15 recomendações simples para pedalar com mais segurança nas ruas

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Foto: Willian Cruz

Foto: Willian Cruz

Dicas para o ciclista urbano

1Como se manter seguro

2Pedalando para o trabalho (vídeo)

3Não pedale na contramão

4Ocupe a faixa

5Cuidado com as portas

6O que diz o Código de Trânsito

710 dicas para os dias de chuva

8E se a empresa não tem chuveiro?

97 truques para as subidas mais difíceis

107 dicas para pedalar de madrugada

11Medo de pedalar nas ruas?
Chame um Bike Anjo!


Se você acha que essa coisa de bicicleta não é para você, tudo bem. Mas se você se dispuser a experimentar ir pedalando, um dia que seja, vai chegar no seu destino mais disposto e feliz. A endorfina liberada pelo exercício físico vai te fazer ter um dia melhor no trabalho.

Só por não ter se estressado em esperar dentro do carro (ou do ônibus) por aquele sinal que abriu e fechou três vezes, você já vai sentir uma diferença enorme. Vai queimar aquelas gordurinhas que insistem em continuar ali, por mais que você reze para São Regime. Vai melhorar sua capacidade respiratória, a circulação, e vai correr menos risco de infarto.Vai economizar dinheiro e provavelmente vai até chegar mais rápido.

Se você estiver cogitando a hipótese de usar a bicicleta, ou se já a utiliza mas ainda não se sente seguro, o Vá de Bike tem uma série de artigos para mostrar que usar a bicicleta nas ruas pode ser seguro e agradável, mesmo nas grandes cidades (veja no box ao lado).

Nesta página há recomendações sobre como se portar no trânsito. Sim, eu sei que você já é crescido e sabe atravessar a rua, mas não é isso: quero te ajudar a não correr riscos desnecessários e a desfazer a ideia de que pedalar junto com os carros é coisa de maluco. É viável, sim, basta tomar alguns cuidados.

1Iluminação

Nem sempre lembradas como item de segurança, as luzes da bicicleta têm papel essencial. Afinal, é muito mais importante evitar uma situação de risco do que se preparar para sobreviver a ela.

Para poderem ter tempo de reação e desviar de você com segurança, os motoristas precisam vê-lo. E, à noite, quem está numa bicicleta é ainda menos visto por quem está dirigindo. Os refletivos, que a lei obriga a virem com as bicicletas, são de pouca ajuda. Use sempre luz branca na frente e vermelha atrás, para os motoristas saberem rapidamente se você está indo ou vindo.

A luz deve ser piscante, pois a intensidade luminosa das lanternas de bicicleta não é suficiente para se destacar com segurança quando acesas no modo ininterrupto. A luz piscante atrai muito mais a atenção do motorista – e é exatamente esse o objetivo.

2Capacete

A condução segura da bicicleta tem um potencial de protegê-lo muito maior que o simples uso do capacete, principalmente se você não pretende fazer manobras arriscadas ou abusar da velocidade. É comum associarmos o uso da bicicleta com esporte radical ou atividade de risco, mas pedalar de forma consciente e sem abusos oferece tanto risco quanto atravessar a rua com cuidado. E, ao contrário da crença popular, capacete não é obrigatório por lei para o ciclista.

Apesar disso, recomendamos seu uso, especialmente para quem está começando, pois a habilidade em se equilibrar mesmo em situações adversas vem com o tempo e a prática. Claro que um capacete diminui a chance de traumatismo craniano, assim como uma joelheira diminuiria a chance de machucar os joelhos (e isso tanto para ciclistas quanto para pedestres que caminham em calçadas mal conservadas). Mas tenha em mente que ele não lhe protegerá dos carros, apenas de você mesmo. Pedale com atenção e cuidado, para não precisar colocá-lo à prova. E importante: não faça bullying com quem prefere não utilizá-lo.

3Luvas e óculos

Não são imprescindíveis, mas convém usar. As luvas são importantes por dois motivos. O primeiro é que a pele pode ficar irritada pelo apoio contínuo na manopla; o outro é que, se você cair, tentará parar a queda com a mão, esfolando toda a palma se estiver sem luvas. No frio, as luvas “fechadas” (de dedo inteiro) tornam-se importantes para suas mãos não enrijecerem com o vento gelado, o que pode até atrapalhar na hora de frear. Já os óculos oferecem uma proteção importante contra poeira e outras partículas que podem entrar nos seus olhos com o vento, bloqueando sua visão temporariamente, o que pode criar uma situação desagradável e até perigosa.

4Contramão não

Há várias razões para pedalar na mão correta e todas elas visam sua segurança. São tantos motivos que temos um artigo detalhando esse assunto, mas cito aqui os principais.

Um pedestre que vai atravessar a rua só olha para o lado de onde os carros vêm. Um carro que vai entrar em uma rua, ou sair de uma garagem ou vaga de estacionamento, também. Eles não esperam encontrar uma bicicleta vindo na contramão. Um carro fazendo uma curva à direita também não espera uma bicicleta na direção contrária, ainda mais no lado de dentro da curva. Um motorista que estacionou e vai abrir a porta, olhará só no retrovisor para ver se pode abri-la, sem ter motivos para olhar para a frente.

A velocidade em que você se aproxima de um carro é muito maior se você estiver na contramão, por ser a soma das velocidades dos dois veículos. Se você estiver a 20km/h e o carro a 40, você estará se aproximando dele a uma velocidade relativa de 60km/h. O motorista terá bem menos tempo para reagir à sua presença e desviar de você, além do fato de que uma colisão nessa velocidade faz um bom estrago. Se nesse mesmo exemplo você estiver no mesmo sentido do carro, a velocidade relativa entre ambos será de apenas 20km/h: o motorista terá mais tempo para desviar e a chance de colisão diminui muito. E, numa possível colisão, o estrago será menor.

5Afaste-se das portas

Cuidado com as portas dos carros parados. Muitos motoristas olham no retrovisor procurando o volume grande de um carro e acabam não vendo a magrela chegando, principalmente à noite (outro ponto a favor da iluminação piscante). Ou o motorista olha em um ângulo que faz a bicicleta ficar em um ponto cego. E há também quem seja distraído mesmo! Tem até quem abra a porta toda de uma vez, empurrando com o pé…

Por isso, fique a uma distância que seja suficiente que uma porta abrindo não te derrube. Mantenha pelo menos um metro dos carros parados, tentando imaginar até onde iria uma porta aberta. De preferência, ocupe a faixa seguinte. Nem sempre é possível perceber uma pessoa dentro de um carro parado, não se arrisque.

6Na direita, mas nem tanto

Ande sempre pela direita. Em alguns casos pode ser melhor usar a esquerda quando a via é de mão única, mas são raras exceções. Usar a faixa da direita é mais seguro, por ser a área destinada aos veículos em menor velocidade.

Não se posicione muito no canto, senão os carros tentarão passar na mesma faixa em que você está, mesmo não havendo espaço para fazer isso em segurança. Você pode se desequilibrar e cair só com o susto, sem falar no perigo de um esbarrão. O Código de Trânsito obriga os motoristas a passarem a 1,5m de você, mas muitos motoristas não sabem disso ou não entendem a importância e o motivo do 1,5m).

Ande mais ou menos na linha de um terço da pista, assim não fica tão antipático quanto ocupar a pista toda. Você terá espaço para desviar de buracos sem ter que ir mais para a esquerda e os carros terão que esperar até haver espaço suficiente para ultrapassar pela outra faixa. E, mesmo que algum motorista apressado tente forçar passagem, você terá um respiro para fugir para a direita sem ter que se jogar na calçada. Saiba por que muitos ciclistas ocupam toda a faixa e entenda por que (e como) fazê-lo com segurança.

Mas seja compreensivo com os motoristas: quando você passar por um trecho de tamanho considerável onde não houver carros parados, use a área de estacionamento para desafogar a fila de carros atrás de você. Assim, aquele motorista que está aguardando há alguns minutos sem conseguir te passar poderá ir embora antes de ficar nervoso. Apesar de você estar no seu direito, muitos motoristas não vêem dessa forma e se irritam com sua presença, esquecendo que a rua é de todos e não apenas dos carros. Mas tome muito cuidado ao retornar à faixa de rolamento: sinalize, aguarde um momento seguro e entre. Se for preciso, pare e espere todos os carros passarem antes de voltar a ocupar a faixa.

7Sinalize sempre

É muito importante que os motoristas possam prever sua trajetória, por isso sempre sinalize o que pretende fazer, com sinais de mão. Peça passagem, dê passagem, sinalize que o motorista pode passar quando você decidir esperá-lo, avise quando você for precisar entrar na sua frente (e espere para ver se ele vai parar mesmo).

Sinalize com a mão esquerda em 90º quando for virar à esquerda e com a mão direita quando for virar à direita. Agiar ligeiramente a mão torna o sinal mais visível. Quando for continuar em frente em um local onde muitos carros viram à direita, sinalize com a mão em 45º, pedindo para aguardar, como a Renata Falzoni faz nessa foto. E sempre veja se o motorista vai mesmo te esperar!

8Educação é uma via de mão dupla

Motoristas são bem suscetíveis a abordagens educadas. Quantas vezes já não vimos um motorista, que está se posicionando para não deixar outro entrar na sua frente, ceder a vez quando o primeiro faz um simples sinal com a mão? Pois esse sinalzinho de mão, acompanhado de um sorriso e seguido de um agradecimento, faz milagres.

Um ciclista educado é melhor recebido nas ruas. É importante também sempre agradecer quando alguém aguardar ou der passagem, porque isso criará simpatia no motorista, ajudando a vê-lo como uma pessoa e não como um entrave ao seu deslocamento, um atraso a mais em sua pressa.

Muitos motoristas que estiverem lhe vendo como “um folgado ocupando a rua” vão pensar “pelo menos o cara é educado”. Já é alguma coisa e pode ser a diferença entre uma situação de risco ou não. E esses passarão a tratar melhor o próximo ciclista que virem. Ou seja, com boas maneiras no trânsito você acaba ajudando a todos nós. Obrigado! 🙂

Ciclista na ciclovia da Av. Jabaquara. Foto: Willian Cruz

9Prefira ciclovias e ruas calmas

Ciclovias e ciclofaixas protegem vidas, pelo simples fato de separar os ciclistas do trânsito dos demais veículos. O cuidado que se deve tomar nesse caso é principalmente nos cruzamentos, esquinas e conversões, onde os motoristas nem sempre dão a preferência ao ciclista (por sinal, prevista em lei). Mas qual a recomendação para quando não há ciclovia?

Vias expressas, ou avenidas com muito fluxo e pouco espaço, só em último caso. Avenidas com várias pistas costumam ser viáveis, mas é sempre bom optar por ruas que sigam em paralelo a elas, principalmente quando você estiver começando a se aventurar no trânsito.

Em horários de pico pode ficar mais difícil trafegar nas avenidas. Há pouco espaço sobrando, obrigando o ciclista a usar o corredor, e sempre há alguns motociclistas impacientes. Para piorar, quando o trânsito anda 100 metros os motoristas tentam recuperar todo o atraso nesses poucos segundos, buzinando e acelerando atrás do ciclista como se fosse ele o responsável pelo congestionamento.

A escolha da rota é um item importante de segurança. Procure ruas menores, que os carros evitam por precisar parar a cada esquina em razão de lombadas, valetas ou muitos semáforos. Não pense no trajeto como se estivesse de carro: o que é ruim para os motoristas costuma ser bom para os ciclistas.  Se não souber que caminho fazer, procure ciclistas experientes no uso das ruas ou a Bicicletada de sua cidade e peça algumas dicas, ou peça a ajuda de um Bike Anjo.

Como regra, se você estiver com medo de pedalar em certa avenida, melhor não fazê-lo, mesmo porque se você estiver muito inseguro pode cometer algum erro bobo ou até perder o equilíbrio devido à tensão. Avenidas onde o fluxo de carros segue a uma velocidade alta mesmo na pista da direita são desaconselháveis, fuja de lugares assim. Ruas menores são mais seguras e muito mais agradáveis, mesmo que com isso o percurso aumente um pouco.

Apesar de tudo isso, sabemos que nem sempre há vias alternativas, ou que a escolha de outro caminho implica num aumento enorme de percurso, incluindo nele várias subidas. Detalhamos esse assunto neste artigo. Também temos um texto esclarecendo que não há velocidade mínima na faixa da direita, um mito muito comum.

10Calçada é para pedestres

Se precisar passar pela calçada ou atravessar na faixa de pedestres, o código de trânsito manda desmontar da bicicleta, como os motociclistas (conscientes) fazem (art.68, §1º). E essa lei não é apenas uma regra arbitrária feita por quem nunca andou de bicicleta: há motivos suficientes para não usar a calçada.

Os pedestres que estão de costas para você podem dar um passo para o lado sem te ver chegando. Um carro pode sair de dentro de uma garagem de prédio e te acertar em cheio, ou aparecer na sua frente de um modo que você não consiga desviar – e o errado (e ferido) vai ser você.

Idosos morrem de medo de bicicleta na calçada, por terem um medo compreensível de se machucar, principalmente aqueles que estão em uma idade em que um osso quebrado pode ser impossível de ser consertado. Se você passar com a bicicleta na calçada perto deles, vão reclamar e com toda razão. Comparativamente, é o mesmo que um caminhão vir na sua direção e desviar na última hora: eles podem cair só com o susto de ver a bicicleta chegando.

Mais um bom motivo para não andar na calçada? Uma criança pode aparecer correndo de dentro de alguma casa. Já pensou ter na consciência o atropelamento de uma criança de três anos? Péssimo, né? Melhor não correr esse risco.

Tente circular sempre na via. Se precisar passar pela calçada, desmonte e vire pedestre.

11Não fure o sinal

Não passe no sinal vermelho com a bike, pois pode aparecer um carro em alta velocidade na transversal e você não conseguir fugir a tempo. Ou pode aparecer um pedestre que estava oculto pelos carros, exercendo seu legítimo direito de travessia. E, mesmo que o pedestre esteja atravessando fora da faixa ou com o sinal aberto para os veículos, é obrigação do ciclista reduzir e aguardar que ele termine a travessia. Nem precisaria ser lei (e é) para que essa fosse a conduta adequada.

Quer mais? Os motoristas se irritam ao ver ciclistas desrespeitando as leis de trânsito. Uma pessoa de má índole atrás do volante pode resolver “puni-lo” mais adiante com uma fina ou fechada, que pode lhe causar ferimentos graves.

Dica: se quiser aproveitar o sinal aberto para os pedestres, desmonte e atravesse caminhando! 😀

12Corredor de ônibus não

Em corredores de ônibus, alguns motoristas não têm a menor paciência com ciclistas, porque precisam sair da pista exclusiva para ultrapassá-los e os motoristas dos carros não deixam.

Nas faixas preferenciais, que ficam à direita da via e sem separação física, em algumas cidades os motoristas de ônibus já se acostumaram a encontrar ciclistas pelo caminho e sabem desviar com segurança, saindo da faixa e retornando adiante. Em São Paulo, o próprio Secretário de Transportes chegou a comunicar que ciclistas devem usar a faixa da direita mesmo quando ela for dos ônibus. Mas, se na sua cidade ou bairro a compreensão dos motoristas definitivamente não é a regra, tente usar a segunda faixa (a primeira logo após a dos ônibus). O melhor mesmo é evitar avenidas onde há faixa ou corredor de ônibus na direita, mas sabemos que nem sempre há caminhos alternativos viáveis.

13Cuidado nas saídas à direita

Em saídas livres ou esquinas onde muitos carros viram à direita, tome cuidado adicional. De vez em quando, um carro que está na segunda pista vira rápido, porque lembrou disso na última hora ou porque não o deixaram mudar de pista antes. Quando calcula se vai dar tempo, o motorista só analisa os carros que estão vindo, pressupondo que a bicicleta é muito lenta e haverá tempo para passar à sua frente. Por isso, quando vir que muita gente vira em algum lugar à direita, sinalize com a mão que você vai seguir em frente e certifique-se visualmente de que nenhum carro vai virar mesmo assim.

14Antecipe o que os motoristas farão

Sempre se adiante ao que as pessoas nos carros podem fazer. Olhe para trás (ou no retrovisor) para ver se não está vem vindo algum maluco, voando para entrar na rua que está cinco metros à sua frente. Veja se o trânsito está parando em uma única faixa, o que faz os motoristas saírem irritados dela sem prestar muita atenção a quem vem vindo. Fique atento ao posicionamento e trajetória dos veículos ao seu redor, usando tanto a visão quanto a audição. E evite sempre ultrapassar pela direita, pois alguém pode abrir uma porta para descer do carro ou virar sem aviso para entrar em um estacionamento ou garagem.

15Permita que os motoristas antecipem suas ações

Não fique fazendo zigue-zague, não entre sem olhar numa avenida e não mude de pista sem sinalizar, mesmo que o motorista mais próximo esteja lá atrás. Do mesmo modo que ele pode calcular mal sua trajetória e achar que vai dar tempo de passar na sua frente, você pode se enganar ao achar que vai dar tempo de mudar de pista antes dele chegar. Sinalizando, o motorista prevê o que você vai fazer e diminui a velocidade.

Veja, seja visto e comunique-se no trânsito!

Veja também
Saiba o que o Código de Trânsito diz sobre bicicletas e ciclistas
Veja mais dicas sobre o uso da bicicleta nas ruas
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144 comentários para 15 recomendações simples para pedalar com mais segurança nas ruas

  • Dicas de segurança para ciclistas | Verde Bike

    […] Fonte: Vá de Bike […]

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  • Rafael

    William,

    apenas para relatar um errinho de digitação que pode atrapalhar a compreensão um pouquinho: No Ponto “Cuidado com as portas dos carros parados”, está escrito “Mantenha menos um metro dos carros parados”. Não seria “PELO menos”?

    No mais, parabéns mais uma vez pelo site. Essas “dicas para o ciclista urbano” foram fundamentais, em 2008, para eu retomar a bike, agora como meio de transporte. E hoje, cumprem a mesma função para o meu irmão.

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  • Ninah

    Oi, queria fazer algumas ressalvas: em relação à buzina, tem um terceiro tipo, que faz “fom fom”, que é suficientemente alta para ser ouvida por um motorista porém não é agressiva. Serve como sinalização, por exemplo ao passar por um motorista que esteja prestes a abrir a porta do carro, é mais educado e mais eficiente do que ficar berrando. Em relação a andar na calçada, coloco algumas questões: embora a preferência seja indiscutivelmente do pedestre, não se pode impedir que algumas pessoas trafeguem pela calçada, como crianças. Não acho viável exigir que um menor de idade ande de bicicleta no meio do tráfego. A legislação também varia, por exemplo aqui em Porto Alegre, a EPTC, agência que regulamenta o trânsito, orienta que, em vias muito estreitas, muito movimentadas e sobretudo quando forem de mão única, para evitar de andar na contra-mão (aqui é muito frequente que longos trajetos sejam de mão única, e fazer o desvio com a bicicleta ou fazê-lo a pé fica inviável), enfim, em todos os casos em que a segurança do ciclista possa ser comprometida, esse deve optar pela calçada, bastando para isso ir lentamente, sinalizando sua presença e respeitando os pedestres.

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    • Willian Cruz

      Oi Ninah, tudo bem? Se a buzina fom-fom que você diz é uma bem alta, eu não a recomendo, porque pode assustar os pedestres e mesmo um motorista distraído, se você buzinar bem ao lado dele. Além do mais, a trim-trim é reconhecida instantaneamente como uma bicicleta. Tem uma fom-fom pequena, que parece para crianças, de som mais baixo, que é bem mais simpática.

      Quanto à suas colocações sobre trafegar na calçada, concordo plenamente. Basta lembrarmos que se estamos em um espaço que não é nosso, dando total prioridade ao pedestre, parando para eles passarem se necessário. E ter em mente que pedestres nem sempre caminham em linha reta, principalmente as crianças, que podem ter comportamento bastante imprevisível.

      Obrigado pelos comentários!

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  • vinicius guedes

    VALEU PELO TEXTO!!!! MUITO OBRIGADO PELAS DICAS, estou começando a pedalar pela cidade agora então dicas como estas são muito importantes obrigado.

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  • O primeiro Bike Anjo « Bike Anjo – Rio de Janeiro

    […] Como se manter seguro no trânsito […]

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  • Luis Carlos Carmo

    Parabéns pelas dicas. Temos um portal dirigido ao setor de segurança eletrônica e temos um espaço para Dicas de Segurança no Trânsito. Deixo aberto este espaço para as dicas com bike, pois sou ciclista e pelo menos 1x por semana vou trabalhar com uma e-bike e estas dicas são muito pertinentes. Temos sempre que promover este convívio de forma saudável. Abs a todos.

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  • Dicas – Parte 1: Como se manter seguro no trânsito | saxmozartfaggi

    […] http://vadebike.org/2004/09/dicas-para-o-ciclista-urbano/ […]

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  • Mais um atropelamento de ciclista choca o Brasil | Bem Vindo Turista

    […] site Vá de Bike, Willian Cruz dá dicas de como sobreviver ao pedalar em meio ao trânsito caótico adotando medidas de segurança, […]

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  • Calenga

    2ª aula:
    -Presente!

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  • Nova seção – Dicas para o novo ciclista « Quer começar a pedalar? Chame um bike anjo!

    […] não está convencido de começar a pedalar? (Willian Cruz – vadebike.org) 2. Dicas Gerais (Willian Cruz – vadebike.org) 3. Antes de começar a pedalar 4. Durante as primeiras pedaladas […]

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  • oacir antonio esquevani

    Um programa de televisão chamado “Bicicletas pelo Brasil” ainda não aconteceu mas daria muitas materias muitas imagens e muitos conhecimenteos deste meio de transportes que é o mais sadio e mais barato do planeta fora esse vai a pé meu amigo e tem mais programa esse que chegaria a cidade de birigui sem dúvidas que por sinal seu simbolo é uma “perola” mas tem seu nome por um mosquito da epóca e que a biciclata tambem não ficaria atraz enfim simbolizagem em 3D pense nisso e venham filmar as pedaladas aqui certo, um abraço.

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  • JESSE TEIXEIRA

    Caro amigo William gostaria de falar com voce pelo telefone 13 34634585 – 91350360 jesse presidente da abc

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  • moacir antonio esquevani

    Olha minha esposa ela é de São Paulo capital e ela fala que aqui nessa cidade não tem nada pra se divertir e quando assisto a tv birigui o senhor leonardo sabione tambem fala que birigui deveria ter coisas que não tem e com + de 100 mil habitantes e completando 100 anos agora em 2011 esta a desejar então fico pensando que araçatuba tambem falta muita coisa só que esta muita a frente de birigui em sentido de diverções como por exemplo a ideia de anel viario e a união das policias em gerais que eu passei e que gostaria que fosse feito uma força tarefa aqui em birigui como estudo e depois levar este trabalho para o rodo anel em São paulo e grande são paulo e tem uma pessoa chamado vagner finasa que diz gostar das minhas ideias e comentarios dizendo-se ser empresario e dono de um tv local e que tambem trabalho por SBT e aqui em araçatuba tem SBTin o que eu penso com isso é que araçatuba quer tudo pra ela e birigui é simplesmente uma terra que gera economia mas que são poucos que tem a cidade no sangue, agora ficou bem claro eu quero ver birigui uma cidade diferente do que ela é com outras atrações e que o turismo não seja só de negócio porque “Turismo de negócio” mas o negócio do turismo é o outro lado da transformação local.

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  • moacir antonio esquevani

    Depois da nike+ vem ai a bike + e como deve ser esta bike em 3d tridimencioanal com catracas para pedelar com mais uma catraca acima entre nossos joelhos pra manivela quando as pernas calçar na subida movimentando os braços e depois ligando o motorsinho par terminar a propria subida esta bicicleta vai dar o que falar sera uma bicicleta que todos vão querer em 3d.

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  • Sagrillo

    meu pai anda de bicicleta aos oitenta e três anos e eu desde que nasci e tenho 59 anos

    o ciclismo para nos e algo magico não importa se estamos indo para o trabalho ou para uma aventura

    os sagrillos

    Comentário bem votado! Thumb up 13 Thumb down 0

  • moacir antonio esquevani

    Como sobreviver sem o transito é a pergunta mais certa a fazer de modo que uma cidade pequena tem que se preocupar com isto e quanto mais cedo melhor então anel viario,elevados,vias so para caminhões , onibus, leis e horarios entre outros são responsabilidades do ministério do transito brasileiro seja ele onde for agóra por outro lado biçicleta é sem maior ou nemor duvidas o meio mais barato sadio e que ocupa menor espaço e não pului só que uma coisa é ir pra casa e outra coisa é ir para o serviçio porque na porodução cinematrografica e na foto não se ve o cidadão sujo , poluido, soado e descabelado, falta leis para aproximar o ciclista da sociedade e e quando ele chega ao serviço o bicicletario e o banho pra entrar para a sua atitude profiçional em condições de.

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  • moacir antonio esquevani

    Propaganda: estrelando de um lado le vam clift e do outro lado juliano gema os dois de chapéu atolado com roupa de cawboy de bike monark/caloy a uorni bros apresenta “por umas catracas a mais ” moaci a sua mensagem esta aguardado moderaction , a si craro.

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  • moacir antonio esquevani

    Será que vai ter no rodo anel via ciclistica e que vão fabricar bicicletas motorizadas para o passeio da classe mais carente poder conhecer lugares bonitos e sair da rotina de cidade grande e respirar ar puro com paradas bem chamativas é sem pedalar não da uma nova programação do nosso tempo em cada evento de parada um parque/bicicletario para um namoro com a natureza e com um descanço merecido sobre duas rodas.

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  • Milena

    Olá, foi pensando nesta dificuldade de encontrar estacionamento que criamos o aquipode. O aquipode lista bares, restaurantes, etc que disponibilizam, entre outras coisas, estacionamento para bicicletas. O site é colaborativo mas infelizmente o número de estabelecimentos cadastrados para as bikes é o menor de todas as categorias. Realmente é tão difícil encontrar estabelecimentos assim? Vcs acham que podem colaborar? Muito obrigada e parabéns pelo blog!

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  • Willian Cruz

    Obrigado, Aline. É sempre bom saber que atingi o objetivo com o texto.

    Veja as demais dicas e repasse ao seu marido:
    http://vadebike.org/category/dicas-para-o-ciclista-urbano/

    Abraço,

    Willian Cruz

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  • Aline

    William, parabéns pelo texto, pelas dicas inteligentes e pelo bom senso! Você escreve super bem, é claro, objetivo e com certeza está fazendo a diferença no convívio de bikes e carros. Todas essas dicas deveriam ser lidas por motoristas de automóveis também.
    Meu marido começou a ir de bike pro trabalho e tenho muito medo que aconteça algum acidente. Nosso filhote de 3 anos fica aguardando ansioso a sua chegada.
    Adorei seu blog! Aqui a gente encontra toda a informação pro biker do dia-a-dia. Pessoas comuns, querendo chegar no seu trabalho, na escola, na faculdade. Espero que com mais informação, educação e respeito todo mundo consiga chegar a seu destino sem sustos.
    Sucesso pra você! E obrigada!
    Virei fã e vou divulgar

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  • Bicicletas em São Paulo | DESERTORES DA ESCADA

    […] perigoso quanto pode parecer, especialmente conhecendo os direitos e deveres e seguindo algumas dicas para ciclistas urbanos (série de posts). Claro que esse julgamento é pessoal, só pedalando pra […]

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  • Buzina na bicicleta não ajuda o ciclista urbano | + Vá de bike! +

    […] parte das Dicas para o Ciclista Urbano onde falo sobre como sobreviver ao trânsito, o leitor Fernando Niglio comentou sobre o uso da buzina, sugerindo que eu o acrescentasse às […]

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  • Willian Cruz

    Então, Fernando, eu não sou muito a favor de buzina por alguns motivos:

    1) Uma buzina fraca, do tipo trim-trim por exemplo, só é útil para alertar pedestres. Mas como eu sempre dou preferência para pedestre que está atravessando a rua e sempre ando na mão correta (e um dos motivos é para que eles me vejam quando forem atravessar), acabo não precisando. E, se precisar, falar “bikê!” ou “ô!” em voz alta resolve. Os únicos lugares onde ela se justificaria são parques e vias de tráfego compartilhado entre bicicletas e pedestres (em São Paulo, isso só existe na ciclovia da Radial Leste).

    2) Uma buzina forte, dessas que parecem de caminhão (buzinas de ar comprimido), assustam o motorista, que pensa que tem um caminhão em cima dele. Quando percebe que é “só” uma bicicleta, fica p. da vida e pode até retaliar, em vez de respeitar, que era o objetivo original da buzinada. E se você der uma buzinada dessas para um pedestre, ele vai se assustar mais ainda, porque vai achar que entrou na frente de um caminhão. Não dá certo. Sem contar que, para buzinar, você tem que dispor de uma das mãos, que em uma situação de emergência devem estar bem posicionadas no guidão e geralmente freando. Mesmo que você só precise esticar o dedo para apertar um botão, isso pode afetar a maneira como você se segura no guidão, se equilibra e freia, o que pode ser bastante perigoso. Melhor abusar do gritão mesmo, que surte efeito e ainda faz o motorista sentir vergonha, porque ele percebe que quase passou em cima de uma PESSOA e não simplesmente de um obstáculo-que-buzina. 😉

    Vou escrever isso em um post em breve, para ver os comentários e opiniões dos leitores do blog.

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  • Fernando Niglio

    Fala Brow!

    Cara, curti seu post! Inclusive vou escrever um post sobre isso e te colocar como referência. Muito bacana.
    Só senti falta de uma coisa, você falou quase nada sobre a buzina. Considero um dos itens mais importantes, mais até do que luvas por exemplo.
    Costumo usar a bicicleta como utilitário, é, confesso que o frio tem me desanimado um pouco ultimamente, mas acho que muitas vezes, uma buzinadinha ajuda muito. Muitos motoristas são folgados, esses sim devemos tomar cuidado, mas existe um outro tipo de motorista, os desatentos… Em geral este segundo grupo reage muito bem à sinalização sonora, e por isso considero a buzina essencial, e de preferência forte, as buzinas fracas são boas para andar no parque e alertar pedestres, mas uma buzina mais potente é mais efetiva para a sinalização envolvendo veículos auto-motores! :o)
    É isso aí!
    Parabéns pela iniciativa!

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  • Manoel Toledo

    Meus sinceros Parabéns pelas suas recomendações e artigos !! Estou cada vez mais orgulhoso de ser um ciclista de rua , uma pessoa que quer ir ao trabalho e treinar ao mesmo tempo !!
    Fortes Abraços!
    Manoel Toledo de Campinas

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  • Dicas para o Ciclista Urbano | + Vá de bike! +

    […] dei uma revisada no artigo principal das Dicas para o Ciclista Urbano. O artigo original foi escrito em 2004 mas, por incrível que […]

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  • Agressões a ciclistas | + Vá de bike! +

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  • Por que ir de bicicleta? | + Vá de bike! +

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  • Vinícius

    Cara, li alguns artigos do seu site. Gostei muuuito! To começando a pedalar agora de verdade, e seu site me ajudou muito!

    Está de parabéns!

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  • Rogério Crazy Biker

    Cara essas dicas são uma benção, sou ciclista urbano á 4 anos, percorrendo diariamente um percurso no total de 40km de Diadema á São Paulo e tudo isso que dizes é verdade fico contente que tudo aquilo que disse tenho feito, com alguns detalhes que não conhecia. Obrigado por essas maravilhosas dicas.

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  • Sérgio Roberto

    Cara,
    Como ciclista urbano há mais de duas décadas concordo quase 100% com suas excelentes dicas.

    Todavia, fiquei frustado em ver que v.não cita o RETROVISOR como um equipamento fundamental para nós ciclistas, principalmente os urbanos.
    Não sei qual é sua opinião mas,o retrovisor, foi o melhor melhor equipamento que coloquei em minhas bikes. Livrei-me de muitas situações potencialmente perigosas graças a ele.

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  • yasmim

    adorei essa pag. tem coisas interesantes e chatas + a maior parte é legal. xau… bjoss…

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  • Kiki

    Que não podia andar em cima das calçadas eu nem sabia que existia uma lei sobre isso… E olha que eu tirei carta de motorista e eles realmente não falam nada sobre isto!

    Gostei dessa matéria, mas fiquei um pouco em dúvida sobre aquelas ruas cheias de carros estacionados, onde é impossível ficar a 1 metro de distância da calçada.

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  • Francisco

    Tenho dúvidas sobre andar de bicicleta no sentido da mão dos carros. Prefiro fazer mão inglesa e arcar com a lentidão necessária à uma “direção defensiva” com a bicicleta. Não confio que serei viato ou respeitado por carros e tomo o mairo cuidado com pedestres. O melhor dos mundos é trafegar em ciclovias.

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  • Eduardo Luedy

    Adorei o blog! Texto inteligente, informativo e instigante. Sou apaixonado por bicicletas, mas somente agora, aos 41 anos, estou pensando seriamente em utiliza-la como veiculo utilitário. Moro em Salvador e o trânsito está cada vez pior. Triste perceber que não hpa nenhum planejamento para diminuir a quantidade de veículos auto-motores (poluentes!) nas ruas – o que dificulta em muito a vida dos ciclistas por aqui.
    Bem, queria parebinzar o autor do blog 9é o Wiliam Cruz?). Abraços,
    Eduardo Luedy

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  • Sonia Gallo

    Cada dia tô me convencendo ainda mais… Carro em SP, nunca mais (Até rimou!)

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  • Alexandre SP

    Ae Willian, muito bom material, isso poderia ser material de palestras, montar um filme (curta), com imagens do dia-a-dia, retratando essas situações, com os comentários do seu texto como narrativa, vc ja pensou na idéia?

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  • Vado Gonçalves

    Carissimo William.
    Parabens pela materia, sou ciclista desde os 12 anos de idade e claro que como a maioria dos ciclistas, depois de alguns anos, notei que fazia muita coisa errada, tais como contra mão, calçada, entre muitas outras barbaridades. E foi baseado nestes erros que depois de pedalar muitos anos sozinho, conhecia Renata Falzoni. Sou lider do Moonlight Bikers e procuro fazer um trabalho de educação com a garotada no bairro onde moro ( Santo Amaro).
    BikeAbraços
    Vado

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  • Mauroelme

    Muito bom Willian. Parabéns. Você escreve muito bem. Dicas valiosas pra todos que gostam de bike. Confesso que as vezes subia na calçada para evitar o trânsito pesado e pegava uma contra mão de vez em quando. Vou tentar me lembrar disso nas próximas pedaladas. Valeu!

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  • Willian Cruz

    To vendo que esse site tá ficando bem freqüentado. 🙂 Respondendo a todos de uma vez só:

    Lourdes: Em termos de compartilhamento, eu ainda prefiro compartilhar o espaço com os carros do que com os pedestres. Ciclovia é segregação, ciclofaixa é legal porque é compartilhamento mas é um pouco impositivo e pode repercutir mais em indisposições do que em compreensão por parte dos motorizados. O ideal seria conscientizar, nem que a princípio seja na base da multa, como ocorreu com o cinto de segurança, que hoje todo mundo usa.
    Pra andar na calçada é como você falou: tem-se que considerar riscos e prioridades (os maiores cuidando dos menores) e, principalmente, limitar sua velocidade de forma compatível à segurança de quem tem a prioridade nesse espaço.

    Arnoud, Alexandre, Adriano: Valeu! 🙂

    Tales: loucura esse video, o pessoal entra na rua batendo papo, distraído, os carros e as bicicletas passam ao redor deles e não acontece nada! Já tinham me falado de espaço compartilhado, mas isso aí é doideira! 🙂 Você fica olhando desesperado achando que vai ter algum acidente, mas não acontece nada… Tudo flui!

    Chester: Bicicleta para gordos foi ótima… diz isso pro Moa! 🙂

    Humberto: Já te mandei aquelas dicas sobre esse assunto, que pretendo publicar aqui em breve como sendo a parte II desse texto. Obrigado pela sua colaboração na elaboração dele, já que foi seu e-mail que me motivou a finalmente escrevê-lo. 🙂

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  • Lourdes Zunino

    William , acabei de fazer um comentário no teu texto comentando o codigo – sobre andar em calçadas, mas agora lendo este teu texto, reconsidero! É q costumo andar emcalçadas quando me sinto ameaçada pelo transito. Só q vou devagar considerando riscos e prioridades, afinal tenho 50 anos e ñ quero acidentar nenhum velinho! mas ñ dá p generalizar, vc tem razão, nem todos são cuidadosos e os riscos são grandes. Quem sabe um dia teremos areas de transporte compartilhado? Parabéns por seus textos!

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  • Arnoud

    Parabéns pelo interesse em propagar estes conceitos de segurança!
    Você foi didático e não complicou a linguagem. Incentivou o uso da bicicleta sem ficar pentelhando os motoristas.

    Muito bom!

    Quando eu crescer, que aprender a escrever assim. 🙂

    Abraços!

    http://www.arnoud.blogger.com.br

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  • Alexandre de Palma

    Pedalo entre 25 e 40km por Sao Paulo todos os dias e uso exatamente essas dicas para me proteger. Tenho me mantido quase sem problemas ate agora.
    Acho que todos os ciclistas urbanos deviam ler esse artigo.
    Alexandre.

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  • Tales

    Se estiver a fim, de uma olhada num video do transito da China no meu site (stoneagescanners.com/terramex), e veja com que seguranca os chineses andam de bicicleta pelas ruas…
    Mas, so pra reforcar a sua ideia, minha cidade aqui eh extremamente plana e eh uma delicia andar de bicicleta, mesmo no caos. Legal voce fazer isto em SP. Um grande abraco!!
    ps – seu site eh muito legal :O)

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  • Chester

    Ah, e seu blog é muito legal, visite o meu! 😀

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  • Chester

    Caraco, Willian, o texto ficou muito bom. Se eu já não tivesse comprado uma Honda Biz (que, essencialmente, é uma bicicleta para gordos, já que você não pedala mas também não corre), consideraria seriamente a idéia de ir trabalhar de bike…

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  • Humberto Guerra

    Muito bacana. Parabéns pela iniciativa e pelo didatismo. Pena que poucas empresas oferecem vestiários para tomar um banho e se trocar antes de trabalhar. Em alguns casos, sobretudo em uma cidade nada plana como a minha (BH), trabalhar após pedalar é inviável sem uma ducha.

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  • Adriano Dias

    Muito bom o texto William. Manual básico pra quem está começando e também pra quem já se acha experiente nas ruas de São Paulo e grandes cidades. Equilibrado, auto-crítico na medida certa e sobretudo com bom senso. Parabéns.

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