013/10/PedBikeCosts.pdf

    E aqui um resumo dele: http://katana.hsrc.unc.edu/cms/downloads/Countermeasure_Costs_Summary_Oct2013.pdf

    (Ah, pros desavisados: lá é milha terrestre e DÓLAR, então façam antes as devidas conversões, por favor.)

    E tendo por base esse documento e um simples googlear, deu de levantar outro sério questionamento em relação à isenção ou inépcia dos jornalistas e colaboradores que escreveram a matéria:

    Sim, o quadro de cidades e custos médio por quilometro é de certa forma coerente, SE considerarmos os valores inferiores para intervenções mais simples, subindo para as mais complexas, e NÃO como médias.

    Agora, sem fontes, você poderia embaralhar as cidades com os valores na tabela e ficariam tudo bem, qualquer disposição lá passaria sem problemas como “verdade”, não é mesmo?, já que não temos como conferir, para cada cidade, as estimativas e os custos exatos ou aproximados para cada tipo de ciclovia, nem mesmo o período e a etapa de implantação delas.

    Vai, ficando apenas na disparidade algo suspeita entre Nova Iorque e São Francisco:

    Se você se der trabalho de apenas googlear, você encontra para São Francisco valores por milha de uma ciclovia segregada básica entre 400 a 500 mil DÓLARES, mas na tabela a média que eles dizem ter apurado foi de 157 mil REAIS.

    Quanto à Nova Iorque, na matéria diz-se que “os trechos mais simples, feitos com pintura no asfalto, saem em média por 140 000 reais, segundo o Departamento de Transportes da cidade americana” (sic), mas como está na tabela, na tal média…

    Ou seja, tem alguma coisa muito errada na composição dessa tabela, não tem? Ou, talvez, algo muito de podre na…?

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  • Daniel Biazoto

    Cicero,
    Muito obrigado pela atualização. O que não entendo é o motivo de fazer a ciclovia em cima da ciclovia. O novo trecho da Gastão Vidigal ficou excelente. Mas o piso em frente ao parque Villa-Lobos esta horrível, muito pior do que era antes. Junção de piso pra tudo que é lado. Andar com road nesse trecho é tortura!!!

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    • CiceroS

      Putz, então, Daniel, não é bem “ciclovia sobre ciclovia”, mas retirada do concreto anterior e aplicação de concreto pigmentado, pra não perder com as “intempéries” a corzinha, né? rs. E, numa segunda etapa, haveria um acabamento (pré-sinalização) nele pra ficar lisinho como ficou na Gastão Vidigal. E, devido à paralisação, isso nem chegou a ser feito. Pena, né?

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  • Eduardo Lima

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  • Daniel Biazoto

    Boa noite,
    Porque não fazem uma matéria sobre a civlovia em frente ao Parque Villa-Lobos? Começaram a “fazer” uma ciclovia em cima da civlovia. Só que abandonaram o local desde Outubro/2014 com a “reforma” pela metade, inclusive com os vergalhões descobertos no trecho próximo à praça Panamerica.

    Poderiam ao menos perguntar pra Prefeitura quando terminarão.

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    • Diego

      A prefeitura vai ter o prazer em te responder se ela for notificada. Faz a reclamação no site: http://sac.prefeitura.sp.gov.br/

      OBS: Não trabalho na prefeitura, mas sempre que encontro alguma irregularidade seja um buraco na rua eu abro reclamação lá e eles resolvem.

      Abs.

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    • CiceroS

      Daniel e Diego: as obras paralisaram por, hum, conta do Tribunal de Contas do Município (TCM), que está fazendo análise dos contratos e solicitou esclarecimentos à Prefeitura. E enquanto essas demandas do TCM não se concluírem, as obras não poderão ser retomadas.

      Não se esqueçam de que os recursos, o regime de contratação e execução dessa ciclovia são específicos (Operação Urbana Consorciada Faria Lima), como o próprio Willian esclareceu no post, aliás.

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    • Renato

      Ali foi feito uma reforma, não “ciclovia sobre ciclovia”.

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  • Claudio Esteves

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    • Alexandre

      A coisa toda é uma questão de cultura. E cultura não se forma de uma hora pra outra. Ela pode demorar anos para se formar, assim como foi em outros países. Mas o primeiro passo é fornecer a infra estrutura. É o mesmo que aconteceu com o uso do carro. Antes a cidade tinha poucas avenidas e se andava de bonde puxado a traçao animal e depois energia eletrica. Em um dado momento a cidade optou por se expandir e abandonar esse modal em troca de um plano de avenidas. A estrutura veio mas por um bom tempo os bondes ainda circularam, ate que o seu uso foi caindo e os carros dominaram as ruas projetadas para eles. Fico imaginando como seria a cidade se a escolha tivesse sido manter e modernizar os antigos bondes(hoje seriam os VLT ou TRAM como são chamados em Amsterdam). Talvez estaríamos hoje no mesmo patamar de muitas cidades europeias em termos de mobilidade.

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    • Renato

      Desculpa para boi dormir.

      Os quase 400 km das ciclovias do Rio de Janeiro mandam lembranças Claudio….

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  • Jura

    A Veja confundiu as ciclovias do Haddad com a reforma do calçadão do Kassab e Marco Aurélio Cunha na avenida Sumaré entre a Homem de Mello e a Capote Valente, que custou 2,2 milhões e tinha 2,3 km de extensão. Ou seja, 1 milhão por km para transformar uma ciclovia já construída em calçada, onde já havia outras duas!

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  • Marco Antonio

    Não li a reportagem e não estou 100% a par do que ela falou – a minha fonte é este blog – mas me chamou a atenção essa informação de que passam 5 bicicletas por minuto na Vergueiro. Eu passo todo dia por esse trajeto entre as 9:00hs e 10:00hs e lhe asseguro que a ciclofaixa é um verdadeiro deserto, no dia que eu vejo mais de uma bicicleta por toda a extensão da faixa é muito.

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    • Thiago

      Eu passo todo dia na Vergueiro pouco depois desse horário e vejo sempre umas 3 a 6 bicicletas (no trecho da Bernardino de Campos até a Barão de Iguape).

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    • Vinicius Mundim Zucheratto e Figueiredo

      Não sou de são paulo, mas o texto afirma que passam 5 bicicletas/minuto no horário de pico. E isso é bem plausível.
      Quando alguém (pessoa, jornal…) disser que determinado trecho é deserto entre 9h-12h / 14-17h isso é a coisa mais normal do mundo, visto que o ciclista que passou ali indo para o trabalho/escola não vai passar de novo em ‘horário de vale’.

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    • tiagobarufi

      Se você passa de carro, realmente não vê ninguém. Ninguém vai ficar parado de bicicleta no congestionamento.

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    • Dika

      Eu trabalho fazendo frete, ando o dia todo por toda SP, incluindo o ABC, e raramente, vejo um ciclista na ciclovia, geralmente passo dias sem ver ninguém, e às vezes tem ciclista andando pelo corredor de ônibus ao invés da ciclovia. Não sou contra a ciclovia, mas a turma gosta de inflacionar os números, sei bem o que digo pois eu estou o dia todo no trânsito, pra mim seria melhor se fizessem uma motofaixa, porque esses fdps não respeitam ninguém, nem o carro nem pedestre, daria pra conviver numa boa com as bikes se esses caras não achassem que são os donos da rua.

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  • clayton

    Rua vergueiro pq vc bao vai em outras ruas andar de bicicleta onde passa a maior parte do tempo com água empoçada?

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  • Fabiola

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    • Alexandre

      Querida Fabíola, Como você pode conseguir ser neutra se não anda de bicicleta pela cidade? Somente quem utiliza essas estruturas que você citou pode dizer se elas são úteis ou não.
      A da Rua Guatas por exemplo é uma ligação entre a ciclovia da Av. Jabaquara e Av. Jose Maria Whitaker, chegando ate a Av. Indianópolis, onde está prevista uma ciclovia também. Por esse caminha circulam as pessoas que vão da Saúde/Pç da arvore e querem chegar ate a regiao de Moema, Brooklin, Vila Olimpia etc.
      Na rua 1 de janeiro há uma estrutura cicloviaria que serve de ligação entre a ciclovia da R. Vergueiro e a da Av. Jabaquara. Essa ciclovia também permite chegar ao parque do Ibirapuera e outras regiões próxima com mais segurança.
      Houve estudo sim, e as ciclovias começaram por vias onde a implantação era mais simples ou existia um possibilidade de conexão, por exemplo as da região central onde foi criada uma malha cicloviaria ligando o bairro da santa cecília com o centro histórico.
      Sobre a questão do ódio, acho que ele sempre existiu porém o ciclista e outras veiculos movidos a energia humana(skate, patins, carroças, cadeiras de rodas etc) era simplesmente ignorados e tratados como “intrusos”. Hoje eles tem uma via para circular com segurança e se não era são respeitados ainda, ao menos não são mais invisíveis.
      Que bom que você é uma motorista do bem, fico feliz continue sendo assim e vera que os ciclistas não odeiam os carros, eles apenas escolheram uma meio de circular pela cidade que faz mais sentido para eles. Quando vc vir alguem fazendo alguma coisa errada, mande um “bom dia, obrigado por ajudar a cidade com um carro a menos, mas cuidado com sua segurança”. Certamente ele vai ficar constrangido e vai pensar antes de fazer algo imprudente.
      Sobre o capacete, é um engano comum, mas segundo o código de transito brasileiro, o ciclista nao é obrigado a usar capacete, embora seja um item recomendável. Na verdade em muitos paises onde a bicicleta é um meio de transporte largamente utilizado as pessoas andam livremente sem capacete. Justamente porque se sentem mais seguras.
      Fique tranquila, a mudança que estamos vendo na cidade vai ser para melhor. Mesmo com tantas resistencias, o que é normal pois estamos mudando a vida das pessoas e ninguem gosta muito de mudar, acho que no final São Paulo vai se transformar em uma cidade ótima de se viver.

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    • Alexandre

      Sobre a ciclovia da Rua Guapiaçu(li Guapiaçu e respondi sobre a Guatas) ela está dando a opção a quem quer sair da Luis Goes, Loefgreen e imediaçoes para chegar na Jose Maria Whitaker e vice versa. Mas ainda creio que outras ciclovias surgirão nesse região mais para frente. Então nao se preocupe, pois mesmo que ela ainda esteja ligando o nada ou lugar nenhum (o que eu discordo) ela ainda vai ter mais conexões.

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  • Clarindo

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    • tiagobarufi

      A faixa de moto precisou ser desativada.
      Qualquer pessoa que queira saber pode ter acesso às informações da motofaixa: ela mais que dobrou as mortes de motociclistas nos lugares onde foi implementada: Vergueiro e Sumaré.

      Motofaixa é um perigo. Não existe em poutros lugares do mundo, justamente porque é perigoso demais.
      Então, é preciso cautela antes de acusar a prefeitura ou quem quer que seja por erro na desativação das motofaixas: elas matavam gente. Talvez porque bastasse um imprudente com moto para colocar todos os outros em risco. Era imperativo remover a motofaixa.
      Substitui-la por ciclofaixa que diminui o risco de forma substancial foi uma medida mais que bem-vinda. Eu percorro essa via com muito menos risco hoje em dia.

      É importante pesquisar antes de afirmar. Fica feio dizer que a ciclovia não tem planejamento diante do fato que elas são úteis e salvam vidas com um mínimo de impacto no trânsito.

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      • Ricardo

        Tiago, sou motociclista e por anos utilizei o corredor da Vergueiro, sinceramente vi pouquíssimos acidentes, de pequena gravidade, causados por motoristas irresponsáveis que teimavam em fazer conversões à esquerda.

        Embora não seja ciclista tenho defendido fortemente a criação das ciclovias, evidentemente questionando o modo como alguns trechos são feitos, mas em geral apoiando a ideia e ansioso pra que possamos chegar em um nível em que eu me sinta seguro em andar de bike por SP.

        Gostaria honestamente de ter acesso aos dados referentes ao dobro de mortes onde havia os corredores de motos. Preciso concordar com o Clarindo, somos 2MM de motociclistas entregues à própria sorte. Não acho que minha vida como motociclista vale mais que a sua como ciclista, ou vice e versa, somente pela quantidade, mas a verdade é que motociclistas são exterminados diariamente e ninguém parece se importar.

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        • Renato

          Bem, eu sou motociclista e ciclista, então conheço os 2 lados da moeda. A motofaixa da vergueiro me beneficiou, mas eu nunca fui a favor daquilo, pois muitos motociclistas abusavam da velocidade e me ultrapassavam pelo curto espaço que tinha.

          Os ciclistas são a parte fragil, pois não tem a força do motor que permita acompanhar o fluxo de carros. Logo, nada mais justo que o espaço seja destinado ao ciclistas.

          Além disso, a moto polui muito mais que o carro e não deve ser incentivado de jeito algum.

          Acidentes não podem ser medidos só no olhômetro do momento que vc passa lá. Um dia tem 24 horas e não tem como ficar 24 horas vigiando e ao mesmo tempo em toda a extensão de uma determinada via.

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          • Ricardo

            A moto polui muito mais que o carro?! Não sei de onde o amigo tirou esta informação absurda. Minha moto faz 40kml, exige troca de oleo, cerca de 1L, a cada 8.000km, possui sistema que desliga o motor por completo em momentos de parada, como semáforos e tem índices de emissão baixissimos.

            Eu sei que acidentes não podem ser medidos no olhometro, por isso eu pedi que o Tiago fornecesse os dados aos quais teve acesso sobre “mais que dobrar o numero de mortes de motociclistas nos lugares onde foi implementada”

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        • Alexandre

          Ricardo, Embora eu seja ciclista também sou sensível ao perrengue que vocês passam todos os dias. Realmente houve um aumento do numero de acidentes, não sei se de mortes, no periodo após a implantação das motofaixas e a decisão de abolir esse tipo de estrutura foi tomada ainda pelo Kassab. De uma olhada nessa matéria da UOL: Acho que a quantidade de motos na cidade aumentou muito e seria interessante ter algum tipo de ação para melhorar as condições de trafego dos motociclistas na cidade. Creio que esse é um ponto falho na politica de mobilidade na prefeitura e que o sindicato e os próprios motociclistas devem sim cobrar mais medidas para garantir mais segurança.

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        • tiagobarufi

          Sim, Ricardo, eu posso acreditar que você nunca tenha visto um acidente. Eu mesmo vi apenas um, que causou ferimentos graves em dois motociclistas que não foram culpados pelo desastre: um motorista de carro converteu à esquerda na esquina próxima à Av. Bernardino de Campos e teve a capacidade de fazer isso cortando a frente dos dois motociclistas.

          O fato é que evidência anedotal não serve de medida. Os números que determinam a segurança de uma estrutura são aqueles obtidos estatisticamente, e estes mostraram que os acidentes aumentaram em 152%. Não é pouca coisa.

          http://hojesaopaulo.com.br/noticia/cet-conclui-que-motofaixa-contribuiu-para-aumentar-acidentes-em-152/4402

          Essa é informação na qual me baseio para considerar que as motofaixas não deram certo.

          Quanto aos números com bicicleta, há estudos de sobra que levam à conclusão que ruas com mais bicicleta são mais seguras para todo mundo, não só para os ciclistas.

          http://www.cycle-helmets.com/safety_in_numbers.pdf

          http://www.sciencedirect.com/science/article/pii/S0001457509000876

          Nossa opinião pode ser contaminada por preconceitos. Políticas públicas precisam ser avaliadas com um pouco mais de rigor científico.

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          • Clarindo

            Tiago,

            É interessante como cada um lê o que quer:

            Entrei no link que você mandou e transcrevo o seguinte texto:
            “A Prefeitura também adintou que “embora em 2012 nenhum motociclista tenha morrido nas avenidas Sumaré e Paulo VI, no ano passado eles se envolveram em 58 acidentes de trânsito com vítima contra 23 ocorrências registradas em 2006, ano de estreia da motofaixa. Em 2007, após um ano de funcionamento da motofaixa, 50 acidentes de trânsito envolvendo motocicletas vitimaram fatalmente quatro motociclistas nas avenidas Sumaré e Paulo VI”.”

            Veja então:
            1) nenhum motociclista morreu nas avenidas Sumaré e Paulo VI.
            2) comparar números de 2006 com 2012 não é razoável, já que o volume de motos quase duplicou em 6 anos;
            3) a motofaixa da Vergueiro foi criada justamente para que os motociclistas não utilizassem mais a 23 de Maio. Sendo assim, a matéria deveria considerar os números de acidentes na 23 de Maio. Diminuíram? Aumentaram?

            Se for para falar de percepções, eu sou motociclista há mais de 30 anos e me sentia muito mais seguro nas motofaixas da Vergueiro e Sumaré. Para mim, eram ilhas de segurança nesse trânsito caótico da cidade.

            Por fim, não concordo que as motofaixas não deram certo. É só olhar grandes cidades asiáticas na Coreia, Taiwan, Indonésia, China, etc e ver o volume de motos nesses lugares.

            Não sou motoboy, mas reconheço a importância dessa categoria para a economia da cidade. Todo mundo quer a sua pizza quentinha, a sua correspondência entregue na hora, mas não vejo um administrador público zelando por eles. Ninguém sabe que a maioria trabalha com a própria moto, sem direito muitas vezes a direitos trabalhistas básicos.
            Trabalham 12 e até 14 horas por dia e têm que cumprir a sua escala de qualquer jeito. Eles merecem respeito e segurança.

            Boa parte dos ciclistas usa a cidade para ir ao trabalho ou para lazer, ou seja, não ficam circulando pela cidade o dia todo, como ocorre com os motoboys que passam o dia inteiro na rua.

            Não sou contra as ciclovias. Muito pelo contrário. Mas acho que a moto é um dos modais mais importantes da cidade e precisa ser avaliada e protegida com respeito. Como disse um outro leitor num dos comentários acima, a vida de um ciclista não é mais importante do que a de um motociclista, e vice-versa.

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  • Francisco

    Salve, Galera!!
    Bicicleta é uma bandeira que levanto e sempre levantarei, meio de transporte do passado, presente e futuro. Atemporal!! Quase uma viagem ao tempo!
    Convido vcs para curtirem a página: Respeito ao Ciclista

    Por meio desta, vejo uma maneira de ganharmos forças.

    Precisamos de união pra termos voz. O ciclista é literalmente marginalizado!

    Sou cicloturista, e venho constatando isso em diversos estados brasileiros, como em outros países.

    Estou fazendo propaganda sim. Curta no face: Respeito ao Ciclista

    Mas estou nessa luta tb!! Por um Brasil conectado por ciclovias!!

    Um abraço à todos!! PEDALA!!

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    • Celia

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      • Renato

        Some também os motoristas de onibus, motociclistas e motoristas de carros.

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      • Alexandre

        Essa frase “já vi muitos ciclistas que não respeitam carros, onibus e até pedestres” pode ser invertida com todos os sujeitos envolvidos que fica verdadeira. Temos que focar no comportamento correto que queremos e não no que uma minoria faz. A questão d contramão é controversa mas podemos discutí-la no post sobre o assunto que foi feito aqui no vadebike.

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  • jose silva

    Noticias contem sempre “meias verdades” ou ponto de vista pessol. As daqui, nao sao diferentes.

    “A propósito, uma rápida busca por imagens de ciclovias em Berlim, a cidade que está no topo dessa lista, dá uma boa ideia de como elas são por lá: há ciclovias sobre a calçada, locais onde o ciclista circula a um palmo dos ônibus, em trechos onde não há nem tachões, só uma faixa branca, e situações de pavimento irregular e conversões esquisitas que deixariam os críticos paulistanos de cabelo em pé. E isso custando mais que o dobro da infraestrutura padrão implantada nas ruas de São Paulo.”

    bom se nunca veio pra ca nao fala. Pra comeco de conversa o pedreiro ganha em media 30 mil euros/ano. Qual pedreiro ganha 90 mil reais/ano? As calcadas aqui sao pelo menos 3 x mais largas que em SP. Talvez se as calcadas fossem mais largas, os “criticos” nao se arrepiariam. Os fios sao todos enterrados, logo sobra mais espaco para tudo, inclusive ciclovias.

    “Enquanto se discute os pelos desse ovo” Nao estamos discutindo pelo em ovo. R$ 200.000 reais ja eh caro, e na epoca ja foi justificado o “preco salgado” justamente com esse argumento: “Ha’ mais do que se fazer, do que apenas passar tinta na rua”.. Vamos acompanhar o preco, mas uma coisa eh certa: Nenhuma obra no Brasil, tem os custos perto do previsto. As Ciclovias nao serao as primeiras.

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    • Alex Gomes

      Sobre Berlim, tudo que a matéria fala está correto. Já estive lá e pedalei pela cidade inteira. As ciclovias em sua maioria são ou compartilhamento de calçada ou apenas pintura simples no chão. E imagino mesmo o que falariam os críticos das ciclovias paulistas se um dia vissem a ciclovia que está na Holzmarktstrasse próxima ao cruzamento com a Lichtenbergerstrasse

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    • Robson

      Concordo plenamente com o Alex Gomes! Há trechos nas ciclovias de Berlim que são tão ou mais perigosos que nas de São Paulo. Quase fui atropelado! Falta sinalização inclusive.

      Então, pera lá, Jose da Silva. A reportagem não mente não quando diz da situação das ciclovias em Berlim.

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      • jose silva

        mente em comparar. Eu pedalo todo dia, nao tem ciclovia gourmet, mas todo mundo anda bem. Calcadas sao mais largas, e tem menos postes, por isso nao ha problema em subir as vezes a ciclovia pela calcada. R$ 200.000/300.000/400.000 por km eh um absurdo, pra qualidade do material usando x preco da mao de obra. Alem do que, os custos levantados pela veja, nao eh valido para SP, mas para Berlin? O preco medio do m2 de ciclovia eh de 120 euros, ou 384 reais. Diferente das duas noticias, eu mostro a fonte: http://www.adfc-erfurt.de/EinMeter.html

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    • Renato

      No You Tube tem vários videos que mostram as ciclovias de Berlim e Londres em várias ruas…quer que eu poste aqui José Silva?

      Não estive em Berlim, mas já estive em Tokyo e outras 3 metropoles no Japão como Kyoto, Osaka e Nagoya, onde inclusive morei em 2 delas nos 4 anos que estive no Japão a trabalho. Lá, é a mesma coisa. Muitos trechos de ciclovias é nas calçadas….em ruas estreitas, uma faixa foi pintada….e por ai vai….

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      • jose silva

        otimo, entao faca um comparativo com as ciclovias de kyoto, osaka e nagoya! Mas fale de algo que vc conhece! A qualidade do piso das ciclovias alemas, nao se comparam com a de SP! E nem o preco de mao de obra! SP construindo ciclovia com preco Alemao e entregando algo com qualidade Brasileira. Isso eh um absurdo!

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        • Reinaldo

          José Silva, entenda que praticamente tudo em nosso país tem valor mais elevado do que realmente custa. Não é só ciclovia, os carros são mais caros que em outros países, eletrônicos, roupas, medicamentos, imóveis, etc. Cabe a nós escolher melhores candidatos nas eleições, fiscalizar e exigir valores mais justos.

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    • tiagobarufi

      Olha, há mais o que fazer, sim.
      Por exemplo, é possível alargar as calçadas sim, tirando faixas de rolamento de carros em muitas ruas. Os carros já congestionam direitinho duas faixas, por que motivo deixá-los com três?
      Então, eu sugiro que você defenda essa bandeira, se é verdade que está interessada na largura das calçadas! Vamos ver o que acontece com a turminha mimada que apenas dirige. Eles já surtam com a remoção de faixa de estacionamento, como se o poder público tivesse alguma obrigação de reservar lugar para carro particular!

      Do seu discurso apenas transparece ressentimento, temperado com generosas doses de ignorância.

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  • MC

    Sinceramente alguém ainda leva a sério publicações totalmente tendenciosas como Veja e Folha? No máximos eles servem para atualizar de dados que todos sabem, não servem de opinião pois sempre foram tendenciosos sempre para um lado que todos sabemos.

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  • Fabio Corneta

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  • Joana Canedo

    Olá William,
    pequena correção quanto à Ciclovia da Faria Lima. O projeto tem pelo menos 20 anos, sendo uma exigência técnica, de 1994, da Operação Urbana Faria Lima.
    joana

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  • Ronaldo Tonobohn

    O custo médio correto da ciclovia “padrão” está na faixa dos R$ 185 mil, inferior até aos R$ 200 mil previstos inicialmente.

    Eu gostaria de ver a Veja comparar custos de quilômetro implantado de metrô mundo afora, também. Uma distração da revista que parece bem conveniente…

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    • Jura

      A Veja confundiu as ciclovias do Haddad com a reforma do calçadão do Kassab e Marco Aurélio Cunha na avenida Sumaré entre a Homem de Mello e a Capote Valente, que custou 2,2 milhões e tinha 2,3 km de extensão. Ou seja, 1 milhão por km para transformar uma ciclovia em calçada, onde já havia outras duas!

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  • Cris

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    • Carlos

      Meu caro Cris, eu ando todos os dias e uso bicicleta em um trajeto que era impossivel há poucos meses atras, sou empresário e tenho uma empresa na Berrini, agradeço todos os dias por ter uma ciclovia da porta da minha casa até a porta da minha empresa , levo em media 30 minutos para ir ao trabalho quando vou de carro gasto no minimo 1 hora.

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    • Márcio Campos

      Cris, comentário bem argumentado e nada preconceituosos o seu, hein… #sqn. Gostaria mesmo de ver você pedalando na cidade, mas aposto que é bem difícil encontrá-la…rs.

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    • Márcio Campos

      Cris, comentário bem argumentado e nada preconceituoso o seu, hein… #sqn. Gostaria mesmo de ver você pedalando na cidade, mas aposto que é bem difícil encontrá-la…rs.

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    • Alex Gomes

      Eu até pensei em responder essa abobrinha, mas deu preguiça.

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    • Alex

      Moro perto de um ciclofaixa onde vejo muita gente pedalando. O volume está longe de ser uma Amsterdam, mas nota-se mais gente pedalando pelas faixas vermelhas. Talvez por se sentirem mais seguros para ir de bicicleta.

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    • Alexandre

      A ciclocidade precisa fazer uma nova contagem na Av. jabaquara. O uso de ciclovia está muito intenso! Já fazia o trajeto av. jabaquara – Vergueiro antes da ciclovia, mas agora parece que passa mais de um ciclista por min. Sem contar que as grades de proteção no canteiro central viraram bicicletario. Todos dos dias tem pelo menos 5 ou 6 no meu trajeto. Essa pesquisa da “DataFurada” foi feita com pesquisadores cegos(sem ofensas aos cegos).

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    • Eu

      Ah sim Cris…me engana que eu gosto!

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    • tiagobarufi

      Isso! Continua repetindo isso, quem sabe alguém acredita em você. Está engraçado.

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  • Rogerio

    É possível saber qual foi o custo médio real das ciclovias que foram só pintadas e sinalizadas? Me lembro de ter visto uns slides com o custo estimado de material… Certamente as ciclovias com obras maiores contaminam o número.

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  • Fernando Augusto Almeida de Abreu

    A reportagem da Veja soa tão absurdamente que eu me recuso a acreditar que tem gente usando o texto deles pra invalidar o projeto de ciclofaixas e ciclovias de SP… ¬¬

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    • jose silva

      toda materia eh relativa. cabe cada um escolher suas fontes e tentar achar a verdade, entre as diferentes fontes escolhidas. Nem tudo escrito aqui eh verdade, assim como nem tudo na veja eh mentira. Duvida que o custo por km sera’ mais alto do que o planejado?

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  • Renato

    Aqui mesmo no Blog eu vi um comentário em outro artigo apontando a tal pesquisa Datafolha contra as ciclovias. Gestões de outros partidos não fazem nada e qdo aparece um tentando fazer algo, fazem de tudo para prejudicar, atrapalhar.

    Brasileiro é uma raça ruim nesse quesito mesmo. Ah, mas iremos superar isso. Afinal, foi o mesmo mimimi contra as faixas de ônibus com o mesmo argumento: “…Não vejo um ônibus passando ou tá sempre vazio….

    Claro que não vai ver….enquanto você, motorista besta fica parado, o ônibus e os passageiros que optaram por ir com ele, já estão a quilometros a tua frente.

    A mesma coisa é com as bicicletas. Circulando em horário de pico pela ciclovia do eixo Vergueiro – Paraiso – V.Mariana, temos um exemplo claro disso. No sentido Paulista as 18h00, tudo parado…enquanto eu e demais ciclistas, deixamos os carros a quilômetros atrás de nós…afinal, vão chegar até o próximo quarteirão só qdo já estivermos próximos de casa.

    Muitos desses motoristas acham que investir em mais vias para mais carros ou só em metrô, sem integração intermodal e sem investir em outros modais vai resolver o problema.

    Qto a Veja, bem….muitos reporteres com certeza são motoristas que são contra as ciclovias. Logo,nada mais natural que o texto seja tendêncioso mesmo. Assim como uma outra matéria que li da Folha.

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  • Luiz Gustavo

    Veja: Não compre, se comprar não leia, se ler não acredite, se acreditar relinche. R.R.

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    • Renato

      Nova Iorque e Bogotá já passou por isso antes….então eu tô tranquilo. O tempo, que é o senhor da razão, vai mostrar quem está certo ou errado.

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