O Vá de Bike tem uma série de artigos intitulada “dicas para o ciclista urbano”, com informações teóricas e práticas para ajudar a pedalar nas ruas com mais segurança.
Essas dicas começaram a ser compiladas e publicadas ainda em 2004. De lá para cá, foram revisadas e ampliadas, continuando pertinentes e atuais, com informações sólidas e relevantes.
Ao longo desses anos, se tornaram referência e ajudaram muita gente a vencer o medo de pedalar nas ruas. Muitos sites, revistas, jornais e outros veículos de comunicação já as utilizaram como base para criar suas próprias listas de recomendações – muitas vezes sem citar a fonte, infelizmente.
Se você ainda não leu, leia. Se já leu, divulgue para quem está começando. Sem receio de incorrer no exagero, podemos afirmar que essas recomendações podem fazer a diferença na vida de alguém.




Olá Willian,
Acabei de comprar uma bike. Você, as pedalinas e a Renata Falzoni me ajudaram nessa decisão. Este texto vai me auxiliar bastante pois estou um pouco insegura para enfrentar as ruas.
Muito obrigada pela ajuda!
Abraços e parabéns pelo site!
Angela
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Que legal, Angela! Bem vinda à liberdade!
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Olá Willian.
Gostaria de propor para você e para quem mais posssa ler que fossem planejadas, e executadas quando possível, debates/palestras sobre trânsito e ciclismo em garagens de empresas de ônibus coletivos e fretados, e outras empresas que utilizam grandes veículos( transportadoras etc). Sugiro isto porque leio as publicações deste blog, e as considero muito esclarecedoras para ficarem “confinadas” à rede.
Cito estes profissionais porque imagino que eles sejam os mais alienados à respeito de informação de trânsito, já que seu trabalho é justamente ele (meio confuso)!
Essa ideia surgiu há um tempo quando eu estava de bike, querendo atravessar uma via de acesso da Anchieta, e é claro ninguém iria parar. Nunca. De repente aparece uma daquelas betoneiras gigantes e o motorista compadecido com a minha espera literalmente SEGUROU o trânsito e deu sinal com os faróis para que eu finalmente passasse.
1 em 1.000.000!! Detalhe: este acesso fica numa descida, o que torna a frenagem mais difícil!
Também pensei em folhetos com textos curtos e explicativos do porquê respeitar um ciclista, para serem distribuídos nestas conversas com eles.
Enfim, fica a dica.
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Paulo, já foi realizada uma palestra para instruir motoristas de ônibus, em 2009. Teoricamente, essa instrução continua sendo repassada até hoje.
http://vadebike.org/2009/06/curso-para-motoristas-de-onibus-proximos-passos/
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É sempre bom manter um dos principais guias para ciclistas atualizado e ilustrado. Facilita pra quem está começando entender como funciona o posicionamento e a sinalização no trânsito. Graças a esse guia que enfim pratico o ocupar a faixa e posso dizer q mudou bastante meu comportamento no trânsito.
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Obrigado, ficou muito bom !!!
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william cruz obrigado pelas orientação ficou muito legal.
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Oi Willian. Porque nao distribuir essas informaçoes atraves de panfletos aos ciclistas que passam pelas ruas?? Vejo muitos novos ciclistas trafegando na contra-mao, sem luzes de segurança e aqueles que pedalam na calçada (e ainda acha ruim se os pedestres estao na frente dele!!). Essas pessoas nao se informam ou nao tem interesse em procurar orientaçao ou nem se importam com a segurança dos outros (pedestres ou motoristas). Entao porque nao vamos ate eles?? Um pouco de informaçao nao faz mal a ninguem.
Olá William. Muito interessante sua reportagem. Sou motorisas e ciclista e já fui motociclista. Em termos de Rio de Janeiro o texto é uma visão um pouco otimista. Desde criança escuto dos pedestres que lugar de bicicleta é na rua e dos motoristas que é na calçada. Nossa cidade quer se tornar a capital brasileira da bicicleta, porém e necessário ainta muita campanha de conscientização. Nas ciclovias, onde fizeram uma campanha de compartilhamento das mesmas com os praticantes de cooper, virou zona. Até pessoas de mãos dadas trajando roupas de dia-a-dia, calçadas com chinelos, calçados sociais e até mulheres com salto se vê. Nos trechos das ciclovias onde há passagem de carros (acessos a garagens, estacionamentos, etc.) os motoristas comumente entram sem cerimônia como se estivessem na preferencial. Pedestres atravessam a ciclovia sem olhar ou como se fosse de mâo única. Praticantes de cooper ou “passeantes” andam lado-a-lado, às vezes até mais de 2 e não atendem à buzina ou campainha. Muitos até na contramão.
Aqui no Rio ciclistas e motociclistas não são respeitados sequer pelos pedestres, que dirá pelos carros, caminhões e ônibus.
Mas eu ainda acredito que isso possa melhorar. Ações como a sua aumentam a minha crença. Parabéns!
Willian, antes de tudo, gostaria de parabenizá-lo por seus textos. Raramente (e raramente mesmo) tenho o prazer de uma leitura bem organizada acompanhada de de paz e tranquilidade. Quem escreve mal, escreve mal. Quem escreve bem, tá sempre com mil pedras na mão…
Bom, gostaria de pedir alguma observação quanto ao uso de espelhos retrovisores. Não sei se por conta do costume em motociclista, sinto muita insegurança em olhar para trás. Aliás já até bati na traseira de um carro por olhar para trás justamente no momento em que ele freiou. Já não seria hora de incentivar o uso dos espelhos nas bicicletas?
Atenciosamente,
DLV
Oi, De La Vega. Obrigado pelos elogios. Os ciclistas mais antigos ou mais habituados dificilmente usam o espelho, mas para quem está começando é realmente bastante complicado. E os espelhos que vêm com as bicicletas novas geralmente não ajudam em nada. Não o considero imprescindível, como no caso da iluminação, mas é um bom recurso de segurança para quem está começando. Poderei falar disso em um próximo texto, obrigado pela sugestão!
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Oi William! minha bike veio com espelho, mas de fato, ele não ajuda, é pequeno, por mais que eu mude de posição, não adianta. A melhor forma que encontrei é: ouvidos atentos. Fora que andando na bike, percebo a visão periférica de motorista que o meu pai sempre falou.
E também, depois de ter lido o seu site e começar a vir pro trabalho pedalando, vi mesmo que o grande foco, os maiores perigos, vem pela frente e lateral da bike.
Atrás, só de refinar o ouvido, eu já me sinto bem mais segura.
Mas vou adorar ler sua matéria sobre o retrovisor, pra ver se eu encontro algum que de fato ajude na segurança, nunca é demais, afinal.
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Bom dia gente !
Acabo de chegar em SP e pretendo comprar uma bike para ir trabalhar. O que vcs acham do caminho Metro Ana Rosa – Parque Ibirapuera – Itaim Bibi ? Os transportes públicos não são bons para este caminho, e pensei que deve ser legal começar o dia passando pelo parque !
Sabem se da para fazer este caminho ? E por onde eu posso entrar e sair do parque de bike ?
Muito obrigada
Oi, Marie, bem vinda a São Paulo!
Andei traçando algumas rotas pela região, veja aqui.
Começar o dia passando pelo parque é maravilhoso, você vai gostar.
Willian,
Você tem alguma sugestão de rota (ida/volta) da região do shop Interlagos até o shop Ibirapuera? (casa/escritório)
Pensei em algumas, mas todas tem um porém (avenidas movimentadas, subidas muito ingremes)…
Obrigado!
Claudio
Willian,
O seu blog tem uma importância muito grande para todos que estão envolvidos com o transito, parabéns!
Tenho uma sugestão, disponibilizar mais opções de rotas para diversas regiões da cidade usando o Google Maps. Pode fazer isso de forma colaborativa, assim podemos ter rotas de cidades do Brasil inteiro!
Abraços e parabéns pelo blog.
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Excelente!
http://noticias.r7.com/sao-paulo/noticias/investir-em-bicicleta-como-meio-de-transporte-em-sao-paulo-e-erro-dizem-especialistas-20120826.html
Eu finalmente estou com minha bike e em alguns dias vou começar a pedalar…agora com dicas para que não sofra acidentes novamente.Quero agradecer o empenho do blog que acabou por me convencer a vencer o medo e ir de bike!
[...] aqui, você vai ver uma série de artigos que compõe o “Dicas Para o Ciclista Urbano”. Eu [...]
Olá , gostaria de receber alguam rota alternativa , para ir de perdizes ate o centro na Av São João
Gabriela, depende do local em Perdizes. Me mande os endereços de origem e destino no e-mail contato@vadebike.org
[...] de transporte e a incentivar quem tem essa vontade, mas ainda não conseguiu colocar em prática. Dicas para o Ciclista Urbano recomendações para iniciantes, e que sirva de inspiração para muitos [...]
Olá,
Estou com a seguinte dúvida a respeito do uso do freio no trânsito e gostaria de saber a opinião de ciclistas mais experientes que eu.
Penso em colocar o freio traseiro na manete esquerda e o dianteiro na manete direita, ao contrário da configuração original da minha bike, pelo seguinte motivo: como o freio mais eficaz na maioria das situações é o dianteiro e eu procuro pedalar na pista da direita sempre que possível, na maioria das vezes que tiro a mão do guidão para sinalizar algo aos motoristas, trata-se naturalmente da mão esquerda (exemplo: preciso virar à esquerda ou indicar que vou reto num cruzamento).
O problema é que, se enquanto estiver com apenas uma mão no guidão precisar frear de repente (ex: fechada, pedestre, porta de carro, etc.), o freio disponível será o traseiro, que demorará mais para parar a bike, além desta poder sair de traseira – lembrando que estou com uma mão e, assim, com o equilíbrio comprometido.
Por conta deste raciocínio, penso em inverter os freios nas manetes para aumentar minha segurança… A ideia é válida ou está incorreta?
Abs
PS. O manual da minha bike diz que o lado de cada freio no guidão varia entre países.
Luis, numa situação de emergência em que você tenha que optar por um dos freios, NUNCA use apenas o dianteiro. Se você travar a roda de trás, a bicicleta vai rabear mas ainda é possível controlá-la. Na pior das hipóteses, você vai cair de lado. Mas se você travar a roda dianteira, a bicicleta vai dar um “pinote” e te jogar por cima do guidão, fazendo cair de peito ou de cabeça no asfalto.
E digo isso por exeperiência própria: uma vez estava sinalizando para entrar à direita, olhei para trás para ver se o carro havia diminuído e, quando volto para a frente, o carro que estava adiante havia freado quase totalmente para entrar na rua. No susto, travei com a mão esquerda o freio dianteiro. A roda da frente parou onde estava, mas o resto da bicicleta continuou se movendo com a inércia, a traseira subiu e eu voei por cima do guidão, com a cabeça indo em direção ao chão. As aulas de quedas e rolamentos de artes marciais fizeram a diferença nesse dia.
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Boa tarde!
Sou amante de bike, faz um tempo que venho acompanhando o “vá de bike” parabéns.
Atravesso todos os dias a marginal tietê, trabalhar de bike acredito que não rola, sou representante comercial, hora estou aqui hora estou ali, mas porque não fazer um manifesto para a construção de uma ciclo via na marginal tietê? O que me diz? Acredito que o resultado seria satisfatório, imagine só sair do tatuapé e chegar em alphaville de bike em 40 min no máximo. vale apena pensar nisso.
Abraços.
Pachecão, por estarem em região de vale, as marginais são perfeitas pra se pedalar – em termos de altimetria. A implantação de ciclovias por ali é importantíssima, mas precisam ser feitas de forma adequada (e não com quilômetros de distância entre os acessos).
Olá, sou iniciante nesta ação de usar a bike e gostaria de receber a primeira dica: qual bike devo comprar? Sugestões por favor. Obrigada
Nina, há boas dicas aqui: http://vadebike.org/2012/02/bicicletas-para-mulheres/
ola boa noite galera!!
gostaria de saber uma coisa simples, eu gostaria de pedalar ouvindo musica, isso pode me atrapalahr em algo! diminuir minha percepção no transito algo assim.
grato
felipe.
Boa tarde Felipe,
Sim, o som do seu fone de ouvido irá diminuir (e bem) a sua percepção do transito ao seu redor, mesmo se você colocar num volume baixo não é aconselhavel.
Boa pedalada!
Ao vá de bike,
gostaria de perguntar se temos alguma pesquisa quantitativa de bicicletas pela cidade de são paulo por zona, se temos um mapeamente de “de onde saimos e para onde vamos com as bikes”. Estou procurando pelos 7 cantos da cidade e nada. Alguem poderia me auxiliar? Estou levantando um estudo e gostaria desses numeros.
Grato
Rodrigo, concordo com você quanto ao fone de ouvido. Muitas vezes percebo a proximidade de um carro pelo som do motor.
Quanto à pesquisa, não existe nada nesse formato que você precisa. O mais próximo é a Pesquisa Origem/Destino do Metrô, de 2007, que também é incompleta porque só considera o modal principal. Ou seja, se você usa a bicicleta em parte pequena do trajeto, para chegar a uma estação de trem, essa viagem não é considerada, pois o trecho principal é realizado sobre trilhos.
http://www.metro.sp.gov.br/metro/numeros-pesquisa/pesquisa-origem-destino-2007.aspx
Willian , parabéns pelo Vai de Bike.
Há 5 meses vendi o meu carro e comprei uma bike elétrica. Melhor troca que fiz.Além da economia ganhei rapidez, bem estar e tudo mais.
Como medida de segurança, me restrinjo ao trecho casa -trabalho que é de 3km. Quando vou para a Yôga uso a Laranjinha do Itaú(show de bola).
Bicho tô feliz da vida! E o meu depoimento desse 5 meses de bike na rua é que os que não respeitam as bike não devem chegar a 5% . Percebo que a galera ve respeitando a bike.
Em momento oportuno posso falar um pouco mais da minha experiência.
Bom dia Willian, muito obrigado, essa pesquisa do metro realmente esta sendo muito importante, pois possui dados relevantes. Entretanto, como você disse, o ciclista não é o centro da pesquisa então não ajuda muito.
Estou desenvolvendo um projeto para a cidade de São Paulo, onde o ciclista é o foco.
Pensando nisso, desenvolvi um questionário, tudo bem se eu o divulgar por aqui Willian? É um questionário pequeno, possui apenas 8 perguntas.
Gostaria de solicitar a ajuda dos amigos ciclistas para responder e divulgar a pesquisa. Como estou fazendo este estudo todo sozinho estou utilizando o ste do SurveyMonkey para me auxiliar com o questionário. O link é http://www.surveymonkey.com/s/Z9YJSF7.
Gostaria de explicar o projeto, aos interessados por favor, entre em contato pelo e-mail ro7verde@hotmail.com
Obrigado!
Opa William,
Bom o teu Blog, mas muitas fotos com gente pedalando sem capacete. Passa a mensagem errada…Pense na possibilidade de trocar as fotos e andar sempre de capacete.
Abraço
MW
William,
Parabéns pelo blog!!
Outro dia estava zapeando e parei em um programa onde um ciclista experiente explicava como escolher o tamanho certo de bike para o seu biotipo. Ele comentava sobre a altura,o comprimento da perna,do tronco, do cavalo ao chão, a que altura regular o selim… Existe algum material ou site com estas informações?
Arnaldo
Bom dia Arnaldo, tudo bom?
Cara existem diversos sites que podem ajudar, como por exemplo: http://www.andersonbicicletas.com.br/materias/bike_na_medida.htm
Grande abraço.
Rodrigo
Boa Tarde William, adorei o site!
Bom, eu faço Gestão Ambiental e nós vamos fazer uma festa a fantasia, mas queríamos envolver o tema sustentabilidade,
Para isso pensamos em fazer um concurso, onde o vencedor ganharia uma bicicleta, mas precisamos de um patrocinador/parceiro.
Você teria alguma empresa pra me indicar?
Oi wiklian,
Tenho um filho de 01 ano e costumo andar de bicicleta com ele sentado numa cadeirinha dianteira.
Esta semana um policial me parou na ciclofaixa informando que era proibido andar de bicicleta com crianças abaixo de 07 anos. É verdade? Sabe me dizer se tem alguma coisa na legislação de transito sobre andar de bicicleta com crianças?
Abs
Tem esse post aqui, Thaiana: http://vadebike.org/2004/08/o-que-o-codigo-de/ (no meio dele, confere o art. 244 a respeito)
Ah, googleando, vi essa matéria do G1, mas é sobre Santos-SP: http://g1.globo.com/sp/santos-regiao/noticia/2012/09/pais-devem-usar-cadeiras-ao-transportar-criancas-em-bicicletas.html
Hum, mas acho que é assunto que mereceria um post específico, também para agregar experiências nos comentários, não, Willian?
[...] sua própria magrela, aqui você descobre aonde pode alugar uma. Não deixe de ler também algumas dicas para pedalar com segurança e o regulamento para o transporte da bicicleta no Metrô e [...]
criei vergonha na cara e coloquei iluminaçao na bike,led vermelho atras e led branco na frente e alem de iluminar o caminho em locais mais escuros tambem pude notar que os carros desviam de mim para ultrapassar,o que não ocorria antes.Então para andar com mais segurança principalmente a noite nao temos que economizar e alias nem foi um gasto exorbitante pois paguei r$ 10 pelo led traseiro e r$ 15 pelo led dianteiro,ou seja só não coloca quem não quer…
André, faz diferença de mais ter a iluminação. Achei outro dia no mercado livre um vendedor com esses backlights só que com o lazer pro chão, não foi muito caro (R$50) e tem feito diferença. Mas é bem o que você falou mesmo, não compra as luzes quem não quer (e acaba sofrendo um risco danado).