Mapa das ciclovias, ciclofaixas e ciclorrotas de São Paulo

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Pouca gente sabe, mas a Companhia de Engenharia de Tráfego de São Paulo (CET) mantém um mapa com a estrutura cicloviária permanente da capital paulista. Esse mapa vem sendo atualizado conforme as novas ciclovias são inauguradas.

Algumas ciclovias mais recentes podem não aparecer ainda no mapa, pois o órgão de trânsito só acrescenta quando as considera finalizadas, não havendo pontos pendentes no traçado ou sinalização. Portanto, ciclovias ainda em implantação não estarão mapeadas.

Obs.: As ciclofaixas de lazer não estão nesse mapa, só a estrutura permanente. O mapa da Ciclofaixa de Lazer paulistana encontra-se aqui.


Clique aqui para visualizar numa janela maior

O órgão de trânsito possui ainda uma área em seu site dedicada às bicicletas, com informações sobre a infraestrutura cicloviária de São Paulo, definições técnicas, dicas de segurança, informações sobre os sistemas de compartilhamento de bicicletas da cidade e uma página sobre o plano de 400 km de ciclovias. Veja aqui.

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Dicas para o ciclista urbano

1Como se manter seguro

2Pedalando para o trabalho (vídeo)

3Não pedale na contramão

4Ocupe a faixa

5Cuidado com as portas

6O que diz o Código de Trânsito

710 dicas para os dias de chuva

8E se a empresa não tem chuveiro?

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216 comentários para Mapa das ciclovias, ciclofaixas e ciclorrotas de São Paulo

  • jamal farah

    A legenda está errada. As ciclofaixas são as de lazer funcionando nos domingos e feriados nacionais; as ciclofaixas são permanentes.

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  • Ciclo Will

    Esse mapa da CET está errado, pois as ciclofaixas criadas na gestão Haddad foram consideradas ciclovias.

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  • rudi santos organizador de bibliotecas

    comentei há alguns momentos e não sei se consegui postar. então, para garantir, vou comentar de novo. Precisamos urgente de uma ciclovia na rebouças e consolação que ligue o butanta ao centro. esta é uma rota importante para os trabalhadores.

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  • rudi santos organizador de bibliotecas

    Bem na lata. Quem vai do embu para o centro de SP ou do Jaguaré, osasco, butanta etc….precisa urgente de uma ciclovia na rebouças e na consolação ou angélica. Dêm prioridade a isto . A calçada é larga no caso da rebouças, dá pra fazer tranquilo.

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    • Allef

      Melhor, nós que partimos do Embu, Taboão, Maria Sampaio, Campo Limpo e afins precisamos de uma rota que ligue o Campo Limpo/Divisa com Taboão/ Macedônia à ciclovia da Eliseu de Almeida. É sofrível ter que encarar a Estr. do Campo Limpo de bike até chegar na Eliseu.

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  • Jaderson

    Gostaria de utilizar a ciclovia do rio pinheiro como opção de ira trabalhar, porém li matérias sobre roubo do lado oeste da ciclovia. Alguém faz este percurso da Jurubatuba até Cidade Jardim? Como esta o desvio pela ciclovia do lado oeste? Grato

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    • Carlos

      O desvio é bem sossegado. Há uma tradicional escada (lado percurso jurubatuba-joão dias) e do outro lado é um acesso normal. Todo esse trajeto é cercado.
      Porém, do outro lado, não tem os seguranças da CPTM. Fico triste, mas não surpreso, por saber que está tendo roubos.

      E a ciclovia do outro lado é bem suja, devido às obras.

      Abs

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  • sami hochman

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    • Renato

      mimimi….mimimi

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    • Sami, a cidade tem muitos problemas, assim como qualquer grande cidade do mundo. Uma coisa que é consenso é a dificuldade de se deslocar na cidade e a bicicleta é uma forma de facilitar a mobilidade urbana, justamente por ser um veiculo que faz pequenos e médios trajetos com grande facilidade, não polui e pode se integrar a outros meios de transporte. A bicicleta sempre foi uma opção de parte da população, porém que andava de forma insegura devido a ausência de vias destinadas a bicicleta, as ciclovias salvam vidas e trazem novos ciclistas a cada dia. Obviamente não atende toda a população que precisa se deslocar a grandes distâncias, mas se alguém pode ceder seu espaço para outro que realmente precisa nas ruas da cidade ou no transporte público e ganhar qualidade de vida e saúde num veículo que não polui e tem gasto zero (ou quase isso, dependendo da bike..hehhe), porque não?

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      • sami hochman

        Veja bem Cá,eu adoro bicicleta e uso com muita frequência e pra mim a ciclofaixa é maravilhosa e em um primeiro momento fiquei super feliz com a iniciativa….porém nao podemos pensar somente em nos mesmos.Quando a gente olha ao redor e ve tanta coisa importante que deveria ter prioridade honestamente me sinto mal. Veja o custo da ciclofaixa…650.000,00 por km e o projeto é para 400 kms,portanto 260.000.000,00 . Sinceramente usando a faixa hoje em dia me sinto como se estivesse em um hospital onde crianças e idosos tivessem que aguardar no final da fila…desculpe mas nao me faz o menor sentido.

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        • Sami, você também é uma que acreditou naqueles números da Veja? Deveria se informar um pouco melhor e ler as entrelinhas. Muitas postagens já “resumiram” isso e você poderia se informar um pouco antes de falar esses números desencontrados. Não vou falar mais senão vai começar a achar que não sou uma pessoa legal.
          Mobilidade urbana é um problema enorme, assim como a falta de saúde pública, são problemas diferentes e que devem ser tratados separadamente.
          Também é um problema de educação do brasileiro, especialmente do paulistano, pensar assim como você. Sabia que já fui agredida verbalmente por usar a bicicleta? Como se eu não tivesse esse direito que está descrito no código brasileiro de trânsito. Quantas pessoas mais tem que morrer em suas bicicletas para as pessoas acreditarem o quanto uma vida pode ser salva por uma simples tinta vermelha??

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      • Eu quero sim mais faixas vermelhas na cidade. Antes andar nelas de forma segura e segregada dos demais veículos do que sujar as ruas da cidade de vermelho, com meu próprio sangue.

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        • Walter

          Ciclovia segura? comecei a ir trabalhar agora de bicicleta, e só 1/5 do trajeto tem ciclovia, e justamente nela eu quase fui atropelado porque um motorista fez a ultrapassagem brusca por ela e nem me viu, minha sorte é que escutei e me joguei na calçada, enquanto andando na rua está sendo tranquilo. Não sei se foi pura imprudência, ou simplesmente ele me atacou de propósito. Sou a favor de mais ciclovias, e vou continuar andando nelas, mas eu me sinto extremamente inseguro, porque ninguém respeita, e acho que uns odeiam e vão me atacar de novo de propósito.

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  • Magno

    Alguém sabe que ciclovia existe na rua Dr. Fausto de Almeida Prado? Precisei essa semana ir do Paraíso até o estádio do Morumbi, e passando pela Av. Dr. Alberto Penteado na volta, percebi uma ciclovia começando na esquina que liga essas duas ruas. Procurei aqui no mapa, mas ela não está listada.
    Aquela região é complicada de andar, pois tem muitas ladeiras. Ou vc anda pelas vias principais, indo devagar e irritando os motoristas, ou corta caminho pelas ruas internas, que não tem tanto movimento, mas muitas vezes tem ladeiras enormes e asfalto ruim.
    Se alguém tiver sugestão de trajeto Paraíso – Estádio do Morumbi, eu agradeço. Vou ter que passar a fazer esse trajeto sempre, e ainda não consegui encontrar um caminho ideal. Ah, eu ando de single speed, então quanto menos ladeiras, melhor =) Qualquer coisa mais íngreme que a ciclovia da França Pinto já fica complicado.

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  • Carlos

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    • Renato

      Bem, a malha ainda não está pronta, certo? Então, acho muito prematuro sair criticando antes de esperar terminar de implantar os 400 km. Reparou no mapa da CET que eles já começaram a integrar as ciclovias? Veja na parte do Centro, tá quase 100% ligada com as ciclovias do eixo Faria Lima.

      E do outro lado, pela Casa Verde também.

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  • Edson

    A ciclovia da ponte Julio de Mesquita, prevista na primeira leva de pontes a serem adaptadas, está com as obras paradas há cerca de um mês, fizeram um pedacinho no pé de um dos lados da ponte e pronto, mais nada… Quando iniciaram as obras fiquei animado, mas agora tô vendo que o negócio vai longe.

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  • Nathalia Negrão

    Gostaria de enfatizar que estão acontecendo assaltos frequentes na ciclofaixa de domingo na junção Av. Berrini e Av. Roberto Marinho!!! Vários ciclistas estão sendo abordados, ameaçados e tendo suas bicicletas roubadas todos os domingos. Não há policiamento no local, mesmo sabendo dos casos frequentes! As vítimas estão realizando BO, mas nada é feito. Falta segurança, deveria ser um espaço de lazer, mas estamos cada vez mais com medo das ruas porque a prefeitura no nos dá respaldo da segurança para aproveitarmos as atividades da cidade! A mídia nos pede para ir de bike e dar preferência aos meios de transporte suatentáveis, mas ao sairmos de casa não sabemos se iremos voltar inteiros. Estamos à mercê dos bandidos.

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    • Renato

      Pode parecer absurdo o que vou dizer, mas para evitar ser visado pelos bandidos, o segredo é seguir o velho ditado: A ocasião faz o Ladrão.

      Evitar de andar com bike top de linha, brilhando de limpa e perfeita (a minha eu deixo com aparencia de velha, assim os bandidos veem de longe que é velha e pensam que é velha, mas é nova.

      Estar sempre atento ao seu redor….Evitar locais ermos. Evitar qualquer item que chame a atenção. Eu vejo muitos ciclistas andando com roupa de marca, tudo top de linha…eu tenho roupas especificas para bicicleta e sou da linha, qto mais mulambento, melhor.

      O resultado? 22 anos que tenho a mesma bike.

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      • Renato… desculpa, mas eu achei seu comentário engraçado e meio sem pé nem cabeça… kkk Como a bike pode ser nova se está a 22 anos com ela? auhauhau Brincadeiras a parte, pensei em colocar uns adesivos na minha MTB specialized novinha, mas fiquei com medo de estragar a pintura… o jeito foi fazer seguro.. só espero que que paguem se me roubar na rua, porque as seguradoras são cheias de ‘truques’ para não pagar furto e roubo sem armas ou sem ameaças…

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        • Renato

          É verdade, eu esqueci de comentar um detalhe, ehehe

          Eu cuido muito bem da minha magrela, mas só da manutenção dela, sendo que algumas manutenções básicas como troca de freio, regulagem de cambio, entre outras, eu mesmo faço….já a aparência, deixei a ação do tempo se encarregar dela ficar bem com cara de velha.

          O que quis dizer é que tenho a mesma bike a 22 anos, porém, tenho uma segunda bike que comprei a pouco mais de 1 ano atrás e já fiz meus esquemas para fazer ela parecer ter a mesma idade da minha outra magrela.

          Truque esse aprendido com amigos mais experientes e que reduz bastante a probabilidade de sua bike ser visada, já que deixa de chamar a atenção dos bandidos.

          Seguro para bike, dependendo do valor, não compensa, pois em pouco tempo vc já pagou o valor de uma nova. Só compensa se for bike de valor bem elevado mesmo.
          Minha bike mais nova custou R$ 790,00 e fazer um seguro dela nem compensa.

          Acho mais vantajoso deixar a aparência dela como velha. O importante não é a aparencia, mas sim o bom funcionamento das peças. Essas sim, tem que ser bem cuidadas e ter uma boa manutenção.

          Os bandidos são muito atraídos pela aparência da bike….

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          • ahhahah… agora esclareceu!! Fiquei mais tranquila… heheh Tenho 3 magrelas, uma baratinha deixei meio de lado por ser simples e pesada demais, tenho uma dobrável elétrica que uso para vir trabalhar e uma MTB. Optei pelo seguro da MTB (custou bem caro 🙁 ), porque descobri que é muito visada pelos ladrões, já a elétrica ainda estou em dúvida se farei porque ela é muito lenta e incomum, então se roubarem ela imagino que será fácil encontrar… Pensei em “personalizar” a minha, mas acho o quadro dela tão bonito e a cor tão legal, que fico triste só de pensar…heheh Sabe como é, coisa de menininha…heheheh Também cuido bem das minhas amiguinhas, também faço algumas manutenções eu mesma… Infelizmente roubos de bicicleta são uma realidade em todo mundo, não só aqui em Sampa… temos que conviver com isso e evitar se apegar demais, mas é difícil, eu sei… Bom pedal para você Renato! E boa semana!!

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          • Renato

            Uma pequena atualização:

            Há obras de ciclovias como a da Eliseu no canteiro central das seguintes avenidas:

            – Cruzeiro do Sul entre a ciclovia da Estação Tietê até a Av. do Estado (já está tudo concretado) e é possível vir da ciclovia do primeiro trecho até a Av.do Estado tudo pelo canteiro central…

            – Av. Atlântica entre a ciclovia da Guarapiranga e a ciclovia do Socorro (o trecho irá interligar as 2 ciclovias)…sem sinalização e pintura de solo ainda, mas já dá para usar

            – Av. Carlos Berrini junto ao corredor de ônibus…

            – Av. Dr. Gastão Vidigal até a Av.Brigadeiro Faria Lima. Trecho totalmente pronto do Ceasa até próximo do Parque Vila-lobos. A partir dai tá concretado e tem até trechos já com o concreto pigmentado, mas ainda sem a sinalização de solo. Também dá para usa-la normalmente, inclusive para chegar até a Ciclovia da Faria Lima. Do começo até o fim, dá uns 10 km….

            – Inajar de Souza (não sei como está atualmente, pois a ultima vez que passei lá faz uns 2 meses atrás). Ciclistas da região podem dizer melhor.

            – Edgar Facó (mesma coisa da Inajar)

            E por fim, a interligação entre a Ciclovia da Braz Leme com o eixo cicloviário central também já está pronta, só faltando um curto trecho de uns 400 metros para sinalizar e “oficializar” a interligação de vez.

            Passei por todos os trechos citados acima e pude conferir in loco como está….qdo estiverem prontas, vai ser uma mão na roda…

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          • CiceroS

            Só uma ressalva aí nessa atualização, Renato. Desde novembro do ano passado, as obras do trecho da Pedroso de Moraes a partir do Parque Villa Lobos estão completamente paradas, pra não dizer abandonadas. E aconteceu de uma hora pra outra, o que é muito estranho:

            http://blogdociclista.com.br/obras-paradas-ciclovia-faria-lima-ate-ceagesp/

            Claro, a não ser que foram retomadas após minha última passagem por lá, semana passada.

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        • Nicole

          A bicicleta da moça custa o salário de um ano de um trabalhador brasileiro e ela ainda acha que precisa de políticas públicas para ela. É de rir um negócio desses.

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      • Vitor

        Desculpe, Renato, mas “a ocasião faz o ladrão”, apesar de ser a realidade brasileira, é culpabilizar a vítima. Emergencialmente, eu mesmo evito “incrementar” ou cuidar melhor da minha bike e da minha própria aparência, o que é ridículo, pois luvas, óculos, calçados adequados, até mesmo o capacete, itens de segurança, passam a ser “chamariz” de assalto. Não devemos deixar de lutar por mais segurança concomitantemente a outras melhoras. E não confundam segurança com cadeia! Segurança concreta só vem com educação, distribuição de renda, acesso a serviços públicos de qualidade, etc. Enfim, presença do Estado. Chega de cultura da bala.

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  • pedrao

    acho que na eliseu de almeida aumentou a extensão da ciclovia 🙂

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    • Renato

      Sim, agora ela chega até a divisa com Taboão da Serra e estaria conectada diretamente a ciclovia que foi desativada recentemente pelo prefeito da cidade, bastando apenas atravessar a rua que divide os municipios.

      Vestígios da trilha ainda podem ser vistas lá, como no trecho onde há uma praça, ainda é possivel utilizar a ciclovia que foi concretada ali. Só o trecho que utilizava a rua que foi apagada….

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  • Carolina

    Tem alguma intenção de ciclofaixa nas ruas Cerro Corá, Heitor Penteado ou nas proximidades?

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    • CiceroS

      Eu moro na Heitor, Carolina, e eu já havia em outro post comentado a respeito: acho que dificilmente vai rolar.

      O problema da Heitor e da Cerro Corá é o grande fluxo de motorizados e linhas de ônibus para apenas duas faixas por sentido. Claro, ficando só no caso da Heitor, ela é muito irregular, há trechos planos, outos não, há trechos em que a via é mais larga, outros não, há trechos em que as calçadas são generosas, outros não…

      Então acho que uma ciclovia aí teria que ser truncada, parte central, parte na calçada (compartilhada com pedestres), parte compartilhada no viário mesmo, com a devida sinalização. De qualquer forma, necessitaria de um redesenho completo dela.

      O fluxo de ciclistas é grande aqui, ele aumentou muito no último ano, não teve como não testemunhar isso, e infelizmente não há opções paralelas práticas a essas ruas, em vista da topografia, né? Bom, tem a recente ciclovia na João Moura, mas acho que o objetivo de terminar ali mesmo, no Metrô, sem nenhuma sequencia ou interligação.

      Enfim, acho que aqui só vai acontecer alguma coisa significativa numa segunda etapa, após a malha dos 400km estiver estabelecida.

      Mas isso é apenas minha opinião, não sei de nada “oficial”, tá?

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    • Willian Cruz

      Não temos nenhuma informação sobre isso, Carolina, mas esses dias fiquei parado no topo da Heitor por algum tempo e fiquei espantado com a quantidade de ciclistas que passa por ali. E olha que era no meio da tarde, num dia útil, numa via de tráfego relativamente agressivo, com presença de ônibus e na subida! É que praticamente não há vias alternativas viáveis para se fazer de bicicleta na região.

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  • Álfio de Siqueira

    Boa tarde!

    Gostaria de solicitar uma ciclofaixa na minha rua aqui em Perdizes. Onde eu faço esse pedido??

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  • Tatiana Saito

    A ciclovia da Av. Engenheiro Caetano Álvares já está operante, e atende quase a totalidade dela!!! 😀

    Adoro!!

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  • Victor Augusto

    Manoo, São Paulo tá linda assim. Espero que venham mais ciclovias/ciclofaixas pro Ipiranga!!

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  • Jose Mauro

    Tenho bicicleta mas,…. Na Vila Gumercindo não tem ciclovias, por ex Abraão de morais e Ricardo Jafet até o museu do Ipiranga

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  • Rossenir

    Sou morador da Zona Leste e utilizo semanalmente a ciclovia da radial leste para a prática de corrida. Estou decidido a deixar o veículo em casa e utilizar bicicleta para se locomover da Av Itaquera (cruzamento com a Av Aricanduva) até a Av Rebouças (cruzamento com a Faria Lima), entretanto não existe ligação de ciclofaixas ou ciclovias para este trajeto. Caso alguém saiba de algum itinerário e possa me fornecer agradeceria muitíssimo, pois só não o faço por desconhecimento.

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  • Fernanda

    Olá moro na zona sul, Vila Mascote e trabalho na Vila Mariana. Meu trajeto mais curto é o corredor Norte/sul. Faço este percurso, de aproximadamente 6 km, em 60 minutos de carro devido ao grande fluxo da região (um absurdo!!!!!), tenho visto alguns ciclistas se aventurando em meio aos carros e ônibus o que acho muito arriscado. Não tenho dúvida que se houvesse uma ciclovia no trajeto muitos moradores de bairros da zona sul iriam aderir à bicicleta. Gostaria de sugerir (ou saber se há previsão de construção) uma ciclovia na Washington Luiz / Rubem Berta/ 23 de maio ou paralelas. Estamos restritos a ciclovia do rio Pinheiros, que é inviável para muitos bairros da zona sul, devido à distância.

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    • Willian Cruz

      Fernanda, existe a intenção de se fazer uma ciclovia no corredor Norte-Sul. Mas, enquanto isso, prefira outros trajetos, essas vias são muito perigosas e há caminhos bem mais agradáveis (e até mais curtos).

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    • Oi Fernanda. Onde você mora? Podemos marcar de ir juntas um dia..hehe Moro na região e iria com você para sugerir opções de trajeto. Conheço bem a Vila Mariana e moro na Praça da Árvore e trabalho perto da Consolação, vou de bike diariamente. Qualquer coisa me escreve no carlacristinamm@gmail.com.

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  • Ricardo Santos Medeiros

    Gente cade a ciclovia da marginal tiete???? Porque se esquecem de uma ciclovia que seria essencial e muito importante para nossa cidade?

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    • Carlos

      Bem lembrado Ricardo. Seria uma evolução muito importante para a mobilidade da cidade nas Zonas Norte e Leste, parcialmente na Zona Oeste.

      Contudo, temos o problema do custo: a ciclovia Pinheiros foi gasto 10 milhões de reais nos primeiros 14 km, a um custo de Fazendo um pouco de matemática, mostrou que a ciclovia Pinheiros custou atualmente ( sem os desvios por causa da obra do Monotrilho e outras coisas ), uns 15 milhões de reais ( extensão atual da ciclovia Pinheiros é de 21 km, portanto mais 50% ). Só para ter uma idéia, o custo estimado para fazer ciclopassarela na Ponte Jaguaré é de 20 milhões de reais. O custo estimado dos 400 km de ciclovias pelo Haddad é de 80 milhões. E isto tudo estimativas, o custo real, com certeza, é muito maior que o estimado, por conta, de vários fatores que sabemos que há na administração pública, devido a falta de planejamento, estudos e motivações políticas.

      Ciclovia na Marginal Tietê envolve problemas maiores que a da Pinheiros, visualmente nós podemos constatar parte deles. Há a interferência de projetos como o Arco do Futuro, que por questão de prioridades, naturalmente vão deixando o projeto da ciclovia na Marginal Tietê cada vez mais longe de ser estudada, planejada e implantadada. Esta perspectiva só pode ser mudada pela vontade popular, através de ONGs, como a Ciclocidade ( que fez muito pela Zona Oeste e Sul ), celebridades como Renata Falzoni, para ir canalizando a pressão.

      Ficar contando com a “popularidade” ou “aprovação” de ciclovias pelos institutos de pesquisa, não vai tornar mais cedo a realidade da ciclovia do Marginal Tietê.

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  • Érica Martins

    Há previsão para resolverem o problema da ligação entre a ciclofaixa da Eliseu de Almeida para os trechos após a ponte (Faria Lima, Marginal e Artur de Azevedo)?
    Trabalho em Pinheiros e moro na Vila Sônia. A travessia dos trechos da chegada ao metrô Butantã, da Francisco Mourato, da Rebouças e as travessias das pontes, tanto da Euzébio como da Pinheiros, em horário de pico, são impraticáveis. Faço de teimosa que sou.
    Sem falar que, no sentido bairro, a ciclofaixa poderia muito bem ir até o Taboão. O fluxo de bicicletas naquele sentido é gigantesco. Muitas pessoas estão desamparadas nesse sentido.

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    • Willian Cruz

      Érica, nossa cobertura sobre a ciclovia da Eliseu pode ser acompanhada a partir desta página: http://vadebike.org/tag/eliseu-de-almeida/

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    • Andre Alonso

      Passei hoje na Eliseu inteira e tive a grata surpresa de ver que a ciclovia ja esta essencialmente funcional quase ate o Taboao. Pelo que vi so faltam instalacao de grades e sinais – ate a pintura de solo ja foi feita. O proprio mapa da CET, que consultei ontem, so dâ a ciclovia ate antes do Makro, mas na pratica ela ja esta la cobrindo quase a avenida inteira (acho que ainda nao foi oficialmente inaugurada, por isso na constar no mapa). Pelo que vi, ja ha tambem um “ramal” lateral em direcao a Francisco Morato, e que segue pela Ben Gurion ate a altura do Portal do Morumbi, ou um pouco depois. Mas o avanco na Eliseu foi notavel, o que eh otimo, pois de fato essa ciclovia eh muito necessaria.

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  • Bruno

    Na Avenida Nazaré no bairro do Ipiranga precisa de uma ciclovia urgente, devido alto numero de ciclistas na região que liga o metro Alto do Ipiranga até o Parque do Museu do Ipiranga!

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    • Bruno

      Além do Terminal Sacoma e Metro Santos Imigrantes.

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    • Lucas

      Hoje desci no Terminal Sacomã e voltei pra casa à pé, mais ou menos 20 minutos de caminhada.

      Nesse período vi 5 ciclistas passando na Av. Tancredo Neves. Todos os dias vejo ciclistas nas ruas do Ipiranga/Sacomã até a Avenida do Estado.

      Acho que a prefeitura poderia olhar essa região com mais carinho, a demanda por ciclovias aqui é gigante.

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  • Selma

    Gente,
    Todo começo é difícil, ainda mais em uma cidade gigantesca como São Paulo. Mas hoje vi uma ciclista praticante reclamando da falta de lugares seguros para estacionar a bicicleta no centro de São Paulo. Ela foi bem de Perdizes ao centro para uma reunião, mas se atrasou porque não conseguia lugar para deixar a bike. Vejo por aqui onde moro (uma cidade pró-bike) que há estruturas com espaço para que se atem, com um bom cadeado, muitas bicicletas sem ocupar espaço demais. Acho que esse seria um passo importante no processo. Talvez parcerias com empresas do centro, que pudesem ceder espaços sob marquises ou laterai de prédios.Quem sabe essas estruturas pudessem ser patrocinadas para não causar muitos custos aos cofres públicos.

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  • Fabio M Schroeder

    Desculpem, mas oque vejo é um monte de gente incentivando as ciclovias e ciclofaixas, mas nas ruas são poucos que as usam. Com isso estamos vendo cada vez mais ações na justiça para a retirada delas.
    Se não temos pessoas pedalando, vai chegar um momento que as ciclofaixas não serão necessárias.

    Então parem de escrever e peguem suas bikes e pedalem constantemente, incentivem seus amigos, vizinhos, familiares ou então perderemos uma ótima oportunidade de uma vida melhor, com divertimento.

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    • Wilson França

      Concordo com você Fábio, que as ciclovias devem ser utilizadas. No entanto, enquanto a malha não estiver interligada a adesão será modesta. Eu por exemplo, moro na região da Avenida Aricanduva e até agora estamos isolados do Centro e, que não tem o hábito de usar a bicicleta como meio de transporte, tem medo de pedalar em meio aos carros. Existe a promessa de expandir a ciclovia da Radial Leste que hoje chega no metrô Tatuapé até o centro, mas ainda não há prazos e depende de uma negociação entre a prefeitura e o próprio Metrô. Fico imaginando a cena de quando isso acontecer. O pessoal exprimido dentro do vagão vendo ciclovia livre e vários ciclistas indo de boa por ela. Com certeza muitos irão mudar para a bicicleta!
      Quanto as ciclofaixas, penso que estão sendo muito bem utilizadas, sempre lotadas

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  • Rafael

    Na Aclimação, há uma ciclovia que é interrompida a cada esquina, tendo em vista a presença de rotatórias. Ser[á que vão tirar as rotatórias? Pq vc tem que ficar saindo da ciclovia, atravessando a pista de 2 mãos, passar pela rotatórria, e voltar para a ciclovia…Não está legal.

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    • Wagner

      Eu passo por ela, realmente é muito estranha. Muito antes das rotatórias sempre acaba a ciclofaixa e claro carros estacionados mesmo com a placa de proibido parar e estacionar. Parece até que acabou a tinta e ai fizeram uma gambiarra.

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  • nardel gonçalves silva

    olha estou vendo diversos comentários,mais que na verdade,em termos práticos a prefeitura os teriam como premissas,o importante e que de certa maneira tudo já venha sendo implementado com êxito,o prefeito não esta sozinho nesta empreitada,toda informação serve de parâmetro a outros aspecto,eu acho que tudo e questão de possibilidades,em outros países tudo isso foi dimensionado,o comportamento das pessoas em relação as ciclovias,farão se refletir através do uso continuo,o que as pessoas não sabem é que indiretamente terão todo tipo de beneficio,pedalo a muito tempo,não tenho nem um tipo de estresse,todo fim de semana pedalo pelo menos uns 80ks,costumo dizer que vou ali e logo chego,nunca me senti constrangido no transito,conheço toda cidade,acompanho a movimentação do transito sempre com antecedência ,então mobilidade por ser bike tá no sangue,se existe uma pessoa que pedala o dia inteiro sou eu então posso dizer pedalar em ciclovias mal feita não e nem de perto como pedalar nas ruas em aberto quando tinha 12 anos já ia para a maioria das cidades de que vocês conhecem.fui

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    • Fabio M Schroeder

      Nardel, as ciclovias são feitas para pessoas comuns, aquelas que sempre andaram de carro, mas gostariam de deixar seus carros em casa, andarem com segurança e educação no trânsito.
      Ciclistas experientes como você e eu, devem ensinar estas pessoas a não terem medo de usarem suas bicicletas num trânsito caótico e, acima de tudo, terem a educação necessária para respeitar os motoristas e eles também serem respeitados.
      Não é possível achar que uma mãe de família de 45 anos, use sua bicicleta para trabalhar e tenha que costurar o trânsito da av. do Estado, para isso existem alternativas e nós, ciclistas precisamos mostrar isso para que mais pessoas usem suas bicicletas e estas iniciativas não se percam, para que as ciclofaixas e ciclovias não desapareçam.
      Ciclofaixas e ciclovias são úteis desde que sejam usadas, se não usarem, virarão corredores de motos.

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  • Ivan

    Será que existe algum projeto para ciclovia na avenida inajar de souza inteira atravessando a ponte da freguesia do ó e seguindo pela Marques de São Vicente? Se um dia fizerem nunca mais uso carro/ ônibus para trabalhar.

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  • Gelson

    A ciclovia da Ponte do Limão está sendo construída!

    Será que ela vai ligar com a ciclovia da rua da Várzea (Barra Funda)?

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  • rafael

    Fabio M Schroeder,

    Hoje no centro tive a impressão de que a prefeitura deu um belo tapa na tinta das ciclovias.

    Mas bom mesmo vai ficar depois da licitação do piso especial, já em vermelho.

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    • Fabio M. Schroeder

      Rafael,

      você tem razão, eles reforçaram a tinta em alguns pontos, talvez até tenha mudado a tinta, porque percebesse que nesta nova tinta ela parece mais fosca, nas partes antigas ela é mais brilhante, ou seja, mais escorregadia.
      Mas como disse, é um começo, exige adaptação, educação, paciência e aos poucos as coisas vão melhorando, mas também precisamos que os ciclistas cuidem das ciclofaixas, não adianta jogar tudo no poder público, principalmente não jogando lixo nas vias e, no futuro, com ações de limpeza em algumas partes como no caso da descida da Vergueiro que está com areia em algumas partes e quando chove ela fica bem perigosa.

      Mas vamos em frente que é assim que as coisas acontecem.

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  • Fabio M. Schroeder

    Sou um Bike Anjo e toda semana vou trabalhar do Alto do Ipiranga até a Rua Barra Funda, totalizando 11,5 KM de ida e o mesmo de volta. O trajeto que liga a Rua Vergueiro, do cruzamento da Abrão de Morais poderia ter uma ciclofaixa ligando-a até a ciclofaixa da Vila Mariana, seria muito útil.

    A ciclofaixa que segue a Vergueiro em sentido bairro acaba no meio do trânsito em frente a estação Vila Mariana, obrigando o ciclista a parar na faixa da esquerda em caso de sinal aberto, disputar espaço com os carros ou, quando o farol estiver vermelho, atravessar para a faixa da direita e seguir na faixa de ônibus de forma muito perigosa. Uma ciclofaixa que acaba de repente no meio do trânsito não é útil, deveria continuar em algum ponto sem perigo.

    Um enorme problema é quando chove, as ciclofaixas virão pistas extremamente escorregadias, perigosas e se um ciclista escorrega para fora dela, será atropelado. Neste verão, época de chuva, muitos problemas aparecerão, principalmente nas ciclofaixas que são em vias descendentes.

    Tudo uma questão de adaptação e melhoria, mas a idéia das ciclofaixas é muito boa, precisamos de mais ciclistas para mantê-las em uso e melhorar nosso trânsito caótico.

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    • Willian Cruz

      Fabio, nos testes que fizemos na ciclovia da Vergueiro, em uma noite chuvosa, não percebemos nenhum problema crítico de aderência. Claro que quando chove adere menos que quando o pavimento está seco, mas nos pareceu mais estável que o asfalto puro sem ciclovia, já que este fica sempre com óleo, principalmente na faixa da direita…

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      • Fabio M. Schroeder

        Ola Willian,
        primeiro fico feliz em ter respondido.
        Na descida e subida da Vergueiro, entre as estações Paraiso e Liberdade, em alguns trechos existem árvores, embaixo destas árvores se forma limo com a humidade, o limo junto com a tinta lisa, se torna um sabão, muito mais que óleo no asfalto abrasivo. Se não houver limpeza semanal destas partes em alguns meses ficará impossível transitar naquelas partes.
        Fica meio difícil fazer testes com água nas ciclofaixas já que entre os meses que elas foram criadas não tem chovido ou chovido muito pouco para notar alguma mudança, mas se você quiser podemos combinar um dia e pedalarmos logo depois de uma chuva forte pelo trecho que citei, podemos até gravar esta pedalada para mostrar melhorias que podem ser feitas.

        Obrigado pela resposta.

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        • Willian Cruz

          Entendi, Fabio. Faz sentido. Os testes que fizemos foi no trecho próximo à estação Ana Rosa, na mesma semana em que foi pintada. Em uma das noites daquela semana choveu bastante.

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          • Fabio M. Schroeder

            Veja bem, seria ridículo que eu como ciclista e incentivador da prática do ciclismo seja contra as ciclofaixas. Mas eu acho que se elas forem feitas com mais seriedade e atenção, muito mais pessoas deixariam seus carros em casa e adotariam as bicicletas. Isso é oque todos queremos, mas conversando com algumas pessoas que tem medo de andar de bicicleta, estas duas situações que citei, ciclofaixas em locais errados e escorregadias, são as principais reclamações que fazem com que estas pessoas não se locomovam de bicicleta.
            Acho até que a parte principal são as ciclofaixas que começam e terminam do nada. Se houvessem ligações coerentes, um ponto muito importante seria conquistado e vários problemas seriam resolvidos.

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            • Willian Cruz

              Me parece que a questão da aderência é pontual, mas de qualquer maneira deve ser resolvida quando a prefeitura começar a usar asfalto específico (veja aqui). Quanto às ligações coerentes, estão sendo feitas conforme a implantação avança. O objetivo da prefeitura é fazer uma rede, o mais interconectada possível. Já é possível, por exemplo, ir do Metrô São Judas ao terminal Barra Funda (e do lado de lá dos trilhos do trem) só por ciclovias, com apenas duas ou três interrupções de uma quadra cada pelo caminho.

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          • Carlos

            A questão da aderência também depende do serviços de manutenção das ciclofaixas: com o tempo a pintura desbota, é desbastada, há deposição de material em cima como barro de alguma obra ou caminhões, óleo, limo, aparecimento de irregularidades na faixa …
            Pode ser pontual, mas se não houver uma manutenção, seja por limpeza ou repintar, repavimentação, eventual obra justamente, vai deixar de ser pontual e momentâneo.
            Portanto, a grande questão é se a prefeitura irá fazer estas manutenções e limpezas com frequência e rapidez necessária. Na periferia, a manutenção das vias sem ciclofaixa é precária, pois, a própria implantação destas ciclofaixas, demonstram o estado das mesmas. Se as ciclofaixas vieram para ficar, a prefeitura pensou em como mantê-las, tanto fisicamente, quanto financeiramente ? Essa tinta é mais cara, tanto quanto as sinalizações de solo, que tem partículas que ajudam na aderência. Como foi decidido usar toda a faixa, então o custo é mais alto. Deve ser dotado um orçamento para a sua manutenção e operação. Então o custo, frequência e operação para limpar é crítico para as ciclofaixas. E, isto pode desestimular o uso das ciclofaixas, pela falta de manutenção que a torna insegura, como caminho para uso habitual como transporte urbano.

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    • Fabio M. Schroeder

      Acredito que realmente se torne uma rede interessante de trajeto cicloviário, mas eu acho que mais que fazer é preciso manter. Tudo é bonito quando é feito, mas o problema da cidade sempre foi manter. Posso citar dezenas de situações que foram criadas e não foram mantidas, mas vou citar somente a ótima idéia do prefeito anterior que instalou lixeiras em vários postes da cidade, quantas existem hoje ? E não eram lixeiras ruins, eram muito boas, mas elas dependem também da educação do povo, que não ajuda muito.
      Enfim, estou planejando um vídeo que mostrará os pontos bons e ruins das ciclofaixas, os erros e acertos e principalmente, atentando ao fato que não é suficiente o planejamento somente com engenheiros e técnicos, se não houver ciclistas experientes que digam a eles o que fazer, as ciclofaixas serão feitas com a cabeça desses técnicos e engenheiros.
      Se houve a participação de ciclistas nessas questões, me desculpem os colegas, mas essa participação deveria ser mais ativa, convicta e concisa.
      Mas vamos melhorar, a idéia é ótima e espero ver cada vez mais ciclistas indo trabalhar de bicicleta, principalmente na região da Paulista. Claro que faltam bicicletários e vestiários, mas á medida que tudo isso se tornar popular, muitas coisas bacanas vão acontecer, foi assim com a obrigatoriedade do cinto de segurança no passado e olhem como é isso hoje.
      Vamos de passo em passo que teremos melhorias a todos.

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    • Fábio, sei que não é a melhor opção, mas já tentou continuar pela rua Madre Cabrini? A ciclovia vai por ali até a avenida Jabaquara novamente, próximo ao Metrô Praça da Árvore. Antes eu fazia o mesmo que você faz, mas vi que na região do Metrô Santa Cruz fica bem ruim, então pego o “desvio” da ciclovia, que acaba sendo bem tranquilo, apesar de mais longo e com uma bela subida…mas como para mim é o retorno para casa, não me importo em pedalar e suar um pouco… 😀

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  • Lucas

    Queremos ciclovias na região da Saúde/Ipiranga também! Está fazendo falta! Tem muitos ciclistas por aqui.

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    • Bruno

      Caro Sr. Lucas , enviei um e-mail e eles responderam:
      Senhor Bruno,

      Agradecemos seu contato e sugestão. A meta 97 do Plano de Metas da atual gestão estabelece a construção de 400 quilômetros de vias cicláveis. Assim, estamos desenvolvendo a rede de 400 quilômetros de estrutura cicloviárias permanentes, que irão auxiliar aos usuários da bicicleta como meio de transporte, podendo agregar outros usuários, como lazer.

      Dentre as ações da CET, o desenvolvimento da rede cicloviária busca garantir a ordenação do espaço, em consonância com o Artigo 2, Inciso II, da Lei no 9503/1997 (Código de Trânsito Brasileiro) e do Plano Nacional da Mobilidade Urbana, Lei 12587/2012, cujos objetivos são, entre outros:

      – acessibilidade universal;

      – desenvolvimento sustentável;

      – segurança nos deslocamentos;

      – equidade no uso do espaço público;

      – justa distribuição dos benefícios e ônus no uso dos diferentes modos.

      Estamos realizando estudos de viabilidade técnica para implementação de estruturas cicloviárias no entorno do Museu do Ipiranga, e a avenida Nazaré está contemplada nesta análise.

      Atenciosamente,

      Departamento de Planejamento Cicloviário (DCL)

      dcl@cetsp.com.br
      http://www.cetsp.com.br

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      • Lucas

        Ótimo, Bruno! Muito obrigado pelas informações! 🙂
        Espero que contemplem essa região mesmo, todos os dias vejo ciclistas pedalando nas ruas, ainda não comecei por falta de experiência, mas uma estrutura específica para esse fim com certeza vai me encorajar.

        Abraços!

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  • Jose mauro

    E a av Ricardo Jafet e na av Abrão de Morais, não tem ciclovias ., você vão colocar?

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  • Almir Amorim

    Carta para o Prefeito Haddad ou gestores da SPTrans.

    Prefeito Haddad, parabéns pela iniciativa de implantar ciclovias e ciclofaixas na cidade…precisamos mesmo de mais opção de mobilidade urbana. Eu gostaria de sugerir um ciclovia nas margens do córrego Jacu, na avenida Jacu-Pêssego. Essa margem tem um potencial muito grande para receber uma ciclovia…Ela é larga, plana, não possui árvores nativas, somente eucaliptos e já protegido por guard-rail. Será um importante acesso para a estação CPTM de São Miguel-Linha Safira, CPTM Estação Dom Bosco- linha Coral e Metrô de Itaquera. Ligação dos Parques Ecológico do Tietê, Parque Linear do córrego Rio Verde e Parque do Carmo e Ciclovia caminho verde da Radial Leste e Estádio do Corinthians. Será também um corredor ou ciclovia universitária: Conectará a USP-Leste, UNICSUL, Unicastelo, FATEC, FASM Medicina Santa Marcelina, Senac e futura instalações da UNIFESP…Está ai uma sugestão bem-vinda e viável para da nossa cidade…Se VC implantar essa ciclovia terá apoio eterno da Zona Leste. Abraços, Almir Amorim.

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  • Jefferson Teixeira

    Surgindo ciclovia pela cidade toda e a administração do Parque do Trote indo na contra-mão.
    Colocaram na entrada do parque um comunicado que a partir do dia 31/11/2014 (sic) estará proibido o uso de bicicleta dentro do parque, porque elas estragam o piso, e a ironia é que os funcionários podem andar com seus carro, que não estragam o piso.

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  • Felipe

    Gente, precisamos de ciclovias na Zona Norte! Além das travessias de pontes, é preciso ciclovias que acompanhem as principais avenidas rumo à marginal. São Paulo está ficando ótima!

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    • Ailton Marques

      Felipe a Ciclovia que terminava na estação Armênia esta sendo prolongada até a avenida Santos Dumond , passando pela ponte das bandeiras e praça Campos de BAgatelle. Esta em fase final de construção e o próximo passo é a pintura. Vai ser espetacular.

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  • João

    Fico triste de ver como pessoas tem coragem de jogar tachinhas nas ciclovias.
    Na rua Arthur de Azevedo em pinheiros, estão jogando tachinhas para furar os pneus.
    Na USP a mesma situação.
    Tenho nojo de viver neste país! A Culpa não é dos governo e sim da população que é submissa e nem sabe votar!
    Brasileiro tem mesmo que tomar…

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    • Rafael

      Isso está com cara de lenda urbana….

      De qq forma, uma fita anti furo pode ajudar

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      • Dago

        Não é lenda urbana! Aconteceu comigo semana passada, vou e volto de bike pro colégio todo dia, passando por essa ciclovia. Vou parar de usar e andar no meio dos carros mesmo, fazer o quê…

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        • Rafael

          Que sacanagem, cara. Saiu na Folha também.

          Mas não podemos ceder, e entregar o que eles querem. Isso pode ser coisa de um FDP, que não pode conseguir nos fazer deixar de usar a ciclovia. Não!

          —> Uma fita antifuro custa 30 reais, já com a instalação, e evita boa parte dos problemas <—

          Vamos tomar nosso espaço, nem que seja na marra. E uma hora, alguma câmera pega esse safado.

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    • Willian Cruz

      Veja nossas considerações sobre as tachinhas em ciclovias, aqui.

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  • Rafael

    William,

    Ajude-me a defender a ciclovia na íngreme João Ramalho? Na verdade, realmente não sei se faz sentido, se há outras ruas menos inclinadas que atravessam o bairro. A ciclovia sobe de um lado pela joão ramalho, e sobre por outro pela Ministro Godoi, encontrando-se no cume formado nas esquinas entre essas duas ruas. Qualquer um que atravesse o bairro sem ter que passar por esse cume, vai usar um caminho alternativo (como a turiaçu ou a homem de melo – nessa, paralela à joão ramalho e relativamente plana, seria bem-vinda uma ciclovia no contra fluxo).

    O que costumo dizer é que existem falhas pontuais (não sei se nessa apontada é o caso), mas que não comprometem o todo. Acho que é o caso da feita na calçada da Politécnica, na qual foi concretada a raiz de arvore.

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    • Carlos

      Rafael, nem toda ciclovia é feita igual. Concretar a raiz da árvore foi uma falta de cuidado ( planejamento ) creio que poderia passar por outro ponto sem comprometer a árvore. Alguns detalhes que dependem de alvará de funcionamento, como por exemplo empresas de água potável ( mineral ) que há na ciclovia Av. Miguel Frias Vasconcelos no Jaguaré, todas abastecem caminhões pipas com caminhão estacionado na ciclovia. E estas empresas já faziam desta maneira antes da ciclovia, então o alvará de funcionamento foi dado a estas empresas a trabalharem o abastecimento com o caminhão na via. Então como é que a prefeitura não viu isto ? Aí sim era o caso da prefeitura enviar intimação para adequar-se, e carregarem os caminhões-pipa na garagem ou algum espaço fora da ciclovia e da calçada. Duas delas tem condições de abastecer nas suas dependências, mas uma vai ter dificuldade. Para se ter um idéia eis um vídeo bem tosco, com comentários, para sentir o problema: https://www.youtube.com/watch?v=84I3ZMOQXjE&list=UUz6Qzd_5H85PifKQUl9jMUw

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    • Pedro

      Rafael, sou morador da João Ramalho e há 7 anos pedalo diariamente para a região da Luz. Realmente a João Ramalho nunca me pareceu ideal para a subida, e por experiência e observação próprias considero a Rua Franco da Rocha como a melhor alternativa para conectar a ciclovia da Sumaré com a da Ministro Godoy (passando pela Rua Itapicuru ou Homem de Melo). Por falar em Sumaré, ainda não entendo como não imaginaram um elevador (ou mesmo uma escadaria) que pudesse conectar a avenida Sumaré diretamente com a estação do metrô, o que beneficiaria pedestres, usuários de integração ônibus/metrô e a nós ciclistas. Deve haver cada vez mais consulta a usuários, e aplaudo as iniciativas dos movimentos de ciclistas (come este aqui) que interage com a prefeitura para estabelecer critérios e apontar o que já é definido pelos usuários.

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  • Março

    Alguma previsão de instalar bicicletários nas estações por onde passam as ciclovias?

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  • Março

    Como posso saber quais estações de metrô possuem bicicletário? Pelo pouco que vi são poucas. Existe alguma previsão para serem instalados bicicletários nas estações por onde passam as ciclovias?

    .

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  • Julio Cesar Sanseverino

    Como o nome ja diz ciclovia, so que hoje fui da freguesia do O ate a vila Mariana e presenciei 3 bicletas com motor a gasolina usando a ciclovia isso pode???

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    • Willian Cruz

      Olha, Julio, na minha opinião essas aberrações não deveriam nem existir. Poluem que é uma desgraça, fazem um barulho infernal e representam perigo para os ciclistas quando estão na ciclovia. Tecnicamente são ciclomotores e devem circular junto aos demais veículos motorizados.

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    • Carlos

      Não é só isto, já vi motos usando ciclofaixa, para quê ? Cortar caminho, coisas que motociclistas fazem, ir contramão, andar na calçada …

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  • Juliana Felicíssimo

    Usei nesta semana a “rota” da rua Tito e me arrependi amargamente, corri muitos riscos… Tem um projeto para fazer a ciclo faixa? Por enquanto vou usar o caminho maior (Gastão Vidigal-Pedroso-Artur de Azevedo-Sumaré).

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    • Cícero Soares

      Como assim, Ju, o que aconteceu? Eu uso frequentemente essa ciclorrota e raramente tenho problemas com os motorizados. Claro que eu tenho que ter um certo jogo de cintura: ora me impondo, ora distribuindo gentilezas, né? rs.

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  • Marcos Luiz Del Carlo

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    • Eduardo

      Ai que dózinha dele…
      Se você morasse emfrete a um ponto de ônibus, seria a mesma coisa.
      Você é dono do terreno, não da rua em frente ao terreno.

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    • ALEKSANDRO

      Arbitrária???
      Quem possui o direito de determinar o uso do espaço público é o poder publico….
      Sem mais…..

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    • Carlos

      Este é o resultado da prefeitura não informar envolver nas decisões que envolvem o munícipe e dele não participar das decisões, ou reclamar, ou ir atrás em coisas que poderiam beneficiar a todos, como dizem: “Combinado não sai caro.”. Na minha região também não é diferente, a maioria das ciclovias não são necessárias, além do que foi feito um estudo que grande parte foi feito para serem ciclorrotas, e o estudo tem uns 5 anos. Foi uma verdadeira agressão a estes munícipes.
      Estou me pondo no lugar deles, apesar de ser simpatizante e praticante do ciclismo, não gosto de passar por lugares onde uma ciclovia está prejudicando estes munícipes, ao invés de ajudar, que pode facilitar até a vida do ciclista.
      Este modelo de ciclovia é uma aberração, pois, embora seja proibido o estacionamento nela, quando estacionam, cria um problema sério, que não se resolve imediatamente, então para o ciclista vai ter que desviar. Se estiver na faixa da ciclovia que é contra-fluxo da via, é perigoso ir para a via, pois está na contramão, há um risco grande de se acidentar. Ir para a calçada posso atropelar algum pedestre, além do que as condições da calçada não estar em boas condições.
      Na minha região, há uma ciclovia que não foi planejada no plano cicloviário da Lapa, e, neste há 3 empresas que vendem água de minas que brotam naturalmente na região, distantes uma da outra mais ou menos de 50 metros. A prática destas empresas é a de abastecer os caminhões pipas na própria via, justamente no local onde está a ciclovia, há muito tempo. Esta prática entendo que é proibido, pois a empresa deve ter um local próprio para esta atividade. Um exemplo, é o moinho do outro lado da via, os caminhões podem somente descarregar os grãos dentro da dependência do moinho ( antiga Água Branca, agora Correcta ). é um problema de alvará, que vimos que há uma irregularidade em conceder alvarás, mediante a propina, liberam para o estabelecimento, recentemente na mídia. Se houvesse este estudo para esta ciclovia, teria detectado estes problemas, e, não poria a vida do ciclista e dos pedestres em risco. Este é um exemplo de falta de cuidado no estudo, planejamento e implantação das ciclovias. Todo este esforço da prefeitura em fazer a ciclovia pode ter sido em vão, pois além de prejudicar os munícipes, torna a ciclovia perigosa, por práticas e desventuras na obtenção de alvará de funcionamento.
      Então nossa atitude para os reclamantes não deve ser a de desdenhar os problemas deles com a ciclovia. É entender se realmente são necessárias estas ciclovias e a forma como são implantadas. Toda obra pública deveria ser benéfico a todos, e não para alguns. Parece que a atual administração, está querendo nos dividir, para jogarmos uns contra outros, ao invés de fazer trabalharmos e vivermos juntos, que seria mais produtivo e em direção a adoção de melhorias benéfico para todos.

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      • Carlos

        Então, não sejamaos ingênuos em pensar que a prefeitura está sendo corajosa ou colocando uma modernidade na cidade, há muitas coisas que está atrás destas implantações. Coisa pública tem como objetivo beneficiar a todos, e, por isto, é algo que leva tempo. Ser muito rápido e criando problemas é sinal que é uma irregularidade, uma improbidade administiva, razões que estamos verificando ao tentar entender os problemas dos munícipes. Lembra-me deste artigo “Problema é seu. Se vira. Será ?”: http://www.medplan.com.br/artigos/se-vira-o-problema-e-seu-sera-,23733

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      • Willians de Almeida

        Bom dia

        O pessoal que dirige reclama das ciclovias e dos corredores de ônibus! O maior problema de nossa cidade é o trânsito como muito o enfrentam! Pela primeira vez vi um prefeito cuidando de solucionar nem que seja parcialmente esse problema. Minha opinião, o governo tem de cuidar do público, então, ao fazer ciclovias oferece alternativa para aqueles que estão cansados desse trânsito infernal dessa cidade, e ao fazer corredores de ônibus, começa a se pensar no transporte público, que é a verdadeira obrigação do município. Existem ainda alguns ignorantes que acham que os governos devem cuidar do particular. Por favor, vamos evoluir as mentes e deixar de pensar como mediocres!! Outros países como vemos na Europa esto anos luz a frente da mobilidade urbana.

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  • Rafael

    Não existe ciclovia ou ciclofaixa que ligue a Zona Leste ao centro.

    Adoraria ir trabalhar de bicicleta, mas na Celso Garcia não tem e a da Radial vai só até o metrô Tatuapé.

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    • Carlos Henrique

      Cara, quando me desloco sentido centro e não quero ir “chutado” pela Radial ou Celso Garcia, vou cortando pelas ruas mais calmas da região do Belenzinho. Fazendo esse caminho, você sai de frente ao Largo da Concórdia, onde já há uma ciclofaixa instalada no viaduto de frente à Estação Brás.

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  • eduardo

    Ontem tentei ir na ciclovia que foi inaugurada no bom retiro, porém pra minha surpresa ela não é interligada com a da alameda nothmann….e no mapa mostra que são interligadas, acho q ainda vão interligar…mas o mapa está errado.

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  • Tatá

    Qual a diferença entre as cores vermelhas, verde e azul?

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  • Rafael

    Pena que desencanaram de atualizar o mapa. É mesmo dificil de acompanhar a expansão das ciclovias em SP 🙂

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  • Elizete Monteiro

    Adorei ver que chegou na rua Vergueiro a ciclovia, mas hoje tive medo de pedalar por ali, isso pq varias motos estão invadindo a faixa exclusiva para as bikes. Assim fica difícil.

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  • Marcelo

    Carlos caldeira Filho, Estrada do campo limpo, M boi mirim, estrada de Itapecerica…

    Não existem para a prefeitura !

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  • Pedro Gadelha

    Olá Willian,

    já tem mais ciclovia na região da Barra Funda – hoje pedalei da Praça Júlio Prestes até a rua Barra Funda, tudo pela nova ciclovia. É ótimo saber que o projeto está indo mais rápido que a atualização do ‘Vá de Bike” 🙂 !!!

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    • Willian Cruz

      Esse mapa em específico é atualizado pela própria CET, Pedro. E nele só constam as ciclovias já inauguradas, por isso esse trecho ainda não está lá. Mas concordo que esse é um “problema” bom, temos mais ciclovias sendo feitas do que damos conta de publicar! 😀

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    • Vitor

      Acho que a CET já deveria ter publicado um mapa com todos os trechos planejados para os 400km, com o cronograma de implantação. Procurei bastante, mas até agora só encontrei uma imagem em baixa resolução desses traçados, num slide daquela apresentação do projeto dos 400km.
      Você sabe se essa informação completa dos trechos foi disponibilizada ao menos para os cicloativistas que estão mais próximos da Prefeitura, Willian?

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  • zeca

    Caros, o trecho da ciclovia entre estação granja julieta e estação vila olimpia da marginal pinheiros na margem sentido castello branco faz tempo q não existe mais né? Podia atualizar o mapa pra não dar uma falsa impressão de que existem mais km do q existem!

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  • Edson Murakami

    Aquilo que tem na Av. Sumaré não é mais uma ciclovia?

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    • Willian Cruz

      Não, Edson, foi transformada pela subprefeitura em pista de caminhada, até onde sabemos a pedido de moradores da região e com o apoio de um vereador. Provavelmente se calcaram no conceito de que “ninguém usava” – uma decorrência direta das falhas de projeto que apontamos aqui, já em 2008. Esperamos que essa situação seja revertida e que a ciclovia, além de recuperada, venha um dia a cruzar a ponte sobre a linha do trem, podendo ainda ser expandida até cruzar o rio, fazendo uma ligação com outra ciclovia, a da Braz Leme (zona norte).

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      • Cícero Soares

        Pqp, Willian! Passei agora agorinha na madruga lá na Av. Sumaré, e na calada da noite (rs.) a CET começou a pintar de vermelho o “calçadão”! Começaram usar o spray de tinta ali na altura da João Ramalho. Conversei com um funcionário, e ele me disse que vai ser assim toda a extensão (não precisou de onde a onde), e com a tal sinalização padrão.

        Olha, eu já tinha opinião formada. Uso com alguma freqüência essa, hum, ciclovia, em diferentes horários (sem pico, com pico) e em vários dias da semana (menos domingo, que é dia impraticável), e minha opinião formada é a seguinte: já que o forte costume de caminhar (com cachorro, sem cachorro, com velhinha/o, sem velhinha/a, com criança ou bebê, sem criança ou bebê) e de fazer o tal do jogging aliaram-se ao grande fluxo de bicicletas (que ali é uma rota essencial, né?), seria super interessante FORMALIZAR (leia-se, sinalizar e educar para) ali o compartilhamento ciclista-pedestre.

        Esse canteiro central a única calçada (informal) que enquanto ciclista eu utilizo, e enquanto utilizo utilizo com a seguinte mentalidade: trato ali os pedestres (às vezes até chamando a atenção deles quando “violam” certas regras, ou melhor, recomendações de segurança nesse compartilhamento) como eu gostaria que os motorizados me tratassem no viário. Simples assim. E assim funciona que é uma beleza.

        Então, apesar de a Av. Sumaré comportar idealmente uma ciclovia, pqp!, pra que dar vazão ao conflito pedestre-ciclista, lhe renovando ao formalizar o uso a apenas uma das partes, quando ali esse conflito já foi resolvido pelo costume, e vai se resolvendo no dia a dia?

        Enfim, quero só ver a chiação.

        Comentário bem votado! Thumb up 5 Thumb down 0

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