15 recomendações simples para pedalar com mais segurança nas ruas

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Foto: Willian Cruz

Foto: Willian Cruz

Dicas para o ciclista urbano

1Como se manter seguro

2Pedalando para o trabalho (vídeo)

3Não pedale na contramão

4Ocupe a faixa

5Cuidado com as portas

6O que diz o Código de Trânsito

710 dicas para os dias de chuva

8E se a empresa não tem chuveiro?

97 truques para as subidas mais difíceis

107 dicas para pedalar de madrugada

11Medo de pedalar nas ruas?
Chame um Bike Anjo!


Se você acha que essa coisa de bicicleta não é para você, tudo bem. Mas se você se dispuser a experimentar ir pedalando, um dia que seja, vai chegar no seu destino mais disposto e feliz. A endorfina liberada pelo exercício físico vai te fazer ter um dia melhor no trabalho.

Só por não ter se estressado em esperar dentro do carro (ou do ônibus) por aquele sinal que abriu e fechou três vezes, você já vai sentir uma diferença enorme. Vai queimar aquelas gordurinhas que insistem em continuar ali, por mais que você reze para São Regime. Vai melhorar sua capacidade respiratória, a circulação, e vai correr menos risco de infarto.Vai economizar dinheiro e provavelmente vai até chegar mais rápido.

Se você estiver cogitando a hipótese de usar a bicicleta, ou se já a utiliza mas ainda não se sente seguro, o Vá de Bike tem uma série de artigos para mostrar que usar a bicicleta nas ruas pode ser seguro e agradável, mesmo nas grandes cidades (veja no box ao lado).

Nesta página há recomendações sobre como se portar no trânsito. Sim, eu sei que você já é crescido e sabe atravessar a rua, mas não é isso: quero te ajudar a não correr riscos desnecessários e a desfazer a ideia de que pedalar junto com os carros é coisa de maluco. É viável, sim, basta tomar alguns cuidados.

1Iluminação

Nem sempre lembradas como item de segurança, as luzes da bicicleta têm papel essencial. Afinal, é muito mais importante evitar uma situação de risco do que se preparar para sobreviver a ela.

Para poderem ter tempo de reação e desviar de você com segurança, os motoristas precisam vê-lo. E, à noite, quem está numa bicicleta é ainda menos visto por quem está dirigindo. Os refletivos, que a lei obriga a virem com as bicicletas, são de pouca ajuda. Use sempre luz branca na frente e vermelha atrás, para os motoristas saberem rapidamente se você está indo ou vindo.

A luz deve ser piscante, pois a intensidade luminosa das lanternas de bicicleta não é suficiente para se destacar com segurança quando acesas no modo ininterrupto. A luz piscante atrai muito mais a atenção do motorista – e é exatamente esse o objetivo.

2Capacete

A condução segura da bicicleta tem um potencial de protegê-lo muito maior que o simples uso do capacete, principalmente se você não pretende fazer manobras arriscadas ou abusar da velocidade. É comum associarmos o uso da bicicleta com esporte radical ou atividade de risco, mas pedalar de forma consciente e sem abusos oferece tanto risco quanto atravessar a rua com cuidado. E, ao contrário da crença popular, capacete não é obrigatório por lei para o ciclista.

Apesar disso, recomendamos seu uso, especialmente para quem está começando, pois a habilidade em se equilibrar mesmo em situações adversas vem com o tempo e a prática. Claro que um capacete diminui a chance de traumatismo craniano, assim como uma joelheira diminuiria a chance de machucar os joelhos (e isso tanto para ciclistas quanto para pedestres que caminham em calçadas mal conservadas). Mas tenha em mente que ele não lhe protegerá dos carros, apenas de você mesmo. Pedale com atenção e cuidado, para não precisar colocá-lo à prova. E importante: não faça bullying com quem prefere não utilizá-lo.

3Luvas e óculos

Não são imprescindíveis, mas convém usar. As luvas são importantes por dois motivos. O primeiro é que a pele pode ficar irritada pelo apoio contínuo na manopla; o outro é que, se você cair, tentará parar a queda com a mão, esfolando toda a palma se estiver sem luvas. No frio, as luvas “fechadas” (de dedo inteiro) tornam-se importantes para suas mãos não enrijecerem com o vento gelado, o que pode até atrapalhar na hora de frear. Já os óculos oferecem uma proteção importante contra poeira e outras partículas que podem entrar nos seus olhos com o vento, bloqueando sua visão temporariamente, o que pode criar uma situação desagradável e até perigosa.

4Contramão não

Há várias razões para pedalar na mão correta e todas elas visam sua segurança. São tantos motivos que temos um artigo detalhando esse assunto, mas cito aqui os principais.

Um pedestre que vai atravessar a rua só olha para o lado de onde os carros vêm. Um carro que vai entrar em uma rua, ou sair de uma garagem ou vaga de estacionamento, também. Eles não esperam encontrar uma bicicleta vindo na contramão. Um carro fazendo uma curva à direita também não espera uma bicicleta na direção contrária, ainda mais no lado de dentro da curva. Um motorista que estacionou e vai abrir a porta, olhará só no retrovisor para ver se pode abri-la, sem ter motivos para olhar para a frente.

A velocidade em que você se aproxima de um carro é muito maior se você estiver na contramão, por ser a soma das velocidades dos dois veículos. Se você estiver a 20km/h e o carro a 40, você estará se aproximando dele a uma velocidade relativa de 60km/h. O motorista terá bem menos tempo para reagir à sua presença e desviar de você, além do fato de que uma colisão nessa velocidade faz um bom estrago. Se nesse mesmo exemplo você estiver no mesmo sentido do carro, a velocidade relativa entre ambos será de apenas 20km/h: o motorista terá mais tempo para desviar e a chance de colisão diminui muito. E, numa possível colisão, o estrago será menor.

5Afaste-se das portas

Cuidado com as portas dos carros parados. Muitos motoristas olham no retrovisor procurando o volume grande de um carro e acabam não vendo a magrela chegando, principalmente à noite (outro ponto a favor da iluminação piscante). Ou o motorista olha em um ângulo que faz a bicicleta ficar em um ponto cego. E há também quem seja distraído mesmo! Tem até quem abra a porta toda de uma vez, empurrando com o pé…

Por isso, fique a uma distância que seja suficiente que uma porta abrindo não te derrube. Mantenha pelo menos um metro dos carros parados, tentando imaginar até onde iria uma porta aberta. De preferência, ocupe a faixa seguinte. Nem sempre é possível perceber uma pessoa dentro de um carro parado, não se arrisque.

6Na direita, mas nem tanto

Ande sempre pela direita. Em alguns casos pode ser melhor usar a esquerda quando a via é de mão única, mas são raras exceções. Usar a faixa da direita é mais seguro, por ser a área destinada aos veículos em menor velocidade.

Não se posicione muito no canto, senão os carros tentarão passar na mesma faixa em que você está, mesmo não havendo espaço para fazer isso em segurança. Você pode se desequilibrar e cair só com o susto, sem falar no perigo de um esbarrão. O Código de Trânsito obriga os motoristas a passarem a 1,5m de você, mas muitos motoristas não sabem disso ou não entendem a importância e o motivo do 1,5m).

Ande mais ou menos na linha de um terço da pista, assim não fica tão antipático quanto ocupar a pista toda. Você terá espaço para desviar de buracos sem ter que ir mais para a esquerda e os carros terão que esperar até haver espaço suficiente para ultrapassar pela outra faixa. E, mesmo que algum motorista apressado tente forçar passagem, você terá um respiro para fugir para a direita sem ter que se jogar na calçada. Saiba por que muitos ciclistas ocupam toda a faixa e entenda por que (e como) fazê-lo com segurança.

Mas seja compreensivo com os motoristas: quando você passar por um trecho de tamanho considerável onde não houver carros parados, use a área de estacionamento para desafogar a fila de carros atrás de você. Assim, aquele motorista que está aguardando há alguns minutos sem conseguir te passar poderá ir embora antes de ficar nervoso. Apesar de você estar no seu direito, muitos motoristas não vêem dessa forma e se irritam com sua presença, esquecendo que a rua é de todos e não apenas dos carros. Mas tome muito cuidado ao retornar à faixa de rolamento: sinalize, aguarde um momento seguro e entre. Se for preciso, pare e espere todos os carros passarem antes de voltar a ocupar a faixa.

7Sinalize sempre

É muito importante que os motoristas possam prever sua trajetória, por isso sempre sinalize o que pretende fazer, com sinais de mão. Peça passagem, dê passagem, sinalize que o motorista pode passar quando você decidir esperá-lo, avise quando você for precisar entrar na sua frente (e espere para ver se ele vai parar mesmo).

Sinalize com a mão esquerda em 90º quando for virar à esquerda e com a mão direita quando for virar à direita. Agiar ligeiramente a mão torna o sinal mais visível. Quando for continuar em frente em um local onde muitos carros viram à direita, sinalize com a mão em 45º, pedindo para aguardar, como a Renata Falzoni faz nessa foto. E sempre veja se o motorista vai mesmo te esperar!

8Educação é uma via de mão dupla

Motoristas são bem suscetíveis a abordagens educadas. Quantas vezes já não vimos um motorista, que está se posicionando para não deixar outro entrar na sua frente, ceder a vez quando o primeiro faz um simples sinal com a mão? Pois esse sinalzinho de mão, acompanhado de um sorriso e seguido de um agradecimento, faz milagres.

Um ciclista educado é melhor recebido nas ruas. É importante também sempre agradecer quando alguém aguardar ou der passagem, porque isso criará simpatia no motorista, ajudando a vê-lo como uma pessoa e não como um entrave ao seu deslocamento, um atraso a mais em sua pressa.

Muitos motoristas que estiverem lhe vendo como “um folgado ocupando a rua” vão pensar “pelo menos o cara é educado”. Já é alguma coisa e pode ser a diferença entre uma situação de risco ou não. E esses passarão a tratar melhor o próximo ciclista que virem. Ou seja, com boas maneiras no trânsito você acaba ajudando a todos nós. Obrigado! 🙂

Ciclista na ciclovia da Av. Jabaquara. Foto: Willian Cruz

9Prefira ciclovias e ruas calmas

Ciclovias e ciclofaixas protegem vidas, pelo simples fato de separar os ciclistas do trânsito dos demais veículos. O cuidado que se deve tomar nesse caso é principalmente nos cruzamentos, esquinas e conversões, onde os motoristas nem sempre dão a preferência ao ciclista (por sinal, prevista em lei). Mas qual a recomendação para quando não há ciclovia?

Vias expressas, ou avenidas com muito fluxo e pouco espaço, só em último caso. Avenidas com várias pistas costumam ser viáveis, mas é sempre bom optar por ruas que sigam em paralelo a elas, principalmente quando você estiver começando a se aventurar no trânsito.

Em horários de pico pode ficar mais difícil trafegar nas avenidas. Há pouco espaço sobrando, obrigando o ciclista a usar o corredor, e sempre há alguns motociclistas impacientes. Para piorar, quando o trânsito anda 100 metros os motoristas tentam recuperar todo o atraso nesses poucos segundos, buzinando e acelerando atrás do ciclista como se fosse ele o responsável pelo congestionamento.

A escolha da rota é um item importante de segurança. Procure ruas menores, que os carros evitam por precisar parar a cada esquina em razão de lombadas, valetas ou muitos semáforos. Não pense no trajeto como se estivesse de carro: o que é ruim para os motoristas costuma ser bom para os ciclistas.  Se não souber que caminho fazer, procure ciclistas experientes no uso das ruas ou a Bicicletada de sua cidade e peça algumas dicas, ou peça a ajuda de um Bike Anjo.

Como regra, se você estiver com medo de pedalar em certa avenida, melhor não fazê-lo, mesmo porque se você estiver muito inseguro pode cometer algum erro bobo ou até perder o equilíbrio devido à tensão. Avenidas onde o fluxo de carros segue a uma velocidade alta mesmo na pista da direita são desaconselháveis, fuja de lugares assim. Ruas menores são mais seguras e muito mais agradáveis, mesmo que com isso o percurso aumente um pouco.

Apesar de tudo isso, sabemos que nem sempre há vias alternativas, ou que a escolha de outro caminho implica num aumento enorme de percurso, incluindo nele várias subidas. Detalhamos esse assunto neste artigo. Também temos um texto esclarecendo que não há velocidade mínima na faixa da direita, um mito muito comum.

10Calçada é para pedestres

Se precisar passar pela calçada ou atravessar na faixa de pedestres, o código de trânsito manda desmontar da bicicleta, como os motociclistas (conscientes) fazem (art.68, §1º). E essa lei não é apenas uma regra arbitrária feita por quem nunca andou de bicicleta: há motivos suficientes para não usar a calçada.

Os pedestres que estão de costas para você podem dar um passo para o lado sem te ver chegando. Um carro pode sair de dentro de uma garagem de prédio e te acertar em cheio, ou aparecer na sua frente de um modo que você não consiga desviar – e o errado (e ferido) vai ser você.

Idosos morrem de medo de bicicleta na calçada, por terem um medo compreensível de se machucar, principalmente aqueles que estão em uma idade em que um osso quebrado pode ser impossível de ser consertado. Se você passar com a bicicleta na calçada perto deles, vão reclamar e com toda razão. Comparativamente, é o mesmo que um caminhão vir na sua direção e desviar na última hora: eles podem cair só com o susto de ver a bicicleta chegando.

Mais um bom motivo para não andar na calçada? Uma criança pode aparecer correndo de dentro de alguma casa. Já pensou ter na consciência o atropelamento de uma criança de três anos? Péssimo, né? Melhor não correr esse risco.

Tente circular sempre na via. Se precisar passar pela calçada, desmonte e vire pedestre.

11Não fure o sinal

Não passe no sinal vermelho com a bike, pois pode aparecer um carro em alta velocidade na transversal e você não conseguir fugir a tempo. Ou pode aparecer um pedestre que estava oculto pelos carros, exercendo seu legítimo direito de travessia. E, mesmo que o pedestre esteja atravessando fora da faixa ou com o sinal aberto para os veículos, é obrigação do ciclista reduzir e aguardar que ele termine a travessia. Nem precisaria ser lei (e é) para que essa fosse a conduta adequada.

Quer mais? Os motoristas se irritam ao ver ciclistas desrespeitando as leis de trânsito. Uma pessoa de má índole atrás do volante pode resolver “puni-lo” mais adiante com uma fina ou fechada, que pode lhe causar ferimentos graves.

Dica: se quiser aproveitar o sinal aberto para os pedestres, desmonte e atravesse caminhando! 😀

12Corredor de ônibus não

Em corredores de ônibus, alguns motoristas não têm a menor paciência com ciclistas, porque precisam sair da pista exclusiva para ultrapassá-los e os motoristas dos carros não deixam.

Nas faixas preferenciais, que ficam à direita da via e sem separação física, em algumas cidades os motoristas de ônibus já se acostumaram a encontrar ciclistas pelo caminho e sabem desviar com segurança, saindo da faixa e retornando adiante. Em São Paulo, o próprio Secretário de Transportes chegou a comunicar que ciclistas devem usar a faixa da direita mesmo quando ela for dos ônibus. Mas, se na sua cidade ou bairro a compreensão dos motoristas definitivamente não é a regra, tente usar a segunda faixa (a primeira logo após a dos ônibus). O melhor mesmo é evitar avenidas onde há faixa ou corredor de ônibus na direita, mas sabemos que nem sempre há caminhos alternativos viáveis.

13Cuidado nas saídas à direita

Em saídas livres ou esquinas onde muitos carros viram à direita, tome cuidado adicional. De vez em quando, um carro que está na segunda pista vira rápido, porque lembrou disso na última hora ou porque não o deixaram mudar de pista antes. Quando calcula se vai dar tempo, o motorista só analisa os carros que estão vindo, pressupondo que a bicicleta é muito lenta e haverá tempo para passar à sua frente. Por isso, quando vir que muita gente vira em algum lugar à direita, sinalize com a mão que você vai seguir em frente e certifique-se visualmente de que nenhum carro vai virar mesmo assim.

14Antecipe o que os motoristas farão

Sempre se adiante ao que as pessoas nos carros podem fazer. Olhe para trás (ou no retrovisor) para ver se não está vem vindo algum maluco, voando para entrar na rua que está cinco metros à sua frente. Veja se o trânsito está parando em uma única faixa, o que faz os motoristas saírem irritados dela sem prestar muita atenção a quem vem vindo. Fique atento ao posicionamento e trajetória dos veículos ao seu redor, usando tanto a visão quanto a audição. E evite sempre ultrapassar pela direita, pois alguém pode abrir uma porta para descer do carro ou virar sem aviso para entrar em um estacionamento ou garagem.

15Permita que os motoristas antecipem suas ações

Não fique fazendo zigue-zague, não entre sem olhar numa avenida e não mude de pista sem sinalizar, mesmo que o motorista mais próximo esteja lá atrás. Do mesmo modo que ele pode calcular mal sua trajetória e achar que vai dar tempo de passar na sua frente, você pode se enganar ao achar que vai dar tempo de mudar de pista antes dele chegar. Sinalizando, o motorista prevê o que você vai fazer e diminui a velocidade.

Veja, seja visto e comunique-se no trânsito!

Veja também
Saiba o que o Código de Trânsito diz sobre bicicletas e ciclistas
Veja mais dicas sobre o uso da bicicleta nas ruas
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144 comentários para 15 recomendações simples para pedalar com mais segurança nas ruas

  • Rodrigo

    Carro com placa do Tribunal de Justiça de SP quase provoca acidente ao fazer conversão proibida e fechar ciclista.
    https://www.youtube.com/watch?v=oJJpBEuRBH0

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  • JOÃO

    ENTÃO EU JÁ FUI ATROPELADO PELO UM CARRO, O CARA TAVA BEBEDO BATEU EM MIM. E FUJIU SEM PRESTA SOCORRO. MAS NA FRENTE ELE BATEU EM POSTE. E FOI PEGO EM FRAGANTE. MINHA BIKE NÃO PRESTOU MAS PRA NADA. MAS ELE PAGOU TUDO. EU JÁ COMPREI OUTRA BIKE. E CONTINUO INDO TRABALHAR DE BIKE. É UMA DELÍCIA.

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  • Gustavo

    Querido, gostaria de usar suas dicas num programa de rádio. é possivel?

    obrigado!

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  • Markus

    “A luz deve ser piscante, pois a intensidade luminosa das lanternas de bicicleta não é suficiente para se destacar com segurança quando acesas no modo ininterrupto. A luz piscante atrai muito mais a atenção do motorista – e é exatamente esse o objetivo.”

    Quanto a afirmação acima, eu acho que o piscante deva ser um complemento, para justamente, como dito, atrair a atenção do motorista.
    Mas daí eu pergunto: do que adianta atrair a atenção do motorista e NÃO ver os buracos/desníveis da pista que podem levar a uma queda?

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    • Willian Cruz

      Parte-se do princípio de que há iluminação pública. Não havendo, utilize no modo de iluminação contínua (e cobre da prefeitura a melhoria da cidade). 😉

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  • Alexandre

    Uma dúvida quanto ao ponto 4 “Contramão não”

    Aqui na minha cidade temos ciclofaixas em apenas uma das mãos, e em algum momento, seja indo ou voltando você obrigatoriamente terá que andar na contramão para utiliza-la.
    O CTB diz que se faz obrigatório transitar do lado direito da pista caso não exista ciclofaixa ou ciclovia. Ou seja, se existir ciclofaixa, é pra usar, não importa onde.
    E agora? Sigo a ciclofaixa na contramão (e encaro os perigos) ou sigo pelo lado direito da pista?

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  • Paulo Jorge C Rodrigues

    VALEU ÓTIMA MATÉRIA.

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  • Zoliah

    Perfeito. Apenas uma correção no texto: Agiar ligeiramente a mão torna o sinal mais visível.
    Abrs

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  • João Otavio Dobre Ferreirra

    Faltou falar do retrovisor. (ou eu sou o único a achar o espelho realmente útil?)

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  • Chico

    Andar de bicicleta na calçada não é proibido. A informação correta é “não é aconselhável”. Somente é proibido bicicleta na calçada se houver alguma placa com tal informação. O texto está corretíssimo em citar o cuidado para com idosos e crianças e pedestres em geral. O que precisa ser esclarecido é que o ciclista na calçada precisa ser imensamente cauteloso. O ciclista, na calçada, não pode pressionar o pedestre nem colocá-lo em risco, em hipotese alguma. Mas é permitido sim pedalar na calçada, com bom senso e coerência, e uma velocidade maneirada. Ciclistas devem evitar calçadas muito cheias, é fato. Nesses casos desmonte e empurre. Em casos de calçadas vazias e também horários com pouquíssimo trânsito
    de pedestres, o ciclista pedalando na calçada não está fora da lei. Há uma velocidade de locomoção permitida sim, diferente da regra aplicada para motos.

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  • claudio Silva

    tem um bando de “FDP” que alem de botar o carro por cima ainda falão monte de asneira.
    acessório de segurança escudo e lança e armadura.

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  • Diva nobre

    Pedalo ha mais de 2 anos, a noite e algumas vezes nos finais de semana, observo que mesmo contra os guias de grupos sempre teimam em avançar os sinais vermelho. Chego as vezes a me indispor com alguns.

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  • ROSE FARIA

    william , preciso falar com v urgente. quero fazer uma entrevista , para a Globonews, ás 10hs de hj, dia 19/03.
    fone 5509.5121

    obrigada

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  • Ruy Villani

    Não sou ciclista. Sou pedestre e motorista. Esse texto deveria ser de leitura obrigatória para todos os ciclistas. Traz conselhos indispensáveis e coerentes. Inúmeras vezes na condição de pedestre tive minha segurança ameaçada por ciclistas que andam na contramão, desrespeitam faixas de pedestres ou conduzem em velocidade inadequada. Como motorista tive minha segurança em risco por conta de ciclistas que desrespeitam sua própria integridade, forçando-nos a manobras perigosas.
    Sou totalmente favorável à expansão do uso das bicicletas por todas as vantagens que isso traz, mas temos que lembrar que a bicicleta é um veículo e, como tal, o ciclista deve respeitar as regras aplicáveis a seu uso.
    Parabéns por esse texto sensato e esclarecedor. Vamos divulga-lo ao máximo.

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    • Willian Cruz

      Agradeço os elogios, Ruy. Nosso objetivo é termos um trânsito mais seguro para todos, não só para o ciclista. E assim como quem dirige tem obrigação de proteger quem está na bicicleta, quem está pedalando tem obrigação de proteger quem está a pé. Grande abraço e obrigado pela visita.

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  • flavio

    olá!
    as dicas aqui escritas, são importantíssimas para uma pedalada segura. Sou policial militar e tenho adotado a bike como meio de transporte para chegar ao trabalho. Digo que na segunda vez que usei esse transporte, já fui atropelado. kkk.
    A população ainda não está pronta para dividir o espaço no transito com mais um meio de transporte. Não por maldade, mas o motorista ainda vê o transito com carros, motos, caminhões e ônibus. Sendo que quando há uma adição de meios de transportes alternativos, parece que há uma espécie de ”piri paque”.kkkkkk!!!
    Há muito oque se fazer ainda.

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  • Walter

    Hoje foi meu 2º dia indo de bike pro trabalho, e já atestei alguns itens como: Um carro veio na contra mão, eu dei um grito de “Ô, ta loco?” e o cara fez questão de mudar o trajeto só para me atacar me obrigando eu me jogar na calçada para não ser atropelado. O outro é sobre faróis vermelhos, eu parei do lado de um carro quando fechou, mas como eu já era acostumado a atravessar no fechado como pedestre (com muita atenção e cuidado com a plena visão que não vinha carro) fiz o mesmo com a bike, na hora o motorista começou a buzinar que nem louco.. provavelmente pq eu “levei vantagem e ele ficou la” (na cabeça dele), mas como era perto de casa não teve tempo pra ver se ele ia tentar me atropelar também como o outro. Bom, depois desse susto vou parar de gritar quando fizerem essas maluquices de andar na ciclovia ou na contra-mão, mas quanto a semaforo vai ser quase impossivel, sempre fiz isso como pedestre e jamais atrapalhei quem vinha, pq só atravesso com 100% de certeza, sei que estou errado, mas meu erro não está prejudicando ninguem, me perdoe os amigos ciclistas, quem sabe minha mentalidade mude algum dia.

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    • Dress me Up

      Já aconteceu comigo também do cara jogar o carro na minha direção, me derrubando. Pior que eu anotei a placa e fui fazer o B.O. e o delegado do batalhão não aceitou prestar a queixa.
      Quanto ao seu “erro”, acredito fortemente que devemos usar o BOM senso, tipo: a rua por onde você passa está um pouco vazia e tem carros passando numa velocidade muito alta e a calçada ta livre, você não vai prejudicar nenhum pedestre? Porque se sacrificar na rua se você pode estar na calçada?! Bom senso, claro se na calçada tiver muita gente, é só descer da bicicleta e empurrar ela até um local onde não tem tanta gente e boa também.

      O mais legal é saber que você fez o segundo dia (e espero que hoje tenha sido o terceiro) de bike para o trabalho. Em que região você trabalha? Costumo organizar um grupo pra voltar pedalando junto!

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  • Jr,

    Arruma essa parte do texto “”porta abrinda””

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  • Julia Alves

    Meu trabalho de Educaçao Física eh sobre isso,com certeza vou tirar nota maxima.Alem d auxiliar pra mim e pra minha sala…Mt bm 😀 🙂

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  • davi henrique bernardino burato

    olha vc esqueceu de um material de seguranca o oculos oculos pode evitar é cisco que vai no olho e vc vai tentar tirar amao do guidao e isso sim tem mais chance de vc cair da bike

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  • Lucas

    Oi , você poderia me ajudar a escolher uma bike ?Qual dessas bicicletas é a melhor para mim comprar ?
    BICICLETA CALOI ANDES ARO 26 –
    BICICLETA CALOI KS 21 – ARO 26 –
    BICICLETA CALOI XRT – ARO 26 –

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  • Emmanuel Marcel Favre Nicolin

    Postei esse artigo recente no Vitória Sustentável. Mostre um vídeo sobre as diferenças de visibilidade a noite. Vai do totalmente invisível quem usa roupa preta sem refletor e sem faróis a muito visível quem tem todo isso. Eu acho que a visibilidade vai além das lâmpadas. Até a cor da roupa pode ser primordial para quem não usa nem refletor e nem faróis. A noite o preto absorve toda luz e o ciclista pode permanecer totalmente invisível. Com camisa branca reflete todos os raios de luz de maneira difusa. Os retrorefletores refletem a luz de maneira não difusa e na direção da luz (faróis de carros) e aumentam evidentemente muito a visibilidade do ciclsitas! Preciso fazer algo para as aulas de física sobre isso! Tem tudo a ver!
    http://vitoria-sustentavel.blogspot.com.br/2014/06/seja-visivel-noite.html

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  • Patricia

    Gosto de colocar fitinhas e coisas chamativas e femininas na minha bike. Acho que é uma forma de chamar atenção dos motoristas. Gosto de pedalar de roupas bem coloridas também e tenho um adesivo com a imagem de um ciclista e um carro, lado a lado, com a distancia de 1,5 m.
    Os fatores simpatia e sinalização são os mais eficientes, pra mim. Mas sofro muito com as mulheres, elas gostam de me fechar rsrsrs

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  • Léo C-10 Contrapedal

    Essa matéria é sem sombra de dúvida a mais perfeita da realidade de um ciclista urbano!

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  • Rubia

    Sou pedestre e estou começando a andar de bike agora, por isso seu texto me interessa muito! Mas o primeiro parágrafo me frusta. Por que vocês acham que todo mundo anda de carro? Ou que a bicicleta é só sinônimo de um carro a menos nas ruas? E os pedestres? E as pessoas que andam de transporte público? E que só anda de bike? Mania chata essa de os motoristas de carro como o centro de tudo… Parabéns pelo site.

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    • Willian Cruz

      Oi, Rubia. Você tem razão, o texto foi escrito há muitos anos e tinha originalmente como alvo as pessoas que dirigem. Mudamos a introdução, obrigado pelo comentário.

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  • Valéria Barreto Peruna

    Willian,

    Simplesmente SENSACIONAL este seu blog!

    Aqui em Salvador, saio recomendando uma visita e leitura, a todo mundo que quer pedalar ou que já pedala sem muito conhecimento das regras básicas de segurança, do CBT etc.

    Faço parte de um grupo chamado JABUTIS VAGAROSOS – que até tem filial aí em São Paulo – e a nossa missão é justamente ajudar quem deseja se tornar um ciclista urbano a pedalar sem medo e com segurança.

    Seu blog é para nós uma inspiração! Na nossa Cartilha dos Jabutis Vagarosos (ver http://www.muraldebugarin.com), indicamos seu endereço como espaço para saber mais sobre pedalar!

    Muito bom! Parabéns!

    Valéria

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  • Emmanuel Marcel Favre Nicolin

    Não concordo mais com um ponto. Está escrito para não furar sinais de trânsito. Sabemos agora que em muitos casos isso é mais seguro para os ciclistas. Não é por nada que em Paris já estão liberando vários sinais de trânsito para ciclistas. Simplesmente aumenta a segurança do ciclista. Quanto tempo vamos esperar para esse direito chegar no Brasil? Receio que seja muito tempo… Nem normalizaram a situação das bicicletas elétrica no Brasil e já existe uma norma na Europa desde de 2002… 11 anos depois nada. Enfim, é triste! Furar sinal já é um direito a ser pedido!

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    • Felipe 'chronos' Prenholato

      Não acho que seja correto furar sinais. Eles estão lá não só pelos carros, mas também pelos pedestres que precisam atravessar e não devem correr o risco de algum ciclista apressadinho passando lotado.

      Eu sempre saio quando o sinal fica amarelo pra via que está cruzando (a não ser que tenha pedestres atravessando) e não tenho problemas.

      Se precisamos da ‘segurança de furar semáforos’, prefiro que batalhemos mais ainda pelas bike box, que pelos poucos metros que nos dão de vantagem já ajudam muito. Mais ainda, seria bom termos semáforos de bike e de carros, onde os de bike seriam liberados coisa de 30s antes dos carros.

      Funciona muito melhor do que liberar para furar semáforos.

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  • Ande de bicicleta nas ruas de forma mais segura! | Blog Dínamo Vigilância

    […] Fonte: [1] […]

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  • Rafael

    Bom dia Galera.

    Estou pensando em começar minha vida com bicicleta, já andava aos domingos na ciclovia da Marginal Pinheiros.
    Moro próximo a estação Jurubatuba de trem (possui acesso para ciclovia), contudo trabalho no Hospital das Clínicas (próximo a Av. Rebouças). Já fiz todos os calculos quanto a km e tempo gasto, entretanto o acesso a ciclovia mais próxima é na estação Vila Olimpia, portanto um pedaço do percurso será percorrido pela Av. Brasil (SP).

    Já lí e agradeço todas a dicas do site e também sobre o código de trânsito (que também desconhecia). Bom, depois de toda esta explicação..rsrsrs, vocês tem alguma dica? ou preciso saber de algo importante?

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    • Felipe 'chronos' Prenholato

      Na verdade a saída mais próxima é na ponte da cidade universitária, de lá são 5.2km de subida até o hosp. das clinicas no trajeto mais curto (da pra consultar pelo google maps).

      O trajeto no link http://goo.gl/mly4mb (com 5.7km) é um que tenta evitar as grandes avenidas, que dependendo do horário, vão estar paradas e/ou mto perigosas, cheia de cachorro louco hehehe. Ele também te ajuda a ter um folego a mais porque vai costurando por dentro e pegando umas retas. Eu iria por ele já que você estaria cansado de ~15km de ciclovia, pois as ‘respiradas’ de não subida são ótimas. Te aconselho a usar com o navigation do google maps junto com o um smartphone :).

      Eu não conheço rotas de bike na região, vale consultar o mapa de ciclorotas de São Paulo :).

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      • Rafael

        Obrigado Felipe.

        Agradeço a dica, vou fazer o trajeto no fim de semana para estudar as possibilidades.

        Não tinha pensado na cidade universitária, uma boa opção também.

        Abraço

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        • Cícero Soares

          Meu… Dando uma olhadinha no seu trajeto, Rafael… Meu, que super falta que faz saídas da ciclovia da Marginal através das estações Cidade Jardim e, principalmente pra você, Hebraica-Rebouças, não? Se houvesse uma nesta, era uma linha reta, você só escolhendo ladear, à esquerda ou à direita, a avenida Rebouças. Claro, após a Henrique Shaumann-Brasil, a maledeta subida, né? Mas, claro, ao fim do expediente, aquela santa descida, né? rs.

          E sei não, Felipe, sair na Cidade Universitária e… “voltar”? Tem uma bela distância de retorno pela Pedroso-Faria Lima (se bem que tem o conforto da ciclovia aí).

          E sei não, Willian, acho que já tá passando da hora de botar a CPTM no paredón. Essas e outras saídas da ciclovia são pra lá de fundamentais.

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          • Rafael

            Concordo Cícero,

            A Estação Rebouças – Hebraíca é bem perto daqui e infelizmente não tem acesso para ciclistas…uma pena.

            Pensei no caminho que o Felipe passou, é uma boa opção, porém tenho que andar 5km a mais que o percurso normal, tá certo que é uma delícia andar de bike, mas depois do trabalho faz a diferença.

            Já indo sentido estação Vila Olimpia eu faço 5 km dentro do percurso e tem como ir pelas paralelas da Av. Brasil (Jd Europa e América) que é bem arborizado e muito gostoso de andar.

            Se tiverem alguma idéia pra colocar a CPTM no “paredón”..hahaha, conte comigo.

            Valeu

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  • Bici Anjo Porto Alegre

    […] Como se manter seguro ao pedalar nas ruas: http://vadebike.org/2004/09/dicas-para-o-ciclista-urbano/ […]

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  • Ronaldo

    POR QUE CICLISTAS MORREM NO TRÂNSITO?

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  • Danilo Cintra

    Parabens William… muito bom e esclarecedor sseu artigo.. parabens mesmo.

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  • Everaldo Lopes

    Para quem usa a Bike diariamente é necessários os cuidados e os respeitos com o compartilhamento nas vias, cumprir com as regras e leis torna o trajeto masi saudavel, sem extress e bom para todo mundo, há espaço para veículos, ônibus, pedetres e bikes, enfim se soubermos agir bem no trânsito só iremos contribuir para uma estatisticas sem mortes e um bom custo Brasil, além de que tem muita gente nos esperando em casa, gente que nos ama e precisa de nós. Vamos cuidar ao transitar com nossas bikes.

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  • Órion Costa

    Parabéns pela importante, clara e precisa informação. Vamos reproduzir estas informações em todos os grupos de ciclistas de Curitiba. Muito obrigado. Grupo Holy Bike.

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  • Rodrigo

    Comprei esta semana o backlight com o laser que demarca no chão a distancia. Achei muito loko e muito importante. Tinha lido aqui no blog e vou fazer o teste agora.

    Obrigado ao blog e aos amigos ciclistas!

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  • Por que o ciclista não tem vez no trânsito brasileiro?! | alrocha-antenacultural

    […] http://vadebike.org/2004/09/dicas-para-o-ciclista-urbano/ […]

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  • MARCOS APPA

    ONTEM FUI PERSEGUIDO POR UM MOTORISTA DE ONIBUS NA AV CORIFEU DE AZEVEDO MARQUES, IA VOLTANDO PARA CASA TRANQUILO NA FAIXA DA DIREITA, QDO ELE SEM MAIS NEM MENOS, COM TODAS AS OUTRAS FAIXAS VAZIAS ENCOSTOU NA TRASEIRA DA MINHA BIKE E FICOU BUZINANDO, SE EU PARO, ME ATROPELA, NAO ESTAVA MAIS DE QUE 1 METRO DA BIKE, FICOU ASSIM POR MAIS DE 40 SEG., PASSOU POR MIM RINDO E CHINGANDO MINHA MAE, ENCOSTEI A BIKE NA CALÇADA E TIVE UM ATAQUE DE RAIVA, NA HORA SE EU ALCANÇO EU TERIA FEITO BOBAGEM COM ESSE LIXO QUE NAO PODE SER CHAMADO DE SER HUMANO, NAO AGUENTO MAIS ESSA SITUAÇÃO. NAO OLHEI O NUMERO DO ONIBUS PQ TAVA CEGO DE MEDO E RAIVA, E ELE TEVE SORTE DE NAO PARAR NO SINAL, PQ ACELEROU (ALEM DE TUDO E COVARDE) SENAO EU MATAVA ELE ALI MESMO DE PORRADA (DESCULPEM A COLOCAÇÃO), TA IMPOSSIVEL, ME SINTO IMPOTENTE, HUMILHADO, UM VAGABUNDO ATRAS DE UM VOLANTE NAO E HOMEM PRA ME ENFRENTAR NA RUA, MANO A MANO, ME SINTO MAL, ABUSADO, PERDIDO, ASSUSTADO E CHEIO DE ODIO, UM ABRAÇO A TODOS.

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  • Joaquim

    William, sugere alguma alternativa a Bike Anjos para dicas de rotas? Estou tentando achar uma rota que evite avenidas com grande movimento de caminhão como a Eliseu de Almeida mas infelizmente não há bike anjos que atendam a região da Vila Sônia =(

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  • Rio ganhará ciclofaixa em janeiro de 2013 « IBIO

    […] você, já adotou o transporte sustentável? Aproveite notícia boa e experimente, com segurança, uma vida mais […]

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  • evandro araujo gancia

    bicicleta equibanda

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  • Priscila

    Oi, Willian. Adoro teu site. Eu moro no Rio de Janeiro, na zona norte (beem menos convidativa pra bike que zona sul). E fico sempre animada a começar com a magrela nos meus deslocamentos.
    Mas tenho duas dúvidas. Se vc puder sanar, ficaria muito grata.
    1- É indicado para ciclistas circular sempre na faixa da direita. Mas essa é a faixa dos ônibus. Eu tenho muito medo pq eles sempre passam rápido demais quando não precisam parar em algum ponto, e tiram “fino” da calçada da direita. Neste caso, nao seria melhor eu usar a faixa da esquerda? Pra “fugir”deles?

    2- Sobre assaltos; se eu visualizar algum sujeito suspeito, como devo agir? Fica de boa e correr o risco de ser assaltada (sou mulher e magra, já percebi que estou no perfil preferido dos assaltantes); ou tentar alguma manobra? Como eu poderia fazer essa manobra sem correr riscos?
    Obrigada!

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    • Willian Cruz

      Oi, Priscila. Vamos lá:

      1) Há controvérsias. Pelo CTB, devemos ficar na direita mesmo, a não ser que seja faixa EXCLUSIVA (corredor ou canaleta). Há ciclistas que preferem pedalar na segunda faixa, mesmo que alguns motoristas não aceitem bem essa ideia.

      2) Depende do local e das suas opções de fuga. Melhor evitar a situação de risco de assalto, mas com cuidado para não criar uma situação de risco de atropelamento. Se for necessário, volte pela calçada e faça outro caminho (tomando cuidado com quem estiver a pé, claro).

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  • PAULISTA PRECISA DE CICLOVIAS « PeCidadão

    […] saber mais sobre o uso das bicicletas nas grandes cidades e dicas para andar seguro? Acesse:http://vadebike.org/2004/09/dicas-para-o-ciclista-urbano/ Share this:TwitterFacebookGostar disso:GosteiSeja o primeiro a gostar […]

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  • valmir nunes de oliveira

    BOA TARDE MEU AMIGO BAIKEIRO OLHA EU TAMBEM ANDO DE BAIKE A MUIDO TEMPO E GOSTEI O QUE VOCE ESCREVEU SOBRE SECURANCA DAS BAIKE NO TRANCITO E PORQUE MUIDOS MOTORISTAS NAO RESPEITAO MUIDOS CICLISTAS NAS RUAS OLHA ONDE EU MORO NOS DEMOS UM GRUPO DE CICLHISTAS QUE ANDAMOS TODOS OS SABADOS DOMINGOS E FERIADOS OQUE NOS GOSTAMOS MUIDOS MESMO E DE FAZER TRILHA PORQUE OS LUGARES QUE NOS FAI E MUIDO BONITO COM MUIDAS ARVORES DE FRUTAS CANA DE ACUCAR E O CLIMA E MUIDO BOM QUE NOS GOSTA MUIDO TAMBEM NOS PARTICIPA DE BACEIOS NOTURNO E DE MANHAM PORQUE NOS FAZEMOS NOVAS AMIZADES COM OUTRAS PESSSOAS DE OUTROS GRUPOS OLHA UM GRANDE ABRACO OLHA O GRUPO QUE EU ANDO E O AQUABAIKE E PORQUE ONDE NOS ANDAMOS TEM MUIDOS RIOS QUE NOS TOMAMOS BANHO E PORQUE SURGIO ESSE NOME OLHA EU I TODOS DO GRUPO MANDAMOS UM GRANDE ABRACO PRA VOCE AMIGAO WILLIAM.

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  • REN

    Putz, pedalo 35km por dia, mas ultimamente tenho ido de carro pois a qualidade do ar está péssima em SP, tirando que é muito complicado disputar pista com onibus, caminhoes e motoristas mal educados…
    Fiquei doente e com problemas respiratorios por quase um mes…Esta semana voltei a ir de bike e hj, no segundo dia, minha tosse voltou…Infelizmente terei que voltar a usar o carro…

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  • vivoverde » Se você não for de bicicleta, respeite os que vão

    […] Mais dicas aqui […]

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  • Luis

    Uma coisa importante que aprendi é: sempre mantenha uma distância confortável dos automóveis para enxergar os buracos nas ruas e, pelo menos em São Paulo, a palhaçada das tampas de bueiro mais fundas que o asfalto recapeado (trabalho de porco com nossos impostos). Quase caí em uma por causa do impacto e tinha um carro atrás de mim…

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  • josé reinaldo

    Uma marvilha estas dicas aprendi muito.meus agradecimento.assim me cinto mais responsaveis pelos meus atos nas ruas.Abraço a todos.

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  • Lu

    Adorei as dicas! A bicicleta é minha companheira (quase) constante. É uma pena que muita gente ainda fique presa às quatro rodas 😉
    Parabéns pelo site e pelo apoio ao uso da bike.
    Um abraço,
    Lu

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  • rafael

    Ficou perfeito, tenho certeza que o seu trabalho já ajudou evitar muitos acidentes

    Abraço

    Continue o ótimo trabalho

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  • AntonioOF

    Parabéns! Concordo com tudo EXCETO quanto a transitar na contramão. Eventualmente e em casos específicos pode significar manter-se vivo. Todos os argumentadores usam exemplos onde o controle da situação está exclusivamente nas mãos dos motoristas: eles que veem, eles que manobram para desviar, eles que freiam. O ciclista nunca é o agente. Se o motorista não fizer a sua parte, o ciclista correr risco de vida.
    Defendo que em vias perigosas e onde não haja outra alternativa, os ciclistas devam se deslocar na contramão para poderem ter a visão dos riscos que correm e se anteciparem a eles.
    Das argumentações contrárias, a mais descabida ao meu ver é a de que o impacto seria xvezes menor, os danos seriam minimizados.
    Hora, sejamos inteligentes!! Se sempre é cogitado o impacto, leia-se atropelamento, é sinal de que a segurança e a prevenção já foram pro espaço faz tempo!! Logo, ter domínio da situação é o mínimo que se pode sugerir ao ciclista em risco. Deve ser horrível morrer sem ter a mínima condição de evitar e sem saber de onde veio o assassino.

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    • Luis

      Como o farol da frente da sua bike é o “branco”, pode ser mais difícil do motorista te perceber andando na contramão do que se estivesse olhando o pisca vermelho – caso em que estaria andando na mão correta. Numa via movimentada, existem tantos “poluidores visuais” que várias reações nossas são meio que respostas instintivas a “sinais conhecidos”. (não sou neurologista, falo por me observar, mas acho que não estou tão errado)

      Assim, pode ser que a sua sensação de controle na verdade lhe gere um risco maior. Se como falou não existe alternativa, coloque uns 5 faróis traseiros piscando no cano do banco… ou empurre na calçada se a distância não for longa. Além do mais, sua sensação de controle pode ficar mais frágil se pedestres atravessando a rua estiverem envolvidos, porque eles RARAMENTE olham na contramão.

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  • Felipe Rafael Prenholato

    Faltou uma dica extremamente importante.

    NÃO USE FONES DE OUVIDO!

    Fones de ouvido podem fazer você se atrapalhar com os fios, e, mesmo os fones sem fio, te tiram toda a atenção do trânsito.
    Você pode não ouvir um auto chegando do seu lado e se assustar.

    Deixe o fone de ouvido pro metrô e para as caminhadas.

    Comentário bem votado! Thumb up 9 Thumb down 1

  • Fabio Gonçalves

    MTO BOM VALEU AS DICAS !!!!!FABIO SP

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